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seg, 04 de maio 2026

Motoristas profissionais devem redobrar atenção a exigências e responsabilidades no trânsito

Normas mais rigorosas, fiscalização intensificada e aumento de riscos nas estradas ampliam desafios para quem depende da direção como profissão.

A rotina de quem vive do volante tem exigido atenção constante às normas de trânsito e às responsabilidades inerentes à atividade. Motoristas profissionais — como caminhoneiros, condutores de transporte por aplicativo, taxistas e operadores de transporte coletivo — enfrentam um cenário em que cumprir regras vai além de evitar multas: trata-se de garantir segurança, preservar a própria atividade e proteger vidas. Nesse contexto, possuir a CNH D adequada à categoria de atuação é um dos primeiros passos para exercer a profissão de forma regular.

Atualização constante e cumprimento das normas

Para motoristas profissionais, conhecer as leis de trânsito não é suficiente, é necessário acompanhar as alterações e novas exigências. Regras relacionadas ao tempo de descanso, limites de carga, uso de dispositivos eletrônicos e exames periódicos estão entre os pontos que demandam atenção.

Além disso, a documentação deve estar sempre em dia. Carteira de habilitação válida, exames toxicológicos (quando exigidos) e cursos específicos fazem parte das obrigações. O descumprimento dessas exigências pode resultar não apenas em penalidades administrativas, mas também na suspensão do direito de dirigir, impactando diretamente a renda do trabalhador.

Segurança como prioridade diária

A segurança no trânsito depende, em grande parte, da condução responsável. Para profissionais, isso envolve desde a manutenção preventiva do veículo até o respeito às normas de circulação.

Veículos utilizados de forma intensiva tendem a apresentar desgaste mais rápido, o que exige revisões frequentes. Freios, pneus, iluminação e sistemas de direção precisam estar em condições adequadas para evitar falhas que possam causar acidentes.

Outro ponto importante é o comportamento ao volante. O respeito aos limites de velocidade, a atenção redobrada em áreas urbanas e a condução defensiva são práticas que contribuem para reduzir riscos. O uso de celular durante a direção, por exemplo, continua sendo uma das principais causas de distração e deve ser evitado.

Jornada de trabalho e impacto na saúde

A carga horária extensa é uma realidade para muitos motoristas profissionais. Longos períodos ao volante podem causar fadiga, reduzindo reflexos e aumentando a probabilidade de acidentes.

Por isso, o cumprimento dos intervalos de descanso não deve ser visto apenas como uma obrigação legal, mas como uma medida de proteção à saúde. Dormir adequadamente, manter uma alimentação equilibrada e fazer pausas regulares são atitudes que influenciam diretamente o desempenho e a segurança.

Especialistas também alertam para os impactos emocionais da profissão. Estresse, pressão por prazos e exposição constante a situações de risco podem afetar o bem-estar dos motoristas, reforçando a necessidade de atenção à saúde mental.

Fiscalização e responsabilidade compartilhada

A intensificação da fiscalização nas estradas e nas cidades tem como objetivo reduzir infrações e acidentes. Para os motoristas profissionais, isso significa maior rigor na verificação de documentos, condições do veículo e cumprimento das normas.

No entanto, a responsabilidade pela segurança no trânsito não é exclusiva desses trabalhadores. Empresas contratantes, embarcadores e até passageiros também têm papel importante, seja ao respeitar limites de carga e horários, seja ao adotar comportamentos seguros.

A conscientização coletiva é apontada como um dos caminhos para melhorar as condições nas vias. Quando todos os envolvidos assumem suas responsabilidades, o trânsito tende a se tornar mais seguro e organizado.

Diante desse cenário, motoristas profissionais seguem como peças centrais na dinâmica da mobilidade. Redobrar a atenção às exigências e manter uma postura responsável não apenas preserva a atividade, mas contribui para um trânsito mais seguro para todos.

 

 

Foto em destaque: Freepik

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O Foz do Iguaçu SAF iniciou nesta semana a campanha “Aquece Foz”, uma mobilização solidária focada na arrecadação de roupas e cobertores. A iniciativa visa amparar famílias em situação de vulnerabilidade social com a chegada das baixas temperaturas, reforçando o papel do clube como um agente de transformação social na fronteira.

As doações devem ser entregues na sede do clube, localizada na Rua Almirante Barroso, 2152, no Centro. A organização solicita itens em bom estado de conservação, como casacos, blusas, mantas e calçados, que serão destinados a entidades assistenciais da cidade.

Futebol e compromisso social

O vice-presidente do clube, Radamés Nobile Neto, destaca que a ação é uma continuidade do trabalho comunitário da equipe. “O Aquece Foz nasce com o propósito de mobilizar nossa torcida para levar conforto e dignidade a quem precisa. No ano passado, já vimos o impacto positivo dessas ações e queremos ampliar essa rede de solidariedade”, afirma.

O Foz do Iguaçu SAF tem se destacado por uma atuação intensa fora das quatro linhas. Recentemente, o clube promoveu a arrecadação de alimentos para o Lar dos Velhinhos e para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Além disso, protagonizou ações de impacto local, como o projeto “Adote um Mascote”, em parceria com a Diba, levando cães para o campo durante o Campeonato Paranaense.

Como colaborar

A campanha segue por tempo indeterminado e conta com o apoio de parceiros e patrocinadores do “Azulão da Fronteira”. A população em geral é convidada a participar, transformando a sede do clube em um grande ponto de coleta de solidariedade.

Serviço:

Local de doação: Sede do Foz do Iguaçu SAF
Endereço: Rua Almirante Barroso, 2152 – Centro
O que doar: Casacos, cobertores, blusas e roupas de inverno em geral.

Na manhã desta segunda-feira (4), servidores da Receita Federal realizaram uma apreensão expressiva durante fiscalização de rotina na Ponte Internacional da Amizade. Um caminhão que ingressava no Brasil foi flagrado transportando uma carga de cigarros eletrônicos avaliada em R$ 500 mil.

A abordagem ocorreu após os fiscais darem sinal de parada ao veículo. O motorista chegou a estacionar o caminhão, mas, no momento em que foi solicitado que retirasse a lona para a inspeção da carga, ele abandonou o veículo, abriu a porta e fugiu a pé em direção ao território paraguaio, não sendo localizado.

Carga oculta em fundo falso

Durante a vistoria minuciosa, os servidores descobriram um fundo falso na estrutura do caminhão. No local, estavam escondidas aproximadamente 10 mil unidades de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes, cuja comercialização é proibida no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O caminhão e a mercadoria foram encaminhados ao pátio da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu para a lavratura dos autos de apreensão e os procedimentos legais cabíveis.

Combate aos crimes transfronteiriços

A Receita Federal reforçou, em nota, a importância da vigilância constante na região de fronteira para proteger a economia nacional e a saúde pública. A entrada irregular desses dispositivos representa não apenas um crime de contrabando, mas um risco aos consumidores devido à falta de controle sanitário.

A população pode colaborar com as autoridades realizando denúncias anônimas de crimes de contrabando e descaminho pelos números (45) 9 9134-0100 e (45) 9 9152-2036.

 

 

 

Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

A partir desta segunda-feira (4), entra em vigor a Lei 15.397/2026, que endurece as punições para crimes contra o patrimônio no Brasil. Publicada no Diário Oficial da União, a nova norma eleva o tempo de reclusão para modalidades comuns de crimes, como furto e receptação, e foca com rigor em delitos modernos, como os golpes virtuais e o roubo de dispositivos móveis.

A mudança legislativa busca desestimular a prática de crimes que impactam diretamente a segurança pública e a economia. Com a nova lei, crimes que antes eram tratados com penas mais brandas passam a ter um tempo de permanência no sistema prisional significativamente maior.

Novas penas estabelecidas

O texto aprovado altera o Código Penal e define novos patamares para a reclusão. Confira as principais mudanças:

  • Furto simples: A pena máxima subiu de quatro para seis anos.
  • Furto de celular: Agora possui tipificação própria, com pena de quatro a dez anos (antes era tratado como furto simples).
  • Furto por meio eletrônico: A punição máxima saltou para dez anos.
  • Receptação: Quem adquire produto roubado agora enfrenta de dois a seis anos de prisão (antes era de um a quatro anos).
  • Roubo seguido de morte (Latrocínio): A pena mínima foi elevada de 20 para 24 anos.
  • Estelionato: Reclusão de um a cinco anos, além de multa.

Telecomunicações e serviços essenciais

A nova lei também endurece o cerco contra o vandalismo e a interrupção de serviços de comunicação — modalidade que aqui em Foz do Iguaçu, já causou muito prejuízo à moradores e empresas. A pena para quem interromper serviço telefônico ou radiotelegráfico passou de detenção para reclusão de dois a quatro anos.

Além disso, a punição será aplicada em dobro caso o crime ocorra durante períodos de calamidade pública ou envolva a destruição de equipamentos instalados em torres de telecomunicação, visando proteger a infraestrutura crítica do país.

 

 

Foto em destaque: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Agência do Trabalhador Itinerante promove, nesta quarta-feira (6), um grande mutirão de empregos na região de Três Lagoas. A iniciativa acontece no salão comunitário da Capela Santa Rita, das 8h30 às 12h, facilitando o acesso da comunidade local a centenas de vagas disponíveis no mercado de trabalho iguaçuense.

Ao todo, cerca de 800 oportunidades estarão em destaque. Além das vagas listadas no sistema geral da Agência do Trabalhador, sete grandes empresas de diferentes setores estarão presentes para realizar entrevistas diretamente com os candidatos no local.

Empresas participantes

A força-tarefa conta com a parceria de organizações de peso, abrangendo desde o setor hoteleiro e construção civil até a indústria e o comércio:

  • Hotel Recanto Cataratas
  • Construtora Temon (Obra Unila)
  • Frigorífico Lar
  • Frigorífico Frimesa
  • Sandro Paver (Obra Eadi)
  • Hozz Acessórios
  • Supermercados Muffato

Encaminhamento imediato

A diretora de Desenvolvimento Socioeconômico, Cátia Fritzen, explica que a meta é garantir que ninguém saia do mutirão sem uma perspectiva. Caso o perfil do trabalhador não se enquadre nas vagas das empresas presentes no salão, ele poderá ser encaminhado para outras posições abertas no banco de dados da Agência. “O objetivo é que todos os participantes saiam do mutirão encaminhados para uma vaga de emprego”, destaca.

Como participar

Os interessados devem comparecer ao local munidos de documento pessoal com foto, Carteira de Trabalho (física ou digital) e comprovante de residência. Para trabalhadores estrangeiros, é indispensável apresentar o protocolo ou o Registro Nacional Migratório (RNM).

Serviço:

Local: Rua Oscar Alfredo Franco, nº 266, bairro Santa Rita (Capela Santa Rita).
Horário: Das 8h30 às 12h.
Mais informações: (45) 3545-5450.

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