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seg, 04 de maio 2026

Foz do Iguaçu SAF lança campanha “Aquece Foz” para arrecadação de agasalhos

Clube mobiliza torcedores e comunidade para auxiliar famílias em situação de vulnerabilidade durante o inverno.

O Foz do Iguaçu SAF iniciou nesta semana a campanha “Aquece Foz”, uma mobilização solidária focada na arrecadação de roupas e cobertores. A iniciativa visa amparar famílias em situação de vulnerabilidade social com a chegada das baixas temperaturas, reforçando o papel do clube como um agente de transformação social na fronteira.

As doações devem ser entregues na sede do clube, localizada na Rua Almirante Barroso, 2152, no Centro. A organização solicita itens em bom estado de conservação, como casacos, blusas, mantas e calçados, que serão destinados a entidades assistenciais da cidade.

Futebol e compromisso social

O vice-presidente do clube, Radamés Nobile Neto, destaca que a ação é uma continuidade do trabalho comunitário da equipe. “O Aquece Foz nasce com o propósito de mobilizar nossa torcida para levar conforto e dignidade a quem precisa. No ano passado, já vimos o impacto positivo dessas ações e queremos ampliar essa rede de solidariedade”, afirma.

O Foz do Iguaçu SAF tem se destacado por uma atuação intensa fora das quatro linhas. Recentemente, o clube promoveu a arrecadação de alimentos para o Lar dos Velhinhos e para as vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul. Além disso, protagonizou ações de impacto local, como o projeto “Adote um Mascote”, em parceria com a Diba, levando cães para o campo durante o Campeonato Paranaense.

Como colaborar

A campanha segue por tempo indeterminado e conta com o apoio de parceiros e patrocinadores do “Azulão da Fronteira”. A população em geral é convidada a participar, transformando a sede do clube em um grande ponto de coleta de solidariedade.

Serviço:

Local de doação: Sede do Foz do Iguaçu SAF
Endereço: Rua Almirante Barroso, 2152 – Centro
O que doar: Casacos, cobertores, blusas e roupas de inverno em geral.

Conteúdo Patrocinado

Em Foz do Iguaçu, buscar atendimento médico nem sempre é uma tarefa simples. Para quem mora em bairros como Morumbi, Porto Meira, Vila A ou na região do Três Lagoas, uma dúvida de saúde pode significar reorganizar o dia, enfrentar deslocamentos pela BR-277 ou depender da disponibilidade da rede pública e privada em horários nem sempre compatíveis com a rotina.

A cidade tem uma dinâmica própria. Além de atender seus moradores, Foz recebe turistas, trabalhadores do comércio, pessoas ligadas ao setor de serviços, estudantes e famílias que vivem em uma região de fronteira, próxima ao Paraguai e à Argentina. Esse movimento constante aumenta a demanda por serviços de saúde e faz com que muitas situações simples acabem disputando espaço com casos mais urgentes.

Quando a distância pesa na rotina de saúde

O atendimento presencial continua indispensável em muitos casos, especialmente quando há necessidade de exame físico detalhado, procedimentos ou avaliação de emergência. Ainda assim, parte das demandas do dia a dia pode começar de outra forma, com orientação médica remota e avaliação inicial por vídeo.

É nesse ponto que a consulta médica online em Foz do Iguaçu pode ajudar moradores que precisam entender sintomas, revisar exames ou receber uma orientação clínica sem transformar uma dúvida inicial em uma longa espera. A telemedicina não elimina a rede presencial, mas pode organizar melhor o caminho do paciente.

Em uma cidade quente e úmida em boa parte do ano, com períodos de chuva intensa e sensação térmica elevada, deslocamentos por motivos simples podem se tornar mais cansativos, principalmente para idosos, pessoas com crianças pequenas ou pacientes que trabalham em escala comercial e turística. Para esses casos, uma primeira conversa médica pode esclarecer se há necessidade de procurar uma unidade de saúde imediatamente ou se é possível seguir com acompanhamento programado.

Como funciona uma consulta médica por vídeo

A consulta online costuma ocorrer por vídeo, com o paciente relatando seus sintomas, histórico de saúde, medicamentos em uso e exames recentes. O médico faz perguntas direcionadas, avalia sinais de alerta e orienta os próximos passos de acordo com o quadro apresentado.

Quando indicado, a telemedicina também permite a emissão de documentos digitais, como receita, atestado ou pedido de exames. Esses documentos seguem regras próprias de validade e devem ser usados conforme a legislação e a necessidade clínica de cada caso.

Na prática, a consulta remota é mais útil quando existe uma dúvida clínica que pode ser investigada inicialmente por conversa, análise de exames e acompanhamento dos sintomas. Não se trata de uma conversa informal, mas de um atendimento médico com registro, responsabilidade profissional e limites bem definidos.

Profissionais que atuam com telemedicina, como a Dra. Giovana Liskoski, costumam reforçar justamente esse ponto: o atendimento online deve ser visto como uma porta de orientação qualificada, não como substituto automático de toda consulta presencial.

Situações que podem começar pela telemedicina

Entre os exemplos mais comuns estão sintomas leves e recentes, como dor de garganta sem falta de ar, desconfortos gastrointestinais, dúvidas sobre viroses, queixas urinárias iniciais, alergias, alterações de sono, ansiedade leve, dores musculares e acompanhamento de quadros já avaliados anteriormente.

Também é comum que pacientes busquem consulta online para entender resultados de exames laboratoriais, revisar medicações de uso contínuo, receber orientações sobre controle de pressão, glicemia ou colesterol, ou discutir se determinado sintoma exige atendimento presencial. Em muitos casos, a orientação correta evita tanto a demora desnecessária quanto a ida precipitada a serviços de urgência.

Para moradores que trabalham no comércio da Avenida Brasil, no setor hoteleiro, em restaurantes, no turismo das Cataratas ou em atividades ligadas a Itaipu, o tempo de deslocamento pesa. Uma avaliação inicial por vídeo pode ser uma alternativa para organizar condutas sem comprometer todo o expediente.

Famílias que vivem em áreas mais afastadas do Centro também podem se beneficiar. Quem depende de transporte público ou precisa se deslocar com crianças, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida sabe que uma consulta presencial exige planejamento, especialmente quando há chuva, calor forte ou dificuldade para conciliar horários.

Quando a telemedicina não deve ser usada

Apesar das vantagens, existem situações em que a consulta online não é o caminho adequado. Dor no peito, falta de ar intensa, sinais de AVC, desmaios, confusão mental, acidentes graves, sangramentos importantes, convulsões, febre persistente em crianças pequenas ou qualquer suspeita de emergência exigem atendimento presencial imediato.

Nesses casos, o paciente deve procurar uma unidade de urgência, como UPA, pronto atendimento ou hospital. Em Foz do Iguaçu, serviços como o Hospital Municipal Padre Germano Lauck têm papel importante na rede de atendimento, especialmente para situações que exigem estrutura presencial, exames rápidos, medicação endovenosa ou observação clínica.

A telemedicina também pode ter limitações quando o médico precisa auscultar, palpar, avaliar lesões de pele com maior precisão, examinar abdome, ouvido, garganta ou articulações de forma detalhada. Quando isso acontece, o próprio atendimento online deve orientar o paciente a buscar avaliação presencial.

Um apoio possível para a saúde local

Foz do Iguaçu é uma cidade de porte regional, com forte circulação de pessoas e demandas de saúde variadas. A presença de turistas, trabalhadores em escala, moradores de bairros distantes e famílias que dependem da rede pública cria um cenário em que organizar o acesso ao cuidado é tão importante quanto ampliar a oferta de serviços.

Nesse contexto, a telemedicina pode funcionar como uma ferramenta complementar. Ela ajuda a separar casos simples de situações urgentes, facilita o acompanhamento de exames e permite que pacientes recebam orientação médica com mais previsibilidade.

O ponto central é usar a tecnologia com bom senso. Para dúvidas clínicas, sintomas leves, revisão de exames e orientações iniciais, a consulta por vídeo pode trazer clareza e direcionamento. Para emergências, agravamento rápido ou necessidade de exame físico imediato, o atendimento presencial continua sendo indispensável.

A tendência é que moradores de Foz do Iguaçu convivam cada vez mais com modelos mistos de cuidado, combinando unidades presenciais, pronto atendimento, acompanhamento médico regular e telemedicina. Quando bem utilizada, essa integração pode reduzir deslocamentos desnecessários, melhorar a tomada de decisão e tornar o acesso à saúde mais compatível com a rotina real da cidade.

Na manhã desta segunda-feira (4), servidores da Receita Federal realizaram uma apreensão expressiva durante fiscalização de rotina na Ponte Internacional da Amizade. Um caminhão que ingressava no Brasil foi flagrado transportando uma carga de cigarros eletrônicos avaliada em R$ 500 mil.

A abordagem ocorreu após os fiscais darem sinal de parada ao veículo. O motorista chegou a estacionar o caminhão, mas, no momento em que foi solicitado que retirasse a lona para a inspeção da carga, ele abandonou o veículo, abriu a porta e fugiu a pé em direção ao território paraguaio, não sendo localizado.

Carga oculta em fundo falso

Durante a vistoria minuciosa, os servidores descobriram um fundo falso na estrutura do caminhão. No local, estavam escondidas aproximadamente 10 mil unidades de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes, cuja comercialização é proibida no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O caminhão e a mercadoria foram encaminhados ao pátio da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu para a lavratura dos autos de apreensão e os procedimentos legais cabíveis.

Combate aos crimes transfronteiriços

A Receita Federal reforçou, em nota, a importância da vigilância constante na região de fronteira para proteger a economia nacional e a saúde pública. A entrada irregular desses dispositivos representa não apenas um crime de contrabando, mas um risco aos consumidores devido à falta de controle sanitário.

A população pode colaborar com as autoridades realizando denúncias anônimas de crimes de contrabando e descaminho pelos números (45) 9 9134-0100 e (45) 9 9152-2036.

 

 

 

Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

A partir desta segunda-feira (4), entra em vigor a Lei 15.397/2026, que endurece as punições para crimes contra o patrimônio no Brasil. Publicada no Diário Oficial da União, a nova norma eleva o tempo de reclusão para modalidades comuns de crimes, como furto e receptação, e foca com rigor em delitos modernos, como os golpes virtuais e o roubo de dispositivos móveis.

A mudança legislativa busca desestimular a prática de crimes que impactam diretamente a segurança pública e a economia. Com a nova lei, crimes que antes eram tratados com penas mais brandas passam a ter um tempo de permanência no sistema prisional significativamente maior.

Novas penas estabelecidas

O texto aprovado altera o Código Penal e define novos patamares para a reclusão. Confira as principais mudanças:

  • Furto simples: A pena máxima subiu de quatro para seis anos.
  • Furto de celular: Agora possui tipificação própria, com pena de quatro a dez anos (antes era tratado como furto simples).
  • Furto por meio eletrônico: A punição máxima saltou para dez anos.
  • Receptação: Quem adquire produto roubado agora enfrenta de dois a seis anos de prisão (antes era de um a quatro anos).
  • Roubo seguido de morte (Latrocínio): A pena mínima foi elevada de 20 para 24 anos.
  • Estelionato: Reclusão de um a cinco anos, além de multa.

Telecomunicações e serviços essenciais

A nova lei também endurece o cerco contra o vandalismo e a interrupção de serviços de comunicação — modalidade que aqui em Foz do Iguaçu, já causou muito prejuízo à moradores e empresas. A pena para quem interromper serviço telefônico ou radiotelegráfico passou de detenção para reclusão de dois a quatro anos.

Além disso, a punição será aplicada em dobro caso o crime ocorra durante períodos de calamidade pública ou envolva a destruição de equipamentos instalados em torres de telecomunicação, visando proteger a infraestrutura crítica do país.

 

 

Foto em destaque: Fernando Frazão/Agência Brasil

A Agência do Trabalhador Itinerante promove, nesta quarta-feira (6), um grande mutirão de empregos na região de Três Lagoas. A iniciativa acontece no salão comunitário da Capela Santa Rita, das 8h30 às 12h, facilitando o acesso da comunidade local a centenas de vagas disponíveis no mercado de trabalho iguaçuense.

Ao todo, cerca de 800 oportunidades estarão em destaque. Além das vagas listadas no sistema geral da Agência do Trabalhador, sete grandes empresas de diferentes setores estarão presentes para realizar entrevistas diretamente com os candidatos no local.

Empresas participantes

A força-tarefa conta com a parceria de organizações de peso, abrangendo desde o setor hoteleiro e construção civil até a indústria e o comércio:

  • Hotel Recanto Cataratas
  • Construtora Temon (Obra Unila)
  • Frigorífico Lar
  • Frigorífico Frimesa
  • Sandro Paver (Obra Eadi)
  • Hozz Acessórios
  • Supermercados Muffato

Encaminhamento imediato

A diretora de Desenvolvimento Socioeconômico, Cátia Fritzen, explica que a meta é garantir que ninguém saia do mutirão sem uma perspectiva. Caso o perfil do trabalhador não se enquadre nas vagas das empresas presentes no salão, ele poderá ser encaminhado para outras posições abertas no banco de dados da Agência. “O objetivo é que todos os participantes saiam do mutirão encaminhados para uma vaga de emprego”, destaca.

Como participar

Os interessados devem comparecer ao local munidos de documento pessoal com foto, Carteira de Trabalho (física ou digital) e comprovante de residência. Para trabalhadores estrangeiros, é indispensável apresentar o protocolo ou o Registro Nacional Migratório (RNM).

Serviço:

Local: Rua Oscar Alfredo Franco, nº 266, bairro Santa Rita (Capela Santa Rita).
Horário: Das 8h30 às 12h.
Mais informações: (45) 3545-5450.

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