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dom, 27 de set 2026

Foz do Iguaçu que o programa "A Liga" esqueceu de mostrar

“Um dos lugares mais caóticos da América do Sul” assim o programa “A liga”, da TV Band, exibido terça (11), define a Tríplice Fronteira, região formada por Foz do Iguaçu (Brasil), Ciudad del Este (Paraguai) e Puerto Iguazú (Argentina). Para validar o julgamento uma edição a lá “24 horas”, esbanjando criatividade, e apresentadores encarando os “perigos” de peito aberto (Rafinha Bastos acompanhou um tiroteio no meio da mata, chegou a tremer e suar frio… uau, impressionante… o próprio Jack Bauer) e um roteiro carregado de elementos que comovem e chocam o público (pobreza, prostituição, exploração de crianças…). No quesito “forma” uma perfeição, com edição tecnicamente primorosa. No entanto, a condução equivocada da pauta resultou em uma reportagem que constrói uma imagem fragmentada e incompleta da região.

Sabe aquela regra básica válida para uma reportagem, especialmente as polêmicas, “CONTEXTUALIZAÇÃO”? Toda matéria – seja sobre pessoa, lugar ou fato – deve  ser CONTEXTUALIZADA para que o público entenda o todo e não tome um recorte como verdade absoluta.  O fato do técnico Dunga não escalar Neymar gerou uma repercussão “X” para quem acompanha futebol. Para quem não é muito ligado em esporte, não teve o mesmo impacto. Por isso, os jornalistas ao questionarem Dunga durante a coletiva sobre o porquê dessa exclusão fizeram referência “à excelente atuação do jogador na atual temporada pelo time do Santos”. A simples menção foi o suficiente para tornar compreensível ao público – conhecedor ou não de futebol – o motivo da torcida questionar a não convocação de Neymar.

Agora, imagina ignorar a importância da CONTEXTUALIZAÇÃO na produção de um programa transmitido por uma das maiores emissoras de televisão do Brasil e apresentando por profissionais com fãs (isso mesmo, FÃS, o que aumenta a relevância de cada mensagem). Foi isso que ocorreu no programa sobre a Tríplice Fronteira exibido pela “A Liga”. 

Na Tríplice Fronteira EXISTEM, INEGAVELMENTE, problemas com prostituição, contrabando e tráfico de drogas e armas. Dentre as milhares de pessoas que cruzam a fronteira entre Brasil e Paraguai há muitas que o fazem em busca de mercadorias para revender posteriormente, não respeitando a cota de 300 dólares por pessoa. Há também os contrabandistas de armas e drogas.  Prostituição é outra realidade em vários pontos das cidades que formam a Tríplice Fronteira. Vergonhoso, preocupante e real. Sim, esses problemas existem.

Mas, qual o critério para eleger a união entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este como “um dos lugares mais caóticos da América do Sul”? O Brasil faz fronteira com o Paraguai em outros pontos e o contrabando e tráfico ocorrem de modo tão intenso quanto aqui.  O próprio entrevistado que faz transporte de contrabando afirma que possui mais de 20 documentos de identidade falsos que usa para atuar nesse esquema que existe nas fronteiras brasileiras com o Paraguai, a Bolívia e o Uruguai. Segundo ele, fatura mais de R$ 4 mil por dia na Ponte da Amizade, fora o lucro com O MESMO ESQUEMA NAS OUTRAS FRONTEIRAS.  O entrevistado repetir que "atua" em várias fronteiras não fez diferença no momento de rotular aqui como “Uma das mais caóticas”. Repito: não negamos a existência do problema, mas a abordagem é preocupante. Qual o parâmetro para atribuir um título pesado como “pior” ou “melhor” comparando com outros lugares se os problemas são semelhantes? (Pensamento aleatório: explicar demais compromete o sensacionalismo e as frases de efeito, né?!)

E os turistas que procuram o comércio paraguaio para a compra de mercadorias a preços convidativos para consumo próprio, respeitando a cota ou se propondo a pagar o imposto? Um turista de Porto Alegre entrevistado declarou que pagaria o imposto sobre o valor excedente e, ao contrário do que a reportagem mostrou, esse público é a maioria. Desde que a Aduana Brasileira foi reformada e a fiscalização reforçada, o fluxo de muambeiros está reduzindo. O crescimento de apreensões em outras fronteiras é fruto disso. Como a pauta fala tanto do aspecto da ilegalidade, não caberia mencionar que gradativamente o perfil dos consumidores que atravessam a Ponte da Amizade está mudando? Existem ações ilegais, mas, em contrapartida, cada dia o cerco a essas pessoas se fecha. Sem utopia e bem longe do ideal, mas já há uma reação positiva para combater o problema.

Uma das primeiras frases do programa é “Na Liga vamos conhecer as pessoas que vivem da Tríplice Fronteira, seja lá como for”. Como a reportagem mostrou basicamente as pessoas que vivem da ilegalidade, devo presumir que sou “criminosa” também? Olha que beleza que é não contextualizar e abusar de frases de efeito.  Aliás, outra afirmação que reforça isso: “Na Tríplice Fronteira é muito difícil distinguir quem está envolvido ou não com a indústria da muamba”. E há mais pérolas: “Este homem não veste terno e gravata, mas é um especialista em Comércio Exterior” (se referindo ao entrevistado que coordena o esquema para transportar contrabando); “Na fronteira você faz o que quer” e tantas outras.

Para não cometer o mesmo que a “A Liga” informo que citaram que o turismo é importante à cidade também. A informação de que Foz do Iguaçu recebe 2 milhões de turistas por ano, com imagens das Cataratas do Iguaçu, mereceram cerca de 10 segundos dentro do programa que teve uma hora de duração. Aliás, serviu para separar a entrevista do contrabandista das prostitutas da Av. Brasil.

Por falar nisso, além de ignorar elementos de contextualização, conseguiram perder o foco da reportagem.  Abordaram a prostituição como se fosse uma “configuração exclusiva da região” ou por acaso as garotas de programas de outros lugares têm uma “rotina” e riscos diferentes dos enfrentados pelas prostitutas de Foz do Iguaçu? O conteúdo sobre prostituição renderia uma matéria, boa inclusive, válida para Foz do Iguaçu ou qualquer outra cidade do mundo que enfrenta esse problema.

Gerar polêmica pela polêmica? Buscar audiência a todo custo? Não consigo definir razão suficientemente plausível para justificar o lamentável show de horrores que “A Liga” produziu explorando um problema que há décadas pessoas de bem tentam resolver. Denunciar a situação para pressionar o Governo para resolvê-la não parece ser um dos objetivos. Se assim o fosse, mostrariam que nos últimos 10 anos, a profissionalização do turismo está gerando novos empregos, tirando muitos trabalhadores da informalidade e, principalmente, da ilegalidade. Mas, para que, né?! Isso não dá audiência.

Descontextualizar os problemas de modo a reduzir a Tríplice Fronteira a isso, além de ferir o princípio da ética jornalística, é tão nocivo e imoral como a condição de marginalidade e pobreza retrada pelo programa. A diferença é que esse estrago – inevitável, pois afetará a economia local ao assustar os turistas – foi causado de modo consciente ou, por acaso, nos dias em que a equipe ficou por aqui não soube que na região também se localizam a maior usina hidrelétrica do mundo em geração de energia e as Cataratas do Iguaçu que concorrem ao título de uma das “Sete Maravilhas Naturais da Humanidade”;  que há uma diversidade cultural reunindo mais de 70 etnias; que funcionará a UNILA, entidade de ensino superior que reunirá estudantes de vários países da América Latina; que desenvolvemos programas de sustentabilidade que são referência mundial;  que no Parque Tecnológico de Itaipu são desenvolvidos projetos como o carro elétrico… Mas, essas são coisas insignificantes, né?! Ou será que não contam porque não dá para brincar de Jack Bauer no meio da mata ou fazer aquela cara de pânico ao “descobrir” muamba em casas situadas nas margens do Rio Paraná? Coisas boas não dão audiência, ok. Reforço, não precisava  fazer um documentário sobre a cidade, porém, no mínimo, deixarclaro que o programa mostraria apenas UM lado da Tríplice Fronteira.

Esse texto não tem por intuito atacar ou ser “resposta” ao programa “A Liga”. Também não é o “choro” de uma moradora indignada por terem “falado mal da minha cidade” e que nega os problemas sérios que aqui existem. Trata-se da manifestação de uma jornalista que preza pela responsabilidade no trato das informações. Contextualização, respeito à essência dos fatos, repúdio ao sensacionalismo barato, ética e bom senso são OBRIGAÇÕES dos profissionais que têm ao seu alcance os meios de comunicação, especialmente no caso de um programa de TV com repercussão nacional.  Para a equipe de “A Liga” é apenas mais uma atração que conseguiu boa audiência. Para quem mora e trabalha na Tríplice Fronteira o estrago será sentido por muito tempo, pois rótulos como “vivendo da ilegalidade” e “um dos lugares mais caóticos da América do Sul” são pesados demais à imensa parcela de pessoas HONESTAS que aqui residem. 

Leia este texto como um esclarecimento, especialmente aquelas pessoas que nunca passaram por aqui. Pode visitar, sem medo, mesmo que não seja super-herói e não tenha colete à prova de balas. Há problemas, claro, como em outras cidades. Todavia, não há uma guerra instalada, com barricadas nas ruas ou tiroteio no meio da ponte. Ah, não irá encontrar só prostitutas na Av. Brasil que, aliás, recentemente foi reformada e está muito bonita. Posso enumerar coisas bacanas (como fiz anteriormente), mas já me alonguei demais. Digite Foz do Iguaçu no Google que verá muito mais do que o retrato reducionista e descontextualizado da produção de “A Liga”. Ou, melhor, pergunte aos milhares de turistas que todos os anos visitam a região. Estamos longe da perfeição econômica e social, porém distância igualmente expressiva existe da “terra sem lei” retratada pela Band. Prefiro acreditar no que meus olhos observam todos os dias e, posso garantir, é bonito demais, apesar dos problemas.
 

Observação: Este texto especial retrata a posição do portal ClickFoz sobre o programa "A Liga", da Band, exibido no dia 11/05/2010.

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A Xiaomi oficializou em Pequim o lançamento dos seus mais novos smartphones topo de linha: o Xiaomi 18 Pro e o Xiaomi 18 Pro Max. Os dispositivos chegam ao mercado com os novos processadores Snapdragon 8 Elite Gen 6 fabricados em 2 nanômetros pela TSMC, trazem de volta a tela secundária na parte traseira em formato ampliado e apresentam recursos inéditos de privacidade.

O CEO e cofundador da marca, Lei Jun, confirmou que a linha será lançada globalmente ainda este ano. A decisão representa uma mudança na estratégia da fabricante, já que os modelos da geração passada (17 Pro e 17 Pro Max) não ganharam edições oficiais fora do mercado chinês.

Imagem: Reprodução/X.

Abrindo a já tradicional série “qualquer semelhança é mera coincidência“ em relação ás ações de sua concorrente americana, a Apple, a Xiaomi acabou tomando uma decisão muito parecida com a da “dona da maçã” e também deixou de fora dos anuncios o modelo de entrada, o Xiaomi 18 e uma eventual versão Ultra. Provavelmente — e por mais uma grande ironia do destino, claro — esses modelos devem ser anunciados coincidentemente próximos da data em que os modelos de entrada da Apple, os novos iPhones 18, forem lançados oficialmente em 2027.

Segurança visual e tela traseira funcional

Nova tela do Xiaomi 18 Pro. Foto: Divulgação/Xiaomi.

Entre os principais destaques da nova linha está o recurso de “tela privada”, desenvolvido para restringir o ângulo de visão do display frontal OLED 2K de 4.000 nits de brilho. A tecnologia utiliza a câmera frontal para identificar olhares terceiros ao redor do usuário e ativar a proteção automaticamente, além de permitir o bloqueio configurado por geolocalização em locais públicos.

Na parte traseira, os aparelhos contam com visores secundários de 120 Hz maiores que os da geração passada — 2,7 polegadas no modelo Pro e 2,9 polegadas no Pro Max. A tela extra permite visualizar notificações, controlar widgets e servir como retorno para fotos e vídeos.

Conjunto fotográfico Leica, bateria e preços

O sistema de câmeras mantém a parceria com a Leica e traz dois sensores de 200 MP — um principal Light Hunter 960 e uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3,2x —, além de uma ultrawide de 50 MP. Na autonomia, o Xiaomi 18 Pro vem equipado com bateria de 7.000 mAh, enquanto o 18 Pro Max conta com 8.500 mAh. Ambos suportam carregamento rápido com fio de 100 W.

Na China, os valores do Xiaomi 18 Pro variam entre 5.999 yuans (cerca de US$ 850 em conversão direta) na versão de entrada de 12 GB + 256 GB até 8.999 yuans (cerca de US$ 1.275 em conversão direta) na versão de 16 GB + 1 TB.

Já o Xiaomi 18 Pro Max parte de 6.999 yuans (cerca de US$ 990 em conversão direta) e chega aos 9.999 yuans (cerca de US$ 1.415 em conversão direta) em sua configuração máxima, com uma edição especial transparente custando a partir de 10.999 yuans (cerca de US$ 1.555 ou 1.320 euros). A empresa ainda não detalhou datas de chegada ou preços para os mercados internacionais.

 

 

 

Imagens: Divulgação/Xiaomi

O Foz do Iguaçu encerrou na manhã deste sábado (26) os treinamentos para o duelo contra o Athletico, válido pela quinta rodada da Copa Paraná. A partida acontece neste domingo (27), às 15h30, no Estádio do ABC, em um confronto direto que vale posição nas primeiras colocações da tabela.

O Azulão ocupa atualmente a quinta posição com cinco pontos, após empatar em 1 a 1 com o São Joseense no último final de semana. O Athletico soma seis pontos e aparece em terceiro lugar. Uma vitória em casa faz a equipe iguaçuense chegar aos oito pontos, ultrapassando o rival na classificação geral.

Foto: Franz Fleischfresser/Foz do Iguaçu FC.

O técnico Ageu Gonçalves retorna ao comando da equipe à beira do gramado após cumprir suspensão e destacou a relevância de somar três pontos diante da torcida local. O goleiro André Júnior também ressaltou o caráter decisivo da partida, classificando o duelo como um jogo de “seis pontos” para as pretensões do clube na competição.

Promoções e ações para o torcedor

Para incentivar a presença do público no Estádio do ABC, a diretoria do Foz do Iguaçu mantém a promoção de ingresso duplo (compre um e leve outro) para compras antecipadas.

Durante o intervalo da partida, o clube promoverá o “Desafio Azulão da Fronteira”, no qual torcedores sorteados tentarão marcar um gol a partir do meio-campo para concorrer a prêmios dos patrocinadores. O confronto terá transmissão ao vivo pela FPF TV no YouTube.

Após o duelo deste domingo, restam duas rodadas para o encerramento da primeira fase: o Foz enfrentará o Paraná Clube fora de casa e encerra a participação contra o Paranavaí, no Estádio do ABC.

Serviço

Jogo: Foz do Iguaçu x Athletico (5ª rodada da Copa Paraná)
Data: Domingo, 27 de setembro de 2026
Horário: 15h30
Local: Estádio do ABC
Transmissão: FPF TV (YouTube)

 

 

Foto em destaque: Franz Fleischfresser/Foz do Iguaçu FC

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, na tarde desta sexta-feira (25), um pacote de medidas para proibir a operação de apostas esportivas e cassinos virtuais on-line no Brasil. A decisão foi formalizada por meio de Medida Provisória (MP) assinada em São Paulo, que será fortalecida com o envio de um Projeto de Lei ao Congresso Nacional para tipificar crimes e estabelecer penas para a exploração, operação e divulgação de bets.

Com a publicação da MP, fica proibido qualquer novo aporte financeiro ou depósito nas plataformas de apostas em todo o território nacional. A iniciativa integra um conjunto de ações econômicas voltadas à contenção do endividamento das famílias brasileiras e ao combate aos impactos sociais e financeiros causados pelas apostas.

De acordo com o Ministério da Fazenda, os apostadores terão até as 23h59 do dia 5 de outubro para realizar o saque voluntário do saldo remanescente disponível nos sites e aplicativos. A partir do dia 6 de outubro, as plataformas sairão do ar. Caso os valores não sejam retirados dentro do prazo inicial, a devolução será intermediada pelas instituições financeiras que operavam com as bets entre os dias 9 e 14 de outubro, com suporte final da Caixa Econômica Federal em casos de impedimento.

A medida ocorre após declarações do presidente Lula durante a Assembleia Geral da ONU, em que criticou o modelo de negócios das apostas virtuais, e reforça o posicionamento do Poder Executivo em prol da proteção financeira da população.

Cronograma de encerramento das bets no Brasil

Luiz Inácio Lula da Silva. Imagem: Reprodução/X.
  • Até 5 de outubro (23h59): Prazo final para saque voluntário do saldo pelos apostadores nas plataformas;
  • 6 de outubro: Desativação de sites e aplicativos de apostas no país;
  • 7 e 8 de outubro: Levantamento e repasse das informações de saldos por CPF aos bancos pelas empresas de apostas;
  • 9 a 14 de outubro: Devolução integral dos valores remanescentes aos apostadores via instituições bancárias;
  • A partir de 14 de outubro: Atuação da Caixa Econômica Federal no intermédio de devoluções com pendências.

 

 

 

Imagem em destaque: Reprodução/x.com/LulaOficial

Foz do Iguaçu se prepara para ser o centro dos debates sobre os avanços e desafios da Medicina Aeroespacial. O município foi escolhido como sede do 1º Congresso Pan-Americano de Medicina Aeroespacial (PACAM), organizado pela Sociedade Pan-Americana de Medicina Aeroespacial.

O evento busca integrar conhecimento científico, inovação no resgate aeromédico e valorização da Tríplice Fronteira, promovendo a integração entre Brasil, Paraguai e Argentina. Representantes da organização e palestrantes internacionais já cumprem agenda na região para visitar atrativos e firmar parcerias com fornecedores locais de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este.

“Estamos falando de algo que vai além de um congresso. É um evento que vai colocar a região em destaque, unindo propostas culturais dos países da fronteira a um debate técnico de alto nível”, destacou Gustavo Vilela, Chief Marketing Officer do PACAM.

Avanço no resgate aeromédico e ação social

Curso de atendimento de emergência e urgência em áreas remotas realizado em Foz do Iguaçu/PR. Foto: Divulgação.

Especialistas do setor ressaltam que o fortalecimento da medicina aeromédica e a padronização de protocolos de resgate são fundamentais para salvar vidas. A preparação técnica das equipes de operações de voo e do SAMU aeromédico estará entre os eixos centrais das discussões durante os três dias de atividades.

Além da programação científica, o congresso deixará um legado social para a população da fronteira por meio do projeto “Manos que Salvan” (Mãos que Salvam). A iniciativa oferecerá treinamento gratuito à comunidade sobre manobras de desobstrução de vias aéreas em casos de engasgo e técnicas de reanimação cardiopulmonar (RCP).

Serviço

Evento: 1º Congresso Pan-Americano de Medicina Aeroespacial (PACAM 2027)
Data: 23, 24 e 25 de abril de 2027
Local: Rafain Palace Hotel & Convention – Foz do Iguaçu (PR)
Palestrantes: Especialistas de mais de sete países da América do Sul e Europa
Organização: Sociedade Pan-Americana de Medicina Aeroespacial

 

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