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qua, 23 de set 2026

Levantamento com mais de 450 projetos mostra o que realmente faz um e-commerce crescer no Google

Análise de aproximadamente 6 milhões de cliques em mais de 450 projetos digitais mostra que crescer organicamente não depende apenas de produzir conteúdo ou alcançar boas posições. Os melhores resultados aparecem quando SEO, autoridade e conversão trabalham juntos.

Durante anos, SEO para e-commerce foi tratado quase como uma fórmula: escolher palavras-chave, produzir conteúdo, otimizar páginas e esperar o tráfego crescer. Só que, quando olhamos para centenas de projetos diferentes, fica claro que a realidade é bem mais complexa.

Entre 2021 e 2026, foram analisados dados de mais de 450 projetos e operações digitais, somando aproximadamente 6 milhões de cliques. A base reúne empresas de diferentes segmentos e tamanhos, com acompanhamento feito principalmente por Google Search Console, Google Analytics e plataformas de mídia.

O objetivo era entender o que realmente diferenciava operações que conseguiam transformar crescimento orgânico em resultado de negócio daquelas que simplesmente aumentavam tráfego. Alguns padrões começaram a aparecer com bastante frequência.

Mais tráfego, sozinho, não explica crescimento

O primeiro aprendizado é simples: aumentar o número de visitantes não garante aumento proporcional de vendas. Em muitos projetos, o tráfego cresceu antes da receita porque o site conseguia atrair mais pessoas, mas ainda tinha problemas importantes na jornada de compra.

Página de produto ruim, pouca confiança, informações difíceis de encontrar, experiência mobile fraca, oferta pouco clara ou problemas no carrinho e no checkout eram suficientes para limitar o resultado. Foi aí que SEO e CRO começaram a ser analisados juntos.

O SEO aumentava a quantidade de pessoas chegando ao site. O CRO ajudava a entender quantas dessas pessoas avançavam até a compra e onde as demais estavam sendo perdidas. Essa combinação tornou a análise muito mais próxima do que realmente importa para um e-commerce: faturamento.

O tráfego orgânico mostrou um comportamento diferente

Outro padrão encontrado foi a diferença entre o comportamento das visitas orgânicas e das visitas vindas de mídia paga. Nos projetos analisados, operações com uma estratégia orgânica mais madura apresentaram com frequência taxas de conversão entre 3% e 5%, enquanto o tráfego pago apareceu mais vezes em faixas próximas de 1% a 3%.

Esses números não são uma regra para todo e-commerce. Segmento, ticket médio, marca, preço, produto, recorrência e diversos outros fatores podem alterar completamente a conversão. O ponto importante está no padrão observado.

Usuários que chegam organicamente muitas vezes estão procurando exatamente por um produto, categoria ou solução específica. Em várias operações, isso fez com que esse tráfego chegasse ao site com uma intenção bastante clara.

Segundo Felipe Moreno, especialista em SEO, GEO e CRO para e-commerce, esse comportamento ajuda a explicar por que olhar apenas para volume de acessos pode levar a uma leitura incompleta.

“Depois de acompanhar centenas de operações, ficou muito claro para mim que não adianta comemorar crescimento de tráfego se ele não chega ao faturamento. O melhor projeto não é necessariamente o que gera mais visitas, mas o que consegue trazer a pessoa certa e aproveitar melhor essa visita.”

Produzir mais conteúdo nem sempre significa crescer mais

Outro ponto que apareceu com frequência foi a relação entre quantidade de conteúdo e resultado. Existem e-commerces publicando dezenas de artigos por mês e crescendo pouco, enquanto outras operações, com uma produção menor e muito mais direcionada, conseguem resultados melhores.

Isso acontece porque quantidade não resolve falta de estratégia. Um conteúdo pode receber tráfego e não ter praticamente nenhuma relação com os produtos vendidos pela empresa. Pode responder uma dúvida muito distante da decisão de compra ou disputar uma palavra-chave com alto volume, mas com pouca relevância comercial.

Por isso, uma das mudanças feitas nos projetos foi tratar conteúdo de forma mais próxima da jornada do consumidor. O que essa pessoa pesquisa antes de comprar? Quais dúvidas aparecem? O que ela compara? Que problemas precisa resolver? Quais categorias ou produtos fazem sentido depois daquela busca?

Quando o conteúdo começa a responder essas perguntas, ele deixa de existir apenas para gerar tráfego e passa a participar do processo de venda.

Categorias e páginas comerciais costumam ser subestimadas

Em e-commerce, existe uma tendência de concentrar boa parte do esforço de SEO no blog. Mas os dados dos projetos mostraram repetidamente a importância das páginas mais próximas da compra.

Categorias, subcategorias e páginas de produto podem ter um papel muito maior no faturamento porque atendem buscas com intenção comercial mais evidente. Uma pessoa procurando uma dúvida genérica sobre determinado produto pode ainda estar no começo da jornada. Já alguém pesquisando pelo nome daquele produto, modelo, categoria ou característica específica pode estar muito mais perto da compra.

Isso não significa abandonar conteúdo informacional. Significa equilibrar melhor o trabalho. Em muitos casos, existiam oportunidades importantes em páginas comerciais que simplesmente não estavam bem estruturadas para serem encontradas.

Autoridade continua fazendo diferença

Outra característica que se repetiu nos projetos com maior crescimento foi a construção de autoridade. SEO não acontece apenas dentro do site. Backlinks, menções, referências externas e a forma como uma marca aparece em outros ambientes também ajudam a construir sinais de relevância.

Nos projetos analisados, melhorar a estrutura interna sem trabalhar autoridade externa muitas vezes limitava a capacidade de competir em buscas mais disputadas. Também acontecia o contrário: sites conquistavam backlinks, mas direcionavam essa autoridade para páginas fracas, mal estruturadas ou que não respondiam corretamente à intenção da busca.

Os melhores resultados apareceram quando as duas partes trabalhavam juntas. O site precisava estar tecnicamente preparado, ter conteúdo útil e, ao mesmo tempo, construir autoridade suficiente para disputar espaço com concorrentes mais estabelecidos.

CRO mudou a forma de medir SEO

Uma das maiores mudanças na análise aconteceu quando o trabalho deixou de terminar no clique. Durante muito tempo, relatórios de SEO foram construídos basicamente em cima de posições, impressões, cliques e sessões.

Essas métricas continuam importantes, mas para um e-commerce contam apenas parte da história. Depois do clique existem outras perguntas: o usuário visualizou o produto? Adicionou ao carrinho? Começou o checkout? Comprou?

Quando essas informações entram na análise, fica mais fácil entender se o problema realmente está na aquisição ou se está acontecendo depois da entrada no site. Em vários projetos, o gargalo mais importante não era trazer mais tráfego. Era fazer o tráfego existente avançar melhor pelo funil.

A experiência mobile apareceu como ponto crítico

Outro problema recorrente foi a diferença entre ter um site responsivo e realmente oferecer uma boa experiência no celular. Em vários e-commerces, a maior parte dos usuários já acessava pelo mobile, mas algumas decisões importantes ainda eram tomadas olhando primeiro para a versão desktop.

Botões pequenos, excesso de informação, dificuldade para visualizar produtos, páginas lentas e etapas confusas no carrinho criavam fricção justamente no dispositivo mais utilizado.

Esse tipo de problema afeta qualquer canal. Não importa se a pessoa chegou pelo Google, Meta Ads, e-mail ou acesso direto. Se a experiência é ruim, a chance de perder aquela visita aumenta. É por isso que CRO não beneficia apenas o SEO. Quando a conversão melhora, praticamente todos os canais de aquisição podem se beneficiar.

SEO e mídia paga não precisam competir

Os dados analisados também reforçam que SEO e tráfego pago não deveriam ser tratados como rivais. São canais com comportamentos diferentes.

A mídia consegue gerar tráfego rapidamente, testar ofertas e alcançar públicos novos. O SEO leva mais tempo para amadurecer, mas pode construir páginas que continuam recebendo visitas sem que a empresa precise pagar individualmente por cada novo clique.

Quando os dois canais trabalham juntos, os aprendizados podem ser compartilhados. Termos que convertem bem nas campanhas podem virar oportunidades orgânicas. Buscas que já trazem tráfego orgânico podem ajudar a identificar novas campanhas. Páginas desenvolvidas para SEO podem receber melhorias de CRO que também beneficiam os usuários vindos da mídia.

No fim, o objetivo deveria ser o mesmo: aumentar vendas com eficiência.

Os sites mais fortes começaram a aparecer também nas IAs

Nos projetos mais recentes, outro movimento passou a entrar na análise. Sites que já tinham boa estrutura de SEO, conteúdo claro e autoridade começaram a registrar presença também em experiências de busca com inteligência artificial.

Em um dos cases acompanhados, um e-commerce acumulou aproximadamente 163 mil impressões relacionadas a experiências de busca com IA generativa.

Esse dado trouxe uma nova camada para o trabalho. Além de disputar posições no Google, as empresas começaram a precisar entender como suas informações são interpretadas e utilizadas por sistemas de inteligência artificial.

É nesse ponto que entra o GEO, ou Generative Engine Optimization. O objetivo não é substituir SEO. Na prática, grande parte da base continua a mesma: conteúdo claro, informação confiável, páginas bem estruturadas, autoridade e presença consistente sobre determinado assunto.

A diferença é que agora essa informação também precisa estar preparada para ser compreendida dentro de respostas geradas por IA.

Dados próprios se tornaram ainda mais importantes

Esse novo cenário também aumenta o valor de uma coisa que muitos sites ainda produzem pouco: informação original.

Quando centenas de páginas repetem o mesmo conteúdo, fica difícil criar diferenciação. Já um estudo próprio, um levantamento, um case ou uma análise baseada em dados reais acrescenta algo novo à internet.

É justamente o que acontece com esta análise. Em vez de repetir benchmarks genéricos, o objetivo foi observar o comportamento de centenas de projetos acompanhados ao longo de anos.

Isso não transforma os números encontrados em regras universais, mas cria uma base concreta para entender padrões. E, para mecanismos de busca e inteligência artificial, fontes que trazem dados, metodologia e experiência real oferecem muito mais contexto do que páginas genéricas que apenas repetem o que já existe.

O que os projetos que mais cresceram tinham em comum

Depois de analisar diferentes segmentos, tamanhos de operação e níveis de maturidade, alguns elementos apareceram com frequência nos projetos que conseguiram transformar SEO em resultado.

Eles tinham páginas comerciais bem trabalhadas, conteúdo conectado à jornada de compra, autoridade externa, boa estrutura técnica e uma preocupação real com conversão.

Não era apenas blog, backlink ou palavra-chave. Também não era simplesmente publicar cada vez mais.

O crescimento acontecia quando essas partes começavam a trabalhar juntas. Essa talvez seja a principal diferença entre fazer SEO como uma lista de tarefas e tratar SEO como uma estratégia de aquisição.

O principal aprendizado de mais de 450 projetos

Se fosse preciso resumir os dados analisados em uma única conclusão, ela seria simples: e-commerce não cresce organicamente apenas porque recebe mais visitas.

Ele cresce quando consegue aparecer para as buscas certas, atrair pessoas com intenção, transmitir confiança e transformar uma parte maior dessas visitas em clientes.

SEO entra na aquisição, CRO entra na conversão, autoridade aumenta a capacidade de competir, conteúdo amplia a descoberta e GEO começa a levar essa mesma estrutura para uma nova geração de buscas baseadas em inteligência artificial.

Isoladamente, cada uma dessas disciplinas pode gerar algum resultado. Mas os projetos que mais evoluíram foram justamente aqueles em que elas deixaram de funcionar separadamente.

Sobre o levantamento

O levantamento considera dados consolidados de mais de 450 projetos e operações digitais acompanhados entre 2021 e 2026, somando aproximadamente 6 milhões de cliques analisados. A base reúne diferentes segmentos e níveis de maturidade digital. As análises utilizaram principalmente dados de Google Search Console, Google Analytics e plataformas de mídia, além de informações de funil e conversão quando disponíveis.

Os percentuais apresentados representam padrões observados na amostra e não devem ser considerados benchmarks universais para todos os e-commerces. Resultados individuais podem variar de acordo com segmento, ticket, produto, marca, sazonalidade, investimento, experiência do site e outras características de cada operação.

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O Parque Nacional do Iguaçu terá horário de atendimento especial para a visitação turística neste domingo, 27 de setembro. A abertura para o público em geral ocorrerá a partir das 12h, com horários de entrada regular mantidos até as 16h. A alteração operacional atende à realização da 16ª Maratona Internacional de Foz do Iguaçu Sesc-PR, que encerra suas provas dentro do Parque Nacional.

A medida visa garantir a segurança de atletas e visitantes durante as provas de 42 km (maratona individual e revezamento) e da corrida de 10 km, cujo percurso é disputado integralmente no interior da unidade de conservação até a região das Cataratas do Iguaçu.

Para o público geral que planeja visitar a atração no domingo, a concessionária Urbia+Cataratas recomenda a aquisição prévia e on-line do ingresso com agendamento de horário.

Acesso para acompanhantes da corrida

Famílias e torcedores que desejarem acompanhar a linha de chegada dos atletas terão horários específicos para transporte e bilheteria presencial no Centro de Visitantes:

  • Primeiro grupo (corrida 10 km): atendimento das 5h às 5h50;
  • Segundo grupo (maratona 42 km e revezamento): atendimento das 7h às 8h.

A venda de ingressos para acompanhantes da prova será feita exclusivamente de forma presencial durante esses intervalos. O estacionamento do Centro de Visitantes não está incluso no bilhete. Corredores inscritos têm acesso liberado mediante apresentação do número de peito. Das 8h às 12h, os serviços de transporte e bilheteria ficam suspensos, retornando ao meio-dia para o fluxo turístico convencional.

Administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e gerido pela Urbia+Cataratas, o Parque Nacional do Iguaçu oferece ainda opções como o Circuito São João, a Ciclovia das Cataratas, o Espaço Usina e os passeios especiais do Amanhecer, Pôr do Sol e Noite nas Cataratas.

Serviço

Evento: Visitação Turística e 16ª Maratona Internacional de Foz do Iguaçu Sesc-PR
Data: Domingo, 27 de setembro de 2026
Horário especial para turistas: Das 12h às 16h
Atendimento exclusivo para torcida da prova: Das 5h às 5h50 e das 7h às 8h
Ingressos regulares: Venda antecipada no site oficial (cataratasdoiguacu.com.br)

 

Fotos: Eagle Eye Company/Divulgação Urbia+Cataratas

O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu faz parte do grupo de terminais aeroportuários do Paraná reconhecido como o 8º melhor lugar para trabalhar na categoria de médias empresas do ranking Great Place to Work (GPTW) Paraná 2026. A lista conta com a participação de 80 organizações de médio porte do estado.

A certificação internacional baseia-se na avaliação direta dos próprios profissionais que atuam nos terminais de Foz do Iguaçu, Curitiba (Afonso Pena), Bacacheri e Londrina. O levantamento mede indicadores de cultura organizacional, confiança, respeito e satisfação no ambiente corporativo.

Desde 1º de setembro de 2026, a gestão do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu foi assumida pela concessionária Asur Brasil, que manteve as diretrizes de desenvolvimento humano e relacionamento com os colaboradores das equipes operacionais.

Compromisso com o ambiente de trabalho

Para a gerente executiva de Pessoas e Comunicação da Asur Brasil, Ana Eliza Figueiredo, a classificação consolida o trabalho contínuo focado na experiência do trabalhador.

“Mais do que uma posição em um ranking, este reconhecimento demonstra que nossos colaboradores se sentem respeitados, ouvidos e valorizados. A Asur Brasil chega com o compromisso de preservar esse elevado padrão de satisfação e continuar investindo em iniciativas que fortaleçam o desenvolvimento das pessoas, a integração das equipes e a construção de um ambiente cada vez mais positivo e acolhedor”, afirma Ana Eliza Figueiredo.

O selo GPTW é uma das principais referências globais de avaliação de clima organizacional e boas práticas na gestão de pessoas do setor privado e da administração de infraestruturas.

 

Foto em destaque: Divulgação Assessoria

A Direção Nacional de Migrações do Paraguai (DNM) reduziu a taxa cobrada para a emissão do Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço (DTVF). A medida adota o critério de reciprocidade tarifária e beneficia moradores de Foz do Iguaçu e de outras cidades fronteiriças brasileiras do Mercosul. O novo valor fixado para a expedição da carteira é de Gs. 74.929 (aproximadamente R$ 65,38 Reais, considerando a taxa de câmbio comercial de referência de 1 Real para cerca de 1.146 Guaranis).

O DTVF é exigido pelas autoridades de fiscalização do Paraguai e do Brasil para viabilizar a circulação de veículos e pedestres na Ponte Internacional da Integração, que liga Foz do Iguaçu a Presidente Franco. A obrigatoriedade segue o cronograma operacional de tráfego em vigor desde o dia 14 de setembro de 2026.

Moradores que não possuem a credencial devem continuar utilizando os demais pontos de travessia da fronteira, como a Ponte Internacional da Amizade, sob os trâmites e requisitos migratórios convencionais.

Apesar da redução do valor da taxa, o valor final do custo para a emissão do documento ainda pode pesar no bolso dos brasileiros, já que há outras exigências cujo cumprimento é necessário para solicitar a emissão do documento, e algumas podem ter custo considerável, principalmente em caso de famílias.

Como solicitar a credencial

A solicitação e a emissão do documento variam de acordo com o país de domicílio do morador da fronteira:

  • Moradores de Foz do Iguaçu (brasileiros ou estrangeiros com residência legal no Mercosul): Devem solicitar o DTVF junto à Direção Nacional de Migrações do Paraguai, no Departamento de Admissão de Ciudad del Este (Avda. Rogelio Benítez com 4 de Mayo). O documento fica pronto em até 72 horas úteis.
  • Moradores de Ciudad del Este, Presidente Franco e Hernandarias: Devem requerer a credencial brasileira perante a Polícia Federal em Foz do Iguaçu.

 

Para dar entrada no atendimento presencial em Ciudad del Este, o morador de Foz do Iguaçu deve apresentar o formulário preenchido, passaporte ou RG original com cópia autenticada em cartório paraguaio, comprovante de residência no nome do requerente (com cópia autenticada em cartório local), certidão negativa de antecedentes criminais emitida pela Polícia Federal brasileira (dos últimos cinco anos) e o comprovante de pagamento da taxa. No local, é realizada a captura da foto digital.

Validade e cancelamento

O Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço possui validade de cinco anos a partir da data de emissão, podendo ser renovado por igual período. O documento deve ser apresentado acompanhado do documento oficial de identidade e não substitui o registro de entrada ou saída no posto de controle migratório habilitado.

A autoridade migratória poderá cancelar administrativamente o benefício caso o titular mude de endereço para fora da área de fronteira, apresente documentos falsos, sofra condenação criminal com pena superior a dois anos ou cometa infrações aduaneiras e sanitárias.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Direción Nacional de Migraciones do Paraguay (DNM)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou novas regras para o transporte aéreo de passageiros no Brasil. A medida amplia os deveres das companhias aéreas sobre a comunicação imediata em casos de atrasos, cancelamentos e interrupções de voos. As alterações entram em vigor 30 dias após a publicação oficial da resolução no Diário Oficial da União.

Com a atualização, as empresas aéreas passam a ter a obrigação de alertar os passageiros, já no ato da compra do bilhete, sobre a possibilidade de alterações operacionais decorrentes de fatores como condições meteorológicas desfavoráveis ou exigências de segurança do setor.

Em eventuais imprevistos que afetem o cumprimento do horário original, a companhia aérea deverá notificar os passageiros via canais digitais assim que tomar conhecimento do problema. A mensagem precisa detalhar a nova previsão de partida, as alternativas de reacomodação e as instruções para acesso à assistência material.

Regras para alimentação, transporte e hospedagem

O direito à assistência material segue obrigatório e gradual conforme o tempo de espera no aeroporto:

  • A partir de 2 horas de atraso: fornecimento de alimentação (vouchers, refeições ou bebidas);
  • A partir de 4 horas de atraso (com necessidade de pernoite): fornecimento de hospedagem e transporte de ida e volta ao local de acomodação.

 

Reembolso por comprovantes e eventos excepcionais

A resolução introduz a possibilidade de reembolso para despesas com assistência material em situações excepcionais, como escassez de fornecedores locais ou falhas na infraestrutura do aeroporto. Nesses episódios, o passageiro que custear do próprio bolso a alimentação, o transporte ou a hospedagem deve guardar os comprovantes fiscais. A companhia aérea terá o prazo de até sete dias para efetuar o ressarcimento.

Em casos de episódios de grande impacto operacional na malha aérea nacional, a Anac poderá definir temporariamente formatos alternativos de atendimento, sem isentar as empresas do dever de prestar suporte aos passageiros.

 

 

Foto em destaque: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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