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sáb, 31 de out 2026

Cataratas JL Shopping completa 19 anos acompanhando o crescimento de Foz do Iguaçu

Primeiro shopping da cidade, empreendimento chega ao aniversário com novas operações, espaços renovados e ações voltadas ao público.

Inaugurado em 31 de outubro de 2007, o Cataratas JL Shopping celebra 19 anos de história em Foz do Iguaçu. Desde a abertura, o empreendimento acompanha o desenvolvimento da cidade e se consolida como um dos principais centros de compras, gastronomia, serviços e entretenimento da região, atendendo moradores e turistas que circulam pela Tríplice Fronteira.

Ao longo dessa trajetória, o shopping passou por quatro grandes etapas de expansão, que ampliaram sua estrutura e possibilitaram a chegada de novas operações. A primeira ocorreu entre 2007 e 2009, com a implantação de lojas como Havan e Super Muffato. Em 2011, o empreendimento ampliou o espaço destinado à Renner. Já em 2018, uma nova fase acrescentou aproximadamente 5 mil metros quadrados de área construída, incluindo salas de cinema e espaços para lojas âncoras.

A quarta expansão, anunciada em 2021 e concluída em etapas entre 2024 e 2025, foi a maior da história do empreendimento. A ampliação resultou na criação de cerca de 10 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL), com intervenções nas entradas das avenidas Costa e Silva e Paraná e a chegada de novas lojas, megalojas e restaurantes.

Essas transformações contribuíram para ampliar a variedade de operações e serviços disponíveis ao público. Atualmente, o Cataratas JL Shopping reúne mais de 150 lojas, cerca de 40 quiosques, seis lojas âncoras, uma unidade do Liberty Duty Free, o Super Muffato Gourmet, uma Smart Fit e o Cine Cataratas, com quatro salas de cinema. O empreendimento também oferece opções de alimentação, moda, tecnologia, artigos para casa, joalherias, telefonia, serviços e lazer.

Chegada de grandes marcas e novidades em 2026

A movimentação do shopping também se reflete no fluxo de visitantes e na geração de empregos. Entre janeiro e outubro de 2026, o empreendimento recebeu 3.227.025 pessoas. Somadas as equipes das operações comerciais, são mais de mil profissionais que atuam diariamente no local, contribuindo para o funcionamento do shopping e para a atividade econômica da cidade.

Além das mudanças estruturais e da ampliação das operações, o Cataratas JL Shopping mantém uma agenda de ações voltadas ao relacionamento com o público. Em 2026, foram realizadas quatro campanhas promocionais, com prêmios que incluíram motocicletas SUDU A3 e uma viagem para as Maldivas com acompanhante. As iniciativas fazem parte das estratégias de aproximação com os clientes e de incentivo à participação nas ações promovidas pelo empreendimento.

A programação do ano também contou com eventos e ativações relacionados a datas comemorativas, como Carnaval, Dia da Mulher, Páscoa, Copa, Dia das Crianças e aniversário do shopping. As iniciativas foram desenvolvidas para movimentar os espaços e proporcionar atividades interativas aos visitantes ao longo do calendário.

A renovação do empreendimento também se reflete na chegada de novas operações. Em março, a Hals Barbearia passou a oferecer serviços de barbearia com preços acessíveis. Em abril, foi a vez da Gold Piercing, especializada na aplicação de piercings com método indolor, e da Ninja Arena, com uma proposta de entretenimento interativo por meio de um painel de LED para família e amigos.

Em julho, a Planet Chocolate chegou ao shopping com opções de chocolate e fondue no pote, que permite ao cliente personalizar a combinação. No mês seguinte, o público passou a contar com o quiosque da Touti, com fragrâncias inspiradas em sucessos internacionais, perfumes autorais e coleções próprias, além da VR Top, dedicada a experiências de realidade virtual para diferentes públicos.

Em setembro, o quiosque da SMOOV ampliou as opções de alimentação com smoothies preparados à base de frutas e outros ingredientes naturais, sem adição de açúcar, conforme a proposta da marca.

Já em outubro, o empreendimento recebeu a Juan Valdez, reconhecida por seus cafés especiais 100% colombianos, e a Livraria Leitura, com um catálogo diversificado de livros em um ambiente moderno. O período também marcou a chegada da Democrata, especializada em calçados masculinos, com destaque para modelos em couro.

Entre as próximas novidades está a GWM, com previsão de abertura em novembro. A operação ampliará a presença do setor automotivo no shopping. A montadora reúne marcas como HAVAL, WEY, ORA e GWM Pickup, com veículos que incorporam tecnologias voltadas à eletrificação, conectividade, segurança e mobilidade.

Além das novas inaugurações, algumas operações passaram por reformas e atualizações em seus espaços. A Adidas Performance apresentou um ambiente renovado, alinhado ao conceito global da marca, com artigos esportivos, calçados e vestuário para diferentes modalidades. A Ajita também reinaugurou sua loja, com um espaço atualizado para apresentar sua variedade de calçados, bolsas e acessórios.

O restaurante oriental Koi passou por uma repaginação completa, com mudanças no ambiente e uma proposta voltada a tornar a permanência dos clientes mais confortável. O cardápio reúne opções de sushi, sashimi, pratos quentes e acompanhamentos da culinária oriental.

Outra operação em expansão é a Liberty Duty Free, que passa por obras estruturais e de modernização para ampliar sua área de atendimento em três pisos, organizados por setores. A loja reúne produtos nacionais e internacionais de categorias como cosméticos, roupas, perfumaria, eletrônicos e bebidas. Entre as novidades previstas está uma adega no piso L1, destinada ao armazenamento e à conservação de vinhos e outras bebidas de diferentes países e marcas.

Para o gerente comercial do Cataratas, Ewerton Mesquita, a trajetória do empreendimento está ligada às transformações da cidade e à participação de quem faz parte de sua rotina. “Ao longo desses 19 anos, o Cataratas JL Shopping acompanhou o desenvolvimento de Foz do Iguaçu, ampliando sua estrutura e recebendo operações que contribuem para a diversidade do comércio local. Essa trajetória é resultado do trabalho conjunto de lojistas, colaboradores e parceiros, além da confiança dos clientes que fazem parte do dia a dia do empreendimento”, afirma.

Ao completar 19 anos, o Cataratas JL Shopping reafirma sua presença na história de Foz do Iguaçu e sua conexão com a comunidade. A renovação dos espaços, a chegada de novas operações e as iniciativas realizadas ao longo do ano fazem parte de uma trajetória que segue acompanhando as necessidades de moradores e visitantes, mantendo o empreendimento como um ponto de encontro para compras, gastronomia, serviços e lazer.

 

Para ficar por dentro de mais novidades e informações sobre o shopping, siga o Cataratas JL Shopping no Instagram: @cataratasjl.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Cataratas JL Shopping

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O mercado mundial de smartphones está atravessando um dos períodos mais difíceis dos últimos anos. No terceiro trimestre de 2026, as remessas caíram 20% em comparação ao mesmo período do ano passado, somando 254,7 milhões de unidades. Trata-se do volume mais baixo registrado em um terceiro trimestre desde 2013, segundo dados da consultoria Omdia, líder global de pesquisa, dados e consultoria focada na indústria de tecnologia, mídia e telecomunicações.

Segundo o relatório, a alta nos preços dos aparelhos, impulsionada pelo aumento nos custos dos componentes, está pesando principalmente nos mercados emergentes, onde o poder de compra é mais limitado. Ao mesmo tempo, distribuidores e varejistas estão adotando uma postura mais cautelosa na reposição de estoques, receando ficar com produtos mais caros encalhados durante a temporada de compras de Natal.

Samsung mantém liderança do mercado

Apesar da retração, a Samsung manteve a liderança mundial, com 57,8 milhões de smartphones entregues — uma queda de 5% em termos anuais. A aposta nos modelos Galaxy A, de entrada e intermediários, ajudou a marca a resistir melhor às dificuldades do setor.

A Apple ficou muito próxima, com 56,5 milhões de iPhones, mantendo os volumes do ano anterior. A procura pelo iPhone 17 e a boa resposta dos mercados chinês e norte-americano ajudaram a compensar os desafios em outras regiões. O lançamento dos novos iPhone 18 Pro, Pro Max e do primeiro modelo dobrável da marca, o iPhone Duo, reforçou também a aposta no segmento premium.

Em contrapartida, a situação foi bem diferente para as demais fabricantes. A Xiaomi conservou o terceiro lugar, mas registrou uma queda de 29%, caindo para 30,7 milhões de unidades. A OPPO, que inclui as marcas Realme e OnePlus, despencou 39%, enquanto a Vivo (conhecida no Brasil como Jovi) recuou 33%.

Impacto global: África registra maior volume de perdas

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A África foi a região mais afetada, com um recuo de 39% nas remessas de smartphones. Na Europa, a queda foi de 19% em relação ao terceiro trimestre de 2025, resultado próximo da contração global de 20%. As regiões da Ásia-Pacífico (excluindo a China), Médio Oriente e América Latina também registraram baixas superiores a 20%, refletindo o impacto da alta dos preços e a perda do poder de compra da população.

As perspectivas para os próximos meses continuam desanimadoras. A Omdia prevê uma queda de 12% nas remessas mundiais ao longo de 2026, com o mercado continuando sob pressão em 2027, ainda que a um ritmo mais lento. Com os custos dos componentes permanecendo elevados, as fabricantes devem priorizar modelos mais rentáveis e cortar despesas na tentativa de proteger suas margens em um cenário cada vez mais desafiador.

 

Na noite deste sábado, 31 de outubro de 2026, milhões de pessoas em todo o lado ocidental do mundo vestem fantasias, decoram fachadas e participam de festas temáticas. Por trás dos monstros de plástico e das abóboras iluminadas, há uma trajetória de duas mil eras que conecta o encerramento das colheitas na antiga Europa a uma indústria que movimenta bilhões de dólares na economia contemporânea.

Segundo estimativas da National Retail Federation (NRF), os consumidores norte-americanos devem movimentar cerca de US$ 13,5 bilhões (aproximadamente R$ 75 bilhões na cotação atual) nesta temporada de Halloween em 2026, superando os US$ 13,1 bilhões registrados no ano anterior.

O caminho que une as fogueiras da antiguidade aos balanços comerciais das grandes corporações revela como uma tradição comunitária foi adaptada, empacotada e exportada globalmente pela indústria de entretenimento dos Estados Unidos.

Origem celta e a transição para a palavra “Halloween”

Há 2.000 anos, nos territórios onde hoje fica a Irlanda, as comunidades celtas celebravam o Samhain. A data marcava o fim do verão, a colheita dos alimentos e a chegada do inverno — período associado à escassez e à sobrevivência. Na visão espiritual da época, a transição de estação tornava mais tênue a fronteira entre o mundo dos vivos e o dos mortos, exigindo rituais e ofertas para afastar maus espíritos.

Com a expansão do cristianismo na Europa, a festividade pagã foi assimilada pelo calendário religioso. O dia 1º de novembro tornou-se o Dia de Todos os Santos (All Hallows’ Day, em inglês). A noite anterior, 31 de outubro, passou a ser chamada de All Hallows’ Eve (Véspera de Todos os Santos), expressão que se contraiu ao longo dos séculos até virar Hallowe’en e, finalmente, Halloween.

A imigração irlandesa e o nascimento da Jack-o’-Lantern

Imagem: Magnific.com

A festividade cruzou o Oceano Atlântico em meados do século XIX. Em decorrência da Grande Fome de 1845, mais de um milhão de irlandeses emigraram para os Estados Unidos, levando consigo suas tradições culturais.

Na Irlanda, era costume esculpir rostos em nabos para criar lanternas sobrenaturais. Em solo americano, os imigrantes encontraram a abóbora — um fruto nativo, abundante e mais fácil de esculpir. Nascia ali a clássica jack-o’-lantern, hoje o maior símbolo visual do Halloween.

Na segunda metade do século XX, com o crescimento dos subúrbios americanos no pós-Segunda Guerra Mundial, a prática do trick-or-treat (“gostosuras ou travessuras”) foi padronizada pelas indústrias de doces e fantasias, consolidando a data no calendário comercial.

Hollywood e a exportação do imaginário cultural

Michael Myers, personagem de Halloween (1978), que ficou eternizado pelo uso de um macacão azul e uma máscara branca inexpressiva. Imagem: Reprodução.

Se a imigração levou o Halloween aos Estados Unidos, a indústria de cinema e televisão foi a responsável por transformá-lo em um código universal.

A partir do lançamento do clássico Halloween (1978), de John Carpenter, e de sucessos infanto-juvenis como E.T.: O Extraterrestre (1982), Abracadabra (1993) e O Estranho Mundo de Jack (1993), além dos tradicionais episódios especiais de séries e desenhos animados, a cultura pop norte-americana ensinou o público internacional a reconhecer os rituais da data.

Sem a necessidade de campanhas publicitárias diretas, o entretenimento audiovisual criou a demanda simbólica em países da América Latina, Europa e Ásia, permitindo que o comércio local passasse a ofertar artigos para uma festa que não fazia parte de suas raízes históricas.

 

VEJA ONDE ACONTECE AS MELHORES FESTA DE HALLOWEEN DA FRONTEIRA NESTE FIM DE SEMANA

A disputa pela autenticidade: a Irlanda retoma o Samhain

Ritual neo pagão de Samhain realizado na Irlanda traz elementos tradicionais da antiga celebração celta, como a fogueira. Foto: Arquivo da Internet.

Diante da hegemonia da versão comercial construída pelos Estados Unidos, a Irlanda vem promovendo nos últimos anos uma forte campanha de turismo e resgate cultural para reapresentar o Samhain ao mundo.

Sem disputar o volume do mercado de fantasias industriais ou as bilheterias de Hollywood, o país aposta na autenticidade histórica e nas lendas originais como atrativo para visitantes que buscam vivenciar a essência da festividade em seu local de nascimento.

Hoje, enquanto luzes artificiais e decorações tomam conta de vitrines e telas, a noite de 31 de outubro reafirma a capacidade da cultura de se reinventar: o antigo ritual de proteção contra a escuridão do inverno transformou-se em um dos maiores motores da economia criativa global.

 

 

Imagem em destaque: Produzida com auxílio de inteligência artificial (I.A)

A Dirección Nacional de Migraciones do Paraguai efetuou, na madrugada deste sábado (31 de outubro de 2026), a segunda expulsão do cidadão norte-americano William Derrick Cromer, de 49 anos, em um intervalo inferior a 10 dias. O homem, envolvido em uma série de episódios de violência, foi conduzido por agentes policiais até a cabeceira da Ponte Internacional da Amizade, na fronteira com Foz do Iguaçu.

Cromer havia sido expulso do território paraguaio no último dia 22 de outubro após causar estragos em um edifício residencial na capital, Asunción, oportunidade em que se constatou também sua permanência irregular no país.

Reincidência e episódios de violência nas ruas

Apesar do decreto de expulsão original — que previa a proibição de reingresso por no mínimo cinco anos —, as autoridades suspeitam que o norte-americano tenha retornado ao Paraguai de forma irregular pelas fronteiras secas ou fluviais.

Na tarde dessa sexta-feira (30), Cromer voltou a protagonizar agressões sem motivação aparente no centro de Asunción:

  • Agressão a pedestre: Por volta das 16h, o homem atingiu com um golpe nuca de uma mulher que caminhava pela rua, fato registrado por câmeras de segurança locais;
  • Ataque em estabelecimento comercial: Horas depois, invadiu uma cafeteria na tradicional Rua Palma, no centro histórico de Asunción, e desferiu um soco contra um cliente que estava no local.

 

No início do mês, o estrangeiro já havia sido expulso do prédio onde residia temporariamente após agredir fisicamente o porteiro e um operário para forçar a entrada no imóvel.

Proibição de reingresso ampliada para 10 anos

Com a nova detenção e a constatação da reincidência imediata, a Dirección Nacional de Migraciones aplicou uma penalidade mais rigorosa. O cidadão norte-americano agora está formalmente impedido de ingressar no Paraguai pelo prazo de 10 anos, conforme prevê a Lei de Migrações 6.984/2022.

A operação de expulsão foi concluída na fronteira entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu, onde o indivíduo foi entregue às autoridades competentes.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Direción Nacional de Migraciones do Paraguay

A Passarela das Cataratas, que leva ao mirante principal da Garganta do Diabo no Parque Nacional do IguaçuClique para abrir o painel lateral e ver mais informações, foi reaberta para visitação pública às 10h deste sábado, 31 de outubro de 2026.

A estrutura estava interditada preventivamente desde meados de outubro devido ao grande volume de chuvas registrado na bacia do Rio Iguaçu, que elevou a vazão e exigiu a aplicação dos protocolos de segurança do parque.

Redução do volume de água e segurança garantida

O fechamento preventivo ocorreu quando a vazão do rio ultrapassou a marca de 8,5 milhões de litros de água por segundo (L/s), atingindo o pico de 17,7 milhões de L/s na última segunda-feira (26).

Neste sábado, os níveis registraram uma tendência contínua de queda, estabilizando-se em 6,8 milhões de L/s, patamar considerado seguro pelas equipes técnicas.

Antes da liberação aos turistas, profissionais especializados realizaram inspeções na estrutura e concluíram a reinstalação dos guarda-corpos removidos durante a cheia. A concessionária Urbia+Cataratas mantém o monitoramento em tempo real do fluxo hídrico, com previsão de nova avaliação de interdição caso a vazão volte a atingir o limite técnico de 8 milhões de L/s com tendência de alta.

Operação especial para o feriadão de Finados

A reabertura coincide com o início do feriadão de Finados (31 de outubro a 2 de novembro), período em que o parque operará em horário ampliado para atender a alta demanda de visitantes:

Horário especial de feriado: Das 8h às 16h (de 31/10 a 02/11).
Funcionamento regular: Segunda a sexta-feira, das 9h às 16h; sábados e domingos, das 8h30 às 16h.
Ingressos: A compra deve ser feita antecipadamente pelo site oficial com agendamento de data e horário.

 

 

Fotos: Eagle Eye/Divulgação Urbia+Cataratas