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sáb, 31 de out 2026

Foz do Iguaçu terá o 1º Duty Free do Brasil dentro de um shopping center

Agora ficará mais fácil comprar produtos de marcas famosas como Lacoste, Apple, Lancôme, Carolina Herrera, além de vinhos do mundo inteiro. Com um investimento aproximado de R$ 100 milhões, a Liberty Duty Free escolheu Foz do Iguaçu para abrir a primeira de 3 lojas que terá no Paraná.
As outras 2 lojas serão na região Sudoeste. A unidade de Santo Antônio do Sudoeste com 2.430m², contará com uma ampla área de vendas, adega tematizada, garagem própria, além de praça de alimentação.

A terceira loja será em Barracão, fronteira com a cidade de Missiones (Argentina) e terá uma área de 750m². A expectativa é que as 3 lojas gerem aproximadamente 140 empregos diretos, movimentando as economias dessas cidades.

Também está prevista para o próximo ano a ampliação da unidade do Cataratas JL Shopping. A loja que terá inicialmente 600m², trará ainda mais marcas e produtos, aumentando seu mix.

Inicialmente, todas as lojas contarão com mais de 100 marcas e mais de 200 tipos de produtos comercializados. Entre eles: perfumes, bebidas, eletrônicos, vestuário, relógios, brinquedos, bombonière, bolsas e outros acessórios.

A Liberty Duty Free Foz é uma empresa 100% Paranaense e uma das pioneiros no segmento de lojas Francas no Estado. “Há um estudo em andamento para avaliar a viabilidade de expansão de investimentos do Grupo em novas lojas Francas na cidade de Foz do Iguaçu, além da loja localizada no Cataratas JL Shopping”, comenta o Diretor Executivo do Grupo, Joel Carminatti.

SAIBA MAIS SOBRE UM DUTY FREE
• O que são as lojas Francas?
As lojas Francas de fronteira terrestre são estabelecimentos comerciais que podem ser instalados nas cidades de fronteira com outros países, chamadas “cidades gêmeas”. Os produtos comercializados nestes estabelecimentos estão isentos de impostos federais, e cada pessoa pode usufruir desta isenção comprando até US$ 300 em mercadorias a cada mês.

• Os produtos são originais?
Sim. Os produtos são comprados diretamente das próprias marcas ou de distribuidores autorizados e sem impostos, o que os torna muito mais baratos.

• Quanto posso comprar?
Como já é estabelecido pela Legislação Brasileira, duty free’s ou lojas Francas seguem um limite de valor em compras por CPF de U$ 300,00 (dólares) mensal.

• Posso parcelar?
Um dos grandes diferenciais da Liberty é que suas compras poderão ser parceladas em até 6x no cartão de crédito, além de já estarem isentas de possíveis taxas que teria fora do País.

• Os produtos têm garantia?
Sim, as garantias são aplicadas normalmente, conforme exigência da Legislação Brasileira.

• Os valores serão mais baratos que no exterior?
O preço dos produtos será muito competitivo com os países vizinhos. Vendidos em reais, os produtos são tabelados com a cotação OFICIAL do dólar comercial, não sofrendo alteração com a flutuação do dólar.

• E quais as vantagens ao comprar em um Duty Free no Brasil?
-Segurança
-Conforto
-Proximidade sem precisar viajar
-Economia de tempo
-Não precisar enfrentar fila de travessia de fronteiras
-Garantia de produtos originais
-Preços em reais
-Compra parcelada no cartão de crédito nacional ou internacional (sem taxa cobrada fora)

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O mercado mundial de smartphones está atravessando um dos períodos mais difíceis dos últimos anos. No terceiro trimestre de 2026, as remessas caíram 20% em comparação ao mesmo período do ano passado, somando 254,7 milhões de unidades. Trata-se do volume mais baixo registrado em um terceiro trimestre desde 2013, segundo dados da consultoria Omdia, líder global de pesquisa, dados e consultoria focada na indústria de tecnologia, mídia e telecomunicações.

Segundo o relatório, a alta nos preços dos aparelhos, impulsionada pelo aumento nos custos dos componentes, está pesando principalmente nos mercados emergentes, onde o poder de compra é mais limitado. Ao mesmo tempo, distribuidores e varejistas estão adotando uma postura mais cautelosa na reposição de estoques, receando ficar com produtos mais caros encalhados durante a temporada de compras de Natal.

Samsung mantém liderança do mercado

Apesar da retração, a Samsung manteve a liderança mundial, com 57,8 milhões de smartphones entregues — uma queda de 5% em termos anuais. A aposta nos modelos Galaxy A, de entrada e intermediários, ajudou a marca a resistir melhor às dificuldades do setor.

A Apple ficou muito próxima, com 56,5 milhões de iPhones, mantendo os volumes do ano anterior. A procura pelo iPhone 17 e a boa resposta dos mercados chinês e norte-americano ajudaram a compensar os desafios em outras regiões. O lançamento dos novos iPhone 18 Pro, Pro Max e do primeiro modelo dobrável da marca, o iPhone Duo, reforçou também a aposta no segmento premium.

Em contrapartida, a situação foi bem diferente para as demais fabricantes. A Xiaomi conservou o terceiro lugar, mas registrou uma queda de 29%, caindo para 30,7 milhões de unidades. A OPPO, que inclui as marcas Realme e OnePlus, despencou 39%, enquanto a Vivo (conhecida no Brasil como Jovi) recuou 33%.

Impacto global: África registra maior volume de perdas

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A África foi a região mais afetada, com um recuo de 39% nas remessas de smartphones. Na Europa, a queda foi de 19% em relação ao terceiro trimestre de 2025, resultado próximo da contração global de 20%. As regiões da Ásia-Pacífico (excluindo a China), Médio Oriente e América Latina também registraram baixas superiores a 20%, refletindo o impacto da alta dos preços e a perda do poder de compra da população.

As perspectivas para os próximos meses continuam desanimadoras. A Omdia prevê uma queda de 12% nas remessas mundiais ao longo de 2026, com o mercado continuando sob pressão em 2027, ainda que a um ritmo mais lento. Com os custos dos componentes permanecendo elevados, as fabricantes devem priorizar modelos mais rentáveis e cortar despesas na tentativa de proteger suas margens em um cenário cada vez mais desafiador.

 

Na noite deste sábado, 31 de outubro de 2026, milhões de pessoas em todo o lado ocidental do mundo vestem fantasias, decoram fachadas e participam de festas temáticas. Por trás dos monstros de plástico e das abóboras iluminadas, há uma trajetória de duas mil eras que conecta o encerramento das colheitas na antiga Europa a uma indústria que movimenta bilhões de dólares na economia contemporânea.

Segundo estimativas da National Retail Federation (NRF), os consumidores norte-americanos devem movimentar cerca de US$ 13,5 bilhões (aproximadamente R$ 75 bilhões na cotação atual) nesta temporada de Halloween em 2026, superando os US$ 13,1 bilhões registrados no ano anterior.

O caminho que une as fogueiras da antiguidade aos balanços comerciais das grandes corporações revela como uma tradição comunitária foi adaptada, empacotada e exportada globalmente pela indústria de entretenimento dos Estados Unidos.

Origem celta e a transição para a palavra “Halloween”

Há 2.000 anos, nos territórios onde hoje fica a Irlanda, as comunidades celtas celebravam o Samhain. A data marcava o fim do verão, a colheita dos alimentos e a chegada do inverno — período associado à escassez e à sobrevivência. Na visão espiritual da época, a transição de estação tornava mais tênue a fronteira entre o mundo dos vivos e o dos mortos, exigindo rituais e ofertas para afastar maus espíritos.

Com a expansão do cristianismo na Europa, a festividade pagã foi assimilada pelo calendário religioso. O dia 1º de novembro tornou-se o Dia de Todos os Santos (All Hallows’ Day, em inglês). A noite anterior, 31 de outubro, passou a ser chamada de All Hallows’ Eve (Véspera de Todos os Santos), expressão que se contraiu ao longo dos séculos até virar Hallowe’en e, finalmente, Halloween.

A imigração irlandesa e o nascimento da Jack-o’-Lantern

Imagem: Magnific.com

A festividade cruzou o Oceano Atlântico em meados do século XIX. Em decorrência da Grande Fome de 1845, mais de um milhão de irlandeses emigraram para os Estados Unidos, levando consigo suas tradições culturais.

Na Irlanda, era costume esculpir rostos em nabos para criar lanternas sobrenaturais. Em solo americano, os imigrantes encontraram a abóbora — um fruto nativo, abundante e mais fácil de esculpir. Nascia ali a clássica jack-o’-lantern, hoje o maior símbolo visual do Halloween.

Na segunda metade do século XX, com o crescimento dos subúrbios americanos no pós-Segunda Guerra Mundial, a prática do trick-or-treat (“gostosuras ou travessuras”) foi padronizada pelas indústrias de doces e fantasias, consolidando a data no calendário comercial.

Hollywood e a exportação do imaginário cultural

Michael Myers, personagem de Halloween (1978), que ficou eternizado pelo uso de um macacão azul e uma máscara branca inexpressiva. Imagem: Reprodução.

Se a imigração levou o Halloween aos Estados Unidos, a indústria de cinema e televisão foi a responsável por transformá-lo em um código universal.

A partir do lançamento do clássico Halloween (1978), de John Carpenter, e de sucessos infanto-juvenis como E.T.: O Extraterrestre (1982), Abracadabra (1993) e O Estranho Mundo de Jack (1993), além dos tradicionais episódios especiais de séries e desenhos animados, a cultura pop norte-americana ensinou o público internacional a reconhecer os rituais da data.

Sem a necessidade de campanhas publicitárias diretas, o entretenimento audiovisual criou a demanda simbólica em países da América Latina, Europa e Ásia, permitindo que o comércio local passasse a ofertar artigos para uma festa que não fazia parte de suas raízes históricas.

 

VEJA ONDE ACONTECE AS MELHORES FESTA DE HALLOWEEN DA FRONTEIRA NESTE FIM DE SEMANA

A disputa pela autenticidade: a Irlanda retoma o Samhain

Ritual neo pagão de Samhain realizado na Irlanda traz elementos tradicionais da antiga celebração celta, como a fogueira. Foto: Arquivo da Internet.

Diante da hegemonia da versão comercial construída pelos Estados Unidos, a Irlanda vem promovendo nos últimos anos uma forte campanha de turismo e resgate cultural para reapresentar o Samhain ao mundo.

Sem disputar o volume do mercado de fantasias industriais ou as bilheterias de Hollywood, o país aposta na autenticidade histórica e nas lendas originais como atrativo para visitantes que buscam vivenciar a essência da festividade em seu local de nascimento.

Hoje, enquanto luzes artificiais e decorações tomam conta de vitrines e telas, a noite de 31 de outubro reafirma a capacidade da cultura de se reinventar: o antigo ritual de proteção contra a escuridão do inverno transformou-se em um dos maiores motores da economia criativa global.

 

 

Imagem em destaque: Produzida com auxílio de inteligência artificial (I.A)

A Dirección Nacional de Migraciones do Paraguai efetuou, na madrugada deste sábado (31 de outubro de 2026), a segunda expulsão do cidadão norte-americano William Derrick Cromer, de 49 anos, em um intervalo inferior a 10 dias. O homem, envolvido em uma série de episódios de violência, foi conduzido por agentes policiais até a cabeceira da Ponte Internacional da Amizade, na fronteira com Foz do Iguaçu.

Cromer havia sido expulso do território paraguaio no último dia 22 de outubro após causar estragos em um edifício residencial na capital, Asunción, oportunidade em que se constatou também sua permanência irregular no país.

Reincidência e episódios de violência nas ruas

Apesar do decreto de expulsão original — que previa a proibição de reingresso por no mínimo cinco anos —, as autoridades suspeitam que o norte-americano tenha retornado ao Paraguai de forma irregular pelas fronteiras secas ou fluviais.

Na tarde dessa sexta-feira (30), Cromer voltou a protagonizar agressões sem motivação aparente no centro de Asunción:

  • Agressão a pedestre: Por volta das 16h, o homem atingiu com um golpe nuca de uma mulher que caminhava pela rua, fato registrado por câmeras de segurança locais;
  • Ataque em estabelecimento comercial: Horas depois, invadiu uma cafeteria na tradicional Rua Palma, no centro histórico de Asunción, e desferiu um soco contra um cliente que estava no local.

 

No início do mês, o estrangeiro já havia sido expulso do prédio onde residia temporariamente após agredir fisicamente o porteiro e um operário para forçar a entrada no imóvel.

Proibição de reingresso ampliada para 10 anos

Com a nova detenção e a constatação da reincidência imediata, a Dirección Nacional de Migraciones aplicou uma penalidade mais rigorosa. O cidadão norte-americano agora está formalmente impedido de ingressar no Paraguai pelo prazo de 10 anos, conforme prevê a Lei de Migrações 6.984/2022.

A operação de expulsão foi concluída na fronteira entre Ciudad del Este e Foz do Iguaçu, onde o indivíduo foi entregue às autoridades competentes.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Direción Nacional de Migraciones do Paraguay

A Passarela das Cataratas, que leva ao mirante principal da Garganta do Diabo no Parque Nacional do IguaçuClique para abrir o painel lateral e ver mais informações, foi reaberta para visitação pública às 10h deste sábado, 31 de outubro de 2026.

A estrutura estava interditada preventivamente desde meados de outubro devido ao grande volume de chuvas registrado na bacia do Rio Iguaçu, que elevou a vazão e exigiu a aplicação dos protocolos de segurança do parque.

Redução do volume de água e segurança garantida

O fechamento preventivo ocorreu quando a vazão do rio ultrapassou a marca de 8,5 milhões de litros de água por segundo (L/s), atingindo o pico de 17,7 milhões de L/s na última segunda-feira (26).

Neste sábado, os níveis registraram uma tendência contínua de queda, estabilizando-se em 6,8 milhões de L/s, patamar considerado seguro pelas equipes técnicas.

Antes da liberação aos turistas, profissionais especializados realizaram inspeções na estrutura e concluíram a reinstalação dos guarda-corpos removidos durante a cheia. A concessionária Urbia+Cataratas mantém o monitoramento em tempo real do fluxo hídrico, com previsão de nova avaliação de interdição caso a vazão volte a atingir o limite técnico de 8 milhões de L/s com tendência de alta.

Operação especial para o feriadão de Finados

A reabertura coincide com o início do feriadão de Finados (31 de outubro a 2 de novembro), período em que o parque operará em horário ampliado para atender a alta demanda de visitantes:

Horário especial de feriado: Das 8h às 16h (de 31/10 a 02/11).
Funcionamento regular: Segunda a sexta-feira, das 9h às 16h; sábados e domingos, das 8h30 às 16h.
Ingressos: A compra deve ser feita antecipadamente pelo site oficial com agendamento de data e horário.

 

 

Fotos: Eagle Eye/Divulgação Urbia+Cataratas