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ter, 20 de jan 2026

Projeto de Lei que institui guarda subsidiada para menores de idade será votado em sessão extraordinária na Câmara

 

A primeira sessão ordinária do mês de abril, marcada para a próxima terça-feira (3), às 8h30, será seguida de uma sessão extraordinária para analisar em primeira discussão o projeto de lei no 25/2012. A matéria, encaminhada pelo executivo, propõe a criação do Programa de Guarda Subsidiada a crianças e adolescentes órfãos, abandonados ou sub judice. Conforme a legislação já existente, o programa é vinculado apenas à Secretaria Municipal de Assistência Social. 

 
A proposta do município é estender as atribuições do serviço às equipes multidisciplinares, para dar uma abrangência maior ao atendimento dos casos. O projeto estabelece, ainda, o limite máximo de guarda de duas crianças ou adolescentes por família, com exceção do grupo de irmãos, pelo período máximo de doze meses, renovável pelo mesmo período, mediante avaliação de Equipe Multiprofissional. A família que atender aos requisitos desta Lei terá direito a um subsídio de um salário mínimo nacional por criança ou adolescente sob sua guarda, que será repassado através da Secretaria Municipal de Assistência Social ou por entidades assistenciais credenciadas a serem definidas na regulamentação. Os recursos financeiros destinados a cobrir as despesas decorrentes desta Lei serão alocados no orçamento da Secretaria Municipal de Assistência Social.
 

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O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu encerrou 2025 sem recuperar o patamar de passageiros registrado em 2019, antes da pandemia. O dado, por si só, já seria preocupante. Torna-se ainda mais grave quando se observa o contexto: concessão privada em curso, pista de pouso e decolagem ampliada, terminal reformado e um país que vive o melhor ano da sua história na aviação civil.

Foz fechou 2025 com 2.245.583 passageiros, contra 2.288.602 em 2019. A retomada foi de 98,1%. Na média nacional, o Brasil atingiu 109,2%, superando com folga os números pré-pandemia. Em outras palavras: enquanto o sistema aéreo brasileiro avançou, Foz ficou para trás.

O contraste com outros destinos turísticos é ainda mais eloquente. Florianópolis operou com 134,7% de retomada; Maceió, 138,5%; Porto Seguro, 135,9%; Navegantes, 119,7%. Até Cascavel, cidade vizinha e sem apelo turístico internacional comparável, registrou crescimento de 200%, mais do que dobrando seu movimento. Os números são públicos e constam nos mapas de oferta e demanda da Anac. Não há controvérsia estatística. Há, sim, um problema estrutural.

Antes da pandemia, Foz despontava como um dos aeroportos regionais de maior crescimento do país. Havia estratégia, política ativa de captação de voos, interlocução com companhias aéreas e uma leitura clara da vocação do destino. Isso se perdeu com a concessão. O aeroporto foi diluído num lote que o colocou em competição desigual com Curitiba, perdeu protagonismo, viu voos internacionais migrarem para o Afonso Pena e teve sua vocação de hub esvaziada. A descontinuidade da política municipal de turismo e a falta de alinhamento do trade completaram o quadro.

A venda recente dos aeroportos operados pela CCR Movida para o grupo mexicano ASUR abre uma fresta que Foz aguardava há anos. A experiência recente mostra que a concessionária anterior tratou o aeroporto como terminal secundário. Processos essenciais, como a homologação da ampliação da pista, arrastaram-se. Rotas internacionais foram, discretamente, redirecionadas. Lima-Foz virou Lima-Curitiba. Montevidéu-Foz teve o mesmo destino. Até o “Internacional” foi retirado do nome do aeroporto, como se a vocação pudesse ser apagada da história.

O erro original foi político e conceitual: colocar Foz e Curitiba no mesmo lote de concessão. Misturaram-se realidades distintas, interesses conflitantes e ambições incompatíveis. É ilusório esperar que a capital trabalhe para fortalecer um hub internacional na fronteira. Existe uma disputa velada — mas evidente — entre centro e periferia do poder. E ela foi perdida por Foz.

A chegada da ASUR, operadora de aeroportos como Cancún, Mérida e Cozumel, reacende uma possibilidade real de correção de rota. Mas isso exige duas condições inegociáveis: autonomia para planejar Foz como Foz, e não como apêndice de Curitiba; e diálogo direto para recolocar na mesa o tema dos voos internacionais, da conectividade regional e da ambição de hub.

Se a ASUR enxergar Foz com a mesma clareza estratégica com que trata Cancún, o aeroporto volta a crescer. Se repetir a lógica centralizadora, seguiremos pagando o preço de uma guerra silenciosa que nunca escolhemos travar. Pela primeira vez nos últimos anos, porém, há algo diferente no ar: a possibilidade concreta de mudança.

Mas essa mudança não virá por inércia. Lideranças de Foz interessadas na retomada da conectividade aérea já deveriam ter batido à porta dos novos controladores, apresentado dados, vocação e ambição, e colocado o destino no centro da conversa. Esperar a boa vontade da concessionária é repetir erros das gestões recentes. Foz precisa se apresentar como protagonista e reocupar o espaço que é seu. O futuro voa com quem tem coragem de sonhar.

Gilmar Piolla é ex-secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos de Foz do Iguaçu.

Aprender a andar, falar ou comer sozinho… chega a ser curioso parar para pensar que, lá atrás, tudo o que hoje é automático precisou ser aprendido do zero.

No fundo, somos todos eternos aprendizes diante do novo. Mas a verdade é que, com dedicação e o “tempo de tela” certo, qualquer um consegue evoluir e deixar o rótulo de iniciante para trás — e isso vale tanto para um esporte quanto para a dinâmica dos cassinos online.

No iGaming, hábitos claros separam os veteranos dos apostadores de primeira viagem. Quem já tem bagagem não joga no escuro: faz uma gestão de banca rigorosa, escolhe a dedo onde colocar as fichas e sabe exatamente o que cobrar ao avaliar novos cassinos online. Para esse perfil, não basta o site ser bonito; é preciso checar licenças, a prateleira de provedores, agilidade nos saques, termos reais das promoções e se o suporte e a experiência mobile realmente entregam o que prometem.

Então, se você está se perguntando em que estágio da sua jornada nos cassinos online você se encontra, aqui estão cinco sinais de que você não é mais um iniciante completo.

#1 – Você aplica estratégias sensatas de gestão de banca

Um dos erros mais comuns de quem está começando no mundo dos cassinos é queimar a banca rápido demais.

Muitas vezes, isso acontece por apostar valores muito altos ou por não definir um orçamento para cada sessão individual, o que gera aquele arrependimento de ter que “recarregar” a conta com novos depósitos constantemente.

É fundamental evitar esse comportamento. O jogo responsável é fundamental para evitar a frustração de realizar depósitos frequentes sem critério.

Você sabe que deixou de ser um novato nos cassinos online quando passa a seguir este conselho: você fraciona sua banca em unidades, utilizando-as como orçamento para a próxima sessão.

Dessa forma, é possível aproveitar várias sessões de jogo com uma única banca e define um limite para garantir que você aposte apenas o que pode perder.

O segredo de uma gestão de banca bem-sucedida é a longevidade, além da tranquilidade de saber que, mesmo em uma sequência negativa, seu planejamento permite voltar e jogar mais vezes no futuro sem a necessidade de um novo depósito.

#2 – Você entende o jogo ANTES de começar a jogar

Quem acaba de chegar aos cassinos online costuma demonstrar muito entusiasmo e pressa para mergulhar logo em um jogo.

No entanto, ao ignorar as regras ou a tabela de pagamentos, esses jogadores tornam o caminho para o sucesso muito mais difícil — o que amplia a vantagem matemática da casa.

Outra característica que diferencia os jogadores experientes é o hábito de compreender totalmente o funcionamento de um jogo antes de dar o primeiro clique. Agindo assim, eles evitam erros caros e, consequentemente, garantem chances melhores de vitória.

Muitas vezes, existe a oportunidade de testar os jogos no modo gratuito ou demonstração antes de partir para o dinheiro real; essa é mais uma tática inteligente que os jogadores veteranos costumam utilizar.

#3 – Você seleciona os jogos com base em RTP, volatilidade, etc.

Assim como no ponto anterior, jogadores inexperientes tendem a escolher os títulos que mais chamam a atenção — seja pelo nome, pelo tema ou até mesmo por uma imagem de capa bonitinha.

Na teoria, não há nada de errado nisso, mas os jogadores avançados selecionam seus jogos baseados em outras variáveis, reconhecidamente mais importantes.

Entre elas, está a relação entre RTP (Retorno ao Jogador) e volatilidade, buscando o que melhor se adapta ao seu apetite de risco. Jogadores que buscam vitórias menores e mais frequentes — ao menos na teoria, já que cada sessão de slots é única — devem optar por jogos com RTP alto e baixa volatilidade.

Já quem não tem medo de arriscar costuma seguir o caminho oposto, priorizando jogos com RTP mais baixo e alta volatilidade. Na prática, a lógica aqui é de ‘tudo ou nada’: embora os prêmios não surjam a todo momento, a tendência é que, quando a sorte finalmente bate à porta, o valor entregue seja bem mais agressivo e compensador.

#4 – Você nunca tenta recuperar perdas a qualquer custo

O pior erro de todos — e um no qual os iniciantes costumam cair — é tentar “correr atrás do prejuízo” após uma sessão negativa.

Jogadores mais experientes utilizam as dicas de gestão de banca mencionadas anteriormente neste artigo para evitar que isso aconteça: definir um orçamento e segui-lo à risca é o passo mais importante.

Você pode até estabelecer limites de ganhos e perdas ao jogar, garantindo que encerre a sessão tendo a) se divertido e b) jogado de forma responsável.

#5 – Você encara o cassino online como entretenimento, não como renda

Talvez este seja o maior marco de maturidade: você joga por diversão, não pelo lucro. Se você é um jogador experiente, entende que todos os jogos de cassino possuem uma expectativa negativa devido à vantagem da casa.

Isso significa que cada jogo inclui uma vantagem embutida (o “house edge” ou “vig”), que garante que o operador do cassino lucre uma porcentagem de todo o valor apostado ao longo do tempo. Jogadores veteranos veem os ganhos como um bônus, e não como uma obrigação. Essa mudança de mentalidade, por si só, já coloca você muito além do nível iniciante.

Sem apostas que acertassem as seis dezenas, o prêmio da Mega-Sena voltou a acumular no concurso 2961, realizado na noite de sábado (17), segundo a Caixa Econômica Federal. Com isso, o próximo sorteio, marcado para terça-feira (20), pode pagar até R$ 50 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 10, 13, 55, 56, 59 e 60.

Quina premia apostadores no Paraná

Ao todo, 74 apostas acertaram cinco números e cada uma levou R$ 29.835,57. No Paraná, houve apostas premiadas em diferentes municípios.

Em Cascavel, uma aposta registrada na lotérica “Loterias Em Canais Eletrônicos” foi realizada de forma simples, com seis números escolhidos, sem teimosinha e com uma única cota. O prêmio foi de R$ 29.835,57.

Em Curitiba, duas apostas foram contempladas. Uma delas, feita na lotérica “Loterias Muricy”, seguiu o mesmo formato: aposta simples, seis números, sem teimosinha e uma cota, com premiação de R$ 29.835,57. A outra foi registrada na “Ponto da Sorte Loterias”, em formato de bolão com duas cotas, rendendo R$ 29.835,56.

Em Maringá, uma aposta feita na lotérica “Lotérica Bola 7”, em formato de bolão com seis cotas, garantiu R$ 29.835,54.

Já em Toledo, um apostador da “Lotérica Panorama” também acertou a quina com aposta simples de seis números, sem teimosinha, e recebeu R$ 29.835,57.

Quadra tem vencedores em Foz do Iguaçu

Além das apostas premiadas na quina, 4.863 apostas em todo o país acertaram quatro dezenas, com prêmio individual de R$ 748,36.
Em Foz do Iguaçu, sete apostas foram contempladas na quadra.

Uma delas foi registrada na lotérica “Brasil Loterias”, com aposta simples de seis números, sem teimosinha e uma cota. O prêmio foi de R$ 748,36.

Na “Casa de Ouro Loterias”, um apostador também acertou a quadra com aposta simples e levou R$ 748,36.

Outras duas apostas foram realizadas pelo IBC – Internet Banking Caixa, ambas simples, sem teimosinha, cada uma premiada com R$ 748,36.

Também houve duas apostas vencedoras na modalidade “Loterias em Canais Eletrônicos”, com o mesmo formato de jogo e premiação individual de R$ 748,36.

A sétima aposta premiada em Foz do Iguaçu foi registrada na “Lotérica Consalter Ltda”, com aposta simples e prêmio de R$ 748,36.

Próximo sorteio

As apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h de terça-feira (20). O sorteio acontece às 20h, no Espaço da Sorte, em São Paulo.

Lideranças da sociedade civil e do setor empresarial de Foz do Iguaçu formalizaram um documento conjunto ao governo federal reivindicando diálogo institucional e protestando contra medidas unilaterais que vêm prejudicando a cidade e a região trinacional formada por Brasil, Paraguai e Argentina.

O posicionamento reúne entidades ligadas ao turismo, à logística e ao comércio, que defendem a criação de uma agenda permanente de diálogo para evitar decisões verticais consideradas equivocadas e desconectadas da realidade local.

A deliberação ocorreu durante reunião do Conselho de Desenvolvimento da Região Trinacional do Iguaçu (Codetri), realizada na sexta-feira (16). O documento é endereçado à ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, além de ministérios de áreas afins e instâncias parlamentares e diplomáticas.

Medidas sem diálogo preocupam lideranças

O texto aponta exemplos de decisões estabelecidas por órgãos federais sem consulta prévia aos representantes da região fronteiriça. Um deles é a alteração na circulação de ônibus turísticos entre os países, anunciada para entrar em vigor sem planejamento e organização, e suspensa temporariamente após questionamentos.

Outro ponto citado é a falta de diálogo com a comunidade na abertura da Perimetral Leste e da Ponte Internacional da Integração. Segundo as entidades, a ausência de alinhamento levou à formação de filas e transtornos urbanos, agravados pelo atraso na conclusão da Rodovia das Cataratas.

As lideranças também mencionam o fechamento do acesso à área comercial e residencial do Jardim Jupira, na BR-277, realizado sem entendimentos prévios com os atores locais. A carta ainda alerta para problemas que se anunciam, como a necessidade de construção de acesso ao novo Porto Seco de forma integrada às obras do terminal, evitando um colapso no trânsito na entrada de Foz do Iguaçu.

Região vive momento histórico

Para o presidente do Codetri, Roni Temp, decisões sobre a região estão sendo tomadas por quem não conhece a realidade da fronteira. “Quem está decidindo sobre a nossa realidade são pessoas que não a conhecem e, muitas vezes, sequer vivem o dia a dia da fronteira”, afirmou.

Segundo ele, o documento expressa a posição conjunta das entidades e dos principais setores que impulsionam o desenvolvimento regional. “Esse documento integra a posição dos segmentos que alavancam o desenvolvimento da região, que são o turismo, a logística e o comércio”, destacou.

Roni ressaltou ainda que as Três Fronteiras atravessam um momento histórico, com obras estruturantes, fortalecimento do comércio internacional e fronteiriço e grandes investimentos em hotéis, atrativos turísticos e gastronomia. “Não podemos deixar que decisões burocráticas coloquem essas conquistas em risco. Estamos unidos na defesa de uma região trinacional próspera e integrada”, concluiu.

Representatividade e posicionamentos

Entidades do turismo, logística e comércio reivindicam agenda de diálogo. Foto: Assessoria.

Durante a reunião, dirigentes reforçaram que a ausência de interlocução compromete decisões estratégicas. O presidente do Conselho Municipal de Turismo (Comtur), Diogo Marcel Araújo, afirmou que a região não pode aceitar decisões impostas de cima para baixo.

O presidente do Conselho de Desenvolvimento de Foz do Iguaçu (Codefoz), Marcelo Brito, destacou a união da sociedade civil e empresarial. Já o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI), Danilo Vendruscolo, apontou a importância econômica da região para os três países vizinhos.

O presidente do Sindicato das Empresas de Turismo (Sindetur), Fernando Martin, afirmou que medidas unilaterais têm sido recorrentes e que, muitas vezes, os setores afetados tomam conhecimento das mudanças apenas pela imprensa.

Filas na BR-277 e impacto regional

Representando a Prefeitura de Santa Terezinha de Itaipu, o procurador-geral Osli Machado cobrou solução para as filas na BR-277, no limite com Foz do Iguaçu. Segundo ele, o represamento afeta diretamente a conexão entre os dois municípios, que compartilham atividades laborais, econômicas e serviços.

A chefe da Polícia Rodoviária Federal em Foz do Iguaçu, Andressa Regene, afirmou que o órgão mantém as portas abertas para o diálogo sobre demandas relacionadas à instituição.

Direito de decidir sobre o território

Pela Associação Brasileira de Empresas de Eventos (ABEOC), Paulo Angeli ressaltou que o destino tem o direito de decidir sobre sua forma de organização. Representando a Associação Brasileira de Agências de Viagens de São Paulo (ABAV-SP), Felipe Gonzalez afirmou que decisões desencontradas afetam o turismo em nível nacional, dada a relevância estratégica da região.

Da Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI), Leonardo Quinonez destacou que o arranjo atual para o uso da Ponte da Integração não favorece o setor. O presidente do Conselho de Desenvolvimento de Presidente Franco (Codefran), Ivan Leguizamón, alertou que o tráfego pesado tem impactado a cidade.

Representando o Conselho de Desenvolvimento de Ciudad del Este (Codeleste), Linda Taiyen destacou que, no Paraguai, os órgãos governamentais mantêm diálogo constante com as representações locais da sociedade civil.

 

 

Com Informações: Assessoria de Imprensa/CODETRI
Fotos: Divulgação/Assessoria CODETRI

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