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dom, 18 de jan 2026

Receita Federal recua e suspende temporariamente restrição a ônibus de turismo na Ponte da Amizade

Decisão que afetaria diretamente o turismo de Foz do Iguaçu foi adiada após pedido do Paraguai; nova reunião bilateral será realizada na próxima semana.

A Receita Federal do Brasil recuou e suspendeu temporariamente a implementação da segunda fase da operação da Ponte da Integração, que previa o início da circulação de ônibus fretados e de turismo pela Ponte da Integração e a restrição à circulação de ônibus fretados na Ponte Internacional da Amizade — medida que havia gerado forte preocupação no setor turístico de Foz do Iguaçu.

A suspensão foi comunicada na noite desta terça-feira (13), em nova informação oficial à imprensa, assinada pela Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu.

Segundo o comunicado, o recuo ocorre em razão de solicitação da Delegação do Paraguai, que pediu a realização de uma nova reunião bilateral para deliberar sobre as modalidades de trânsito na ponte recém-inaugurada.

Vale ressaltar que a A Receita Federal do Brasil (RFB) não cria leis, ela apenas atua para que as leis criadas sejam cumpridas.

Reunião bilateral vai reavaliar regras

De acordo com a Receita Federal, a reunião será realizada na próxima semana, sob convocação dos órgãos diplomáticos do Brasil e do Paraguai, no âmbito da Comissão Mista Brasil–Paraguai, responsável pelos temas relacionados à abertura e operação da Ponte da Integração, que liga Foz do Iguaçu a Presidente Franco.

Enquanto não houver uma nova deliberação conjunta entre os dois países, fica suspensa a aplicação da restrição ao tráfego de ônibus fretados, que entraria em vigor a partir de 19 de janeiro.

Na prática, isso significa que ônibus de turismo e fretamento continuam autorizados a circular na Ponte Internacional da Amizade, mantendo o modelo atual de operação — ao menos por enquanto.

Alívio temporário para o turismo de Foz

A decisão representa um alívio imediato para o setor turístico de Foz do Iguaçu, que havia reagido com apreensão à medida anunciada na noite de segunda-feira (12). Agências de turismo, empresas de transporte e operadores do turismo de compras alertavam para impactos diretos na economia local, na geração de empregos e na dinâmica diária da fronteira.

Apesar do recuo, o clima ainda é de cautela. O próprio comunicado da Receita deixa claro que a suspensão é temporária e condicionada ao resultado da reunião bilateral.

Ou seja: a ameaça saiu do campo imediato, mas não foi definitivamente descartada.

Expectativa agora é por diálogo e bom senso

A próxima rodada de discussões será decisiva. O setor turístico de Foz espera que, desta vez, o debate considere a realidade do turismo fronteiriço, a logística já consolidada na região e o papel estratégico da atividade para a economia da cidade.

O desfecho da reunião pode definir não apenas o futuro das operações na Ponte da Integração e Ponte da Amizade, mas também o grau de alinhamento das decisões federais com a vida real da fronteira.

 

 

Com Informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Foto em Destaque: Kaká Souza/Portal Clickfoz

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O Foz do Iguaçu F.C. entrou em campo neste sábado, no Estádio do ABC, com uma missão clara: superar o revés da rodada anterior e voltar a vencer no Campeonato Paranaense. E conseguiu. Com uma atuação segura no primeiro tempo e controle nos minutos finais, o Azulão da Fronteira venceu o Andraus por 3 a 1 e segue firme na luta por uma vaga no G-4.

A equipe iguaçuense vinha de uma derrota fora de casa para o Galo Maringá, resultado que interrompeu a sequência inicial do time na competição. Antes disso, o Foz havia empatado com o Azuriz, em casa, e conquistado uma vitória importante fora de casa diante do Coritiba, na estreia do estadual.

Sabendo que restam apenas duas rodadas para o fim da primeira fase, a vitória era considerada fundamental. Cada ponto pesa na disputa pelas quatro vagas que levam ao mata-mata.

Domínio no primeiro tempo

Desde os primeiros minutos, o Foz do Iguaçu mostrou que não daria espaço para surpresa. A equipe iniciou pressionando e foi recompensada rapidamente. Lucão abriu o placar para o Azulão logo no início da partida. Pouco depois, Vinícius Peixoto ampliou.

Aos 30 minutos, em mais um lance de insistência ofensiva, Vinícius Peixoto recuperou a bola e serviu novamente Lucão, camisa 20, que marcou seu segundo gol na partida. Com o gol, Lucão chegou aos três gols no campeonato, igualando-se ao próprio Vinícius Peixoto na artilharia da equipe.

O Foz manteve a pressão até o apito final do primeiro tempo. Vinícius Peixoto, apelidado pela torcida de “Didier Drogba da fronteira”, além de Lucão e Hiago, foram os grandes destaques da etapa inicial.

Segundo tempo tenso e jogo controlado no fim

No intervalo, uma chuva fina caiu sobre o Estádio do ABC e deixou o gramado escorregadio. A mudança nas condições do campo ajudou a esquentar o jogo.

Logo aos quatro minutos do segundo tempo, Cleiton, do Andraus, cometeu uma falta dura e acabou provocando Breno, capitão do Foz. O zagueiro revidou, e ambos foram expulsos, deixando as equipes com dez jogadores.

A partida seguiu mais truncada. O Andraus passou a abusar das faltas, e Dener foi advertido aos 13 minutos por entrada dura. Aos 15, o técnico Adriano Souza promoveu mudanças: Thyller entrou no lugar de Vinícius Peixoto, e Daniel substituiu Júnior Palmares, sinalizando uma tentativa de proteger o resultado.

Mesmo assim, o Andraus conseguiu diminuir o placar aos 19 minutos. Em jogada ensaiada de bola parada, Felipe Valdivia levantou na área e Marcos Ramos marcou para o time visitante.

Com o Foz mais recuado, o Andraus cresceu na partida. Aos 25 minutos, Caio Cezar arriscou uma batida cruzada que passou muito perto da trave, assustando a torcida.

Percebendo que a estratégia defensiva não funcionava, Adriano Souza voltou a mexer no time aos 36 minutos. Renato entrou no lugar de Rubens, e Wellington Silva substituiu John, reforçando o meio-campo para recuperar posse de bola.

As alterações surtiram efeito na reta final. O Foz voltou a avançar, administrou melhor o jogo e neutralizou a pressão adversária.

Três pontos essenciais

O placar não se alterou nos minutos finais, e o Foz do Iguaçu confirmou a vitória por 3 a 1. O resultado mantém o Azulão da Fronteira vivo na disputa por uma vaga no mata-mata do Campeonato Paranaense, em um momento decisivo da primeira fase.

 

 

Fotos: Franz Fleischfresser/Divulgação Foz do Iguaçu FC

Na primeira metade dos anos 2010, existia no Portal ClickFoz uma coluna semanal que tinha o raro dom de provocar o leitor. Não era panfletária, não buscava aplauso fácil e, definitivamente, não tentava agradar a todos. Chamava-se A Cidade que Nós Queremos, assinada por Luiz Henrique Dias, professor, escritor e analista urbano.

Toda quinta-feira, Luiz entregava um olhar afiado sobre Foz do Iguaçu, o urbanismo e a mobilidade. Eu lia e, quase sempre, comentava. Discordava às vezes, concordava muitas outras, mas nunca passava ileso. E talvez essa fosse a maior virtude da coluna: ela dividia opiniões sem jamais mendigar unanimidade.

Confesso que, naquela época, eu queria colaborar com aquele espaço. Nunca consegui. Faltava-me o olhar apurado, sobrava-me o receio dos processos e, sejamos honestos, não dominava — receio que ainda não domino — a delicadeza necessária para discordar sem incendiar a cidade inteira.

Hoje, levado por uma sensação estranha — e por um saudosismo que insiste em não ir embora — resolvi tentar. Não para substituir coisa alguma, mas para dividir uma constatação. No melhor estilo de “A Cidade que Nós Queremos”. Dentro das limitações que a escrita me permite.

O saudosismo é pela coluna.
A sensação… bem, essa vem me acompanhando desde o início da temporada de férias. E tenho quase certeza de que não estou sozinho.

Vocês também estão se sentindo forasteiros dentro da própria cidade?

Viver em região de fronteira, especialmente durante a alta temporada de turismo, não é exatamente uma experiência suave para quem mora aqui. Para o visitante, é encantador. Para o morador… tenho minhas dúvidas.

Não é preciso muito esforço para perceber como Foz do Iguaçu se transforma nessa época do ano. O trânsito, talvez o termômetro mais cruel dessa metamorfose, deixa isso escancarado. Vivemos em uma cidade com algo em torno de 300 mil habitantes, vizinha de uma cidade paraguaia e outra argentina. Essa proximidade já nos impõe, durante todo o ano, um fluxo equivalente ao de uma cidade com pelo menos 700 mil pessoas.

Nas férias, esse trânsito ganha um temperinho extra. Um tempero forte, daqueles que ardem na língua.

Argentinos e paraguaios compartilham uma paixão: a viagem rodoviária. Resultado? Uma invasão sazonal de ônibus rodoviários — aqueles discretos veículos de 13, 14, às vezes 15 metros de comprimento, quatro metros de altura e dois andares. Os famosos double deckers.

Essa paixão, convenhamos, não conhece classes sociais. A diferença é que os menos abastados viajam de ônibus. Os mais abastados vêm em caminhonetes gigantes, com pneus A/T, motores a diesel e dimensões muito próximas… às de um ônibus.

Assim, durante o verão, cidadãos comuns, em veículos comuns, passam a disputar espaço urbano com ônibus enormes e caminhonetes que se comportam como ônibus disfarçados.

Quando esses ônibus precisam parar, ocupam boa parte das vagas regulamentadas. Como são mais largos do que a maioria delas, avançam sobre a via de rolamento, estrangulando ainda mais o tráfego na região central e nos bairros adjacentes.

As caminhonetes seguem outra lógica — ou a ausência completa dela. Ocupam uma vaga e, quase sempre, a vizinha. Paradas tortas, atravessadas, desalinhadas com qualquer noção de coletivo. Uma característica curiosa dos nossos hermanos: estacionar dentro das linhas parece sempre um desafio pessoal.

Ao morador local, resta o consolo de “conhecer melhor a cidade”. Que procure outra vaga. Longe. Muito longe.

A saga se repete em supermercados, centros comerciais e shoppings. Nos shoppings, inclusive, confesso sentir uma ponta de pena da empresa que administra os estacionamentos. Sim, eles cobram caro. Sim, não merecem compaixão. Mas quando vejo metade das vagas inutilizadas porque um único veículo resolveu ocupar duas, confesso: dó dá.

É nos shoppings, aliás, que a sensação de ser forasteiro atinge seu auge.

Estive, nesta semana, nos dois shoppings da cidade e em alguns dos principais atrativos turísticos. A impressão é clara: não estou no Brasil. Estou em algum país latino indefinido.

Ninguém fala português. Ou quase ninguém.
As vozes ao redor são espanholas. As conversas atrás, na frente, ao lado. Até o atendente — hablando o portunhol, claro, a língua oficial da Tríplice Fronteira.

Somadas centenas de sotaques, fica evidente para qualquer iguaçuense: fomos, gentilmente, “invadidos”. E, por ora, a língua dominante não é a nossa.

Mal posso esperar pelo especial de Natal da Globo com Julio Iglesias. Não… pera.

Se você chegou até aqui, parabéns. Já ultrapassei qualquer limite aceitável de caracteres para uma coluna. Culpa minha. Definitivamente não herdei o dom da síntese do Luiz Henrique Dias.

E antes que isso vire julgamento e o imprudente escritor aqui seja condenado à crucificação em praça pública, deixo algo muito claro:

Isso não é uma reclamação

Vivemos de turismo. Argentinos e paraguaios estão aqui fazendo turismo. Os números recordes anunciados no fim de 2025 por diversos atrativos devem muito a eles. Sem nossos vizinhos, talvez nem tivéssemos alcançado os índices de 2019.

Portanto, meu sincero agradecimento aos turistas de todos os cantos da Argentina e do Paraguai. Se forem me crucificar por este texto, por favor, escolham outro lugar. A Praça da Bíblia é quente demais.

O que faço aqui é apenas uma constatação

Talvez, pela primeira vez, o iguaçuense esteja sentindo na pele o que o argentino sentiu em 2002, após o colapso econômico, e também entre 2023 e início de 2024, quando a desvalorização brutal do peso transformou o Brasil em destino de compras em massa.

Sim, criamos o termo “invasão brasileira”.
Agora, estamos escrevendo essa mesma expressão no nosso próprio dicionário.

E quanto ao Paraguai… sejamos honestos. Brasileiros nunca precisaram de vantagem econômica para “invadir” Ciudad del Este. Fazemos isso com dólar alto, dólar baixo ou dólar inventado.

Uma cidade turística não pode reclamar do turismo. Essa é a engrenagem que move nossa economia. Mesmo quem acredita não ser beneficiado, é. Ainda que indiretamente. Sempre é.

O problema, então, não é o turista.
É a falta de planejamento.

Se não podemos reclamar, resta cobrar. Dos nossos vereadores, tão respeitáveis, mas muito silenciosos nesta época do ano. E do Executivo municipal.

É preciso agir para que o aumento sazonal da frota não continue nos atropelando todo verão.

Há exemplos. Balneário Camboriú é um deles.

Lá, o turismo também é massivo. E, justamente por isso, foram criadas regras claras para ônibus de turismo. Há taxa obrigatória, cadastro prévio, controle de circulação, horários definidos e pontos específicos de embarque e desembarque.

Ônibus até podem circular. Mas não estacionar onde bem entendem.
Para isso, existem estacionamentos públicos estruturados, com segurança 24 horas, áreas de descanso para motoristas, descarte adequado de resíduos biológicos e logística pensada para funcionar.

Foz do Iguaçu poderia — e deveria — avançar em medidas semelhantes:

  • Criação de taxa municipal de circulação para ônibus de turismo que não são emplacados na cidade, com cadastro obrigatório;
  • Definição clara de rotas exclusivas para ônibus em alta temporada;
  • Implantação de bolsões de estacionamento fora do eixo urbano, com transporte complementar para os turistas;
  • Regulamentação rigorosa de pontos de embarque e desembarque, com fiscalização efetiva;
  • Revisão das regras de estacionamento na área central durante períodos críticos;
  • Integração real entre turismo, mobilidade urbana e planejamento viário — não apenas no discurso.

 

Nada disso afasta turistas. Pelo contrário. Organiza, qualifica e torna a experiência melhor para todos.

Turismo não combina com improviso. Muito menos com caos.

O “timing” para essa temporada, já perdemos. Mas se queremos continuar vivendo em uma cidade turística — e queremos — precisamos decidir se seremos protagonistas do planejamento ou apenas figurantes reclamando no congestionamento.

Porque se sentir forasteiro dentro da própria cidade, convenhamos, cansa.

 

 

*Assim como na extinta coluna escrita por Luiz Henrique Dias,  a opinião emitida neste texto não representa necessariamente o posicionamento deste veículo de comunicação.

 

Fotos: Imagens geradas por Inteligência Artificial (I.A)

A Ghelere Transportes, empresa de Cascavel (PR) com atuação nacional no transporte de bebidas, oficializou nesta semana a incorporação da Brilhante Transportes, companhia especializada em cargas frigorificadas, com matriz em Foz do Iguaçu. A operação consolida um movimento estratégico de diversificação e amplia a presença da empresa nos corredores logísticos do Mercosul.

Negociada ao longo de 2025, a incorporação é considerada um marco para o setor logístico do Oeste do Paraná e fortalece a integração entre transporte rodoviário, indústria de alimentos, agronegócio e comércio transfronteiriço.

Expansão além do transporte de bebidas

Reconhecida como referência nacional no transporte de bebidas, a Ghelere possui uma operação consolidada no transporte de manufaturados, atendendo desde o deslocamento de matéria-prima para a indústria até a distribuição de produtos finalizados a centros logísticos.

A empresa atua junto a grandes indústrias globais e marcas de alcance regional e nacional. Em 2024, a Ghelere registrou faturamento de R$ 300 milhões, refletindo sua capilaridade operacional e presença nos principais eixos logísticos do país.

Entrada no segmento frigorificado

Com a incorporação da Brilhante, a Ghelere passa a operar também no transporte frigorificado, segmento estratégico para as cadeias de proteínas e alimentos.

Fundada há 20 anos, a Brilhante Transportes encerrou 2024 com faturamento de R$ 121 milhões e atua com grandes embarcadores nacionais e internacionais, ampliando o alcance da operação logística integrada.

Frota acima de 600 veículos

A incorporação adiciona cerca de 200 veículos à frota da Ghelere, que antes contava com aproximadamente 400 conjuntos, elevando o total para mais de 600 caminhões em operação.

Com isso, a empresa passa a contar com mais de dez filiais no Brasil, posicionando-se como um dos principais players logísticos do Oeste do Paraná, região impulsionada pela expansão do agronegócio, da indústria de alimentos e do comércio internacional.

A união das operações também amplia a competitividade da companhia nos principais corredores logísticos do Brasil e da América do Sul.

Integração gradual e foco em eficiência

Segundo a empresa, o processo de integração será realizado de forma gradual, respeitando as características de cada operação. O foco está na padronização de processos, aplicação de tecnologias embarcadas, fortalecimento das práticas de segurança e sustentabilidade, além do desenvolvimento das equipes.

Rumo ao mercado de capitais

Internamente, a incorporação da Brilhante é considerada um dos passos mais relevantes no caminho para a abertura de capital da Ghelere.

Com a conclusão da transação, a empresa entra agora em uma fase de ajustes burocráticos e de cultura organizacional. O próximo marco previsto é a transformação da companhia em sociedade anônima (S/A).

Projeção de crescimento

Com a consolidação das operações, a Ghelere projeta atingir faturamento de R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos, sustentado pela diversificação de serviços, expansão seletiva da frota e crescimento atrelado à assinatura de novos contratos.

A empresa afirma que a idade média dos veículos deverá ser mantida em torno de três anos, reforçando o compromisso com eficiência operacional e competitividade.

O movimento acompanha uma tendência mais ampla do setor de transporte rodoviário de cargas, onde escala, especialização e eficiência se tornam determinantes em um cenário de margens mais apertadas e maior integração regional.

 

Com Informações: Portal Transporte Moderno
Fotos: Arquivo das redes sociais

A Mega-Sena sorteia neste sábado (17) um prêmio acumulado de R$ 41 milhões, após não haver ganhadores na faixa principal do concurso 2.960. O sorteio acontece a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

No concurso anterior, as seis dezenas sorteadas foram 03, 13, 15, 16, 46 e 47. Nenhuma aposta acertou todos os números, o que fez o prêmio principal acumular.

Apesar disso, milhares de apostadores conseguiram levar prêmios para casa nas faixas secundárias.

Premiação do concurso 2.960

Na Quina, 46 apostas foram premiadas, cada uma recebendo R$ 38.114,61.
Já na Quadra, 3.175 apostas ganharam R$ 910,23 cada.

A arrecadação total do concurso foi de R$ 43.997.994,00.

Quina no Paraná

Entre as apostas que acertaram cinco números, duas foram registradas no Paraná:

  • Campina Grande do Sul: uma aposta simples, com seis números, registrada na lotérica Loterias Campina Da Sorte Ltda, sem teimosinha e com uma cota, rendeu R$ 38.114,61;

  • Maringá: uma aposta simples, com seis números, registrada por meio de canais eletrônicos, também sem teimosinha e com uma cota, faturou R$ 38.114,61.

Próximo sorteio

O concurso 2.961 será realizado neste sábado (17), com prêmio estimado em R$ 41 milhões para quem acertar as seis dezenas.

O sorteio acontece no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo, e terá transmissão ao vivo pelo YouTube da Caixa e pelo Facebook das Loterias Caixa.

Como apostar

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet.

O jogo simples da Mega-Sena, com seis números marcados, custa R$ 6,00.

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