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ter, 08 de set 2026

O que faz um perfume viralizar?

Especialista em perfumaria analisa como identidade olfativa, narrativa e redes sociais transformam fragrâncias em verdadeiros fenômenos de consumo.

Por Suzana Damata

Na perfumaria, existem fragrâncias que chegam e rapidamente passam a fazer parte das conversas, dos vídeos, das buscas e, principalmente, da lista de desejos de quem ama perfumes. Mas o que transforma uma fragrância em um fenômeno? Por que alguns perfumes atravessam a vitrine e chegam à boca do povo?

O fenômeno da viralização na perfumaria é resultado de uma combinação bastante interessante entre olfato, comportamento, desejo e influência. E, embora não exista uma fórmula exata para criar um perfume viral, alguns elementos aparecem com frequência quando observamos os grandes sucessos dos últimos anos.

Primeiro, o perfume precisa provocar uma reação

Antes de qualquer estratégia, existe o cheiro. Um perfume que viraliza normalmente tem uma identidade olfativa capaz de despertar alguma coisa: encantamento, curiosidade, memória ou aquela irresistível vontade de sentir novamente.

Pode ser uma combinação inesperada, uma assinatura marcante ou simplesmente um aroma extremamente agradável e fácil de reconhecer. É aí que a perfumaria deixa de ser apenas produto e passa a ser experiência.

Depois vem a história

Os perfumes que mais circulam nas redes sociais quase sempre carregam uma narrativa. Pode ser o árabe que surpreende pela qualidade e pelo preço; o perfume que lembra uma fragrância internacional muito desejada; o lançamento que apresenta uma combinação diferente; ou aquela fragrância que faz todo mundo perguntar o que você está usando.

Quando existe uma história por trás do perfume, fica mais fácil falar sobre ele. E tudo aquilo que é fácil de contar tem mais chances de ser compartilhado.

O poder do boca a boca

Na era das redes sociais, o boca a boca ganhou uma nova dimensão. Uma pessoa descobre, outra testa, alguém publica, outra pessoa comenta, um vídeo viraliza, a busca aumenta e, de repente, aquela fragrância que estava restrita a um determinado público começa a aparecer em todos os lugares. É um verdadeiro efeito dominó.

Foi esse movimento que ajudou perfumes como Asad e Yara, da Lattafa, a se transformarem em verdadeiros fenômenos da perfumaria árabe. Por muito tempo, eram nomes recorrentes em vídeos, rankings, indicações e conversas entre consumidores.

E hoje vemos novos protagonistas entrando nessa conversa: Lira e Nyra, da Nayaat; Queen of Arabia, da Lattafa; e Vulcan Feu, da French Avenue, são exemplos de fragrâncias que vêm despertando atenção e conquistando espaço justamente por reunir características que favorecem esse fenômeno — identidade, desejo, curiosidade e uma experiência olfativa que dá vontade de comentar.

A perfumaria também tem seus fenômenos

Observar quais perfumes viralizam é, de certa forma, observar para onde o mercado está caminhando. Os sucessos revelam mudanças de comportamento, novas preferências olfativas e até a maneira como as pessoas estão descobrindo e escolhendo suas fragrâncias.

E talvez seja justamente isso que torne a perfumaria tão fascinante: um perfume pode nascer como um lançamento entre tantos outros e, algumas semanas depois, se transformar em assunto, tendência e objeto de desejo.

No fim das contas, um perfume viral não é apenas aquele que vende muito. É aquele que faz as pessoas falarem sobre ele. Porque, quando uma fragrância consegue sair do frasco e entrar na conversa, ela deixa de ser apenas perfume — torna-se fenômeno.

Suzana Damata é especialista em perfumaria e acompanha esses movimentos diretamente na Elegancia Company, em Ciudad del Este, onde tendências, lançamentos e comportamento do consumidor se encontram para revelar quais fragrâncias realmente conquistam o público.

 

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A Xiaomi revelou oficialmente na China o seu mais novo avanço no mercado de dispositivos móveis: o Xiaomi 18 Fold. Apresentado na segunda-feira (7) pelo CEO da marca, Lei Jun, o modelo marca a estreia da fabricante no segmento de dobráveis com formato “wide” — proporção mais larga que busca equilibrar uso compacto quando fechado e experiência de tablet quando aberto.

O lançamento antecipa a movimentação de concorrentes no setor de dobráveis e chega às lojas chinesas a partir de quinta-feira, 10 de setembro. Até o momento, a fabricante ainda não confirmou prazos para o lançamento da versão global do dispositivo nos mercados ocidentais.

Design compacto e usabilidade multitarefa

Desenvolvido ao longo dos últimos dois anos, o Xiaomi 18 Fold apresenta um painel interno flexível de 7,58 polegadas e uma tela externa de 5,38 polegadas. Ambas contam com proporção de √2:1, formato apontado pela marca como ideal para a leitura natural e consumo de mídias.

Quando dobrado, o aparelho tem espessura de 10,68 mm e pesa 219 gramas, adotando dimensões semelhantes às de um passaporte para facilitar o manuseio com apenas uma mão. Desdobrado, o painel interno opera como um tablet compacto adaptado para rodar até três aplicativos simultâneos na tela, além de suporte a janelas flutuantes.

A estrutura é composta por uma liga de alumínio reforçada com vidro Xiaomi Shield Glass 3.0 e uma nova geração de dobradiças projetadas para maior durabilidade.

Especificações técnicas e conjunto de câmeras Leica

No desempenho, o Xiaomi 18 Fold estreia o novo processador XRing O3 (com arquitetura de 3 nanômetros), combinado a memórias RAM do tipo LPDDR6. O conjunto é alimentado por uma bateria de 6.000 mAh com suporte a carregamento rápido de 60 W via cabo e 50 W sem fios.

O conjunto fotográfico, assinado em parceria com a Leica, traz um módulo triplo na traseira:

  • Sensor principal: 200 MP;
  • Lente telefoto: 50 MP (com zoom óptico de 3,5x);
  • Lente ultrawide: 50 MP.

 

Preço e disponibilidade

Disponível inicialmente para o mercado chinês, os preços do Xiaomi 18 Fold partem de 10.999 yuan (cerca de R$ 8,6 mil na conversão direta) na versão de 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A versão topo de linha, com 16 GB de RAM e 1 TB de espaço interno, chega ao mercado por 14.999 yuan (aproximadamente R$ 11,7 mil). Não foi anunciado a data em que a versão global estará disponível para o mercado do ocidente.

 

 

 

Fotos: Divulgação/Xiaomi

O governo brasileiro iniciou negociações com o Paraguai para pedir a redução do valor cobrado para a emissão do Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço (DTVF). A medida ocorre às vésperas da abertura da Ponte da Integração para carros de passeio, agendada para a próxima segunda-feira, 14 de setembro.

A preocupação das autoridades locais decorre da expressiva diferença de custo entre os dois países. Enquanto a emissão do DTVF no Brasil (via Polícia Federal) custa cerca de R$ 63, a taxa cobrada pela Dirección Nacional de Migraciones do Paraguai foi fixada em 234.154 guaranis (aproximadamente R$ 160 a R$ 200, dependendo da cotação).

Como o morador de Foz do Iguaçu precisa solicitar o documento no lado paraguaio para cruzar a nova ponte em direção a Presidente Franco, o valor cobrado pelo país vizinho é considerado elevado por lideranças locais, que defendem o princípio de reciprocidade para não sobrecarregar a população fronteiriça.

De acordo com o delegado da Receita Federal em Foz do Iguaçu, Marcelo Mossi, o impasse já está sendo tratado na esfera diplomática por meio do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty), com o objetivo de que o Paraguai revise a taxa antes do início do fluxo regular de automóveis.

Exigência do DTVF começa dia 14 de setembro

Vista aérea da Ponte da Integração e da estrutura da nova Aduana Brasil x Paraguai. Foto: Divulgação.

A partir de 14 de setembro, o tráfego de veículos de passeio na Ponte da Integração funcionará em caráter experimental das 7h às 13h, sendo restrito a moradores cadastrados de Foz do Iguaçu, Ciudad del Este, Presidente Franco e Hernandarias.

Para utilizar a travessia nesta modalidade, o DTVF será obrigatório para todos os ocupantes do veículo (motorista e passageiros), além da apresentação de documento de identidade válido e seguro internacional do automóvel (Carta Verde).

Quem optar por não emitir o DTVF poderá continuar atravessando a fronteira normalmente pela Ponte Internacional da Amizade, seguindo os trâmites migratórios convencionais.

 

Servidores da Receita Federal apreenderam 1.011 ampolas de medicamentos emagrecedores trazidas irregularmente do Paraguai durante operações de rotina na Aduana da Ponte Internacional da Amizade. As abordagens ocorreram ao longo dessa segunda-feira (7) e revelaram diferentes métodos de ocultação das substâncias em veículos de passeio, motos e fundos falsos.

Na primeira fiscalização do dia, um casal brasileiro foi flagrado transportando 480 ampolas escondidas sob o banco de um táxi de placa paraguaia. Diante da infração e da gravidade da carga, ambos foram detidos e encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu.

Em outra ação, um passageiro de mototáxi foi flagrado transportando produtos proibidos no Brasil afixados ao próprio corpo. Com ele, os agentes encontraram 196 ampolas de emagrecedores, 15 ampolas de anabolizantes e seis unidades de cigarros eletrônicos (vapes). O passageiro também foi levado à sede da Polícia Federal.

Ocultação em peças de motocicletas

As equipes de fiscalização também interceptaram duas motocicletas utilizadas para o transporte clandestino de insumos medicinais. Em uma moto de placa brasileira, os servidores localizaram 53 ampolas escondidas em uma peça próxima à roda traseira e outras 232 ampolas ocultas em caixas de perfumes guardadas no baú e sob o assento. Os ocupantes do veículo foram conduzidos à autoridade policial.

Na última abordagem registrada, outro condutor de motocicleta foi flagrado com 50 ampolas de medicamentos emagrecedores e 70 ampolas de anabolizantes estocadas debaixo do banco.

Nos casos em que o volume apreendido não configurou prisão em flagrante por tráfico ou crime contra a saúde pública, a Receita Federal formalizará representações fiscais para fins penais, que serão remetidas ao Ministério Público Federal para apuração das responsabilidades.

 

 

Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

A Avenida Paraná foi palco, na manhã desta segunda-feira (7), de uma das maiores celebrações da Independência do Brasil registradas em Foz do Iguaçu. O tradicional Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro reuniu quase 20 mil pessoas ao longo do trecho entre as avenidas Costa e Silva e Duque de Caxias, no bairro Polo Centro, em comemoração aos 204 anos da pátria.

A solenidade teve início às 9h com o hasteamento das bandeiras e a execução dos hinos Nacional e da Independência. Na sequência, o prefeito General Joaquim Silva e Luna realizou a tradicional revista às tropas. Às 9h30, o primeiro dos 42 agrupamentos inscritos iniciou o deslocamento pela avenida, em um percurso que se estendeu até por volta das 12h.

PARTICIPOU DO DESFILE DE 7 DE SETEMBRO? ENCONTRE SUA FOTO AQUI

Tropas militares, viaturas e força escolar

O evento mobilizou cerca de 3,8 mil participantes e contou com o desfile de 60 veículos militares e operacionais.

As forças de segurança e forças armadas marcaram presença com contingentes e viaturas da Marinha do Brasil (Capitania Fluvial do Rio Paraná), 34º Batalhão de Infantaria Mecanizado, Destacamento de Controle do Espaço Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Polícia Ambiental, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Departamento de Polícia Penal do Paraná, Instituto de Criminalística e Guarda Municipal.

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A educação também teve papel central na solenidade. A rede municipal levou 600 estudantes de 30 escolas para a avenida. Além deles, participaram 1.200 alunos de 12 instituições particulares, 600 estudantes da rede cívico-militar e 200 integrantes do 5º Colégio da Polícia Militar, ao lado de outras entidades da sociedade civil.

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Liberação do trânsito na Avenida Paraná

Com o encerramento das apresentações ao meio-dia, as equipes operacionais iniciaram o trabalho de desmontagem das estruturas na Avenida Paraná. A previsão do Foztrans é que todas as vias interdiadas no trecho — que compreendia desde o cruzamento com a Avenida José Maria de Brito até a Avenida Costa e Silva e vias acessórias — estejam totalmente liberadas para o tráfego de veículos até as 17h desta segunda-feira.

 

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

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