Devido ao horário de verão, que começou no último domingo, 15, o Marco das Três Fronteiras, em Foz do Iguaçu, divulgou que terá mudanças na programação de suas apresentações culturais.
Até o fim do novo horário (18 de fevereiro de 2018), o Show Minueto, começará às 20h e o Três Fronteiras, às 20h30.
O Show Minueto, consiste em uma dança de época, da corte do século XVIII e representa a aristocracia europeia do período da colonização. Já o Três Fronteiras homenageia Brasil, ao Paraguai e a Argentina, com bailarinos da região, vestidos à caráter.
O Marco das Três Fronteiras funciona todos os dias, das 10h às 23h. As apresentações culturais são realizadas de terça a domingo. Mais informações no site.
Ingressos:
Individual (integral) – R$ 19,30
Individual (tarifa reduzida) – R$ 10,30
* tarifa reduzida: crianças de 6 a 11 anos, estudantes brasileiros e pessoas com mais de 60 anos (brasileiros)
Moradores de Foz do Iguaçu, mediante comprovação de residência, têm gratuidade na visitação turística.
Foz do Iguaçu sempre foi reconhecida por visitantes como uma cidade limpa e organizada. Mas quem caminha pelos bairros e até pelo centro nos últimos anos percebe uma mudança negativa: sacos rasgados, entulho em esquinas e recicláveis espalhados. É fácil apontar o dedo para a prefeitura ou para a empresa concessionária, mas a verdade é que o sistema de limpeza pública não consegue ser efetivo se o cidadão não fizer a sua parte.
A gestão de resíduos baseia-se no princípio da responsabilidade compartilhada. O poder público deve coletar e dar o destino final, mas o sucesso dessa operação depende diretamente de como cada indivíduo descarta o que consome.
O erro começa na calçada
Lixo descartado abaixo de placa que proíbe descarte de lixo. Foto: Kaká Souza.
Em uma caminhada matinal pelo Jardim Maracanã — basicamente dentro da região central de Foz, e por onde circulam centenas de turistas diariamente — nesta sexta-feira, o problema ficou evidente. Muitas empresas e residências descartam o lixo logo cedo, mesmo sabendo que a coleta (que nesta região é feita pela UVR Jardim América) ocorre apenas no período da tarde.
O resultado é previsível: o lixo fica horas exposto à mercê de animais e pessoas em situação de rua que, ao buscarem algo, acabam rasgando os sacos. O que era um descarte ensacado vira sujeira espalhada pelo meio-fio antes mesmo do caminhão passar. Além disso, o descarte de móveis velhos e restos de construção — que são obrigação do gerador levar aos Ecopontos — acaba sendo abandonado nas calçadas, em frente a terrenos baldios.
Descarte irregular de resíduo sólido. Foto: Kaká Souza.
Agora, só imagine
Se isso ocorre em uma região cercada por hotéis, a poucos metros de distância de um shopping e perto de diversos empreendimentos comerciais, imagine o que ocorre em bairros mais afastados da região central, onde a presença do poder público é pouco notada.
Entenda a classificação do lixo:
Para ajudar na organização, é preciso saber que cada resíduo tem seu destino:
Domiciliar: Restos de alimentos e rejeitos (banheiro). Deve ser colocado na rua apenas próximo ao horário do caminhão.
Comercial: Empresas têm obrigação legal (Lei nº 12.305/2010) de separar o reciclável e gerir seus resíduos. Descartar de qualquer forma na calçada é ilegal.
Reciclável: Aproximadamente 40% do que produzimos pode ser reaproveitado. Se misturado ao lixo comum, perde o valor e vira sujeira.
Você está fazendo a sua parte?
A prefeitura disponibiliza em seu site e redes sociais o cronograma completo da coleta domiciliar que — acontece diariamente na região central e de forma alternada (2ª, 4ª e 6ª) ou (3ª, 5ª e sábado) nos bairros — e da seletiva (que ocorre duas vezes por semana em diversas regiões). Ignorar esse cronograma é contribuir diretamente para a degradação da imagem da nossa cidade.
Este texto não é um salvo-conduto para que o poder público deixe de investir em melhorias. É, na verdade, um apelo para que o iguaçuense entenda que a limpeza urbana começa no portão de casa. Sem a colaboração da comunidade, nenhuma frota de caminhões será suficiente para manter Foz do Iguaçu brilhando.
Viajar com bateria extra no celular é essencial, mas os passageiros precisam estar atentos às novas normas de segurança. A Anac atualizou a regulamentação para o transporte de baterias de lítio, incorporando padrões internacionais. A principal mudança foca na capacidade dos aparelhos e na forma como devem ser guardados durante o voo.
O que é permitido?
Para quem vai viajar saindo de Foz do Iguaçu, as regras de ouro são:
Exclusivamente na mão: Power banks nunca devem ser despachados no porão do avião. Eles devem estar com o passageiro na cabine.
Quantidade: Cada viajante pode levar, no máximo, dois aparelhos.
Capacidade: Modelos de até 100Wh são permitidos livremente. Aparelhos entre 100Wh e 160Wh exigem autorização prévia da companhia aérea.
Proibição total: Carregadores com capacidade superior a 160Wh são proibidos e devem ser descartados antes do embarque.
Uso proibido a bordo
A nova portaria também veda o uso dos power banks durante o voo. É proibido carregar celulares ou outros eletrônicos utilizando esses dispositivos enquanto a aeronave estiver em operação. Além disso, o próprio power bank não pode ser recarregado nas tomadas ou entradas USB do avião.
Dicas de segurança
Para evitar curtos-circuitos, a Anac orienta que os terminais dos carregadores estejam protegidos ou que o item seja transportado em sua embalagem original. Em caso de dúvidas, a recomendação é entrar em contato com a empresa aérea antes de se deslocar para o aeroporto.
A fiscalização será rigorosa nos canais de inspeção (raio-x) e itens que não cumprirem as normas de capacidade poderão ser retidos pelas equipes de segurança aeroportuária.
A Anac orienta que passageiros entrem em contato com as empresas aéreas antes de embarcar portando power banks.
Para mais informações sobre itens permitidos e restrições no transporte aéreo, consulte o site da Anac.
O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena, realizado na noite de quinta-feira, não teve ganhadores na faixa principal. As dezenas sorteadas foram: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Com isso, o prêmio estimado para o sorteio de sábado (25) é de R$ 100 milhões.
Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, o Paraná teve um desempenho de destaque. Quatro apostas do estado acertaram cinco números (quina). Em Curitiba e Londrina, três apostas simples levaram R$ 28.755,27 cada. Já em Guaíra, um bolão com 9 números faturou R$ 115.020,78.
Sorte em Foz do Iguaçu
Em Foz do Iguaçu, sete apostadores acertaram quatro dezenas (quadra). A maioria levou o prêmio padrão de R$ 916,43, mas uma aposta feita por canais digitais com sete números faturou R$ 2.749,29.
Confira as lotéricas onde saíram os prêmios em Foz:
Brasil Loterias (Vila Portes)
Cataratas Loterias (Vila Yolanda)
Loteria Fortuna (Centro)
Lotérica Consalter (Vila A)
Lotérica Vitória (Jardim São Paulo)
Canais Eletrônicos (Duas apostas premiadas)
Como apostar para os R$ 100 milhões
Quem quiser tentar a sorte para o próximo concurso tem até as 20h de sábado (25) para registrar o jogo.
A aposta simples (6 números) custa R$ 6,00 e podem ser feitas nas casas lotéricas físicas ou pelo site/aplicativo Loterias Caixa. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.
Caso um único ganhador leve os R$ 100 milhões e aplique o valor integral na poupança, o rendimento apenas no primeiro mês será de aproximadamente R$ 580 mil.
O jornalismo paranaense pode ganhar um representante de peso no cenário nacional. Estão abertas as inscrições para o projeto “Academia LED Globo – Jornalismo na Universidade”. A iniciativa selecionará estudantes do último ano de Jornalismo para participarem de um reality de reportagem sob o comando de Caco Barcellos.
Os seis selecionados passarão por um treinamento intensivo e o vencedor terá a oportunidade de acompanhar de perto o cotidiano do jornalismo da Globo. A RPC, como afiliada no estado, reforça o convite para que os universitários do Paraná enviem seus materiais e aproveitem a vitrine do Fantástico no segundo semestre de 2026.
Como funciona a seleção
Para participar, os candidatos devem produzir uma reportagem inédita sobre alguma manifestação cultural brasileira. Pode ser sobre culinária, folclore, literatura ou artesanato local. Um detalhe importante: o material pode ser gravado inteiramente pelo celular, de forma horizontal, priorizando a qualidade da narrativa e a sensibilidade da pauta.
Requisitos para inscrição:
Ser estudante de Jornalismo no último ano da graduação;
Ter mais de 18 anos;
Ter disponibilidade para gravações em julho de 2026 (Rio de Janeiro e São Paulo).
Etapas do programa
O processo contará com uma fase de entrevistas e pitching com Caco Barcellos. Os seis finalistas serão acompanhados pelas câmeras durante cinco episódios, onde cada desafio mostrará os bastidores, os imprevistos e as escolhas editoriais que fazem parte da profissão. A cada programa, um participante será eliminado com base na relevância e construção de suas histórias.
As inscrições seguem abertas até o dia 10 de maio pelo site movimentoled.com.br.