O jornalismo paranaense pode ganhar um representante de peso no cenário nacional. Estão abertas as inscrições para o projeto “Academia LED Globo – Jornalismo na Universidade”. A iniciativa selecionará estudantes do último ano de Jornalismo para participarem de um reality de reportagem sob o comando de Caco Barcellos.
Os seis selecionados passarão por um treinamento intensivo e o vencedor terá a oportunidade de acompanhar de perto o cotidiano do jornalismo da Globo. A RPC, como afiliada no estado, reforça o convite para que os universitários do Paraná enviem seus materiais e aproveitem a vitrine do Fantástico no segundo semestre de 2026.
Como funciona a seleção
Para participar, os candidatos devem produzir uma reportagem inédita sobre alguma manifestação cultural brasileira. Pode ser sobre culinária, folclore, literatura ou artesanato local. Um detalhe importante: o material pode ser gravado inteiramente pelo celular, de forma horizontal, priorizando a qualidade da narrativa e a sensibilidade da pauta.
Requisitos para inscrição:
Ser estudante de Jornalismo no último ano da graduação;
Ter mais de 18 anos;
Ter disponibilidade para gravações em julho de 2026 (Rio de Janeiro e São Paulo).
Etapas do programa
O processo contará com uma fase de entrevistas e pitching com Caco Barcellos. Os seis finalistas serão acompanhados pelas câmeras durante cinco episódios, onde cada desafio mostrará os bastidores, os imprevistos e as escolhas editoriais que fazem parte da profissão. A cada programa, um participante será eliminado com base na relevância e construção de suas histórias.
As inscrições seguem abertas até o dia 10 de maio pelo site movimentoled.com.br.
Neste domingo, 26 de abril de 2026, Foz do Iguaçu recorda um dos capítulos mais glamourosos e marcantes de sua história recente. Há exatos 35 anos, o Aeroporto Internacional de Foz recebia o avião da Força Aérea Real trazendo a bordo a figura mais fotografada do mundo na época: Diana, a Princesa de Gales.
A visita, que ocorreu em 1991, fazia parte de um roteiro de cinco dias pelo Brasil. Enquanto o então príncipe Charles cumpria agendas ambientais voltadas à preparação para a ECO-92 em cidades como Belém e São Paulo, Diana seguiu um desejo pessoal: conhecer as quedas iguaçuenses. Reza a lenda que a inclusão do destino no roteiro oficial foi um pedido direto da própria princesa, fascinada pelas histórias sobre a força da natureza na fronteira.
Meio-dia na fronteira: A chegada da Princesa
O relógio marcava meio-dia quando Diana desembarcou em solo iguaçuense. Após receber cumprimentos de autoridades locais em uma recepção que parou a cidade, ela seguiu diretamente para o Parque Nacional do Iguaçu.
Diferente das aglomerações protocolares, o momento de Diana com as Cataratas foi de contemplação. Ela caminhou pelas passarelas, sempre seguida de perto por uma multidão de fotógrafos de agências internacionais, e passou uma noite inesquecível no icônico Hotel das Cataratas. Na época, o local era conhecido como Hotel Tropical das Cataratas, antes da concessão passar para a rede Orient-Express Hotels em 2007 (renomeada para Belmond em 2014).
O detalhe que os registros oficiais não contam
O jornalista Jackson Lima, resgistrou em suas redes sociais, uma curiosidade sobre a visita de Lady Di. Imagem: Reprodução.
Uma curiosidade compartilhada pelo jornalista e “memória viva” de Foz, Jackson Lima, em suas redes sociais, revela um lado menos glamouroso daquela época. Segundo Jackson, a Princesa não conseguiu percorrer a passarela do Salto Floriano — aquela que leva até a borda do cânion do rio — porque a estrutura estava quebrada.
As fotos da época confirmam que a antiga passarela estava sem grade, refletindo uma realidade difícil que o Parque Nacional vivia naquele início de década. Ainda segundo o jornalista, a situação levou quatro anos para ser resolvida, graças a um patrocínio da saudosa companhia aérea VARIG, que custeou a passarela utilizada até hoje.
O “Quarto da Princesa”
Três décadas e meia depois, o legado dessa estadia permanece vivo dentro do hotel. O quarto ocupado por Lady Di, com vista privilegiada para as quedas, tornou-se o mais famoso e requisitado da unidade. Hospedar-se ali é, para muitos visitantes, uma forma de se conectar com a aura de elegância e humanidade que Diana exalava.
O fim de uma era
A passagem por Foz foi um dos últimos momentos de tranquilidade da princesa antes de retornar a São Paulo para um compromisso no Teatro Municipal e, posteriormente, regressar à Inglaterra. Apenas um ano após pisar nas Cataratas, em 1992, rumores da separação de Charles e Diana abalariam o mundo — o divórcio oficial viria em 1996.
A trajetória da “Princesa do Povo” seria tragicamente interrompida seis anos após a visita a Foz, em 31 de agosto de 1997, em Paris. Porém, para Foz do Iguaçu, Diana nunca partiu. Ela permanece eternizada na memória coletiva dos moradores da região trinacional, nas fotos amareladas dos arquivos locais e no som das águas que, naquele 26 de abril de 1991, pareceram reverenciar a realeza.
Foto em destaque: Arquivo da internet restaurado com auxílio da inteligência artificial (I.A)
Foz do Iguaçu sempre foi reconhecida por visitantes como uma cidade limpa e organizada. Mas quem caminha pelos bairros e até pelo centro nos últimos anos percebe uma mudança negativa: sacos rasgados, entulho em esquinas e recicláveis espalhados. É fácil apontar o dedo para a prefeitura ou para a empresa concessionária, mas a verdade é que o sistema de limpeza pública não consegue ser efetivo se o cidadão não fizer a sua parte.
A gestão de resíduos baseia-se no princípio da responsabilidade compartilhada. O poder público deve coletar e dar o destino final, mas o sucesso dessa operação depende diretamente de como cada indivíduo descarta o que consome.
O erro começa na calçada
Lixo descartado abaixo de placa que proíbe descarte de lixo. Foto: Kaká Souza.
Em uma caminhada matinal pelo Jardim Maracanã — basicamente dentro da região central de Foz, e por onde circulam centenas de turistas diariamente — nesta sexta-feira, o problema ficou evidente. Muitas empresas e residências descartam o lixo logo cedo, mesmo sabendo que a coleta (que nesta região é feita pela UVR Jardim América) ocorre apenas no período da tarde.
O resultado é previsível: o lixo fica horas exposto à mercê de animais e pessoas em situação de rua que, ao buscarem algo, acabam rasgando os sacos. O que era um descarte ensacado vira sujeira espalhada pelo meio-fio antes mesmo do caminhão passar. Além disso, o descarte de móveis velhos e restos de construção — que são obrigação do gerador levar aos Ecopontos — acaba sendo abandonado nas calçadas, em frente a terrenos baldios.
Descarte irregular de resíduo sólido. Foto: Kaká Souza.
Agora, só imagine
Se isso ocorre em uma região cercada por hotéis, a poucos metros de distância de um shopping e perto de diversos empreendimentos comerciais, imagine o que ocorre em bairros mais afastados da região central, onde a presença do poder público é pouco notada.
Entenda a classificação do lixo:
Para ajudar na organização, é preciso saber que cada resíduo tem seu destino:
Domiciliar: Restos de alimentos e rejeitos (banheiro). Deve ser colocado na rua apenas próximo ao horário do caminhão.
Comercial: Empresas têm obrigação legal (Lei nº 12.305/2010) de separar o reciclável e gerir seus resíduos. Descartar de qualquer forma na calçada é ilegal.
Reciclável: Aproximadamente 40% do que produzimos pode ser reaproveitado. Se misturado ao lixo comum, perde o valor e vira sujeira.
Você está fazendo a sua parte?
A prefeitura disponibiliza em seu site e redes sociais o cronograma completo da coleta domiciliar que — acontece diariamente na região central e de forma alternada (2ª, 4ª e 6ª) ou (3ª, 5ª e sábado) nos bairros — e da seletiva (que ocorre duas vezes por semana em diversas regiões). Ignorar esse cronograma é contribuir diretamente para a degradação da imagem da nossa cidade.
Este texto não é um salvo-conduto para que o poder público deixe de investir em melhorias. É, na verdade, um apelo para que o iguaçuense entenda que a limpeza urbana começa no portão de casa. Sem a colaboração da comunidade, nenhuma frota de caminhões será suficiente para manter Foz do Iguaçu brilhando.
Viajar com bateria extra no celular é essencial, mas os passageiros precisam estar atentos às novas normas de segurança. A Anac atualizou a regulamentação para o transporte de baterias de lítio, incorporando padrões internacionais. A principal mudança foca na capacidade dos aparelhos e na forma como devem ser guardados durante o voo.
O que é permitido?
Para quem vai viajar saindo de Foz do Iguaçu, as regras de ouro são:
Exclusivamente na mão: Power banks nunca devem ser despachados no porão do avião. Eles devem estar com o passageiro na cabine.
Quantidade: Cada viajante pode levar, no máximo, dois aparelhos.
Capacidade: Modelos de até 100Wh são permitidos livremente. Aparelhos entre 100Wh e 160Wh exigem autorização prévia da companhia aérea.
Proibição total: Carregadores com capacidade superior a 160Wh são proibidos e devem ser descartados antes do embarque.
Uso proibido a bordo
A nova portaria também veda o uso dos power banks durante o voo. É proibido carregar celulares ou outros eletrônicos utilizando esses dispositivos enquanto a aeronave estiver em operação. Além disso, o próprio power bank não pode ser recarregado nas tomadas ou entradas USB do avião.
Dicas de segurança
Para evitar curtos-circuitos, a Anac orienta que os terminais dos carregadores estejam protegidos ou que o item seja transportado em sua embalagem original. Em caso de dúvidas, a recomendação é entrar em contato com a empresa aérea antes de se deslocar para o aeroporto.
A fiscalização será rigorosa nos canais de inspeção (raio-x) e itens que não cumprirem as normas de capacidade poderão ser retidos pelas equipes de segurança aeroportuária.
A Anac orienta que passageiros entrem em contato com as empresas aéreas antes de embarcar portando power banks.
Para mais informações sobre itens permitidos e restrições no transporte aéreo, consulte o site da Anac.
O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena, realizado na noite de quinta-feira, não teve ganhadores na faixa principal. As dezenas sorteadas foram: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Com isso, o prêmio estimado para o sorteio de sábado (25) é de R$ 100 milhões.
Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, o Paraná teve um desempenho de destaque. Quatro apostas do estado acertaram cinco números (quina). Em Curitiba e Londrina, três apostas simples levaram R$ 28.755,27 cada. Já em Guaíra, um bolão com 9 números faturou R$ 115.020,78.
Sorte em Foz do Iguaçu
Em Foz do Iguaçu, sete apostadores acertaram quatro dezenas (quadra). A maioria levou o prêmio padrão de R$ 916,43, mas uma aposta feita por canais digitais com sete números faturou R$ 2.749,29.
Confira as lotéricas onde saíram os prêmios em Foz:
Brasil Loterias (Vila Portes)
Cataratas Loterias (Vila Yolanda)
Loteria Fortuna (Centro)
Lotérica Consalter (Vila A)
Lotérica Vitória (Jardim São Paulo)
Canais Eletrônicos (Duas apostas premiadas)
Como apostar para os R$ 100 milhões
Quem quiser tentar a sorte para o próximo concurso tem até as 20h de sábado (25) para registrar o jogo.
A aposta simples (6 números) custa R$ 6,00 e podem ser feitas nas casas lotéricas físicas ou pelo site/aplicativo Loterias Caixa. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.
Caso um único ganhador leve os R$ 100 milhões e aplique o valor integral na poupança, o rendimento apenas no primeiro mês será de aproximadamente R$ 580 mil.