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sáb, 25 de abr 2026

O que acontece se o valor do Bitcoin cair durante um empréstimo com garantia?

Oscilações no valor do ativo podem levar a chamadas de margem e até liquidação automática da garantia.

O uso de criptomoedas como garantia para obtenção de crédito tem se consolidado como uma alternativa para quem busca liquidez sem vender seus ativos. No entanto, a volatilidade desses ativos levanta uma questão recorrente: o que acontece quando o valor do Bitcoin cai durante o período do empréstimo?

A resposta envolve mecanismos automáticos de proteção adotados pelas plataformas, que podem exigir ações rápidas por parte do usuário para evitar perdas.

Entenda a lógica da garantia

Nos empréstimos com garantia em criptomoedas, o usuário deposita um valor em ativos digitais superior ao montante que deseja tomar emprestado. Essa diferença é conhecida como sobrecolateralização e funciona como uma margem de segurança.

Por exemplo, para obter determinado valor em crédito, pode ser necessário depositar o equivalente a uma quantia maior em Bitcoin. Isso ocorre porque o ativo utilizado como garantia pode variar de preço ao longo do tempo.

Enquanto o contrato estiver ativo, as criptomoedas ficam bloqueadas na plataforma, seja ela centralizada ou baseada em protocolos descentralizados, muitas vezes construídos sobre redes como a Ethereum.

O impacto da queda no preço

Quando o valor do Bitcoin começa a cair, a relação entre o valor da garantia e o valor da dívida se altera. Se essa relação ultrapassar um limite pré-definido pela plataforma, o sistema aciona mecanismos de proteção.

O primeiro deles costuma ser a chamada de margem. Nesse momento, o usuário é notificado para depositar mais criptomoedas ou reduzir o valor da dívida, restaurando o equilíbrio da operação.

Caso essa ação não seja tomada dentro do prazo estipulado, a plataforma pode iniciar a liquidação automática da garantia.

Liquidação automática: como funciona?

A liquidação é um processo no qual parte ou a totalidade do ativo depositado é vendida para cobrir o valor do empréstimo. Esse procedimento é automatizado e ocorre quando o nível de risco da operação ultrapassa o limite aceitável.

Na prática, isso significa que o usuário pode perder parte dos seus Bitcoins, mesmo sem ter realizado uma venda voluntária.

Esse mecanismo protege a plataforma e os credores, garantindo que o valor emprestado seja recuperado, mesmo em cenários de forte desvalorização do mercado.

Monitoramento constante é necessário

Diante desse cenário, acompanhar o valor do ativo utilizado como garantia é parte essencial da estratégia. Como o mercado de criptomoedas pode apresentar variações significativas em curtos períodos, a situação do empréstimo em Bitcoin, por exemplo, pode mudar rapidamente.

Algumas plataformas oferecem alertas automáticos para avisar quando o nível de garantia se aproxima do limite. Ainda assim, a responsabilidade de agir costuma ser do usuário. A falta de acompanhamento pode resultar em liquidações inesperadas, especialmente em momentos de maior instabilidade.

Estratégias para reduzir riscos

Para evitar situações mais críticas, os investidores costumam adotar algumas práticas. Uma delas é manter uma margem de garantia mais ampla do que o mínimo exigido, reduzindo o impacto de oscilações.

Outra estratégia envolve o uso de apenas parte do patrimônio como colateral, preservando uma reserva para eventuais ajustes.

Também é comum escolher plataformas que ofereçam maior transparência nas regras de liquidação e nos critérios utilizados.

Volatilidade exige atenção redobrada

A possibilidade de utilizar criptomoedas como garantia para crédito amplia o uso desses ativos, mas também traz novos desafios. A volatilidade, característica marcante do mercado, pode influenciar diretamente o resultado da operação.

Quando o valor do Bitcoin cai durante um empréstimo, o impacto não se limita à desvalorização do ativo, mas pode afetar a própria manutenção do crédito contratado. Entender os mecanismos envolvidos e acompanhar de perto a operação se tornam fatores determinantes para evitar perdas e manter o controle sobre o patrimônio digital.

 

 

Imagem em destaque: Freepik

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O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena, realizado na noite de quinta-feira, não teve ganhadores na faixa principal. As dezenas sorteadas foram: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Com isso, o prêmio estimado para o sorteio de sábado (25) é de R$ 100 milhões.

Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, o Paraná teve um desempenho de destaque. Quatro apostas do estado acertaram cinco números (quina). Em Curitiba e Londrina, três apostas simples levaram R$ 28.755,27 cada. Já em Guaíra, um bolão com 9 números faturou R$ 115.020,78.

Sorte em Foz do Iguaçu

Em Foz do Iguaçu, sete apostadores acertaram quatro dezenas (quadra). A maioria levou o prêmio padrão de R$ 916,43, mas uma aposta feita por canais digitais com sete números faturou R$ 2.749,29.

Confira as lotéricas onde saíram os prêmios em Foz:

  • Brasil Loterias (Vila Portes)
  • Cataratas Loterias (Vila Yolanda)
  • Loteria Fortuna (Centro)
  • Lotérica Consalter (Vila A)
  • Lotérica Vitória (Jardim São Paulo)
  • Canais Eletrônicos (Duas apostas premiadas)

Como apostar para os R$ 100 milhões

Quem quiser tentar a sorte para o próximo concurso tem até as 20h de sábado (25) para registrar o jogo.

A aposta simples (6 números) custa R$ 6,00 e podem ser feitas nas casas lotéricas físicas ou pelo site/aplicativo Loterias Caixa. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.

Caso um único ganhador leve os R$ 100 milhões e aplique o valor integral na poupança, o rendimento apenas no primeiro mês será de aproximadamente R$ 580 mil.

O jornalismo paranaense pode ganhar um representante de peso no cenário nacional. Estão abertas as inscrições para o projeto “Academia LED Globo – Jornalismo na Universidade”. A iniciativa selecionará estudantes do último ano de Jornalismo para participarem de um reality de reportagem sob o comando de Caco Barcellos.

Os seis selecionados passarão por um treinamento intensivo e o vencedor terá a oportunidade de acompanhar de perto o cotidiano do jornalismo da Globo. A RPC, como afiliada no estado, reforça o convite para que os universitários do Paraná enviem seus materiais e aproveitem a vitrine do Fantástico no segundo semestre de 2026.

Como funciona a seleção

Para participar, os candidatos devem produzir uma reportagem inédita sobre alguma manifestação cultural brasileira. Pode ser sobre culinária, folclore, literatura ou artesanato local. Um detalhe importante: o material pode ser gravado inteiramente pelo celular, de forma horizontal, priorizando a qualidade da narrativa e a sensibilidade da pauta.

Requisitos para inscrição:

  • Ser estudante de Jornalismo no último ano da graduação;
  • Ter mais de 18 anos;
  • Ter disponibilidade para gravações em julho de 2026 (Rio de Janeiro e São Paulo).

 

Etapas do programa

O processo contará com uma fase de entrevistas e pitching com Caco Barcellos. Os seis finalistas serão acompanhados pelas câmeras durante cinco episódios, onde cada desafio mostrará os bastidores, os imprevistos e as escolhas editoriais que fazem parte da profissão. A cada programa, um participante será eliminado com base na relevância e construção de suas histórias.

As inscrições seguem abertas até o dia 10 de maio pelo site movimentoled.com.br.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/RPC

A aproximação da Copa do Mundo de 2026 tem impulsionado o lançamento de campanhas voltadas ao público esportivo. Entre elas está “Pode Apostar”, iniciativa apresentada no início de abril que tem o ex-jogador Denílson como protagonista e propõe abordar a relação entre confiança e a forma como os torcedores acompanham o futebol.

Desenvolvida pela KTO, bet autorizada no Brasil, a campanha integra a estratégia da empresa para ampliar presença durante o torneio. O conteúdo traz relatos de Denílson sobre momentos vividos dentro de campo, estabelecendo conexão entre a experiência do atleta e o comportamento do torcedor. A proposta também dialoga com o uso de plataformas digitais no acompanhamento das partidas.

Estratégia durante a Copa de 2026

O plano de mídia prevê veiculação em televisão aberta, rádio e mídia externa, além de ações no ambiente digital. A empresa também participa das transmissões da CazéTV, responsável pela exibição dos jogos da Copa do Mundo de 2026 no Brasil, com inserções de marca e conteúdos vinculados à programação esportiva.

Segundo o diretor executivo de Marketing da KTO, Matheus Carvalho, a campanha busca refletir o envolvimento do público com o torneio. “A Copa é o momento em que o país inteiro se conecta pelo futebol. Com ‘Pode Apostar’, a gente traduz essa confiança em uma experiência próxima, autêntica e conectada à forma como o brasileiro vive o jogo”, afirma.

A iniciativa considera mudanças no consumo de conteúdo esportivo, com crescimento das transmissões online e diversificação dos canais de acesso. A expectativa é manter presença ao longo de toda a competição, acompanhando o calendário de jogos e as diferentes fases do torneio.

A escolha de plataformas digitais para parte das ações acompanha o avanço desse tipo de transmissão e o alcance junto a diferentes perfis de público. Novas ativações devem ser incorporadas nos meses que antecedem o torneio, mantendo a campanha alinhada ao calendário esportivo.

Crescimento do mercado e interesse do público

Dados da própria plataforma indicam que o futebol concentrou a maior parte das atividades em 2025, com 87,89% das interações registradas. Clubes brasileiros aparecem entre os mais selecionados pelo público, o que reforça o interesse contínuo pelo esporte no país.

Este cenário é pano de fundo para as expectativas das bets durante o evento. Segundo o banco britânico Barclays, a Copa do Mundo do Catar, em 2022, movimentou cerca de US$ 35 bilhões em apostas esportivas globalmente, o equivalente a R$ 186,9 bilhões. O número representa crescimento de aproximadamente 65% em relação ao torneio realizado na Rússia, em 2018.

Para a edição de 2026, projeções indicam volumes superiores, impulsionados por mudanças regulatórias e pela expansão do setor em diferentes mercados.

Com a proximidade da competição, a tendência é que iniciativas voltadas à experiência do torcedor se intensifiquem, acompanhando o interesse crescente pelo futebol em períodos de Copa do Mundo.

A Equipe de Vigilância e Repressão da Alfândega da Receita Federal realizou uma operação de fiscalização intensiva no Aeroporto de Foz na manhã desta sexta-feira (24). A ação teve como objetivo combater a saída de produtos importados sem o devido processo legal, escondidos em bagagens de passageiros que buscavam destinos dentro do Brasil.

Durante a inspeção das malas de quatro voos domésticos, os servidores identificaram uma grande quantidade de itens transportados em desacordo com a legislação aduaneira. O valor total das mercadorias retidas foi estimado em R$ 300 mil.

Itens apreendidos e impacto

Entre os produtos confiscados estavam eletrônicos de alto valor, bebidas importadas e, o que mais preocupou as autoridades, uma carga expressiva de medicamentos. O transporte de remédios sem a devida documentação ou registro sanitário é combatido com rigor por representar um risco direto à saúde pública.

A Receita Federal reforça que, embora o passageiro esteja em um voo nacional, a origem das mercadorias (compras no Paraguai ou Duty Frees) deve respeitar os limites de cota e as finalidades de consumo pessoal. Quando a quantidade caracteriza destinação comercial, a mercadoria é retida.

Controle permanente

A operação faz parte da estratégia de vigilância integrada na fronteira, que monitora não apenas a Ponte da Amizade e estradas, mas também o modal aéreo. O objetivo é desestimular a prática do descaminho e proteger a economia nacional contra a concorrência desleal.

As mercadorias foram encaminhadas à sede da Alfândega para os procedimentos administrativos. Não houve prisões durante a operação, mas os passageiros identificados podem responder a processos fiscais.

 

 

Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

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