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ter, 28 de abr 2026

Fundação SOS Mata Atlântica realiza distribuição de mudas de árvores em rodovias de São Paulo no dia 19 de setembro

Para comemorar o Dia da Árvore (21/09), a Fundação SOS Mata Atlântica realizará, no próximo dia 19 de setembro, das 8h30 às 18h, a ação “Faça parte da paisagem – Plante árvores”, uma distribuição de 120 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica em oito rodovias do Estado de São Paulo, que tem o objetivo de convidar os usuários a plantar uma árvore colaborando com o Bioma em que vivem, a Mata Atlântica.

Na ocasião, os veículos que passarem nos pedágios receberão mudas de Cedro-rosa e Jacarandá-mimoso. “Com essa distribuição queremos provocar e mostrar para as pessoas que todos nós fazemos parte da Mata Atlântica, respiramos seu ar e bebemos sua água. Quem propicia tudo isso são os recursos naturais existentes, as áreas preservadas e as inúmeras árvores nativas. Uma ação como essa pode ser o primeiro passo para a conscientização”, explica Mario Mantovani, diretor de Mobilização da SOS Mata Atlântica.

A iniciativa acontece simultaneamente nas rodovias Anhanguera, Bandeirantes, Castelo Branco, Imigrantes, Presidente Dutra, Nova Dutra, Regis Bittencourt e Ayrton Senna, e contará com a participação de cerca de 200 pessoas, entre monitores, colaboradores e líderes de equipe. Se todas as mudas fossem plantadas num mesmo local, iriam colaborar com a restauração de uma área equivalente a 71 campos de futebol. Essa é a segunda vez que a Fundação realiza uma ação como essa: em 1999 foram distribuídas 250 mil mudas em dois dias.

O Cedro-rosa foi uma das espécies escolhidas por ser muito utilizado para arborização de praças públicas e parques. Se bem cultivado, sua altura pode variar de 20 a 35 metros. Já o Jacarandá-mimoso foi escolhido pela sua beleza e por ser uma árvore muito utilizada na arborização urbana. Sua altura varia de 10 a 25 metros.

As mudas serão entregues dentro de pequenas caixas que servem de suporte, com explicação de como cultivá-las de forma correta. Os participantes também vão receber um folder com informações sobre algumas Unidades de Conservação da Mata Atlântica localizadas próximas das estradas. “Queremos que as pessoas conheçam e tenham oportunidade de visitar os parques existentes em São Paulo e apreciem estas preciosidades, patrimônio de todos nós”, afirma Márcia Hirota, diretora de Gestão do Conhecimento da SOS Mata Atlântica.

Na rodovia Anhanguera, a distribuição de oito mil mudas de Cedro-rosa será feita em cinco cabines e acontecerá no km 26. Já na Rodovia dos Bandeirantes, 16 mil mudas da mesma espécie serão entregues em 14 cabines no km 39. Na Castelo Branco, a ação será no km 33 e contará com 20 mil mudas também do Cedro-rosa. Na Imigrantes, km 32, também serão entregues 20 mil mudas de Jacarandá-mimoso. Nas Rodovias Presidente Dutra e Nova Dutra, será realizada a distribuição de oito mil mudas de Jacarandás-mimosos. Na Dutra acontecerá no km 204, trecho Arujá/SP/RJ, e na Nova Dutra, no km 167, Jacareí/RJ/SP.

Na Regis Bittencourt, a distribuição de 15 mil mudas de Cedro-rosa será no km 299, na cidade de Itapecerica da Serra. Por último, na Rodovia Ayrton Senna, será feita a distribuição de 12 mil mudas de Jacarandá-mimoso no km 32. Haverá também uma distribuição de oito mil mudas de Jacarandá-mimoso na Toyota e mais cinco mil mudas da mesma espécie no Bradesco. 

Sobre a SOS Mata Atlântica – Criada em 1986, a Fundação SOS Mata Atlântica é uma entidade privada, sem vínculos partidários ou religiosos e sem fins lucrativos que tem como missão promover a conservação da diversidade biológica e cultural do Bioma Mata Atlântica e ecossistemas sob sua influência, estimulando ações para o desenvolvimento sustentável, bem como promover a educação e o conhecimento sobre a Mata Atlântica, mobilizando, capacitando e estimulando o exercício da cidadania socioambiental. A entidade desenvolve projetos de conservação ambiental, produção de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do Bioma, campanhas, estratégias de ação na área de políticas públicas, programas de educação ambiental e restauração florestal, voluntariado, desenvolvimento sustentável e proteção e manejo de ecossistemas. Para outras informações, acesse http://www.sosma.org.br.

Distribuição de mudas de árvores em SP
Rodovias Quantidade de mudas Espécie
Anhanguera km 26 8.000 Cedro-rosa
Bandeirante km 39 16.000 Cedro-rosa
Castelo Branco km 33 20.000 Cedro-rosa
Imigrantes km 32 20.000 Jacarandá-mimoso
Presidente Dutra km 204 Arujá – SP/RJ 8.000 Jacarandá-mimoso
Nova Dutra km 167  Jacarei RJ/SP 8.000 Jacarandá-mimoso
Régis Bittencourt km 299 – Itapecerica da Serra 15.000 Cedro-rosa
Ayrton Senna Km 32 12.000 Jacarandá-mimoso
Toyota 8.000 Jacarandá-mimoso
Bradesco 5.000 Jacarandá-mimoso
Total 120.000  

 

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O impasse que paralisou parcialmente o transporte público em Foz do Iguaçu desde a manhã de segunda-feira (27) ganhou um novo mediador. O Ministério Público do Trabalho convocou oficialmente a Prefeitura de Foz, o Foztrans, o sindicato SITROFI e a Viação Santa Clara para uma sessão de mediação às 14h desta terça-feira. A intervenção federal busca evitar que o caos no deslocamento da população se prolongue e que os prejuízos aos trabalhadores e estudantes aumentem.

O cenário é de um “braço de ferro” jurídico e financeiro. De um lado, a prefeitura sustenta que o contrato está rigorosamente em dia e que já aceitou o reajuste de 5% para os rodoviários. Do outro, a VISAC afirma que o sistema está desequilibrado por falta de repasses de custos operacionais, como o adicional de cobrança de passagens.

O nó da questão: “Dirige e cobra”

O ponto central que impede o fim do conflito é o adicional pago aos motoristas que também realizam a cobrança de passagens. A prefeitura alega que esse custo não é um fato novo e deveria ter sido previsto pela empresa na licitação de 2023. Segundo o município, incluir esse valor agora seria ilegal e poderia configurar vantagem indevida à empresa com dinheiro público.

Já a concessionária afirma que mantém o pagamento do benefício aos trabalhadores desde 2023 com recursos próprios, mas que a situação tornou-se insustentável sem o reconhecimento do custo pelo poder público. O sindicato, por sua vez, exige a manutenção do direito e melhores condições de trabalho, destacando a sobrecarga da categoria.

Incerteza e expectativa

A paralisação iniciada na segunda-feira mostrou a fragilidade do sistema e o impacto direto na rotina de milhares de pessoas. Embora os motoristas tenham demonstrado flexibilidade ao manter ônibus circulando nos horários de pico, a operação segue instável e depende das decisões tomadas em assembleia.

A reunião com o MPT é vista como a última cartada para uma solução diplomática antes que o caso se arraste na justiça comum. O resultado do encontro desta tarde será determinante para saber se os ônibus voltarão a circular integralmente ou se Foz do Iguaçu enfrentará uma greve por tempo indeterminado.

O impasse no transporte público de Foz do Iguaçu ganhou um novo capítulo. Em respeito aos passageiros que precisam voltar para casa, o Sindicato dos Trabalhadores (Sitrofi) suspendeu a greve às 18h de hoje, e a frota da VISAC voltou a circular pelas ruas da cidade. No entanto, a notícia não é de alívio total: o movimento será retomado amanhã de manhã.

Por que a greve continua?

Mesmo com o reajuste de 5% concedido pela prefeitura, o acordo com a empresa concessionária travou. O ponto central do conflito agora é o adicional para os motoristas que acumulam a dupla função (dirigir e cobrar a passagem). A VISAC se recusa a pagar o benefício, o que mantém a categoria em estado de greve.

O que esperar para amanhã (Terça, 28/04)?

  • Até as 8h: Os ônibus devem circular normalmente para atender o pico da manhã.
  • A partir das 8h: Nova paralisação programada no Terminal de Transporte Urbano (TTU).

 

A recomendação é que o usuário se antecipe e busque alternativas de transporte para o período da manhã e tarde de amanhã, já que não há previsão de um novo acordo imediato entre a concessionária e os trabalhadores.

A paralisação do transporte coletivo em Foz do Iguaçu segue ativa, mas com janelas de operação. Em uma demonstração de compromisso com a população, os trabalhadores decidiram manter os ônibus rodando durante os horários de pico para não prejudicar estudantes e trabalhadores. Após uma manhã de motores desligados no Terminal de Transporte Urbano (TTU), o serviço foi retomado por volta das 12h e novamente interrompido às 13h30.

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários (Sitrofi) reforça que a luta da categoria permanece firme. Os motoristas reivindicam direitos que consideram básicos, como uma cesta básica digna, o reconhecimento do adicional de passagem e uma valorização profissional compatível com a responsabilidade da função.

Sobrecarga e reivindicações

O ponto central do descontentamento é a sobrecarga de trabalho. Segundo representantes do sindicato, além de conduzir veículos lotados e zelar pela vida dos passageiros, os motoristas acumulam a função de cobradores. Essa dupla jornada gera pressão excessiva, causa atrasos nos itinerários e prejudica a qualidade do serviço prestado à comunidade.

A categoria critica a falta de sensibilidade da empresa VISAC em garantir benefícios essenciais. Mesmo diante da resistência da concessionária em atender as pautas, os trabalhadores optaram por flexibilizar o movimento grevista em horários estratégicos, buscando equilibrar a pressão por melhorias com a necessidade de transporte da sociedade iguaçuense.

Situação no Terminal

Neste momento, a operação no TTU segue instável. Fora dos horários de pico, a orientação é que os usuários busquem alternativas, pois o serviço pode ser interrompido a qualquer momento conforme as decisões das assembleias. O sindicato afirma que é lamentável a categoria precisar chegar ao extremo da greve para garantir o mínimo de dignidade no exercício da profissão.

Até o fechamento desta matéria, não houve uma nova proposta da empresa ou da prefeitura que garantisse o fim definitivo da mobilização. A recomendação aos passageiros é acompanhar as atualizações sobre o funcionamento das linhas antes de se deslocarem para os pontos.

 

 

Foto em destaque: Arquivo

A formalização do acordo aconteceu nesta segunda-feira com a presença do prefeito, General Silva e Luna, e do presidente do COB, Marco La Porta. O documento estabelece as diretrizes para a organização dos Jogos, que acontecerão entre 19 de outubro e 3 de novembro de 2026. A escolha de Foz do Iguaçu reforça o potencial da cidade em unir infraestrutura esportiva com sua capacidade hoteleira de padrão internacional.

Segundo o COB, a competição deve reunir cerca de 4.500 jovens atletas, que disputarão medalhas em 22 modalidades esportivas. O diretor-geral da entidade e campeão olímpico, Emanuel Rego, também participou da assinatura, destacando que a partir de agora começa a fase de vistoria técnica em ginásios, pistas e piscinas da cidade para garantir o padrão olímpico das instalações.

Legado e estrutura local

Para o município, sediar um evento deste porte é uma oportunidade estratégica de desenvolvimento. O prefeito Silva e Luna destacou que ser escolhido entre tantos municípios brasileiros demonstra que Foz possui uma estrutura de excelência para grandes eventos. O desafio, segundo ele, é realizar uma entrega que gere orgulho aos iguaçuenses e aos atletas visitantes.

O secretário municipal de Esportes, Antonio Sapia, reforçou que receber talentos de todos os estados brasileiros fortalece as políticas públicas de esporte na fronteira. Além das praças esportivas, a facilidade de acesso pelo aeroporto internacional e a vasta rede de hotéis foram pontos determinantes para que o COB optasse pela Terra das Cataratas como sede.

Vitrine para o esporte nacional

Os Jogos da Juventude são a principal competição multiesportiva para atletas de até 17 anos no Brasil. Mais do que a busca por medalhas, o evento serve como vitrine para futuros atletas olímpicos e gera um impacto direto no turismo. A movimentação econômica atinge o setor de serviços e a hotelaria em um período estratégico do ano, consolidando Foz do Iguaçu como um destino versátil e preparado para o turismo esportivo.

O secretário de Esporte do Estado, Walmir da Silva Matos, lembrou que a infraestrutura da cidade vai além dos ginásios, oferecendo logística completa para um evento desta magnitude. O planejamento agora entra em fase executiva para que todas as 22 modalidades contem com o suporte necessário durante os 16 dias de competição.

 

 

Foto: Divulgação/AMN

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