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seg, 20 de abr 2026

Foz do Iguaçu recebe segunda loja da Havan neste sábado, 11

inauguração havanA mais completa loja de departamentos do Brasil retoma o processo de expansão em 2017 e inaugura a primeira loja do ano em Foz do Iguaçu. A abertura da segunda filial da Havan em Foz acontece neste sábado, 11, no Shopping Catuaí Palladium, localizado na Avenida das Cataratas, principal corredor turístico da cidade.  O 95º empreendimento da rede conta com investimento de R$ 15 milhões e vai gerar 200 empregos diretos.

“O projeto faz parte da estratégia de crescimento da rede em 2017, quando serão inauguradas de 10 a 12 filiais em todo o Brasil, ultrapassando a marca das 100 lojas. O crescimento na movimentação de clientes em Foz do Iguaçu é que levou à decisão de expandir e marcar presença também como âncora do Catuaí Palladium, que receberá a segunda loja da marca em Foz. O shopping tem uma localização privilegiada e a cidade é estratégica pelo seu potencial turístico”, afirma o fundador da empresa, Luciano Hang.

Francisco Cartaxo Junior, superintendente do Catuaí Palladium, destaca que a Havan chancela o que o shopping representa para Foz do Iguaçu.  “ Certamente a Havan chancela o que o Catuaí Palladium representa para o município de Foz, gerando novos empregos, tributos e proporcionando um espaço confortável de 4 (quatro) mil metros quadrados para os consumidores de toda a região do Brasil, Paraguai e Argentina”, avalia Cartaxo. O superintendente do shopping informa ainda que doze novas marcas estão previstas para inauguração no Catuaí Palladium, nos próximos meses do ano de 2017. Entre elas estão: Agita Hombre, Air Soft, Bar do Alemão, Bookafé,  Chef Lopes, Container Demin, John John,  Le Lis Blanc,  Mac Donalds, Riachuelo, Tip Top e Très Chic.

A maior rede de lojas de departamentos do país vai ocupar uma megaloja de autoatendimento no Piso L1 do shopping. São de mais de 100 mil itens de produtos nacionais e importados, em vários setores, onde o cliente tem liberdade de escolha e encontra tudo o que precisa, com qualidade e preços baixos.

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Cruzar a fronteira entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este tornou-se um desafio no início desta semana. Quem segue pela BR-277 no sentido ao Paraguai encontra o trânsito completamente parado já na altura da ELOG (Porto Seco), totalizando quase 3 quilômetros de retenção.

A situação também é crítica nas principais avenidas que dão acesso à rodovia. Quem utiliza a Avenida JK para chegar à alça de acesso da BR-277 encontra filas logo após o cruzamento com a Avenida Carlos Gomes. No sentido contrário, para quem vem pela Avenida Tancredo Neves, o congestionamento começa logo após o Trevo da Vila A.

Espera chega a 3 horas

Em média, o motorista está levando cerca de 3 horas para completar o trajeto e atravessar a aduana brasileira. O movimento intenso é atribuído à véspera do feriado de Tiradentes, que atraiu um grande número de visitantes à região trinacional interessados nas compras no país vizinho.

A orientação para quem não tem compromissos urgentes é evitar a região da Ponte da Amizade no período da manhã. Para os que precisam cruzar a fronteira, a recomendação é levar água, conferir o combustível do veículo e manter a calma diante da lentidão.

 

Foto em destaque: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas no último sábado: 15 – 18 – 28 – 31 – 52 – 58. Com isso, o prêmio saltou para um dos maiores valores do ano. Ao todo, 48 apostas em todo o Brasil acertaram cinco números e garantiram R$ 55.256,40 cada. 

No Paraná, a quina premiou três apostas nas cidades de Cambé e Imbaú.

Ganhadores em Foz do Iguaçu

Na faixa de quatro acertos, a Mega-Sena registrou 3.695 ganhadores em todo o país, que receberão o prêmio individual de R$ 1.183,20. 

Em Foz do Iguaçu, sete apostas foram contempladas. Veja onde foram feitas as apostas premiadas na cidade:

  • Itaipu Loterias: Três apostas premiadas (uma simples e dois bolões);
  • Lotefoz: Uma aposta simples;
  • Lotérica Vitória: Uma aposta simples;
  • Canais Eletrônicos: Duas apostas digitais simples.

Como apostar para o prêmio de R$ 70 milhões

O próximo sorteio da Mega-Sena será realizado na quinta-feira (23) e as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do concurso. 

O interessado pode registrar seu jogo em qualquer casa lotérica física da cidade ou utilizar o site oficial e o aplicativo Loterias Caixa. 

A aposta mínima, com seis dezenas marcadas, custa R$ 6,00. Vale lembrar que os bolões são uma excelente estratégia para aumentar as probabilidades de vitória e dividir os custos da aposta.

Muito antes dos primeiros europeus avistarem as quedas do Rio Iguaçu, esta região já era um território vibrante, habitado por povos que viam na natureza a morada do sagrado. Foz do Iguaçu e a região trinacional guardam em suas raízes a presença dos Guarani (especialmente o subgrupo Ava-Guarani) e dos Kaingang, etnias que até hoje lutam pela preservação de suas línguas e costumes.

O Amor que moldou o abismo: A Lenda das Cataratas

A espiritualidade indígena está impregnada na paisagem de Foz do Iguaçu. A “Lenda das Cataratas”, um dos relatos mais contados aos visitantes do Parque Nacional do Iguaçu, é um testemunho da tradição Kaingang.

A história narra o amor proibido entre a bela Naipi, filha do cacique Igobi, e o jovem guerreiro Tarobá. Naipi estava destinada a ser sacrificada em honra a Mboi, um deus em forma de serpente. No dia da cerimônia, os jovens fugiram em uma canoa pelo Rio Iguaçu. Furioso, Mboi retorceu seu corpo sob o leito do rio, criando uma fenda gigantesca: as Cataratas.

Diz a lenda que Naipi foi transformada em uma rocha central das quedas, eternamente fustigada pelas águas, enquanto Tarobá virou uma palmeira à beira do abismo, curvado sobre o rio. Mboi permanece vigilante em uma gruta, observando o casal que, embora separado, permanece unido na paisagem.

Arte Urbana: Onde encontrar a Lenda das Cataratas em Foz

Dois murais monumentais no Centro da cidade mantêm viva a história de Naipi e Tarobá; conheça as obras e seus artistas

A história de amor que explica o surgimento das nossas quedas não vive apenas no imaginário popular; ela está gravada no concreto de nossas praças. Se você caminha pelo Centro de Foz, existem dois pontos obrigatórios para apreciar essa narrativa sob o olhar de grandes artistas.

A Renovada Praça Naipi

A “recém revitalizada” Praça Naipi, em Foz do Iguaçu. Foto: Kaká Souza.

Localizada em uma área nobre por onde circulam milhares de turistas mensalmente, a Praça Naipi foi inaugurada em 13 de junho de 1998, durante a gestão do prefeito Harry Daijó, como parte das celebrações dos 84 anos de Foz do Iguaçu.

A fúria do “deus-cobra” Mboi, na obra do artista Pas Schaefer. Foto: Kaká Souza.

Originalmente, o local abrigava uma fonte iluminada e um mural etrusco de 55 metros quadrados, obra do artista Claudius Mattos. Com o passar do tempo, a ação do clima e o mau uso levaram ao aterramento da fonte e à degradação do mural original. No entanto, em 2025, a praça passou por uma revitalização completa. Como o mural antigo era impossível de restaurar, o artista Pas Schaefer foi convidado para criar uma nova interpretação da lenda, devolvendo cor e cultura ao espaço.

O Monumento Neoguarani na Praça da Paz

Mural “A Lenda das Cataratas”, do artista Miguel Hachen, em Foz do Iguaçu. Foto: Kaká Souza.

Mais adiante, na Praça da Paz, encontra-se uma das obras mais imponentes da região: o mural “A Lenda das Cataratas”. Inaugurado no final de 2018, o painel possui impressionantes 170 metros quadrados e foi moldado pelas mãos do artista Miguel Héctor Hachen.

Foto: Kaká Souza.

 

Hachen utilizou seu estilo próprio, o Neoguarani, para criar uma alegoria fantástica que une a história de Naipi e Tarobá ao deus-serpente M’Boi. A obra é um mosaico cultural que envolve os personagens principais em uma explosão de cores representando a fauna e a flora regional, sendo hoje um dos principais cartões-postais artísticos do centro da cidade.

Palavras que habitam o nosso dia a dia

A presença dos povos originários não está apenas nas lendas, mas na própria língua que falamos. O Tupi antigo e o Guarani batizam nossas cidades e instituições. Você sabia o que significam estes nomes?

Nome Origem provável Significado
Iguassu (Iguaçu) Tupi-Guarani Y (água) + Guaçu (grande). “Água Grande”.
Paraná Tupi Pará (mar) + Anã (semelhante). “Semelhante ao mar”.
Itaipu Tupi-Guarani Ita (pedra) + Ipu (que canta/soa). “A pedra que canta”.
Itau Tupi Ita (pedra) + U (preta). “Pedra preta”.
Butantã Tupi Ibi (terra) + Atantã (muito dura). “Terra dura”.

Tamandaré: O Patrono da Marinha e a conexão Tupi

Busto do “Almirante Tamandaré” instalado na praça que recebeu o mesmo nome, em Foz do Iguaçu. Foto: Kaká Souza.

Outra praça de Foz com forte influência dos povos indígenas em seu nome é a Almirante Tamandaré, também conhecida como Praça da Marinha. Localizada em frente à Capitania dos Portos do Rio Paraná, a praça homenageia Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré (1807–1897), militar e Patrono da Marinha do Brasil.

Praça Almirante Tamandaré, em Foz do Iguaçu. Foto: Kaká Souza.

O que muita gente não sabe é que Tamandaré é uma palavra de origem Tupi. As interpretações para o nome variam entre “tamanduá diferente” (tamandûaré) e “o repovoador” (tab-moi-inda-ré). Esta última versão está ligada à mitologia de um ancestral tupi que teria sobrevivido a um grande dilúvio ao abrigar-se no topo de uma palmeira, sendo o responsável por repovoar a terra — uma figura de recomeço que ecoa a importância da preservação das histórias originais deste solo.

Mais nomes de origem indígena no nosso cotidiano

Nome Origem provável Significado
M’Boicy Guarani Mboi (cobra) + Sy (mãe). “Mãe das Cobras”.
Ybytu Guarani Ybytu (vento / ar em movimento). “Vento”.
Arara Tupi A’rara (aves de muitas cores). “Cores vivas”.
Capivara Tupi Kapi’wara (comedor de capim). “Senhor das ervas”.
Carioca Tupi Kara’i (homem branco) + Oka (casa). “Casa do homem branco”.
Pindaíba Tupi Pinda (anzol) + Iba (árvore). “Vara de pescar” (hoje usada para falta de dinheiro).
Anhanguera* Tupi Anhangüera (espírito antigo / diabo velho). “Diabo Velho”.
Ipanema Tupi Y (água) + Panema (imprestável / azarada). “Água ruim para pescar”.
Tijuca Tupi Ty (água) + Iuk (podre). “Água podre” ou “Brejo/Lamaçal”.
Pacaembu Tupi Paka (paca) + Hembu (atoleiro). “Atoleiro das pacas”.

*Anhanguera foi o nome dado pelos indígenas a Bartolomeu Bueno da Silva (Diabo Velho), bandeirante paulista que liderou expedições violentas pelo interior do Brasil, fundando vilas e marcando a colonização da região central com a exploração de minas e escravização indígena.

Respeito e Visibilidade

Celebrar o Dia dos Povos Indígenas é reconhecer que a cultura Ava-Guarani e Kaingang, tão enraizada em nosso cotidiano, não pertence ao passado, mas ao agora. Sua presença, seu artesanato e sua visão de mundo são partes fundamentais do que chamamos de identidade brasileira. Ao visitar as Cataratas ou caminhar pelas ruas de Foz, lembre-se: este solo não nos pertence, nos foi emprestado por quem já estava aqui, desde que, literalmente, tudo isso “era mato”.

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

O Salão Social da Paróquia do Espírito Santo e N. Sra. Aparecida, no Porto Meira, tornou-se o ponto de encontro oficial para quem busca qualidade de vida. Através de uma parceria entre a Secretaria Municipal de Esporte, Lazer, Juventude e Melhor Idade e a Igreja Católica, o grupo de pilates solo oferece sessões gratuitas que trabalham o corpo e a mente de forma adaptada.

Com aulas às segundas, quartas e sextas-feiras, às 10h, o projeto atende uma demanda crescente de idosos que buscam tratamento para condições como artrose e fibromialgia, ou apenas desejam sair do sedentarismo.

Resultados que mudam vidas

Apesar de recente — as atividades começaram há cerca de um mês — os alunos já sentem os benefícios na prática. A aposentada Suzimari Janetti Pereira, que sofre de artrose nos joelhos, destaca que os exercícios ajudam a fortalecer a musculatura e até a melhorar a respiração.

Para a professora aposentada Assunção Benito Zappino, o pilates foi a solução para a rigidez causada pela fibromialgia. “Sinto uma melhora na elasticidade do corpo”, relata. Já o aluno Pedro Simões reforça o convite aos vizinhos: “Aproveitem, é uma coisa que você não gasta nada e é bom para a saúde”.

Como funcionam as aulas?

A professora Damares Misturini da Silva conduz os treinos focando em movimentos funcionais, alongamentos e relaxamento. Segundo ela, o objetivo é respeitar os limites individuais enquanto promove a evolução física e o convívio social. “É um momento de sair de casa e perceber que é possível evoluir dentro das próprias limitações”, explica.

Como participar

Devido ao sucesso do projeto, cada turma comporta até 20 pessoas e há previsão de abertura de um novo horário, às 11h. Para se inscrever, os interessados devem comparecer ao local das aulas com documento com foto e comprovante de residência.

Serviço

Onde: Salão Social da Paróquia do Espírito Santo (Porto Meira)
Quando: Segundas, quartas e sextas, às 10h
Custo: Gratuito
Informações: (45) 99942-9853 (WhatsApp – Centro de Convivência do Idoso)

 

 

Foto em destaque: Isabella Bruzual/Divulgação AMN

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