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dom, 08 de fev 2026

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O Foz do Iguaçu Futebol Clube finaliza nesta sexta-feira (6) a preparação para o jogo de volta das quartas de final do Campeonato Paranaense. A equipe enfrenta o Athletico Paranaense neste sábado (7), às 16h, no Estádio do ABC, em Foz do Iguaçu.

Após a partida de ida, o elenco retornou à cidade na quarta-feira e deu sequência à preparação com treinamentos na quinta e na tarde desta sexta. O foco do trabalho esteve nos ajustes táticos, na organização defensiva e na manutenção da intensidade competitiva para o confronto decisivo.

Campanha sustenta confiança do elenco

Mesmo em um cenário adverso, o Foz chega respaldado por uma campanha consistente na primeira fase do Estadual. O Azulão da Fronteira esteve entre os destaques da competição e sofreu apenas uma derrota ao longo do campeonato até o jogo de ida das quartas de final.

O técnico Adriano Souza destacou a importância de manter o padrão apresentado ao longo da temporada.

“O cenário é difícil, mas o nosso papel é competir. O Athletico fez o jogo deles fora de casa e nós precisamos fazer o nosso aqui. A equipe precisa voltar a executar o que apresentou durante todo o campeonato, com organização, intensidade e responsabilidade”, afirmou.

Liderança e compromisso em campo

Capitão da equipe, Breno Bora ressaltou a postura do grupo e o compromisso com o torcedor iguaçuense.

“É um jogo de decisão e o grupo sabe da responsabilidade. Quem entrar em campo vai competir, respeitar o adversário e fazer o seu trabalho. Queremos fazer um jogo sério e entregar tudo dentro de campo”, declarou.

Clube prepara ações para a torcida

Fora das quatro linhas, o clube organiza uma programação especial para o torcedor. A promoção de ingressos segue disponível até a noite desta sexta-feira, com o objetivo de incentivar a presença do público no Estádio do ABC.

Durante a partida, o torcedor poderá participar de desafios no intervalo, com ativações em parceria com a Joog, além de outras ações ao longo do evento.

O Foz do Iguaçu entra em campo ciente do desafio, sustentado por uma campanha sólida, preparação contínua e pelo compromisso de competir até o último minuto diante de sua torcida.

 

 

Fotos: Franz Fleischfresser/Divulgação Foz do Iguaçu FC

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu ir além das advertências. Na noite desta quinta-feira, 05, aceitou a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e decretou a prisão preventiva da turista argentina Agostina Paez, advogada e influenciadora, acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na zona sul da capital fluminense.

O caso ocorreu no dia 14 de janeiro. Após discordar do valor da conta, Agostina ofendeu um funcionário chamando-o de “negro” de forma pejorativa. Em seguida, dirigiu-se a outra funcionária chamando-a de “mono” — macaco, em espanhol — e imitou gestos do animal. Mesmo advertida de que a conduta configurava crime no Brasil, insistiu nas ofensas, repetindo os ataques na calçada do bar contra outros trabalhadores.

A Justiça rejeitou a tese da defesa, de que se tratavam de “brincadeiras”. As declarações das vítimas, os relatos de testemunhas e as imagens do circuito interno do estabelecimento deixaram claro o caráter ofensivo e discriminatório da ação. O crime de racismo, previsto na Lei nº 7.716/89, prevê pena de dois a cinco anos de prisão.

Mas este episódio não se encerra no âmbito policial. Ele revela um problema mais profundo.

Quando o racismo é normalizado

Família de afro-argentinos vendendo empanadas em Buenos Aires, 1937. Foto: Arquivo geral da Argentina.

Na Argentina — e aqui preciso eliminar a cidade de Puerto Iguazú da “Argentina”, já que na cidade, vizinha a Foz do Iguaçu, recebe muito bem os brasileiros, à ponto de nem parecer fazer parte do restante do país — , chamar alguém de “negro” como insulto ainda é tratado, em muitos contextos, como algo cotidiano. Não gera reação institucional, não produz sanção criminal e raramente provoca reflexão coletiva. O racismo, ali, é frequentemente visível para quem sofre e invisível para quem pratica.

Esse comportamento não nasce do acaso. O país construiu, sobretudo a partir do século XIX, uma identidade nacional baseada no mito da Argentina branca e europeia, apagando sistematicamente suas populações afrodescendentes e indígenas. O resultado foi uma sociedade que nega suas próprias origens e naturaliza práticas discriminatórias como se fossem traços culturais inofensivos.

A história mostra que esse apagamento foi ativo. Houve guerras, exclusões, políticas de branqueamento e uma produção intelectual que colocou a herança europeia como sinônimo de civilização, relegando negros e indígenas ao papel da barbárie. A miscigenação existiu, mas a memória foi empurrada para debaixo do tapete.

A fronteira não protege o preconceito

O problema começa quando essa naturalização atravessa fronteiras. O Brasil tem falhas graves no enfrentamento ao racismo, mas construiu, por pressão histórica e social, um arcabouço legal que trata o tema como crime. Aqui, não há espaço jurídico para relativização, ironia ou tentativa de justificar ofensa racial como mal-entendido cultural.

Agostina Paez foi alertada no local. Insistiu. Pagou o preço legal dessa escolha.

O caso serve como aviso claro aos turistas argentinos — e a qualquer estrangeiro: o que é tolerado socialmente em seu país não será automaticamente tolerado no Brasil. Racismo não é detalhe, não é folclore e não é parte do “jeito latino”. É crime.

Um recado necessário

Reconhecer a própria diversidade é um processo difícil. Envolve admitir que a narrativa da branquitude absoluta nunca foi verdadeira. A herança afro existe na Argentina, ainda que ocultada pela história oficial, pela estética dominante e pelo silêncio institucional.

O Brasil não será o espaço onde esse silêncio continuará funcionando.

A decisão da Justiça do Rio não é simbólica. É pedagógica. Mostra que, em território brasileiro, o racismo tem consequência. E que atravessar a fronteira não significa escapar da história — nem da lei.

O esporte tem calendário praticamente o ano todo, jogos individuais fáceis de acompanhar e mercados claros, o que ajuda bastante quem ainda está aprendendo. 

A seguir, veja como funcionam os principais mercados de apostas no tênis e o que analisar antes de fazer seus palpites.

Vencedor da partida

Esse é o mercado mais simples e indicado para iniciantes. 

Aqui, a aposta consiste apenas em escolher qual jogador vence o jogo, independentemente do número de sets ou games.

Além disso, hoje já é possível iniciar com depósito de 1 real, o que reduz o risco e facilita o aprendizado na prática.

As odds costumam refletir fatores como ranking, histórico recente, tipo de piso (saibro, grama ou quadra dura) e confronto direto entre os atletas. 

É um bom mercado para entender como as cotações funcionam antes de avançar para apostas mais complexas.

Apostas em sets

Nesse mercado, o foco deixa de ser apenas o resultado final e é possível apostar, por exemplo:

  • Quem vence o primeiro set 
  • Quantos sets a partida terá
  •  Placar exato em sets (2×0 ou 2×1)

Esse tipo de aposta exige mais leitura de jogo, já que alguns tenistas começam fortes e caem de rendimento, enquanto outros crescem ao longo da partida.

Total de games (mais/menos)

Um dos mercados mais usados no tênis. 

A aposta é se a partida terá mais ou menos games do que a linha definida pela casa.

Jogos equilibrados, com sacadores consistentes, costumam ultrapassar linhas mais altas. 

Já confrontos muito desequilibrados tendem a terminar com poucos games, favorecendo o mercado de menos.

Handicap de games

O handicap tem a função de equilibrar confrontos com favoritismo evidente, ajustando o número de games de um jogador ao adicionar ou retirar pontos para fins de aposta.

Exemplo: jogador favorito -3.5 games e azarão +4.5 games.

Esse mercado é interessante quando o favorito deve vencer, mas não necessariamente com um placar elástico.

Apostas ao vivo 

O tênis é um dos esportes mais dinâmicos para apostas ao vivo. 

Uma quebra de saque, queda física ou mudança de postura mental pode alterar completamente as odds em poucos minutos.

Quem acompanha a partida consegue identificar padrões e aproveitar momentos de valor, especialmente em jogos longos e equilibrados.

Onde apostar em tênis

Antes de escolher onde apostar, vale analisar fatores como variedade de mercados, rapidez nos saques, estabilidade da plataforma e suporte ao usuário. 

Definir qual é a melhor casa de apostas depende do seu perfil: alguns preferem odds mais altas, outros priorizam facilidade de uso ou bons mercados ao vivo.

Apostas responsáveis

Independentemente do mercado escolhido, apostar com responsabilidade é essencial. 

Defina um limite de gastos, evite tentar recuperar prejuízos rapidamente e encare as apostas como entretenimento, não como fonte de renda. 

O tênis oferece muitas oportunidades, mas o controle emocional e a gestão de banca fazem toda a diferença no longo prazo.

O Sicoob cresceu em renda fixa puxado pela confiança de investidores em aplicações seguras. Essa carteira deu um salto de 17% em apenas nove meses, passando de R$ 187,98 bilhões, em dezembro de 2024, para R$ 219,98 bilhões, em setembro de 2025.

O desempenho confirma a preferência dos cooperados por produtos que oferecem segurança, liquidez e estabilidade. Mais de 80% desse montante é composto por RDC (Recibo de Depósito Cooperativo), título exclusivo das cooperativas financeiras.

A movimentação também inclui LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). Voltado ao financiamento do agro, esse investimento é priorizado por quem valoriza a isenção de Imposto de Renda, além de rentabilidades competitivas.

“O investimento em renda fixa está vinculado à maior previsibilidade e equilíbrio das carteiras”, reforça o diretor de Negócios do Sicoob Três Fronteiras, Giovani André Dickel. “Também é importante notar a preferência pelos títulos das cooperativas financeiras, um reconhecimento pelos ganhos e pela proteção”, avalia.

Não é apenas o crescimento vertiginoso em valores que a instituição celebra. A base de cooperados investidores também cresceu nacionalmente — de 1,54 milhão para 1,67 milhão no período; atualmente, 18% de todos os associados utilizam produtos de renda fixa do Sicoob.

Esse avanço impulsionou, ainda, os fundos de investimento. Desde 2023, o patrimônio líquido dos fundos de renda fixa distribuídos pelo Sicoob cresceu mais de 346%.

“São indicadores que demonstram que estamos democratizando o acesso a soluções antes restritas aos grandes centros financeiros”, destaca Mario Sergio Dornas, diretor de Gestão de Recursos de Terceiros do Sicoob.

Portfólio amplo
Conforme o diretor-comercial e de Canais do Sicoob, Francisco Reposse Junior, os fundos ganharam tração a partir da ampliação do portfólio e da criação da plataforma de investimentos. Esse reforço e modernização ocorreram em junho de 2023.

O patrimônio líquido dos fundos distribuídos pelo Sicoob saltou de R$ 307,9 milhões para mais de R$ 1 bilhão, valor mensurado no fim do ano passado. “Nosso compromisso é continuar oferecendo produtos alinhados à realidade dos cooperados, com alternativas que tragam segurança e retornos consistentes para quem cresce junto com o Sicoob”, pondera Reposse.

Investir? Acompanhe: @sicoobtresfronteiras (https://www.instagram.com/sicoobtresfronteiras/). 

Uma aposta registrada em São Gonçalo, no Rio de Janeiro, acertou as seis dezenas do concurso 2.969 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (5). O prêmio principal soma R$ 141.844.705,71.

As dezenas sorteadas foram: 01 – 02 – 05 – 14 – 18 – 32.

Quina teve 172 apostas premiadas

Além do prêmio principal, 172 apostas acertaram cinco dezenas e receberão R$ 26.187,86 cada.

No Paraná, 14 apostas foram premiadas na Quina, incluindo registros nas cidades de Campo Largo, Cascavel, Curitiba, Guarapuava, Ibaiti, Icaraíma, Maringá, Pato Branco, Pinhais, Porecatu, Sarandi e Siqueira Campos.

Algumas apostas foram feitas de forma simples, enquanto outras participaram por meio de bolões, com valores proporcionais ao número de cotas.

Foz do Iguaçu tem apostas premiadas na Quadra

No total, 10.322 apostas acertaram quatro dezenas no concurso e irão receber R$ 719,30 cada.

Em Foz do Iguaçu, houve 12 apostas premiadas na Quadra, registradas em diferentes casas lotéricas da cidade, incluindo:

  • Brasil Loterias

  • Lotefóz

  • Lotérica Jardim São Paulo

  • Canais eletrônicos da Caixa

  • Lotérica Itaipu

  • Lotérica Porto Seguro

  • Lotérica Três Lagoas

  • Lotérica Vitória

Os prêmios individuais para cada aposta em Foz do Iguaçu foram de R$ 719,30.

Próximo sorteio será no sábado

O próximo concurso da Mega-Sena está marcado para sábado (7). A estimativa da Caixa Econômica Federal é de um prêmio de R$ 40 milhões para quem acertar as seis dezenas.

Como jogar na Mega-Sena

Para jogar, o apostador deve escolher de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. O prêmio principal é destinado a quem acerta os seis números. Também há premiações para quatro (Quadra) e cinco (Quina) acertos. Caso ninguém acerte a Sena, o valor acumula para o sorteio seguinte.

A aposta mínima, com seis números, custa R$ 6,00.

O Mercado Público Barrageiro entra no clima do Carnaval 2026 com uma programação especial entre os dias 13 e 17 de fevereiro, consolidando o espaço como ambiente de encontro, cultura e música em Foz do Iguaçu. As atividades incluem shows de bandas locais todos os dias, sempre a partir das 19h30, além de ações pensadas para diferentes públicos.

Um dos destaques da programação é o CarnaGeek, que acontece na segunda-feira (16). A proposta mistura o espírito do Carnaval com referências do universo nerd, geek e pop, ampliando as linguagens da festa e atraindo novos públicos para o evento.

Pré-carnaval começa no início do mês

Antes mesmo da abertura oficial da folia, o Mercado já entra no clima carnavalesco com ações de pré-carnaval nos dias 7 e 8 de fevereiro. O esquenta inclui música ao vivo e oficinas de customização de acessórios e abadás, convidando moradores e visitantes a ocuparem o espaço e participarem da preparação para o Carnaval.

A proposta é envolver a comunidade ao longo do mês, reforçando o papel do Mercado Público Barrageiro como espaço cultural ativo na cidade.

Programação completa

A agenda completa do Carnaval 2026, com datas, horários e detalhes de todas as atividades, pode ser acessada no site oficial do Mercado Público Barrageiro, em uma aba especial dedicada ao evento:  https://mercadopublicobarrageiro.org.br/carnaval2026/

Concurso de Blocos Carnavalescos

Outro destaque do Carnaval no Mercado Barrageiro é o Concurso de Blocos Carnavalescos, que convida grupos e coletivos a participarem ativamente da programação do evento.

As inscrições são destinadas a grupos que desejam se apresentar durante o Carnaval e concorrer ao título de Bloco Destaque do Carnaval do Barrageiro. O formulário on-line para inscrição está disponível no link:  https://docs.google.com/forms/d/1eK6wJYChX3qlJhqBRnmoDmlmVu7VMn3A2vfbmEktvIw/viewform

O bloco vencedor receberá como prêmio uma festa exclusiva no Mercado Público Barrageiro, no valor total de R$ 5.000, destinado à estrutura e ao consumo no espaço. O prêmio não será convertido em dinheiro.

O regulamento completo do concurso pode ser consultado em:  https://mercadopublicobarrageiro.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Concurso-Carnaval-Barrageiro.pdf

Representantes da ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) Regional Oeste do Paraná e da Companhia de Atendimento ao Turista (CAT) se reuniram na segunda-feira (2) para alinhar ações voltadas ao atendimento e à segurança dos turistas em Foz do Iguaçu. O encontro teve como objetivo fortalecer o policiamento turístico e ampliar a aproximação com a rede hoteleira do município.

Durante a reunião, foi apresentado um panorama do atual modelo de policiamento turístico, incluindo as diretrizes do novo comando da companhia. Também foram discutidas demandas e preocupações repassadas por hotéis associados à ABIH, com destaque para a necessidade de presença constante das equipes policiais nas áreas de hospedagem.

Encontro teve como foco o fortalecimento do policiamento turístico e a aproximação com o setor hoteleiro. Foto: Divulgação.

Pela ABIH Oeste do Paraná participaram o vice-presidente regional Carlos Silva, o diretor-administrativo Richardson Voltolini e o diretor-executivo Jeferson Amorim. A Companhia de Atendimento ao Turista foi representada pelo tenente Gabriel Battesini, comandante da unidade.

Comunicação direta entre hotéis e PM

Um dos principais encaminhamentos foi a proposta de criação de um grupo de WhatsApp para conectar diretamente os hoteleiros à Polícia Militar. O canal será complementar aos telefones de emergência e tem como foco agilizar a comunicação, estreitar relações institucionais e ampliar o uso de meios eletrônicos no atendimento às demandas do setor turístico.

Estrutura operacional e viaturas

Atualmente, a Companhia de Atendimento ao Turista conta com oito viaturas, empregadas diariamente em toda a cidade. O efetivo é organizado em dez equipes, distribuídas em dois turnos de serviço.

O planejamento operacional é definido a partir de análises semanais, que consideram os dias da semana e as demandas específicas de policiamento turístico, orientando a distribuição das viaturas de forma estratégica.

Horários ampliados e reforço em períodos de alta demanda

Além da estrutura regular, há equipes de reforço atuando diariamente em horários extras à escala ordinária. Esses policiais são direcionados para ações específicas, como visitas à rede hoteleira e operações pontuais de prevenção.

Em períodos de maior fluxo turístico, como férias e feriados prolongados, o horário de funcionamento da Companhia de Atendimento ao Turista é ampliado. A medida busca garantir maior cobertura e melhor atendimento aos visitantes em momentos de maior demanda.

Novas rotas de patrulhamento hoteleiro

Durante o encontro, a CAT solicitou à ABIH uma listagem atualizada dos meios de hospedagem de Foz do Iguaçu. As informações serão utilizadas na formatação de 12 rotas de patrulhamento, que irão abranger toda a estrutura hoteleira do município.

As rotas serão realizadas de forma periódica, garantindo presença constante das viaturas nos principais corredores turísticos e áreas de hospedagem.

Integração fortalece o destino

Ao final da reunião, o tenente Gabriel Battesini reforçou o compromisso com o diálogo permanente e o trabalho conjunto.

“Estaremos sempre à disposição para ouvir e construir juntos o destino turístico mais seguro do Brasil”, afirmou.

Para o vice-presidente regional da ABIH, Carlos Silva, a aproximação com a Polícia Militar fortalece a segurança e a confiança no destino.

“A integração entre a rede hoteleira e o policiamento turístico é fundamental para garantir um ambiente seguro a quem visita Foz do Iguaçu. Esse diálogo permanente nos permite agir de forma preventiva e qualificar ainda mais a experiência do turista”, destacou.

Uma das festas gastronômicas mais tradicionais de Foz do Iguaçu já tem data marcada. O jantar da 17ª Festa do Peixe Assado da Matriz São João Batista será realizado no dia 21 de março, um sábado, a partir das 20h30.

Ao todo, estão disponíveis 1.150 convites, com valor individual de R$ 100,00. Os ingressos podem ser adquiridos na secretaria da igreja ou com voluntários da comunidade. Crianças de até 5 anos não pagam.

Evento reúne comunidade, voluntários e visitantes

A exemplo das edições anteriores, a Festa do Peixe Assado deve atrair centenas de moradores e turistas para o pátio da Matriz São João Batista. No local, os peixes são preparados em churrasqueiras, mantendo uma tradição que já faz parte do calendário gastronômico da cidade.

A organização do evento envolve empresas, voluntários e a própria comunidade paroquial. Cerca de 150 colaboradores atuam diretamente na festa, cada um com uma função específica, garantindo um atendimento eficiente ao público.

Festa vai além da gastronomia

Segundo o pároco da Matriz São João Batista, padre Willian Alves, o evento tem um significado que ultrapassa o aspecto gastronômico.

“É um momento de encontro, partilha e comunhão. A festa envolve toda a comunidade e é fruto de um trabalho feito com dedicação, fé e espírito de fraternidade”, destaca.

Sistema garante comida à vontade

O sistema de atendimento da Festa do Peixe Assado garante que todos os participantes possam comer à vontade. Ao chegar ao local, o convidado entrega o convite à organização e recebe um prato por convite.

A partir disso, o público pode se servir nas barracas, escolhendo entre piapara, pacu e salmão, ou combinando os diferentes tipos de peixe, todos preparados de forma especial. Cada barraca trabalha, em média, com 50 quilos de peixe.

Nas mesas, também serão servidos arroz, pirão, salada e farofa. As bebidas — cerveja e refrigerante — serão vendidas separadamente, em barracas específicas.

Recursos serão destinados a melhorias da igreja

Toda a arrecadação obtida com a venda dos convites será revertida em melhorias para a igreja.

“Todo o resultado da festa retorna para a comunidade, contribuindo para a manutenção e a qualificação do espaço da igreja”, acrescenta o padre Willian.

Tradição interrompida pela pandemia

A festa de 2026 deveria marcar a 19ª edição do evento, mas a pandemia de covid-19 impediu a realização da Festa do Peixe Assado por dois anos consecutivos. Com o retorno, o público voltou a comparecer em grande número, evidenciando o desejo de confraternização da comunidade.

O dia 3 de fevereiro vai além das comemorações cívicas no Paraguai. A data marca o fim de uma das mais longas e duras ditaduras da América Latina. Na madrugada de 2 para 3 de fevereiro de 1989, Alfredo Stroessner foi deposto do poder após 34 anos, 5 meses e 19 dias à frente do Estado paraguaio.

Revisitar quem foi Stroessner, como chegou ao poder e de que forma seu regime se sustentou é um exercício de memória histórica. Também é um alerta. Entender o passado é uma das poucas formas eficazes de impedir que ele se repita.

Quem foi Alfredo Stroessner

Alfredo Stroessner Matiauda governou o Paraguai de 15 de agosto de 1954 a 3 de fevereiro de 1989. Conhecido por apelidos como El Rubio, Mburuvichá e El Segundo Reconstrutor, foi o chefe de Estado com o mandato mais longo da história da América Latina no pós-guerra.

Nascido em 3 de novembro de 1912, em Encarnación, Stroessner era filho de um imigrante alemão e de uma paraguaia. Ingressou cedo na carreira militar, participou da Guerra do Chaco e ascendeu rapidamente dentro das Forças Armadas, especialmente após a Guerra Civil de 1947, quando desempenhou papel estratégico ao lado do Partido Colorado.

A partir desse conflito, consolidou-se uma aliança política e militar que serviria de base para sua chegada ao poder.

O caminho até o poder absoluto

Ao longo do final da década de 1940 e início dos anos 1950, Stroessner soube explorar rivalidades internas no Partido Colorado, disputas nas Forças Armadas e tensões regionais em pleno contexto da Guerra Fria.

Em maio de 1954, uma sucessão de levantes militares levou à queda do então presidente Federico Chávez. Stroessner não assumiu imediatamente, optando por manter uma aparência de legalidade institucional. Pouco tempo depois, foi indicado candidato único do Partido Colorado e eleito presidente em julho daquele ano.

Ao tomar posse, manteve o cargo de comandante-chefe das Forças Armadas — um detalhe que não era protocolar, mas estrutural.

Os pilares do regime

A longevidade do stronismo se apoiou em uma aliança tripla: Forças Armadas, Partido Colorado e presidência da República, todos centralizados na figura de Stroessner.

Essa engrenagem funcionou de maneira coordenada por quase três décadas e meia.

O Partido Colorado como Partido do Estado

Sob Stroessner, o Partido Colorado deixou de ser apenas uma legenda política e se transformou numa máquina de controle social.

A filiação passou a ser obrigatória para servidores públicos, professores, médicos e até membros do Judiciário. O partido se infiltrou no cotidiano da população por meio do clientelismo, da vigilância local exercida pelos piragues e da troca sistemática de favores.

Ter a carteira do partido significava acesso ao Estado. Não tê-la, significava exclusão.

Forças Armadas politizadas

As Forças Armadas perderam seu caráter profissional e se tornaram um braço político do regime. Oficiais eram obrigados a se filiar ao Partido Colorado, cargos estratégicos do governo eram reservados a generais e benefícios econômicos garantiam lealdade.

O Estatuto Militar de 1980 institucionalizou essa função ao atribuir às Forças Armadas o papel de garantir a “segurança interna” do país — uma licença formal para a repressão.

Culto à personalidade

Mesmo sem carisma, Stroessner foi o centro de um culto político. Seu retrato era presença obrigatória em repartições públicas. Cidades, edifícios e eventos carregavam seu nome.

A propaganda apresentava o ditador como símbolo de “Paz e Progresso”, slogan repetido à exaustão para justificar a repressão e criminalizar qualquer forma de oposição.

Uma democracia de fachada

Gral. Alfredo Stroessner em visita á Casa Branca, conversa con Lyndon B. Johnson, presidente dos Estados Unidos. Imagem: Arquivo Jornal ABC Color.

Diferentemente de outras ditaduras latino-americanas, o regime de Stroessner manteve eleições periódicas, Congresso e Judiciário — todos esvaziados de autonomia.

As eleições eram fraudulentas, a Constituição foi alterada para permitir reeleições sucessivas e o estado de sítio vigorou de forma quase permanente. A legalidade aparente servia como verniz institucional para violações sistemáticas de direitos humanos.

Repressão institucionalizada

A repressão não se escondia. Prisões arbitrárias, tortura e vigilância eram praticadas pelas próprias estruturas do Estado, como o Departamento de Investigações da Polícia da Capital e a Direção Nacional de Assuntos Técnicos.

A chamada “repressão preventiva” instaurou uma cultura profunda de medo, autocensura e desconfiança. O Arquivo do Terror, descoberto em 1992, revelou a extensão da vigilância, da tortura e da cooperação internacional na repressão, especialmente por meio da Operação Condor.

Segundo a Comissão da Verdade e Justiça, quase 20 mil prisões arbitrárias ocorreram durante o regime.

Corrupção como método de poder

A corrupção não era um desvio. Era política de Estado.

Militares e aliados políticos se beneficiavam de contrabando, tráfico, concessões de terra ilegais e superfaturamento de grandes obras. A Itaipu Binacional tornou-se símbolo desse sistema, com custos inflados e suspeitas de propinas milionárias.

A distribuição ilegal de terras públicas consolidou uma das maiores concentrações fundiárias da América Latina — problema que ainda marca o Paraguai rural.

Nacionalismo como narrativa

O regime apropriou-se da identidade nacional, da história e dos símbolos paraguaios para legitimar o autoritarismo. Stroessner foi retratado como herdeiro de figuras históricas e defensor da pátria contra inimigos internos e externos.

O anticomunismo e o medo do “estrangeiro” serviram como justificativa permanente para a repressão e o controle social.

O papel dos Estados Unidos

Os Estados Unidos foram aliados estratégicos do regime durante a Guerra Fria. Apoio político, militar e financeiro ajudou a sustentar a ditadura em troca da postura anticomunista de Stroessner.

Mesmo diante de denúncias de tortura, corrupção e narcotráfico, o apoio só começou a se desfazer na fase final do regime. Ironicamente, o mesmo general apoiado pelos EUA liderou o golpe que depôs Stroessner em 1989 — e foi rapidamente reconhecido como novo presidente.

Por que lembrar

Capa do jornal O Estado de São Paulo, de 4 de fevereiro de 1989. Imagem: Arquivo O Estado de São Paulo.

O fim da ditadura não apagou suas marcas. Muitas estruturas, privilégios e narrativas sobreviveram à queda de Stroessner.

Lembrar o 3 de fevereiro é mais do que um exercício histórico. É um compromisso com a democracia. E um alerta permanente de que regimes autoritários não se instalam da noite para o dia — eles se constroem lentamente, muitas vezes sob o disfarce da ordem, da lei e da normalidade.

Créditos
Levantamento histórico baseado em pesquisas e publicações da imprensa paraguaia, incluindo ABC Color, Última Hora, La Nación, Hoy, além de documentos da Comisión de Verdad y Justicia (CVJ).
Fotos: Arquivo/Portal Guarani, Arquivo Jornal O Estado de São Paulo e Jornal ABC Color.

O Foz do Iguaçu Futebol Clube entra em campo nesta terça-feira (03) para um dos compromissos mais importantes da temporada. O Azulão da Fronteira enfrenta o Athletico Paranaense, às 20h, na Arena da Baixada, pelo jogo de ida das quartas de final do Campeonato Paranaense 2026.

A partida marca o início do confronto eliminatório entre duas equipes que tiveram campanhas consistentes na primeira fase da competição. O Foz garantiu a classificação ao terminar na segunda colocação do Grupo A. Já o Athletico avançou em terceiro lugar no mesmo grupo, o que credencia o duelo como um dos mais equilibrados desta fase decisiva.

Última preparação na capital

De olho na melhor preparação possível, o elenco do Foz realizou os últimos treinamentos em Curitiba. A equipe utilizou o campo sintético e a estrutura do CT Bayard Osna, pertencente ao Coritiba Foot Ball Club.

O Foz do Iguaçu agradeceu oficialmente ao Coritiba pela receptividade, pelo apoio e pela cessão do espaço, reforçando a boa relação institucional entre os clubes paranaenses.

Possível estreia de reforço estrangeiro

Daniel Adisa é o novo reforço do Foz do Iguaçu FC no Paranaense 2026. Foto Franz Fleischfresser

A partida desta terça-feira também pode marcar a estreia de Daniel Adisa. O jovem atleta nigeriano foi integrado ao elenco recentemente e está oficialmente relacionado para o confronto diante do Athletico.

Confiança, foco e estratégia fora de casa

Mesmo jogando fora de casa, o Foz chega confiante e ciente da importância de construir um bom resultado longe de seus domínios. Para o técnico Adriano, o duelo exige atenção total, inteligência tática e personalidade desde o primeiro minuto.

“Sabemos da força do Athletico jogando na Arena, é um grande adversário e merece todo o respeito. Mas também sabemos do nosso potencial. Jogar bem fora de casa é fundamental nesse tipo de confronto, e o Foz já mostrou que pode competir e surpreender”, afirmou o treinador.

Dentro de campo, a proposta é unir intensidade e organização. Capitão do Azulão, o zagueiro Breno destacou o trabalho realizado ao longo da semana e reforçou a necessidade de manter a identidade da equipe.

“Nos preparamos muito bem para esse momento. É um jogo grande, contra um adversário qualificado, mas precisamos manter nossa intensidade e nossa forma de jogar. Respeitamos o Athletico, mas vamos fazer o jogo do Foz, com entrega, concentração e competitividade do início ao fim”, declarou.

Segundo jogo é na casa do Azulão!

O confronto desta terça-feira representa apenas a primeira parte da decisão. O jogo de volta já está marcado e promete casa cheia em Foz do Iguaçu. A partida decisiva acontece no sábado, 7 de fevereiro, às 16h, no Estádio do ABC, quando o Azulão da Fronteira contará com o apoio da torcida para buscar a vaga na próxima fase do Campeonato Paranaense.

Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo site da All Ingressos: https://allingressos.com.br/fozdoiguacufc

A expectativa é de dois jogos equilibrados e de alto nível, nos quais cada detalhe pode ser decisivo na luta pela classificação.

Onde assistir

A partida desta noite terá transmissão ao vivo pelo canal GOAT, no YouTube, a partir das 19h45.

 

 

Fotos: Franz Fleischfresser/Divulgação Foz do Iguaçu FC

O Carnaval no Brasil costuma ser sinônimo de festas de rua e folia intensa. No entanto, esse tipo de programação não atende a todos os perfis de viajantes. Famílias com crianças e visitantes que buscam descanso e conexão com a natureza encontram no Parque Nacional do Iguaçu uma alternativa para aproveitar o feriado de forma mais leve e contemplativa.

Pensando nesse público e no aumento da procura no período, o Parque Nacional do Iguaçu, lar das Cataratas do Iguaçu, ampliou o horário de funcionamento em uma hora durante o recesso de Carnaval.

Parque amplia horário e espera receber 35 mil visitantes

Entre os dias 14 e 17 de fevereiro, o parque abrirá das 8h às 16h, oferecendo mais tempo para que os visitantes explorem os atrativos com conforto. A expectativa da Urbia+Cataratas é receber cerca de 35 mil pessoas ao longo dos quatro dias.

Para quem busca um passeio mais tranquilo, a recomendação é reservar o ingresso para o primeiro horário do dia ou após as 13h, períodos com menor fluxo de visitantes.

Mais tempo para imersão em trilhas e paisagens naturais

Considerado um passeio obrigatório para quem visita Foz do Iguaçu e região, o Parque Nacional do Iguaçu oferece uma experiência completa de contato com a natureza. Além das Cataratas do Iguaçu, o Patrimônio Mundial Natural conta com trilhas e caminhos inclusos no ingresso, adequados a diferentes perfis de visitantes.

Os percursos permitem caminhadas ou passeios de bicicleta, observação da fauna e da flora e contato com elementos históricos distribuídos ao longo da área protegida.

Espaço Usina amplia opções de pausa e contemplação

Em outubro de 2025, a gestão da Urbia+Cataratas inaugurou o Espaço Usina, um café em meio à Mata Atlântica. O local atende quem realiza o percurso do Circuito São João, com 2,8 quilômetros de extensão.

O espaço funciona como ponto de parada para descanso, contemplação de cascatas naturais e recarga de energia durante o passeio.

“Para que o visitante consiga realizar todos os atrativos disponíveis no parque, recomenda-se a visita durante dois dias. O recesso de Carnaval é ideal para isso”, explica o CEO da Urbia+Cataratas, Mario Macedo Junior.

Parque entra no clima de Carnaval com programação cultural

Além da experiência natural, o Parque Nacional do Iguaçu contará com programação cultural e artística ao longo dos quatro dias de feriadão.

Haverá música ao vivo no Centro de Visitantes e no Espaço Porto Canoas, no fim da Trilha das Cataratas. As atrações incluem pagode e brasilidades em vinil, acompanhando os visitantes no início, durante ou ao final do passeio.

Durante o período, também serão oferecidas atividades de pintura facial para crianças, nos mesmos espaços.

No sábado, dia 14, o Espaço Porto Canoas receberá uma oficina de pintura em máscaras com artistas locais. No mesmo dia, uma feirinha de produtores locais estará montada no Centro de Visitantes durante todo o horário de funcionamento.

Amanhecer nas Cataratas terá datas extras no feriado

O passeio exclusivo Amanhecer nas Cataratas, realizado antes do horário regular de abertura do parque e com café da manhã incluso, será oferecido excepcionalmente nos dias 14, 15, 16 e 17 de fevereiro.

As vagas são limitadas, e a recomendação é adquirir o ingresso com antecedência pelo site oficial cataratasdoiguacu.com.br. O embarque ocorre às 5h30, no Centro de Visitantes.

Outras experiências seguem programação normal

Outras experiências continuam conforme a programação regular. A sessão de astroturismo Céu das Cataratas será realizada no sábado, dia 14.

Já o Pôr do Sol nas Cataratas, com bebidas e música ao vivo, está programado para o sábado, dia 14, e para a terça-feira, dia 17. Todas as experiências possuem vagas limitadas e costumam esgotar rapidamente em períodos de recesso.

Dicas importantes para o passeio no verão

Fevereiro costuma registrar altas temperaturas em Foz do Iguaçu, o que torna a bruma das quedas-d’água ainda mais refrescante. Roupas leves e calçados confortáveis são recomendados.

Protetor solar e repelente são itens essenciais. Comprar o ingresso antecipadamente pelo site oficial e chegar com 20 minutos de antecedência ao horário indicado no bilhete garante um embarque mais ágil.

Por se tratar de uma área natural protegida, não é permitido fumar, utilizar som alto, tocar ou retirar plantas e animais. Também é proibido subir ou ultrapassar corrimãos e guarda-corpos para observação ou fotografias.

Sobre o Parque Nacional do Iguaçu

Reconhecido como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, o Parque Nacional do Iguaçu é administrado pelo ICMBio e tem sua visitação turística gerida pela Urbia+Cataratas.

O destino é referência internacional em turismo sustentável e foi eleito, pelo Tripadvisor Travelers’ Choice Best of the Best 2025, a principal atração turística do Brasil e da América Latina.

Serviço — Carnaval nas Cataratas

  • Quando: de 14 a 17 de fevereiro

  • Horário: das 8h às 16h

  • Atividades: música ao vivo, pintura facial, oficina de pintura em máscaras e feirinha de produtores locais

  • Amanhecer nas Cataratas: 14, 15, 16 e 17 de fevereiro, com embarque às 5h30

 

 

Fotos: Urbia+Cataratas/Eagle Eye Company

Como parte da programação de Carnaval, o Turismo Itaipu promove nos dias 15 e 16 de fevereiro o Itaipu Sunset, uma experiência que reúne música ao vivo, gastronomia e contemplação do pôr do sol no Mirante do Vertedouro, uma das principais paradas da visita Itaipu Panorâmica, em Foz do Iguaçu.

A ação acontece das 17h30 às 20h e integra a programação especial do período carnavalesco, com proposta voltada a diferentes perfis de visitantes.

Experiência combina passeio pela usina e entardecer no mirante

O Itaipu Sunset convida o público a viver o fim de tarde de um jeito diferente. Após o passeio pela Usina de Itaipu, a experiência segue até o Mirante do Vertedouro, que se transforma em um verdadeiro palco de contemplação.

No local, o pôr do sol se alia à trilha sonora ao vivo e à paisagem, criando um cenário voltado à presença, à pausa e à valorização do momento.

Música ao vivo, comidas e bebidas inclusas no ingresso

Além da apresentação musical durante o entardecer, o evento inclui comidas e bebidas já contempladas no valor do ingresso, compondo a proposta gastronômica do passeio.

A experiência é indicada para famílias, grupos de amigos e visitantes que desejam aproveitar o Carnaval de forma leve, segura e memorável, em um espaço diferenciado dentro do complexo turístico da Itaipu.

Programação especial também se estende a outros espaços

A experiência carnavalesca não se limita ao Itaipu Sunset. Entre os dias 14 e 16 de fevereiro, o Centro de Recepção de Visitantes da Itaipu contará com apresentações de samba ao vivo, das 9h às 10h30 e das 14h às 15h30, criando um clima festivo desde a chegada do público.

No Mirante Central, os visitantes poderão participar de ativações especiais ao longo do período, como o totem interativo do jogo Encontre a Capivara em Itaipu, com distribuição de brindes.

Ingressos e valores

Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos pelo site oficial do Turismo Itaipu. O valor é único para todos os públicos, considerando os serviços e itens inclusos na experiência.

desconto para crianças de 6 a 11 anos e gratuidade para crianças de até 5 anos, mediante comprovação com documento oficial com foto ou certidão de nascimento.

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