Nesta terça-feira de Carnaval, 17/02, a Panorama promove a maior Queima de Estoques já realizada pela empresa. A ação acontecerá diretamente no Centro de Distribuição Panorama, reunindo produtos com preços de fábrica e condições especiais por apenas um dia.
Mais do que uma campanha promocional, a iniciativa foi pensada para atender um cenário comum na construção civil: obras desaceleradas, projetos que permanecem no papel e reformas adiadas por limitação de orçamento.
A proposta da Panorama é clara: transformar estoque em oportunidade real de decisão de seus clientes.
“Nossa ação surge como um acelerador de decisões. Com descontos agressivos sustentados por estrutura logística e gestão profissional, a Panorama busca oferecer condições que tornem possível aquilo que vinha sendo adiado” comenta Paulo Pulcinelli Netto diretor da Panorama.
SERVIÇO – Queima de Estoques 📍 Centro de Distribuição Panorama – Av. Costa e Silva, 3300 📅 17 de fevereiro ⏰ Evento válido por um único dia, das 08h às 18h
🖼️ Siga no Instagram: @panorama.com.br
Se a expressão “mar de gente” já virou clichê em cobertura de evento, ontem ela foi apenas descrição fiel da realidade. O segundo dia do Foz Folia 2026 transformou a Praça da Paz e a Avenida JK em um oceano de foliões.
Sem estimativa oficial de público divulgada, o que se viu foi a lotação completa da terceira pista da JK e também da pista no sentido centro-bairro, desde a Praça da Paz até o cruzamento com a Rua Quintino Bocaiuva. Uma multidão que cantou, dançou e ocupou o espaço com alegria.
Ritmos afro-brasileiros abriram a noite
A programação começou às 18h, valorizando manifestações culturais que aqueceram o público para o show principal.
O Afoxé Ogún Funmilaiyó deu o pontapé inicial. Na sequência, o Maracatu Alvorada Nova desceu do palco e foi tocar no meio da plateia, encerrando sua apresentação em cortejo pela avenida já tomada por foliões — um dos momentos mais simbólicos da noite.
Este slideshow necessita de JavaScript.
Música autoral e mensagem social no palco
O grupo Pisêres de Embaúba, formado por mulheres e homens integrantes da comunidade LGBTQIAP+, levou ritmos nordestinos como samba de coco e maracatu, mas também apresentou a música autoral “Seu Grito”.
A canção, escrita e interpretada pelo próprio grupo, funciona como denúncia contra a violência doméstica e o feminicídio no Brasil, mostrando que o Carnaval também pode ser espaço de reflexão e posicionamento social.
Forró raiz para preparar o terreno
Com a missão de preparar o público para o grande show da noite, o Trio Forró di Fogueira trouxe clássicos do forró raiz, interpretando nomes como:
Encerrando a apresentação em clima de homenagem, o trio fechou o set tocando Falamansa, deixando a praça pronta para o que viria.
Falamansa e o coro que ecoou pela JK
Quando a Falamansa subiu ao palco, o espaço já estava completamente tomado. A banda entrou com energia total e levou o público ao coro logo nos primeiros acordes de “Xote da Alegria”.
Foi justamente nesse momento que Tato, vocalista do grupo, se surpreendeu. Ao acenderem as luzes para a primeira interação com a plateia, ele reagiu de forma espontânea:
“Nossa, tá indo até lá em cima!”
Este slideshow necessita de JavaScript.
E estava mesmo.
Casais dançando colados, rodas se formando no meio da avenida e um público que cantou do início ao fim. A apresentação ainda abriu espaço para discotecagem após o show, estendendo a festa madrugada adentro.
Apesar do público surpreendente, o evento transcorreu com tranquilidade. Equipes da Guarda Municipal e da Polícia Militar estiveram presentes durante toda a noite, garantindo a segurança dos foliões.
O segundo dia do Foz Folia 2026 confirmou que, em Foz do Iguaçu, o Carnaval pode unir diversidade cultural, consciência social e música popular em um só palco — e com espaço para todo mundo.
Todo ano é igual. Começa o Carnaval e, junto com o batuque, vem o coro: “dinheiro jogado no lixo”, “pão e circo”, “hospital sem médico e festa na praça”.
A crítica é válida? Questionar o poder público é saudável. Mas repetir slogans sem entender como funciona o orçamento público é outra história.
Em primeiro lugar, existe algo chamado vinculação orçamentária. Recursos destinados à cultura não podem simplesmente ser redirecionados para saúde ou segurança porque alguém comentou na internet. Cada área tem sua dotação específica, aprovada em lei. Não é uma decisão emocional — é técnica e legal.
Cultura também é investimento
Percusionistas da Escola de Samba Mocidade Unida do Porto Meira, Bloco Papai Urso e Bloco Demorei mas Cheguei. Foto: Kaká Souza.
Dados de estudos da Fundação Getulio Vargas (FGV) indicam que cada R$ 1 investido em cultura pode gerar retorno de até R$ 7,59 para a economia, considerando empregos, renda e circulação de recursos. No setor automobilístico, por exemplo, esse multiplicador gira em torno de R$ 3,76.
Ou seja: cultura não é fogueira de dinheiro. É engrenagem econômica.
E quando falamos de Carnaval, estamos falando de:
geração de empregos temporários
contratação de músicos, técnicos, seguranças e produtores
aumento da ocupação hoteleira
impacto direto em bares, restaurantes e comércio
movimentação do transporte por aplicativo e tradicional
fortalecimento da economia informal
Em cidades turísticas como Foz do Iguaçu, ignorar o papel do evento no calendário é fechar os olhos para a lógica econômica local.
Nem só de Sambódromo vive o Carnaval
Muita gente associa Carnaval aos desfiles milionários exibidos na TV. Mas o Carnaval de rua é outro universo.
Ele é acessível. Democrático. Sem camarote fechado. Sem barreira social.
Blocos surgem de grupos de amigos, coletivos culturais, bairros inteiros. Tem samba, tem maracatu, tem rock, tem eletrônico. É plural. É improviso. É identidade local pulsando.
É cultura viva.
E cultura viva gera pertencimento. Pertencimento gera coesão social. E coesão social é um ativo que não aparece na planilha, mas sustenta comunidades.
“Pão e circo”?
A comparação com Roma costuma aparecer quando o debate quer soar sofisticado. Mas ela ignora um detalhe: o Carnaval não é imposto ao público. Ele é construído por ele.
Não é uma distração orquestrada. É uma manifestação cultural que nasceu do povo e continua sendo do povo.
Além disso, cidades não podem parar suas agendas culturais até que todos os problemas estruturais do Brasil sejam resolvidos — porque, sejamos sinceros, isso significaria nunca mais realizar nada.
Saúde precisa de investimento. Segurança também. Educação, idem. Mas cultura não é inimiga dessas áreas.
Impacto social e saúde mental também contam
Festa não é superficialidade. Convivência social, lazer e celebração coletiva têm impacto direto na saúde mental, especialmente após anos de crises sanitárias e econômicas.
Carnaval movimenta arte, autoestima, criatividade e ocupação positiva do espaço público.
E ocupar o espaço público com cultura é sempre melhor do que deixá-lo vazio.
O debate que vale a pena
Em vez de perguntar se o Carnaval deve existir, talvez a pergunta mais produtiva seja: Como fazer com que ele gere ainda mais retorno econômico, inclusão e fortalecimento da economia criativa?
O Brasil tem uma das maiores indústrias culturais do mundo. O Carnaval é vitrine, mas também é base produtiva.
Criticar por criticar é fácil. Construir políticas culturais sustentáveis exige mais que um comentário apressado.
Festa é gasto? Ou é investimento que retorna em emprego, renda e identidade?
Talvez o problema não esteja no samba. Talvez esteja na falta de informação sobre como ele funciona.
Nem a chuva espantou os foliões. O Foz Folia 2026 começou nesta sexta-feira (13) na Praça da Paz, no centro de Foz do Iguaçu, com cortejo de blocos, entrega da chave da cidade e show para animar o público que encarou o tempo fechado para celebrar o primeiro dia do Carnaval.
A programação teve início às 18h com o tradicional Grito de Carnaval, reunindo blocos em cortejo pela praça e abrindo oficialmente a folia na cidade.
Na sequência, ocorreu a cerimônia oficial de abertura do Foz Folia 2026, com a entrega simbólica da chave da cidade ao Rei Momo, Leonardo Moisés Galdino de Oliveira, e à Rainha do Carnaval 2026, Lívia Costa Santos.
Este slideshow necessita de JavaScript.
A chave foi entregue pelo prefeito de Foz do Iguaçu, Joaquim Silva e Luna, e pela diretora-presidente da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, Patricia Lunovich.
Sheila Melo, secretária municipal da Mulher. Foto: Kaká Souza.
Também estiveram presentes o vice-prefeito Ricardo Nascimento, o presidente da Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, vereador Paulo Debrito (PL), e a secretária municipal da Mulher, Scheila Melo.
Prefeito “foi pra galera”
Este slideshow necessita de JavaScript.
Mesmo com a chuva constante, o público marcou presença na Praça da Paz. Em clima descontraído, o prefeito Joaquim Silva e Luna e Patricia Lunovich deixaram o protocolo de lado e foram ao encontro dos foliões, reforçando que, em Foz, chuva não cancela Carnaval — só muda o penteado.
Continue acompanhando a cobertura completa do Carnaval 2026 em Foz do Iguaçu aqui no Portal Clickfoz. Porque a folia continua — com ou sem guarda-chuva.
Foz do Iguaçu acaba de alcançar um marco histórico para o setor produtivo local. O município é o segundo do Brasil — e o primeiro do Paraná — a receber a certificação do Ministério da Agricultura e Pecuária que permite a comercialização nacional de produtos da agroindústria vegetal.
A conquista foi oficializada na última quinta-feira (12), com o enquadramento da cidade no Sistema de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (SISBI-POV). Até então, apenas Mossoró havia obtido a certificação no país.
Na prática? Produtos feitos aqui agora podem ganhar o Brasil.
O que muda para os produtores de Foz
A Prefeitura, por meio da Divisão de Inspeção Municipal, firmou acordo com representantes do MAPA para obter a equivalência nos serviços de inspeção.
Com isso, o município passa a exercer a fiscalização com reconhecimento nacional — função que antes era exclusivamente federal. Os estabelecimentos inspecionados pelo serviço municipal agora podem comercializar seus produtos em todo o território brasileiro.
O resultado é direto: ampliação de mercado, fortalecimento da agroindústria local e padronização mais rigorosa dos controles sanitários.
Mais mercado e mais responsabilidade
O prefeito Joaquim Silva e Luna destacou que a adesão ao SISBI representa um avanço estratégico para a cidade.
“É um passo decisivo para fortalecer nossa agroindústria, gerar oportunidades, ampliar mercados e garantir que os produtos produzidos aqui atendam aos mais altos padrões de qualidade e segurança alimentar”, afirmou.
A certificação também exige aprimoramento contínuo das rotinas de inspeção, capacitação técnica das equipes e adequação permanente às normas federais. Ou seja: não é apenas um selo — é um compromisso com qualidade.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Agricultura, Edinardo Aguiar, reforçou que a conquista comprova o investimento técnico realizado pelo município e cria um ambiente mais favorável ao crescimento da indústria local.
SUSAF também amplia mercado no Paraná
Além do SISBI-POV, Foz também pode operar dentro do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf), programa do Governo do Estado que permite a comercialização de produtos em todo o Paraná.
O credenciamento passa por auditoria da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar).
O foco é a formalização de agroindústrias familiares e artesanais. O sistema estadual abrange estabelecimentos de pequeno porte — até 250 m², ou 500 m² em casos específicos — e contempla produtos de origem animal, como:
Embutidos
Queijos
Mel
Pescados
Ovos
Para receber o selo, as empresas precisam adotar rigorosos programas de autocontrole, higiene e rastreabilidade, seguindo as normas sanitárias vigentes.
Impacto direto na economia local
Para Foz do Iguaçu, a certificação representa mais do que um reconhecimento técnico: amplia oportunidades para produtores locais, gera potencial de emprego e fortalece o setor agroindustrial.
Traduzindo para o iguaçuense: o que é produzido aqui ganha portas abertas para o Brasil — com selo de qualidade e fiscalização equivalente à federal.
O Carnaval de Foz do Iguaçu não será marcado apenas por música e folia. Entre os dias 13 e 17 de fevereiro, o 14º Batalhão de Polícia Militar executa a Operação Carnaval 2026, com reforço no policiamento ostensivo preventivo em toda a cidade.
O esquema especial acompanha a programação do FozFolia 2026, realizado na Avenida JK, na região da Praça da Paz.
Policiamento reforçado na Praça da Paz
Durante os cinco dias de festa, haverá presença ampliada de equipes policiais no circuito oficial do evento. O planejamento inclui:
Policiamento ostensivo preventivo a pé
Viaturas posicionadas em pontos fixos
Emprego de módulo móvel em Ponto Base (PB)
Reforço em outros locais de concentração popular
A operação contará ainda com atuação integrada do Pelotão de Trânsito, ROCAM e CHOQUE, intensificação da fiscalização de veículos e pessoas em fundada suspeita, prevenção de acidentes e pronta resposta em ocorrências.
A Polícia Militar do Paraná orienta que, em caso de emergência, a população acione o telefone 190.
Município intensifica fiscalização urbana
Paralelamente à atuação da PMPR, a Prefeitura de Foz do Iguaçu também reforçará a fiscalização durante o Carnaval.
A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Finanças e Orçamento, por meio da Diretoria de Fiscalização, que manterá equipe fixa atuando diariamente no local do evento.
O foco principal é organizar o comércio eventual, especialmente o trabalho dos vendedores ambulantes, garantindo que estejam devidamente autorizados e cumpram as normas estabelecidas.
Fiscalização também nos bairros
Além da equipe destacada para o FozFolia, o Município manterá fiscais em patrulhamento por outros pontos da cidade no mesmo período.
A medida busca assegurar o cumprimento das regras municipais não apenas no circuito oficial, mas também em bairros onde tradicionalmente ocorrem confraternizações e eventos paralelos.
De acordo com a diretora de fiscalização, Patrícia Cornelio, a prioridade é garantir uma festa organizada.
“Atuaremos na orientação dos ambulantes e no controle de ruídos em toda a cidade, assegurando que a alegria do Carnaval conviva em harmonia com o respeito ao cidadão. É a fiscalização presente para uma Foz mais segura e ordenada”, destacou.
Controle de ruídos e organização do espaço público
As equipes estarão atentas, principalmente, ao cumprimento da legislação referente aos limites de emissão sonora, tanto por estabelecimentos comerciais quanto por equipamentos de som em áreas públicas e privadas.
O reforço tem caráter preventivo e, quando necessário, repressivo. O objetivo é equilibrar celebração, segurança e qualidade de vida, garantindo que o Carnaval transcorra de forma organizada e segura para foliões e moradores.
A executiva Paula Haito reassumiu, em fevereiro, a gerência Comercial e de Marketing do Dreams Park Show e do Eco Park Foz, em Foz do Iguaçu.
Ela retorna ao grupo após três anos com a missão de ampliar a estrutura do complexo e liderar a inauguração de cinco novos atrativos nos próximos dois anos. Os investimentos já haviam sido anunciados pelo Grupo Dreams em 2025.
Novos atrativos e ampliações
Entre as novidades previstas estão:
Casa do Terror
Hollywood Dreams Cars
Salão Super Carros
Kart 360 (indoor), com três andares de pista
Pizzaria Temática
Além das inaugurações, o grupo projeta ampliações em atrativos já consolidados, como:
Museu de Cera
Maravilhas do Mundo
Dreams Ice Bar
Dreams Motor Show
Vale dos Dinossauros
Eco Park Foz
Alguns investimentos anunciados já foram entregues. Entre eles está o Tubing Escorregassauro, um escorregador gigante de 70 metros de comprimento instalado no Vale dos Dinossauros, disponível para moradores e turistas.
Ainda neste semestre, será inaugurado o Vulcão, espaço destinado à visitação e ao estudo da espécie que viveu na Terra há milhares de anos. O restaurante Pterofood, conhecido pelas carnes típicas argentinas, também passará por reforma e ampliação.
Luryx Duty Free inicia operação
Outra entrega recente no complexo foi a Luryx Duty Free, considerada a maior loja franca de Foz do Iguaçu.
A operação começou em modelo soft opening (abertura gradual). Embora a marca esteja presente em 18 países, esta é a primeira unidade da Luryx no Brasil.
No complexo, a loja ocupa uma área de 2,7 mil metros quadrados. O espaço reúne marcas internacionais reconhecidas, inclusive algumas exclusivas, em estrutura moderna e confortável.
Missão e foco estratégico
Segundo Paula, o retorno ocorre em um momento desafiador.
“Sou uma pessoa movida a desafios. Voltar ao Dreams Park Show e ao Eco Park Foz com essa missão me inspira e motiva”, afirma. “Trago, com muita humildade, a experiência adquirida nas empresas por onde passei e também das especializações em Gestão Comercial e Marketing. Voltar para o Dreams, onde comecei minha carreira na área de gestão, é com certeza um presente”, completa.
A executiva destaca que o objetivo é consolidar o complexo como um dos principais espaços de lazer, gastronomia e entretenimento da região.
“Nosso desejo é que os iguaçuenses, moradores dos municípios lindeiros e turistas do Brasil e do mundo queiram estar no nosso parque e vivam experiências mágicas. Queremos, principalmente, que os moradores de Foz do Iguaçu se sintam em casa dentro do complexo”, ressalta.
Entre as ações voltadas à comunidade local estão a tarifa especial para moradores e a campanha Morador Anfitrião, que garante ingresso gratuito quando o morador estiver acompanhado de um turista.
Fevereiro começou em ritmo acelerado na fronteira — e com trilha sonora própria. A Toku Importados preparou uma programação especial para movimentar o comércio em Ciudad del Este, apostando na combinação que consumidor nenhum ignora: experiência + preço competitivo.
O destaque é o Samba Fest Toku, que acontece de 13 a 18 de fevereiro e promete transformar o período de compras em um evento completo.
Entretenimento e promoções no mesmo endereço
Durante os seis dias de ação, os clientes encontram uma loja em clima de festival. A programação inclui:
DJ ao vivo
Degustações especiais
Chopp geladinho
Ativações promocionais
Sorteios por compra
Ofertas em diversos setores
A proposta é simples: criar uma experiência diferenciada em um dos períodos de maior fluxo de compradores na fronteira.
San Valentín também entra na programação
No dia 14 de fevereiro, a loja celebra o San Valentín, data tradicional no Paraguai e em diversos países da América Latina.
A Toku prepara sugestões de presentes e condições especiais nos setores de:
Moda
Perfumaria
Cosméticos
Tecnologia
Uma oportunidade estratégica para quem pretende aproveitar o Dia dos Namorados no Paraguai com preços mais competitivos do que no mercado brasileiro.
Fevereiro de alto movimento na fronteira
Com eventos promocionais e o aumento natural do fluxo de turistas brasileiros nesta época do ano, a expectativa é de loja cheia entre os dias 13 e 18 de fevereiro.
Para quem planeja fazer compras em Ciudad del Este, o mês se apresenta como uma janela interessante de oportunidades, reunindo entretenimento e condições comerciais atrativas no mesmo espaço.
E na fronteira, você já sabe: quando a vitrine vira festa, o movimento acompanha.
A Itaipu Binacional arrecadou R$ 1,7 milhão com o primeiro leilão de imóveis da Vila A em 2026, realizado nesta terça-feira (10), em Foz do Iguaçu. O certame ocorreu no Grand Carimã Resort & Convention Center e ofertou 14 casas. Três unidades foram arrematadas.
Os imóveis não vendidos deverão retornar em futuros leilões.
Além do valor total negociado, o resultado incluiu um ágio de R$ 260,5 mil sobre os lances iniciais dos lotes comercializados.
Recursos vão financiar casas populares
O valor arrecadado será aplicado no Projeto Moradias. A iniciativa é fruto de parceria entre Itaipu, Itaipu Parquetec e instituições municipais.
O objetivo é construir casas populares destinadas a famílias em situação de vulnerabilidade social em Foz do Iguaçu.
Imóvel na Avenida Garibaldi foi o mais disputado
O empresário Paulo Cezar Grzebielucras faz oferta em leilão. Foto: Rubens Fraulini/Itaipu Binacional.
Entre as unidades ofertadas, a residência mais concorrida está localizada na Avenida Garibaldi. O terreno tem 870 metros quadrados.
O lance inicial era de aproximadamente R$ 840 mil. O imóvel foi arrematado por pouco mais de R$ 1,1 milhão.
O empresário Paulo Cezar Grzebielucras adquiriu uma das casas e afirma que pretende investir no local.
“Moro na região há 30 anos e por isso me interessei pelo terreno. Já tenho comércio e meu objetivo é empreender”, declarou.
Ele avalia que os leilões contribuem para o desenvolvimento do bairro.
“É muito bom porque a região se desenvolve. As casas antigas são demolidas ou revitalizadas e o bairro vai melhorando”, afirmou.
Leilões ocorrem desde 2023
A Itaipu realiza leilões regulares de imóveis da Vila A desde 2023. Segundo a Binacional, a iniciativa permite ofertar à sociedade patrimônios que já cumpriram sua função original ligada à usina.
De acordo com o gerente do Departamento de Infraestrutura da Itaipu, Alexandre Silva de Vargas, o primeiro leilão de 2026 atingiu o objetivo planejado.
“A ideia era iniciar os certames deste ano. A sociedade local já está acostumada a contar com um leilão da Itaipu por mês e queremos manter esse ritmo. Foram ofertadas casas que ainda não tinham passado por nenhum certame”, explicou.
Próximo leilão já tem data
O próximo leilão de casas da Vila A está marcado para o dia 3 de março. Serão ofertadas 69 unidades.
O edital com todas as informações já está disponível no site do leiloeiro oficial contratado (www.nakakogueleiloes.com.br).
O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu vai operar acima da média no período de Carnaval. Entre os dias 13 e 18 de fevereiro, mais de 45 mil passageiros devem embarcar ou desembarcar no terminal. O volume representa aumento de 12% em comparação com o mesmo feriado do ano passado.
Além da alta no número de viajantes, também cresce o fluxo de aeronaves. Estão previstos 280 pousos e decolagens, considerando voos regulares e extras. Em 2025, foram 202 movimentos no mesmo período — ou seja, avanço de mais de 38%.
Os dados confirmam o momento de expansão do terminal das Cataratas.
Crescimento já começou em janeiro
Segundo o gerente do aeroporto, Vinícius Bueno, os números acompanham o desempenho positivo registrado no ano passado.
“Fechamos 2025 com quase 2,3 milhões de passageiros e já iniciamos 2026 com crescimento. Em janeiro, a movimentação foi cerca de 11% maior que no ano anterior. Temos atingido nossas metas, prezando sempre pela qualidade do serviço ofertado. Para o Carnaval, toda nossa equipe estará focada em oferecer a melhor experiência para os milhares de passageiros que passarão pelo terminal das Cataratas”, afirma.
O ritmo reforça a tendência de fortalecimento do destino tanto para turismo quanto para viagens de lazer durante feriados prolongados.
Voos extras para os principais polos do Carnaval
Durante o período festivo, companhias aéreas ampliam a oferta de destinos ligados à folia.
A Azul disponibiliza voos extras para Recife, em Pernambuco, conhecido por um dos carnavais de rua mais tradicionais do País. Já a Gol conecta Foz do Iguaçu ao Rio de Janeiro, por meio do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), cidade que sedia uma das maiores festas populares do mundo.
A recomendação é que os passageiros consultem diretamente os sites das companhias para verificar horários e disponibilidade.
Atenção à documentação
Antes de seguir para o aeroporto, a orientação é conferir a documentação exigida para o embarque. As regras podem variar conforme o destino, especialmente em voos internacionais ou em viagens com menores de idade.
Chegar ao terminal com antecedência também ajuda a evitar contratempos, sobretudo em períodos de maior movimento.
De olho nos pertences
Viagens a lazer e festas costumam reunir grupos de amigos e familiares. Isso significa mais malas, mochilas e objetos pessoais circulando pelo terminal.
Para evitar transtornos, a administração do aeroporto orienta:
Conferir, antes do embarque, se está com todas as malas e bagagens de mão.
Ao sair de banheiros ou lojas, verificar se não deixou para trás itens menores, como celulares e carteiras.
Identificar as bagagens com nome e telefone de contato, o que facilita eventual devolução.
Objetos esquecidos são encaminhados ao setor de Perdidos e Achados, onde permanecem disponíveis para retirada por até 90 dias.
Nem bem o Governo Federal sinalizou uma flexibilização no entendimento do que é “item de uso pessoal” para brasileiros que retornam de viagens internacionais, e a Receita Federal do Brasil (RFB) já tratou de se antecipar para não deixar brechas. Principalmente para os chamados “espertinhos” de plantão.
Em novembro de 2025, a Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que isenta do Imposto de Importação o computador portátil trazido do exterior por viajantes, desde que destinado a uso próprio.
Na prática, a proposta equipara notebooks, laptops, tablets ou similares a itens tradicionalmente considerados de uso pessoal, como celulares e relógios.
O que diz o projeto
O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Zé Adriano (PP-AC), ao Projeto de Lei nº 2204/25, de autoria do deputado Dr. Jaziel (PL-CE). Segundo o relator, a redação buscou dar mais segurança jurídica às regras de isenção de bagagem.
“O uso de notebooks já faz parte da vida cotidiana. Não é razoável que esse tipo de equipamento continue sendo tratado como item de revenda ou de destinação comercial”, afirmou Dr. Jaziel.
Pelo substitutivo, a bagagem de viajante procedente do exterior ficará isenta de tributos para bens novos ou usados, destinados a uso ou consumo pessoal ou para presente, desde que, pela quantidade, natureza ou variedade, não indiquem fins comerciais ou industriais.
O texto inclui expressamente o computador portátil pessoal como bagagem isenta, desde que compatível com as circunstâncias da viagem e em uso pelo viajante.
Hoje, o Regulamento Aduaneiro já garante isenção a itens como câmera fotográfica, celular e relógio de pulso. Notebooks, porém, seguem sendo frequentemente tributados pela Receita quando ultrapassam a cota de valor permitida.
O projeto ainda nem virou lei
É importante destacar: o projeto ainda não está em vigor. Ele tramita em caráter conclusivo, mas precisa passar pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de posterior aprovação no Senado Federal.
Mesmo assim, a Receita Federal decidiu não esperar.
Receita se antecipa e muda o jogo
Daniel Messias Linck, auditor-chefe da Receita Federal em Foz do Iguaçu. Imagem: Reprodução Rádio Cultura Foz.
Nesta semana, em entrevista à Rádio Cultura de Foz do Iguaçu, o auditor-chefe da Ponte Internacional da Amizade, Daniel Linck, informou que um novo sistema de fiscalização já está sendo implementado na fronteira, por determinação da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, em Brasília.
Segundo ele, a definição sobre se uma mercadoria tem ou não destinação comercial passará a considerar um cruzamento de dados mais amplo, incluindo:
Frequência de passagens pela fronteira
Renda declarada do viajante
Existência de CNPJ ativo
Quantidade, natureza e variedade dos produtos transportados
Ou seja: não é mais só o que está na sacola. É quem está trazendo, com que frequência e com qual histórico.
E o viajante comum?
Segundo o próprio auditor-chefe, o turista eventual, que faz compras para uso próprio, não será afetado. O foco da Receita é diferenciar o viajante do contrabandista.
O objetivo declarado é claro: combater a entrada ilegal de mercadorias com destinação comercial, sem penalizar quem compra para consumo pessoal.
O que está nas entrelinhas
Agora, vamos ao que não foi dito oficialmente.
Caso o projeto que isenta notebooks do Imposto de Importação seja aprovado sem mudanças, combinando-se às regras atuais de cota e uso pessoal, abriria-se uma brecha gigantesca para o contrabando.
Existem notebooks que custam até US$ 2 mil no Paraguai ou nos Estados Unidos. No Brasil, equipamentos desse mesmo patamar ultrapassam facilmente R$ 20 mil. O lucro numa revenda seria tentador.
Pela regra anterior, com a possível aprovação do projeto, alguém poderia comprar um notebook de alto valor a cada 30 dias, cruzar a fronteira sem pagar imposto e sem levantar suspeitas formais.
Com o novo modelo de fiscalização anunciado pela Receita, esse cenário muda. A frequência de passagem passa a ser critério central, permitindo identificar quem tenta transformar “uso pessoal” em atividade comercial disfarçada.
Medida também mira o chamado contrabando “formiguinha”
Moto flagrada com contrabando. Foto: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu.
Além do impacto direto sobre a fiscalização de viajantes, a nova medida também tem como pano de fundo o combate a um modelo antigo e recorrente de irregularidade na fronteira: o chamado contrabando “formiguinha”.
Na prática, o método funciona por meio do transporte repetitivo de pequenas quantidades de mercadorias. O objetivo é manter o valor individual sempre dentro da cota permitida, evitando a retenção e o pagamento de tributos.
Nesse esquema, grandes volumes de produtos — como eletrônicos, cigarros e outros itens de alto valor agregado — são fracionados. Cada pessoa cruza a fronteira carregando apenas uma parte da carga total.
Os transportadores individuais, conhecidos como “laranjas” ou “mulas”, são contratados para realizar diversas travessias ao longo do dia. Em tese, cada passagem isolada poderia parecer regular ou menos relevante do ponto de vista fiscal.
O uso de motocicletas é comum nesse tipo de operação. A agilidade dos veículos e o grande fluxo diário na Ponte Internacional da Amizade dificultam a inspeção de todas as abordagens.
As medidas, no entanto, têm provocado protestos ocasionais, especialmente por parte de moto-taxistas, que alegam estarem sendo alvo de abordagens excessivas por parte dos agentes da Receita Federal.
Com o reforço na fiscalização e ajustes nas regras de enquadramento, a tendência é que a atuação contra esse tipo de prática se torne ainda mais estratégica na fronteira.
Fôlego para o turista, freio para o esperto
A notícia segue sendo positiva para o cidadão comum, que aproveita uma viagem internacional para adquirir um notebook, laptop ou tablet para uso próprio.
Mas, para quem já sonhava em transformar a mudança legislativa em um negócio paralelo, a nova estratégia da Receita caiu como um balde de água fria.
A flexibilização nem chegou a se concretizar, e a fiscalização já se reorganizou.
No fim das contas, o Governo nem chegou a dar com uma mão, mas a Receita Federal já se preparou para tirar com a outra. E, desta vez, a mordida do leão veio antes mesmo do sonho começar.
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
As estratégias utilizadas para tentar burlar a fiscalização na fronteira seguem mobilizando as equipes da Receita Federal. Nesta terça-feira (10), uma abordagem de rotina na BR-277, em São Miguel do Iguaçu, revelou um esquema inusitado de transporte ilegal de medicamentos voltados ao emagrecimento.
Um veículo foi interceptado transportando 462 unidades de medicamentos, conduzido por um estudante de medicina, que estava acompanhado da própria avó. Durante a fiscalização, o jovem confessou que a carga tinha como destino a cidade de Campinas (SP) e que receberia R$ 6 mil pelo transporte.
A presença da idosa no automóvel, aliada ao perfil do condutor, indicou uma tentativa de reduzir suspeitas durante a passagem por postos de controle na região de fronteira.
Carga milionária em medicamentos proibidos
O valor total estimado da carga apreendida foi de R$ 69.689,12. Apesar da apreensão, não houve prisão em flagrante no local. Segundo informado, representações fiscais para fins penais serão encaminhadas ao Ministério Público Federal.
Medicamentos com comercialização proibida no Brasil
Entre os produtos apreendidos estão marcas cuja comercialização é proibida no Brasil, conforme resoluções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
As marcas identificadas foram:
Lipoless
TG
Tirzapep
Synedica
A proibição está respaldada nas Resoluções-RE da Anvisa nº 4.641, de 18 de novembro de 2025, e nº 214, de 20 de janeiro de 2026.
Exigências para medicamentos autorizados
De acordo com as normas sanitárias vigentes, mesmo para marcas permitidas no Brasil, é obrigatória a apresentação de receita médica, além da limitação da quantidade transportada.
A legislação autoriza apenas volumes correspondentes a no máximo três meses de tratamento, o que não se aplicava à carga apreendida.
Mercadoria retida e alerta à população
Todo o material foi retido para os procedimentos legais, reforçando o alerta das autoridades sobre os riscos à saúde pública e as consequências jurídicas relacionadas ao transporte irregular de medicamentos e substâncias controladas.
Com Informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Foto: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu