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qui, 30 de abr 2026

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Em meio ao fluxo constante de veículos e pedestres, as placas de trânsito funcionam como uma linguagem silenciosa, mas indispensável. Elas indicam regras, alertam para perigos e ajudam a organizar a circulação nas cidades e estradas. Mesmo presentes em todos os trajetos, muitas vezes passam despercebidas — até o momento em que sua ausência ou falha revela o quanto são determinantes para a segurança viária.

No Brasil, a padronização dessas sinalizações segue normas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito, que define cores, formatos e significados. Esse conjunto de regras permite que motoristas reconheçam rapidamente as informações, independentemente da região onde estejam.

Uma comunicação pensada para decisões rápidas

Diferente de outros tipos de comunicação, as placas de trânsito precisam ser compreendidas em poucos segundos. Por isso, utilizam símbolos, cores e formas específicas que facilitam a leitura imediata.

Placas circulares com bordas vermelhas costumam indicar proibições, enquanto as triangulares alertam para riscos à frente, como curvas ou cruzamentos. Já as retangulares informam direções, serviços ou orientações gerais.

Essa padronização não é apenas estética. Ela permite que o condutor tome decisões rápidas, muitas vezes em situações que exigem atenção simultânea a vários fatores, como velocidade, fluxo e condições da via.

Organização do trânsito e prevenção de acidentes

A principal função das placas é organizar o trânsito e reduzir situações de risco. Em cruzamentos, por exemplo, a sinalização define prioridades e evita conflitos entre veículos que chegam de direções diferentes.

Limites de velocidade, proibições de conversão e indicações de parada são exemplos de orientações que contribuem diretamente para a prevenção de acidentes.

Em rodovias, as placas também desempenham papel importante ao alertar sobre mudanças na pista, obras, curvas acentuadas ou presença de animais. Essas informações ajudam o motorista a se preparar com antecedência, reduzindo a probabilidade de imprevistos.

Educação e comportamento no trânsito

O aprendizado sobre placas de trânsito começa ainda no processo de formação de condutores, sendo parte obrigatória para a obtenção da habilitação. No entanto, a compreensão dessa linguagem precisa ser mantida ao longo do tempo.

Mudanças na infraestrutura urbana e a introdução de novos tipos de sinalização exigem atualização constante por parte dos usuários das vias.

Além disso, o respeito às placas está diretamente ligado ao comportamento no trânsito. Ignorar uma sinalização pode comprometer não apenas a segurança de quem dirige, mas também de pedestres e outros motoristas.

Desafios de visibilidade e manutenção

Para que cumpram sua função, as placas precisam estar visíveis e em bom estado de conservação. Problemas como desgaste, vandalismo ou obstrução por vegetação podem dificultar a leitura das informações.

Em áreas urbanas, a poluição visual também pode interferir, já que o excesso de anúncios e outros elementos compete pela atenção do motorista.

A manutenção adequada é responsabilidade dos órgãos públicos, que devem garantir que a sinalização esteja atualizada e posicionada corretamente.

Integração com outros elementos de sinalização

As placas fazem parte de um sistema mais amplo, que inclui faixas no asfalto, semáforos e outros dispositivos. Essa integração reforça as mensagens e ajuda a orientar o comportamento dos usuários.

Em muitos casos, a combinação de diferentes tipos de sinalização aumenta a clareza das informações, reduzindo dúvidas e melhorando a fluidez do trânsito.

Tecnologias como painéis eletrônicos também têm sido utilizadas para complementar as placas tradicionais, trazendo avisos em tempo real.

Uma linguagem que protege vidas

Embora muitas vezes discretas, as placas de trânsito exercem um papel constante na organização das vias. Elas orientam decisões, indicam limites e alertam para riscos que nem sempre são visíveis à primeira vista.

Ao compreender e respeitar essa linguagem, motoristas e pedestres contribuem para um ambiente mais seguro e previsível. Em um cenário onde segundos podem fazer diferença, a sinalização viária segue como um dos principais instrumentos de proteção no cotidiano das ruas.

 

 

Foto em destaque: Freepik

Ninguém acertou as seis dezenas sorteadas na noite desta terça-feira (28), mas Foz do Iguaçu teve motivos para comemorar. Uma aposta simples, registrada na Lotefoz, acertou cinco dos seis números e vai levar para casa o prêmio de R$ 41.209,18. O bilhete iguaçuense foi um dos três únicos ganhadores da quina em todo o Paraná.

Os números sorteados foram: 01 – 13 – 32 – 36 – 43 – 60. Com o prêmio máximo acumulado, o próximo sorteio, que acontece nesta quinta-feira (30), pode pagar um dos maiores valores do ano.

Sorte espalhada pelas lotéricas de Foz

Além do ganhador da quina, a “sorte pequena” da quadra contemplou 11 apostas em diferentes regiões de Foz do Iguaçu. A maioria dos ganhadores faturou R$ 1.063,34, mas um bolão na região da Vila Portes levou um valor superior.

Confira onde foram registradas as apostas premiadas na quadra:

  • Lotefoz: 2 apostas premiadas (além da quina);
  • Casa de Ouro Loterias: 2 apostas premiadas;
  • Lotérica Itaipu (Megafoz): 2 apostas premiadas;
  • Lotérica Iguaçu: 1 aposta premiada (Bolão de 7 números, prêmio de R$ 3.189,90);
  • Brasil Loterias: 1 aposta premiada;
  • Cataratas Loterias: 1 aposta premiada;
  • Itaipu Loterias: 1 aposta premiada;
  • Lotérica Porto Seguro: 1 aposta premiada;
  • Canais Eletrônicos: 1 aposta premiada.

Como apostar nos R$ 130 milhões

Para quem deseja tentar a sorte no prêmio acumulado, as apostas para o concurso de quinta-feira podem ser feitas até as 19h (horário local) em qualquer casa lotérica da cidade ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.

Devido ao feriado do Dia do Trabalhador na sexta-feira, o cronograma de sorteios pode sofrer alterações, por isso a recomendação é antecipar os jogos.

O Paraná foi o grande protagonista do Prêmio Ibero-Americano de DTI 2026. Das 34 categorias em disputa, projetos paranaenses venceram em dez, com destaque absoluto para a capital, Curitiba, que levou seis prêmios e o título máximo de “Destino DTI do Ano”. Foz do Iguaçu também marcou presença na elite do turismo ao chegar como finalista na categoria “Governança” com o projeto “Turismo Inteligente, Sustentável e Inovador”, mas não levou o troféu nesta edição.

A premiação é promovida pela Rede Iberoamericana de DTI, entidade que reconhece iniciativas que utilizam tecnologia, sustentabilidade e governança para melhorar a experiência do turista e a qualidade de vida dos moradores. Para Patricia Albanez, coordenadora de Turismo do Sebrae/PR, os resultados refletem um trabalho de longo prazo. “Os prêmios reforçam um ecossistema construído com inovação e integração”, destaca.

Curitiba e o interior em destaque

A capital paranaense venceu em seis das sete categorias em que concorreu. Iniciativas como o programa “Curitiba de Volta ao Centro” e o “Liceu de Ofícios Criativos” foram fundamentais para o reconhecimento. Já no interior, Bituruna brilhou na categoria Patrimônio com a experiência “Pisa das Uvas”, vencendo tanto pelo júri técnico quanto pelo voto popular.

Londrina garantiu o título de Inovação pelo voto popular com o “Hackatur”, uma maratona voltada ao setor turístico. São José dos Pinhais também subiu ao pódio na categoria Sustentabilidade com o projeto “Destino Miringuava”, focado na conservação de recursos hídricos e valorização territorial.

O reconhecimento de Foz do Iguaçu

Embora a Terra das Cataratas não tenha voltado com o troféu, figurar entre os finalistas de um prêmio internacional de governança demonstra o amadurecimento da gestão turística local. O projeto apresentado por Foz do Iguaçu destaca a integração entre os setores público e privado para tornar o destino mais tecnológico e inclusivo.

Segundo Federico de Arteaga, presidente da Rede Iberoamericana, a evolução do setor passa por modelos comprovados e replicáveis. O desempenho do Paraná serve de inspiração para outros destinos que buscam transformar o turismo por meio da inteligência de dados e do compromisso ambiental.

 

 

Fotos: Divulgação/Assessoria

Após dois dias de incertezas e paralisações parciais, os mais de 50 mil passageiros que dependem do transporte coletivo em Foz do Iguaçu podem respirar aliviados. Em nota oficial emitida após a reunião com o Ministério Público do Trabalho, a VISAC anunciou que criará as condições necessárias para encerrar o movimento grevista, honrando o pagamento do adicional de função aos motoristas.

A decisão ocorre mesmo diante da negativa da Prefeitura de Foz do Iguaçu em reconhecer o benefício como um custo extra do contrato. A empresa afirmou que priorizou o respeito aos colaboradores e à população para evitar que a cidade continuasse sofrendo com a interrupção de um serviço essencial.

O conflito contratual

A VISAC esclareceu que, ao assumir a operação em março de 2023, o adicional “dirige e cobra” estava sem validade jurídica por falta de um acordo coletivo vigente na época. A concessionária sustenta que, conforme o contrato, qualquer benefício concedido após a assinatura deve ser incorporado aos custos operacionais repassados pelo Município — tese que é rejeitada pela prefeitura.

Mesmo sem o reconhecimento do poder público nos últimos três anos, a empresa alega que vem pagando a rubrica com recursos próprios. “A VISAC seguirá honrando esse pagamento em respeito aos seus colaboradores e à população, preservando a continuidade e a qualidade do serviço”, destacou a nota da concessionária.

Próximos passos e ressarcimento

Embora o serviço esteja sendo normalizado para atender os usuários, o conflito jurídico entre a concessionária e a prefeitura deve continuar nos bastidores. A VISAC informou que, após garantir o fim da greve e a estabilidade do sistema, avaliará as medidas cabíveis para buscar o ressarcimento dos valores que considera de responsabilidade do município.

Com o encerramento da paralisação, os ônibus voltam a cumprir os itinerários e horários regulares em todas as regiões da cidade. O sindicato da categoria (SITROFI) deve acompanhar o cumprimento do acordo para oficializar a suspensão total de qualquer nova mobilização nos próximos dias.

 

 

Foto em destaque: Arquivo

Quem planeja aproveitar o feriado de 1º de maio em contato com a natureza encontrará o Parque Nacional do Iguaçu com horário ampliado. A partir de sexta-feira, os portões abrem às 8h, facilitando o fluxo de visitantes que desejam contemplar as quedas d’água com mais tranquilidade. Além do cenário exuberante, o feriado contará com uma agenda que une música e relaxamento.

Yoga nas Cataratas. Foto: Christian Rizzi/Divulgação.

Um dos grandes destaques é a aula de yoga gratuita, realizada no primeiro mirante da Trilha das Cataratas. Com vista privilegiada para o espetáculo das águas, as sessões ocorrerão diariamente, das 16h às 17h30. A atividade é limitada a 70 participantes por turma e exige inscrição prévia por meio de formulário online.

Trilha sonora e gastronomia

DJ Fê Santana. Foto: Divulgação/Urbia+Cataratas/Parque Nacional do Iguaçu.

A experiência de visitação será acompanhada por apresentações musicais em pontos estratégicos. O Centro de Visitantes receberá o DJ Fê Santana, das 12h às 16h, animando a chegada dos turistas. Já no Espaço Porto Canoas, haverá música ao vivo das 12h às 17h, ideal para quem deseja almoçar ou descansar apreciando o Rio Iguaçu antes da queda.

Para quem busca ir além da trilha tradicional, o parque oferece opções como a Ciclovia das Cataratas, o Circuito São João e o Espaço Usina. Novas operações gastronômicas, como os restaurantes Cocar e Canoas Mirim, também estarão à disposição para atender aos diferentes perfis de público.

Serviço e Inscrições

Para participar da aula de yoga, os interessados devem preencher o formulário oficial de inscrição. O parque recomenda que os ingressos para a visitação sejam adquiridos antecipadamente pelo site oficial para garantir a vaga e evitar filas.

Feriadão no Parque Nacional do Iguaçu

Data: 1º a 3 de maio (sexta a domingo)
Horário de funcionamento: Abertura às 8h
Aulas de Yoga: Das 16h às 17h30 (Inscrições pelo link: https://forms.cloud.microsoft/r/m2GNk2Xz3x)

 

 

Foto em destaque: Divulgação Urbia+Cataratas/Parque Nacional do Iguaçu

Com uma estrutura que reúne 103 empresários em seus conselhos e diretoria, a ACIFI oficializou a transição de comando em um momento histórico, às vésperas de completar 75 anos. Edmilson Iareski sucede Danilo Vendruscolo em uma gestão marcada pelo consenso e pela união do empresariado iguaçuense. A cerimônia festiva de posse está agendada para o dia 29 de maio.

Edmilson Iareski e João Batista sucedem a Danilo Vendruscolo e Rodiney Alamini à frente da diretoria e Conselho Superior. Foto: Divulgação.

O novo presidente destacou que o foco principal será a “escuta ativa”. A meta é intensificar o contato com os setores de comércio, serviços, turismo, logística e agronegócio para transformar demandas em resultados concretos junto ao poder público. “Cientes do papel da ACIFI para o desenvolvimento do município, precisamos constantemente aperfeiçoar nossas ferramentas para ouvir todos”, afirmou Iareski.

Foco em infraestrutura e logística

A nova diretoria herda o desafio de acompanhar e cobrar celeridade em obras fundamentais para a fronteira. Entre as prioridades listadas por Iareski estão a abertura definitiva da Ponte da Integração, a conclusão da Perimetral Leste e as melhorias na BR-469 (Rodovia das Cataratas).

Assembleia reuniu diretores, conselheiros e associados da ACIFI. Foto: Divulgação.

O presidente ressaltou ainda a necessidade estratégica da construção do trevo do Charrua e de um acesso adequado ao novo Porto Seco. Para a ACIFI, essas intervenções são vitais para destravar a mobilidade urbana e integrar as zonas industriais e comerciais da cidade, facilitando o fluxo de transporte e comércio exterior.

Fortalecimento dos bairros e associativismo

Egresso do Programa Empreender, Iareski planeja dar continuidade ao fortalecimento dos núcleos territoriais e setoriais. A ideia é mapear as necessidades específicas de regiões como a Vila Portes, Vila A, Distrito Industrial e Avenida Brasil. Atualmente, a ACIFI aglutina mais de 350 empresas em seus núcleos, sendo uma das cinco maiores associações comerciais do Paraná.

Durante a assembleia, a gestão anterior, liderada por Danilo Vendruscolo, teve as contas aprovadas por unanimidade. Um dado que chamou a atenção foi o crescimento patrimonial da entidade, que registrou uma evolução de 1.300% entre 2008 e 2025, consolidando a ACIFI como uma das organizações mais sólidas do país.

 

 

Foto: Divulgação/Assessoria

O impasse que paralisou parcialmente o transporte público em Foz do Iguaçu desde a manhã de segunda-feira (27) ganhou um novo mediador. O Ministério Público do Trabalho convocou oficialmente a Prefeitura de Foz, o Foztrans, o sindicato SITROFI e a Viação Santa Clara para uma sessão de mediação às 14h desta terça-feira. A intervenção federal busca evitar que o caos no deslocamento da população se prolongue e que os prejuízos aos trabalhadores e estudantes aumentem.

O cenário é de um “braço de ferro” jurídico e financeiro. De um lado, a prefeitura sustenta que o contrato está rigorosamente em dia e que já aceitou o reajuste de 5% para os rodoviários. Do outro, a VISAC afirma que o sistema está desequilibrado por falta de repasses de custos operacionais, como o adicional de cobrança de passagens.

O nó da questão: “Dirige e cobra”

O ponto central que impede o fim do conflito é o adicional pago aos motoristas que também realizam a cobrança de passagens. A prefeitura alega que esse custo não é um fato novo e deveria ter sido previsto pela empresa na licitação de 2023. Segundo o município, incluir esse valor agora seria ilegal e poderia configurar vantagem indevida à empresa com dinheiro público.

Já a concessionária afirma que mantém o pagamento do benefício aos trabalhadores desde 2023 com recursos próprios, mas que a situação tornou-se insustentável sem o reconhecimento do custo pelo poder público. O sindicato, por sua vez, exige a manutenção do direito e melhores condições de trabalho, destacando a sobrecarga da categoria.

Incerteza e expectativa

A paralisação iniciada na segunda-feira mostrou a fragilidade do sistema e o impacto direto na rotina de milhares de pessoas. Embora os motoristas tenham demonstrado flexibilidade ao manter ônibus circulando nos horários de pico, a operação segue instável e depende das decisões tomadas em assembleia.

A reunião com o MPT é vista como a última cartada para uma solução diplomática antes que o caso se arraste na justiça comum. O resultado do encontro desta tarde será determinante para saber se os ônibus voltarão a circular integralmente ou se Foz do Iguaçu enfrentará uma greve por tempo indeterminado.

O impasse no transporte público de Foz do Iguaçu ganhou um novo capítulo. Em respeito aos passageiros que precisam voltar para casa, o Sindicato dos Trabalhadores (Sitrofi) suspendeu a greve às 18h de hoje, e a frota da VISAC voltou a circular pelas ruas da cidade. No entanto, a notícia não é de alívio total: o movimento será retomado amanhã de manhã.

Por que a greve continua?

Mesmo com o reajuste de 5% concedido pela prefeitura, o acordo com a empresa concessionária travou. O ponto central do conflito agora é o adicional para os motoristas que acumulam a dupla função (dirigir e cobrar a passagem). A VISAC se recusa a pagar o benefício, o que mantém a categoria em estado de greve.

O que esperar para amanhã (Terça, 28/04)?

  • Até as 8h: Os ônibus devem circular normalmente para atender o pico da manhã.
  • A partir das 8h: Nova paralisação programada no Terminal de Transporte Urbano (TTU).

 

A recomendação é que o usuário se antecipe e busque alternativas de transporte para o período da manhã e tarde de amanhã, já que não há previsão de um novo acordo imediato entre a concessionária e os trabalhadores.

O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena, realizado na noite de quinta-feira, não teve ganhadores na faixa principal. As dezenas sorteadas foram: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Com isso, o prêmio estimado para o sorteio de sábado (25) é de R$ 100 milhões.

Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, o Paraná teve um desempenho de destaque. Quatro apostas do estado acertaram cinco números (quina). Em Curitiba e Londrina, três apostas simples levaram R$ 28.755,27 cada. Já em Guaíra, um bolão com 9 números faturou R$ 115.020,78.

Sorte em Foz do Iguaçu

Em Foz do Iguaçu, sete apostadores acertaram quatro dezenas (quadra). A maioria levou o prêmio padrão de R$ 916,43, mas uma aposta feita por canais digitais com sete números faturou R$ 2.749,29.

Confira as lotéricas onde saíram os prêmios em Foz:

  • Brasil Loterias (Vila Portes)
  • Cataratas Loterias (Vila Yolanda)
  • Loteria Fortuna (Centro)
  • Lotérica Consalter (Vila A)
  • Lotérica Vitória (Jardim São Paulo)
  • Canais Eletrônicos (Duas apostas premiadas)

Como apostar para os R$ 100 milhões

Quem quiser tentar a sorte para o próximo concurso tem até as 20h de sábado (25) para registrar o jogo.

A aposta simples (6 números) custa R$ 6,00 e podem ser feitas nas casas lotéricas físicas ou pelo site/aplicativo Loterias Caixa. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.

Caso um único ganhador leve os R$ 100 milhões e aplique o valor integral na poupança, o rendimento apenas no primeiro mês será de aproximadamente R$ 580 mil.

O jornalismo paranaense pode ganhar um representante de peso no cenário nacional. Estão abertas as inscrições para o projeto “Academia LED Globo – Jornalismo na Universidade”. A iniciativa selecionará estudantes do último ano de Jornalismo para participarem de um reality de reportagem sob o comando de Caco Barcellos.

Os seis selecionados passarão por um treinamento intensivo e o vencedor terá a oportunidade de acompanhar de perto o cotidiano do jornalismo da Globo. A RPC, como afiliada no estado, reforça o convite para que os universitários do Paraná enviem seus materiais e aproveitem a vitrine do Fantástico no segundo semestre de 2026.

Como funciona a seleção

Para participar, os candidatos devem produzir uma reportagem inédita sobre alguma manifestação cultural brasileira. Pode ser sobre culinária, folclore, literatura ou artesanato local. Um detalhe importante: o material pode ser gravado inteiramente pelo celular, de forma horizontal, priorizando a qualidade da narrativa e a sensibilidade da pauta.

Requisitos para inscrição:

  • Ser estudante de Jornalismo no último ano da graduação;
  • Ter mais de 18 anos;
  • Ter disponibilidade para gravações em julho de 2026 (Rio de Janeiro e São Paulo).

 

Etapas do programa

O processo contará com uma fase de entrevistas e pitching com Caco Barcellos. Os seis finalistas serão acompanhados pelas câmeras durante cinco episódios, onde cada desafio mostrará os bastidores, os imprevistos e as escolhas editoriais que fazem parte da profissão. A cada programa, um participante será eliminado com base na relevância e construção de suas histórias.

As inscrições seguem abertas até o dia 10 de maio pelo site movimentoled.com.br.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/RPC

A aproximação da Copa do Mundo de 2026 tem impulsionado o lançamento de campanhas voltadas ao público esportivo. Entre elas está “Pode Apostar”, iniciativa apresentada no início de abril que tem o ex-jogador Denílson como protagonista e propõe abordar a relação entre confiança e a forma como os torcedores acompanham o futebol.

Desenvolvida pela KTO, bet autorizada no Brasil, a campanha integra a estratégia da empresa para ampliar presença durante o torneio. O conteúdo traz relatos de Denílson sobre momentos vividos dentro de campo, estabelecendo conexão entre a experiência do atleta e o comportamento do torcedor. A proposta também dialoga com o uso de plataformas digitais no acompanhamento das partidas.

Estratégia durante a Copa de 2026

O plano de mídia prevê veiculação em televisão aberta, rádio e mídia externa, além de ações no ambiente digital. A empresa também participa das transmissões da CazéTV, responsável pela exibição dos jogos da Copa do Mundo de 2026 no Brasil, com inserções de marca e conteúdos vinculados à programação esportiva.

Segundo o diretor executivo de Marketing da KTO, Matheus Carvalho, a campanha busca refletir o envolvimento do público com o torneio. “A Copa é o momento em que o país inteiro se conecta pelo futebol. Com ‘Pode Apostar’, a gente traduz essa confiança em uma experiência próxima, autêntica e conectada à forma como o brasileiro vive o jogo”, afirma.

A iniciativa considera mudanças no consumo de conteúdo esportivo, com crescimento das transmissões online e diversificação dos canais de acesso. A expectativa é manter presença ao longo de toda a competição, acompanhando o calendário de jogos e as diferentes fases do torneio.

A escolha de plataformas digitais para parte das ações acompanha o avanço desse tipo de transmissão e o alcance junto a diferentes perfis de público. Novas ativações devem ser incorporadas nos meses que antecedem o torneio, mantendo a campanha alinhada ao calendário esportivo.

Crescimento do mercado e interesse do público

Dados da própria plataforma indicam que o futebol concentrou a maior parte das atividades em 2025, com 87,89% das interações registradas. Clubes brasileiros aparecem entre os mais selecionados pelo público, o que reforça o interesse contínuo pelo esporte no país.

Este cenário é pano de fundo para as expectativas das bets durante o evento. Segundo o banco britânico Barclays, a Copa do Mundo do Catar, em 2022, movimentou cerca de US$ 35 bilhões em apostas esportivas globalmente, o equivalente a R$ 186,9 bilhões. O número representa crescimento de aproximadamente 65% em relação ao torneio realizado na Rússia, em 2018.

Para a edição de 2026, projeções indicam volumes superiores, impulsionados por mudanças regulatórias e pela expansão do setor em diferentes mercados.

Com a proximidade da competição, a tendência é que iniciativas voltadas à experiência do torcedor se intensifiquem, acompanhando o interesse crescente pelo futebol em períodos de Copa do Mundo.

A Equipe de Vigilância e Repressão da Alfândega da Receita Federal realizou uma operação de fiscalização intensiva no Aeroporto de Foz na manhã desta sexta-feira (24). A ação teve como objetivo combater a saída de produtos importados sem o devido processo legal, escondidos em bagagens de passageiros que buscavam destinos dentro do Brasil.

Durante a inspeção das malas de quatro voos domésticos, os servidores identificaram uma grande quantidade de itens transportados em desacordo com a legislação aduaneira. O valor total das mercadorias retidas foi estimado em R$ 300 mil.

Itens apreendidos e impacto

Entre os produtos confiscados estavam eletrônicos de alto valor, bebidas importadas e, o que mais preocupou as autoridades, uma carga expressiva de medicamentos. O transporte de remédios sem a devida documentação ou registro sanitário é combatido com rigor por representar um risco direto à saúde pública.

A Receita Federal reforça que, embora o passageiro esteja em um voo nacional, a origem das mercadorias (compras no Paraguai ou Duty Frees) deve respeitar os limites de cota e as finalidades de consumo pessoal. Quando a quantidade caracteriza destinação comercial, a mercadoria é retida.

Controle permanente

A operação faz parte da estratégia de vigilância integrada na fronteira, que monitora não apenas a Ponte da Amizade e estradas, mas também o modal aéreo. O objetivo é desestimular a prática do descaminho e proteger a economia nacional contra a concorrência desleal.

As mercadorias foram encaminhadas à sede da Alfândega para os procedimentos administrativos. Não houve prisões durante a operação, mas os passageiros identificados podem responder a processos fiscais.

 

 

Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
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