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seg, 02 de mar 2026

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Foz do Iguaçu agora tem um “outdoor voador” oficial. A Gol Linhas Aéreas apresentou um Boeing 737-700 personalizado com imagens das Cataratas do Iguaçu e de um tucano — símbolo da fauna preservada pelo Parque das Aves. A pintura, que leva a inscrição “Visite o Paraná”, é a segunda homenagem da companhia ao estado em menos de seis meses; em novembro de 2025, foi a vez do Jardim Botânico de Curitiba ganhar os céus.

Design e estratégia turística

A nova identidade visual foi criada pelo Hub Criativo da Gol e busca consolidar a imagem do Paraná como destino internacional. Segundo o governador Ratinho Junior, o estado recebeu mais de 1 milhão de turistas estrangeiros em 2025, e ações como essa são fundamentais para “despertar a curiosidade” de novos viajantes.

O Boeing integra o projeto “Conheça o Brasil: Voando”, uma parceria entre a Abear e o Governo Federal para democratizar o acesso ao transporte aéreo e estimular o turismo doméstico.

Mais voos para a Tríplice Fronteira

A homenagem visual vem acompanhada de um reforço na malha aérea. No último ano, a Gol estabeleceu voos semanais diretos entre Foz do Iguaçu e Fortaleza, facilitando a conexão com o Nordeste. Para a atual temporada de verão, a oferta de voos no Paraná cresceu 5%, totalizando 4.800 operações nos aeroportos atendidos pela companhia no estado.

 

Com Informações: Agência Estadual de Notícias - AEN
Fotos: Morganspotter/Divulgação AEN

Foz do Iguaçu foi o epicentro de uma grande celebração da ancestralidade entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março. A terceira edição do Festival Vadiação Cataratas transformou pontos icônicos da cidade, como o Marco das Três Fronteiras e o Mercado Público Barrageiro, em palcos de troca de saberes e resistência cultural.

O peso da história

O baiano, Grã Mestre Santana e Mestre Gegê, vindo do Rio de Janeiro. Foto: Christian Rizzi/Divulgação Assessoria.

O festival não poupou nas presenças ilustres. Entre os mais de 25 mestres presentes, destacou-se o baiano Grã Mestre Santana, de 80 anos, que trouxe a sabedoria de quem pratica a arte há sete décadas. “Aprendi que capoeira é a liberdade em movimento”, afirmou o mestre, que iniciou seus passos com a avó, uma índia potiguara.

Outra lenda viva presente foi o Mestre Gegê, vindo do Rio de Janeiro. Aos 76 anos, ele destacou a evolução da prática: de atividade discriminada no passado a patrimônio imaterial respeitado mundialmente e ensinado por profissionais qualificados.

Formação e Família

Contra Mestre Espoleta, de Engenheiro Beltrão, com sua filha de apenas 8 meses. Foto: Christian Rizzi/Divulgação Assessoria.

Além das rodas de capoeira, o sábado foi preenchido por apresentações do Afoxé Ogum Funmilayo e do Coral Tapepyau, da Aldeia Arapy. O evento também reforçou seu caráter transformador através de depoimentos como o do Contra Mestre Espoleta, que viajou de Engenheiro Beltrão com a esposa e a filha de apenas 8 meses para prestigiar o encontro. Para ele, a capoeira é sinônimo de “libertação” e união familiar.

O ápice: Graduação Máxima

Mestre Ary (centro) recebe graduação máxima da capoeira. Foto: Christian Rizzi/Divulgação Assessoria.

O encerramento técnico do festival foi marcado por um momento de profunda emoção: o iguaçuense Mestre Ary recebeu a corda branca, a graduação máxima da capoeira. A honraria foi entregue pelas mãos de 27 mestres, simbolizando o reconhecimento de uma vida inteira dedicada à preservação e ao ensino da arte.

O 3º Festival Vadiação Cataratas é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná (SEEC), em parceria com a HOTMILK, Ecossistema de Inovação da PUCPR, e com o apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). Em Foz conta com apoio da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, Mercado Público Barrageiro e Marco das Três Fronteiras.

 

 

Fotos: Christian Rizzi/Divulgação Assessoria

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a nomeação de Djalma Vando Berger como o novo diretor administrativo da Itaipu Binacional (margem brasileira). Engenheiro civil e administrador, Berger traz no currículo uma longa trajetória no setor público e energético:

  • Experiência no Setor Elétrico: Atuou como engenheiro na Eletrosul nas décadas de 80 e 90, chegando a presidir a companhia entre 2015 e 2016.
  • Carreira Política: Foi prefeito de São José (SC), além de ter cumprido mandatos como deputado estadual e federal por Santa Catarina.
  • Gestão Pública: Comandou a secretaria de Transportes e Obras de São José entre 1997 e 2002.

Iggor Rocha sobe para o Conselho

A mudança não significa a saída de Iggor Gomes Rocha da estrutura da usina. Diretor administrativo desde março de 2023, Rocha agora assume uma cadeira no Conselho de Administração da empresa. Ele substitui Michele Caputo Neto, que foi exonerado no mesmo conjunto de decretos publicados no sábado (28).

Iggor Rocha é advogado formado pela UFPR, mestre em Direito Econômico e especialista em Direito Administrativo, trazendo um perfil técnico para o órgão colegiado.

Vale lembrar que as nomeações para a diretoria da Itaipu Binacional e para o Conselho de Administração são uma prerrogativa direta da Presidência da República, conforme estabelecido no Tratado de Itaipu

Em um ano onde a revisão do Anexo C e as negociações da tarifa seguem em pauta, cada mudança na diretoria é um sinal político a ser observado.

 

Foto: Reprodução/Arquivo das redes Sociais

Ganhar um Xiaomi SU7 Max — o carro elétrico que é um dos desejos globais do momento — deveria ser o ápice da sorte de qualquer turista. Para o rosarino Ulises Cammarata, vencedor da maior promoção da fronteira em 2025, o sonho se transformou em um “perrengue” internacional. O problema, no entanto, não está na chave entregue pela Cellshop, mas na intransigência burocrática e na carga tributária da Argentina, que impedem a entrada do veículo no país.

O carro que a burocracia “travou”

A Cellshop Importados Paraguay realizou em 23 de novembro de 2025, o aguardado sorteio do Xiaomi SU7 Max. O ganhador foi o argentino Ulises Cammarata. Foto: Garon Piceli.

O esportivo elétrico, avaliado em cerca de US$ 45 mil, foi o prêmio de uma campanha que movimentou mais de 600 mil cupons digitais e culminou em uma festa com show internacional em Ciudad del Este. Mas, meses após a celebração, o carro continua parado em um estacionamento paraguaio.

O caso, que viralizou após relatos do jornal argentino “Diario Ahora Litoral”, de Santa Fé, evidencia como o sistema aduaneiro argentino — frequentemente criticado pela sua complexidade e altos custos de importação — consegue transformar uma conquista legítima em um pesadelo logístico. Ulises recebeu o prêmio, mas a burocracia de seu país de origem tornou o “presente” financeiramente inviável de ser legalizado.

Por que é tão difícil trazer um carro do Paraguai?

O “perrengue” de Ulises Cammarata na Argentina não é exclusividade dos nossos vizinhos; se o ganhador fosse brasileiro, o desafio seria proporcionalmente amargo. Entenda as barreiras que transformam um prêmio de luxo em um pesadelo burocrático:

  • Na Argentina: O sistema de importação é extremamente rígido e utiliza impostos internos que podem dobrar o valor do veículo. Além disso, a obtenção de licenças de importação para pessoas físicas é um processo lento e, muitas vezes, indeferido pela Aduana.
  • No Brasil: A legislação brasileira proíbe a importação de veículos usados, permitindo apenas unidades 0km ou com mais de 30 anos (coleção). Mesmo sendo um carro novo, o brasileiro precisaria arcar com o Imposto de Importação (35%), IPI, PIS, COFINS e ICMS, além de gastos com homologação no IBAMA e DENATRAN.
  • O “Custo da Sorte”: Em ambos os países, o custo para legalizar um presente de US$ 45 mil (cerca de R$ 225 mil) pode ultrapassar o valor do próprio carro, tornando a “vitória” um prejuízo financeiro para quem não tem capital para o desembaraço.
  • A Solução do Milhão: Diferente de um automóvel, o prêmio em dinheiro anunciado pela Cellshop para 2026 contorna essas barreiras físicas e homologações complexas, permitindo que o ganhador usufrua do valor sem precisar de um despachante aduaneiro.

 

A resposta estratégica: Dinheiro não para em barreira

Após sortear um carro elétrico em 2025, Cellshop anuncia prêmio de R$ 1 milhão em dinheiro na Blue Friday 2026. Clientes concorrem a cada US$ 300 em compras. Foto: Kaká Souza.

A Cellshop, que não possui responsabilidade sobre as legislações vigentes em outros países, foi ágil em ler o cenário. Para evitar que o próximo ganhador enfrente o mesmo labirinto documental de Ulises, a empresa mudou radicalmente a estratégia para 2026.

Em vez de um bem de consumo sujeito às nuances das alfândegas (seja na Argentina ou no Brasil), a nova promoção “Você milionário com a Cellshop” vai sortear R$ 1 milhão em dinheiro. É a maior premiação já feita no comércio paraguaio, celebrando também a marca de 1 milhão de seguidores da loja no Instagram.

Como concorrer ao prêmio de 1 milhão (sem burocracia):

  • Como concorrer: A cada US$ 300 em compras, o cliente recebe um cupom digital.
  • Lojas válidas: Válido para compras nas lojas de Ciudad del Este, Assunção e Pedro Juan Caballero.
  • Data do sorteio: O sorteio ocorrerá no último dia da Blue Friday 2026, em novembro.

 

Mais informações e regulamento completo estão disponíveis no site oficial da Cellshop.

O caso de Ulises é um lembrete amargo de que a integração do Mercosul muitas vezes para no balcão da aduana. Enquanto a Argentina (e muitas vezes o Brasil) impõe barreiras que sufocam o consumidor, o comércio de Ciudad del Este tenta atalhos criativos. Ao trocar o carro pelo dinheiro vivo, a Cellshop garante que o próximo vencedor tenha o prêmio na mão, e não apenas uma foto dele em um estacionamento estrangeiro.

O presidente do Paraguai, Santiago Peña, oficializou uma parceria inédita com o Hospital Israelita Albert Einstein para uma reforma estrutural na saúde do país vizinho. Com apoio da ITAIPU Binacional, a instituição brasileira — eleita a 16ª melhor do mundo — assumirá a gestão e o desenho técnico do novo Hospital Nacional de Itauguá, que terá mais de mil leitos.

“Os paraguaios perderam a paciência”

A decisão drástica de buscar ajuda externa vem acompanhada de um desabafo político. Durante a cerimônia com o Dr. Sidney Klajner, presidente do Einstein, Peña admitiu que a população “já não aguenta mais” a precariedade do atendimento público. “Encontramos no Einstein sete décadas de sucesso e fomos bater na porta para que nos ajudem desde os alicerces”, declarou o presidente.

O que muda com o Einstein em Itauguá:

  • Revisão Arquitetônica: Ajustes técnicos nos projetos de construção do novo complexo.
  • Gestão de Elite: Implementação de sistemas modernos e protocolos clínicos de padrão internacional.
  • Transformação Digital: Foco em informação integrada e segurança do paciente.
  • Capacitação: Treinamento das equipes durante a obra e no primeiro ano de operação.

O ceticismo necessário: O alerta de Foz do Iguaçu

Embora o anúncio brilhe nos olhos de quem busca um atendimento digno, o histórico da região pede um “pé atrás”. Ter o nome do Einstein no papel não é um salvo-conduto para o sucesso eterno.

Em 2019, o Hospital Municipal de Foz do Iguaçu também firmou uma parceria com o Albert Einstein voltada para a telemedicina. Sete anos depois, o projeto não entregou os resultados esperados, servindo de lição: consultoria de ponta e tecnologia não sobrevivem sem continuidade política e gestão local eficiente. O desafio de Peña agora é provar que o gigante de Itauguá não será apenas o hospital mais moderno do Paraguai na propaganda, mas uma referência real no atendimento ao povo.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Agência IP

O Paraguai vive um paradoxo migratório. De um lado, os números oficiais da Direção Nacional de Migrações (DNM) mostram um país de portas abertas: as solicitações de residência saltaram 63% em 2025, chegando a quase 48 mil pedidos. Do outro, um sentimento de “perda de soberania cultural” começa a transbordar da opinião pública para o debate político.

O “Gueto” do Português em xeque

A hegemonia brasileira é incontestável. Com 23.526 novos residentes apenas no último ano, os brasileiros formam uma massa cinco vezes maior que a de argentinos, segundos colocados. Esse volume, no entanto, trouxe à tona uma tensão silenciosa que o jornal El Nacional expôs de forma crua: a formação de guetos linguísticos.

O alerta é direto: para quem visita, o portunhol basta; para quem lucra e vive no país, o espanhol e o guarani são obrigações. A crítica recai sobre brasileiros que, estabelecidos em regiões de fronteira e no agronegócio, mantêm o português como língua única em relações comerciais e sociais. “Não é patriotismo populista, é a forma de evitar conflitos sociais que ninguém quer”, diz o texto, reforçando que a adaptação é dever do imigrante, nunca do nativo.

Tensões no Congresso

Essa “brasileirização” forçada de cidades paraguaias já não é mais apenas uma reclamação de calçada. O incômodo com estrangeiros que se recusam a integrar-se linguisticamente já ecoa no Congresso Nacional paraguaio. A classe política sinaliza que o tema será prioridade em 2026, indicando que a era da “conivência passiva” com o monolinguismo brasileiro pode estar chegando ao fim.

Regularização facilitada: Próximas etapas do MigraMóvil

Apesar do debate cultural, o Estado paraguaio mantém a estratégia de atrair quem produz. Após o sucesso da primeira edição do ano em Ciudad del Este (ocorrida entre 9 e 13 de fevereiro), a DNM confirmou que o programa MigraMóvil terá edições trimestrais para descentralizar a regularização.

O objetivo é facilitar o acesso a residências temporárias e permanentes para os novos “vizinhos”. O calendário preliminar das próximas missões itinerantes já pode ser consultado no site oficial da instituição (migraciones.gov.py/migramovil/).

Números da Imigração em 2025 (Residências Concedidas):

Segundo dados fornecidos pela Direción Nacional de Migraciones (DNM) do Paraguai, brasileiros lideraram com folga solicitações de residência em 2025.
  1. Brasil: 23.526
  2. Argentina: 4.366
  3. Alemanha: 1.652
  4. Bolívia: 1.357
  5. Espanha: 1.023

O preço da prosperidade

O Paraguai é, hoje, a grande “ilha de estabilidade” da região, atraindo desde estudantes de medicina até gigantes do agro. Contudo, o recado das autoridades e da imprensa local é um só: prosperar no Paraguai exige mais do que capital; exige respeito à identidade de um povo que, embora hospitaleiro, não abre mão de ser dono da própria casa.

Foz do Iguaçu transformou-se novamente em cenário cinematográfico com o início das gravações da terceira temporada de “DNA do Crime”. A produção da Paranoid, que é sucesso mundial na Netflix, mobiliza equipes na fronteira com cenas de grande realismo, incluindo simulação de confrontos policiais, explosões e manobras veiculares.

As filmagens seguem até o dia 16 de março e exigem atenção redobrada dos moradores. Por envolverem o uso de simulacros de armas de fogo, fardamentos cenográficos e efeitos de fumaça, todas as áreas de gravação contam com protocolos rigorosos de segurança e isolamento.

Impacto no trânsito e bloqueios

Para garantir a execução das cenas de ação, diversas vias sofrerão interdições totais ou intermitentes. A recomendação é que motoristas e comerciantes planejem seus deslocamentos com antecedência.

Confira os principais bloqueios programados:

  • 03/03 (Terça-feira): Interdição na pista de caminhões da Ponte da Amizade (07h às 19h) e bloqueios na Vila Portes.
  • 04/03 (Quarta-feira): Cenas de ação na Rua Osvaldo Cruz e gravações na Penitenciária Feminina.
  • 07/03 (Sábado): Bloqueio total na Rua Osvaldo Cruz e trechos das ruas das Missões e Cassiano Ricardo (07h às 18h).
  • 08/03 (Domingo): Intensa movimentação na região da Vila Portes e ruas Assis Brasil e Guimarães Rosa para cenas de impacto.
  • 14/03 (Sábado): Bloqueios totais na Avenida Brasil e cruzamentos com Jorge Sanwais e Benjamin Constant.
  • 16/03 (Segunda-feira): Encerramento das atividades com bloqueios na Avenida Portugal e imediações da Avenida José Maria de Brito.

DNA do Crime: Um sucesso inspirado na fronteira

Inspirada no mega-assalto ocorrido em 2017 em Ciudad del Este, “DNA do Crime” acompanha investigações da Polícia Federal na caça a organizações criminosas. As temporadas anteriores também tiveram cenas gravadas na cidade. 

Criada por Heitor Dhalia, Bernardo Barcellos e Leonardo Levis, DNA do Crime (Criminal Code) é a primeira série brasileira de ação policial da Netflix inspirada em crimes reais. A trama mergulha na complexa investigação do mega-assalto ocorrido em Ciudad del Este, em 2017, destacando o uso pioneiro da ciência forense e do DNA pela Polícia Federal para desarticular facções na fronteira.

Estrelando Maeve Jinkings, Rômulo Braga e Thomás Aquino, a produção tornou-se um fenômeno mundial, atingindo o topo do ranking de séries de língua não-inglesa em mais de 70 países. Com cenas de escala cinematográfica, a série elevou o padrão das produções de ação no Brasil e agora, em sua terceira temporada, volta a utilizar Foz do Iguaçu como base para as gravações de sua terceira temporada.

A escolha de Foz do Iguaçu para as novas temporadas reforça a capacidade da cidade em receber grandes produções audiovisuais, movimentando a economia local e o setor de serviços.

 

Fotos: Divulgação/Netflix

A pergunta movimentou as redes sociais nos últimos dias: o que o influenciador Renato Cariani estava fazendo no Paraguai? A resposta é a segunda edição do Wellness Experience, evento organizado pelo laboratório Eticos. O encontro reuniu grandes nomes do universo fitness, saúde e bem-estar, como Tati Cariani, Júlio Balestrin, Dr. Filipe Fontes e a atriz Deborah Secco, em uma noite voltada à ciência e longevidade.

Ciência e 40 anos de história

O Wellness Experience celebrou os mais de 40 anos da farmacêutica Éticos no Paraguai com presença de Renato Cariani, Tati Cariani, Júlio Balestrin, Dr. Filipe Fontes e Deborah Secco. Foto: Garon Piceli.

O evento celebrou as quatro décadas da farmacêutica Eticos no Paraguai, reforçando o compromisso com a inovação e o cuidado à saúde. Mais do que um encontro de celebridades, a proposta foi abrir diálogo sobre novos hábitos, prevenção e mudança de mentalidade. A mesa de debates trouxe reflexões sobre como as decisões diárias impactam diretamente o futuro e a qualidade de vida.

Afinal, onde comprar Retatrutida no Paraguai?

A resposta curta e segura é: em lugar nenhum. Apesar de ter sido apresentada no evento como uma molécula promissora para o controle metabólico, a Retatrutida ainda está em fase de desenvolvimento e pesquisa.

Atualmente, o medicamento não está disponível comercialmente em nenhuma farmácia ou loja de Ciudad del Este. A substância ainda não obteve autorização da Dinavisa (órgão de fiscalização sanitária do Paraguai) nem da Anvisa, no Brasil, para uso comercial.

O perigo das falsificações

O que circula hoje no mercado paraguaio com o nome de “Retatrutida” é ilegal e, na maioria das vezes, falsificado. Criminosos utilizam o nome da medicação para vender substâncias de procedência desconhecida, prometendo emagrecimento milagroso. O uso desses produtos sem registro representa um gravíssimo risco à saúde.

Por que a Retatrutida causa tanto alvoroço?

A Retatrutida, desenvolvida pela Eli Lilly (mesma fabricante do Mounjaro), é considerada um novo teto de eficácia na medicina. Em ensaios clínicos de Fase 3, participantes que receberam a dose máxima perderam, em média, 28,7% do peso corporal em 70 semanas.

Diferente da Semaglutida (Ozempic), que age em um receptor hormonal, e da Tirzepatida (Mounjaro) que combina GLP-1 e GIP,a Retatrutida é um triplo agonista. Ela atua simultaneamente no GLP-1, GIP e no receptor do glucagon (GCGR). Isso estimula a quebra de gordura e aumenta o gasto energético do metabolismo. O resultado é tão intenso que, nos testes, cerca de 15% dos voluntários desistiram por sentirem que estavam emagrecendo “em excesso”.

Responsabilidade em primeiro lugar

Mesmo com resultados promissores, a ciência exige cautela. O ensaio clínico ainda não foi concluído e não há previsão de quando o medicamento chegará às prateleiras de forma legal. Eventos como o Wellness Experience mostram que a fronteira está inserida nas discussões globais de saúde, mas reforçam que qualquer tratamento deve ter prescrição e acompanhamento médico rigoroso.

 

 

Fotos: Garon Piceli/Portal Clickfoz

Autoridades aduaneiras do Puerto de Montevideo, no Uruguai, apreenderam 305.660 unidades de perfumes com indícios de crime contra a propriedade industrial, avaliadas em cerca de US$ 16 milhões. A carga havia saído do Puerto de Nansha e tinha como destino final Assunção, no Paraguai.

A fiscalização foi conduzida pela Divisão de Controle de Cargas da Direção Nacional de Aduanas do Uruguai, após identificação prévia de parâmetros de risco na operação.

Destino era a capital paraguaia

O contêiner transportava 933 volumes declarados. Durante a inspeção, os agentes encontraram 853 caixas contendo perfumes que simulavam marcas internacionais conhecidas.

Embora o destino oficial fosse Assunção, parte significativa de mercadorias importadas pela capital paraguaia costuma abastecer o comércio regional — inclusive em Ciudad del Este. Por isso, o caso serve de alerta direto para consumidores da tríplice fronteira.

Preço muito abaixo do mercado, especialmente quando se trata de grifes internacionais, raramente é coincidência.

Marcas imitadas

Entre as marcas que estariam sendo simuladas estavam: Afnan, Lattafa, Armaf, Xerjoff, Carolina Herrera, Paco Rabanne, Versace, Dior, Hugo Boss, Chanel, Yves Saint Laurent e Jean Paul Gaultier, entre outras.

Segundo a Aduana uruguaia, os produtos apresentavam embalagens semelhantes às originais, com frascos parecidos e nomes quase idênticos. Em alguns casos, até a imagem do perfume verdadeiro aparecia impressa na caixa.

No entanto, faltavam elementos característicos de autenticidade, como hologramas oficiais e identificação correta na base das embalagens. Além disso, a carga não estava devidamente detalhada na declaração apresentada ao agente marítimo, e o contêiner não tinha origem nos Emirados Árabes Unidos, rota comum para perfumes árabes legítimos.

Cooperação internacional contra o comércio ilegal

A apreensão integra acordo de cooperação entre as aduanas do Uruguai, Chile, Brasil e Paraguai para combate ao tráfico ilícito. Contêineres que passam por portos uruguaios em regime de transbordo são monitorados quando apresentam indícios de irregularidade.

Após a operação, o caso foi comunicado à promotoria de plantão e aos representantes das marcas. A mercadoria permanece bloqueada aguardando formalização das denúncias judiciais.

Risco vai além do prejuízo financeiro

Autoridades reforçaram que réplicas e falsificações não seguem padrões internacionais de controle de qualidade. Esses produtos podem conter substâncias nocivas, associadas a irritações na pele e até problemas respiratórios.

Para quem compra na fronteira, o episódio deixa um recado claro: perfume de grife com valor incompatível com o mercado exige desconfiança imediata.

Buscar lojas consolidadas, com procedência clara e reputação reconhecida, continua sendo a forma mais segura de evitar dor de cabeça — e risco à saúde.

 

Com Informações: Direción Nacional de Aduanas - Uruguay
Fotos: Divulgação/Direción Nacional de Aduanas - Uruguay

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reconheceu oficialmente a necessidade de retificar a Resolução RE nº 4.641/2025, que vem sendo interpretada como impeditiva à importação de medicamentos à base de tirzepatida por pessoa física.

A manifestação ocorreu após um pedido formal apresentado por Leonardo Campagnani, cidadão brasileiro que mantém o perfil “Usuário de Tizerpatida” na rede social TikTok, que contestou os efeitos da norma.

Leonardo Campagnani, cidadão brasileiro que contestou os efeitos da norma. Foto: Reprodução do perfil no TikTok.

No documento, ele solicitou a revisão da resolução ou, alternativamente, autorização excepcional para importar tirzepatida da marca Lipoless, que havia sido proibida recentemente pela Anvisa, para uso próprio.

O que estava em jogo

A Resolução RE nº 4.641/2025 foi publicada com o objetivo de coibir irregularidades envolvendo comercialização e importação do medicamento. No entanto, segundo a contestação apresentada pelo requerente, a redação acabou atingindo também cidadãos que importavam regularmente para uso pessoal, com prescrição médica, nos termos da RDC nº 28/2011.

Segundo  argumento do requerente, combater o mercado irregular é necessário, mas impedir quem segue a regra seria um excesso.

E a área técnica da agência concordou.

Reconhecimento formal de necessidade de retificação

Na Nota Técnica nº 10/2026, elaborada pela Quarta Diretoria da Anvisa, a conclusão foi que: a resolução precisa ser ajustada para coibir práticas ilegais, sem afetar o direito regular de importação por pessoa física para uso próprio.

O texto afirma expressamente que “serão adotados os trâmites para a devida retificação”.

Em outras palavras: houve reconhecimento interno de que a medida, da forma como esta, amplia indevidamente seus efeitos.

A decisão vale para todos?

Embora o pedido tenha sido feito por um cidadão específico, a conclusão da área técnica não concede autorização individualizada. Trata-se de entendimento regulatório.

Caso a retificação seja publicada, — e isso pode ocorrer a qualquer momento — a mudança terá efeito geral, beneficiando todos que se enquadrem nos requisitos da RDC nº 28/2011.

Ou seja, não é uma exceção pessoal. É uma revisão normativa com impacto coletivo, que deve beneficiar milhares de brasileiros, que anteriormente, estavam encontrando no Paraguai, uma alternativa economicamente viável para adquirir o medicamento.

O que muda agora?

Até que a retificação seja formalmente publicada, a redação atual da resolução segue válida. No entanto, o reconhecimento técnico indica que a revisão pode ocorrer em breve.

A movimentação sinaliza que a agência pretende ajustar o texto para alinhar a fiscalização contra o comércio irregular sem bloquear o direito do cidadão de importar o medicamento para uso próprio dentro das regras sanitárias.

A revisão sobre a proibição da importação de diversas marcas de tirzepatida — medicamento amplamente utilizado no tratamento de diabetes tipo 2 e também associado ao controle de peso — pode impactar diretamente milhares de brasileiros, que viam no Paraguai, uma alternativa economicamente viável para adquirir o medicamento.

A pergunta agora é: se a própria área técnica da ANVISA reconhece necessidade de correção, quanto tempo levará para a mudança entrar oficialmente em vigor?

O processo agora depende dos trâmites internos da Anvisa.

A autoridade sanitária do Paraguai identificou a circulação de tirzepatida falsificada em Ciudad del Este e emitiu um alerta à população.

O comunicado foi divulgado pela Dirección Nacional de Vigilancia Sanitaria (Dinavisa), órgão responsável pela regulação e fiscalização de medicamentos no Paraguai. Segundo a entidade, os produtos analisados não atendem aos requisitos de qualidade, segurança e esterilidade exigidos pelas normas sanitárias.

De acordo com o relatório, foram encontradas versões irregulares rotuladas como “Zeptrina” e “TR 30/40”, em circulação no mercado local.

Análises laboratoriais apontam falhas graves

Os exames indicaram inconsistências significativas na composição. Em algumas amostras, o princípio ativo estava presente em quantidade inferior à informada na embalagem. Em outro caso, a substância sequer foi detectada.

Além disso, os produtos não cumpriam padrões mínimos de esterilidade, o que amplia o risco de contaminação e potenciais complicações para quem fizer uso da medicação.

O diretor de Vigilância da Dinavisa, Óscar Allende, afirmou que também foram identificadas irregularidades nas embalagens, com falhas na rotulagem e indícios de fabricação fora dos canais autorizados.

Medicamento de alto custo vira alvo do mercado paralelo

A tirzepatida é utilizada no tratamento do diabetes tipo 2 e também tem sido procurada para controle de peso. Por se tratar de um medicamento de alto valor comercial e grande demanda, torna-se alvo frequente do mercado ilegal, especialmente em regiões de fronteira.

A Dinavisa orienta que consumidores adquiram medicamentos apenas em estabelecimentos habilitados e recomenda denunciar ofertas de origem suspeita.

O alerta reforça a necessidade de atenção redobrada na compra de produtos farmacêuticos, principalmente quando comercializados fora de redes oficiais.

 

 

Com Informações: Diário Vanguardia - PY

O Foz do Iguaçu Futebol Clube oficializou a renovação de contrato do treinador Adriano Souza até novembro de 2027. A permanência do comandante consolida a continuidade de um trabalho que recolocou o Azulão da Fronteira em posição de protagonismo no cenário estadual e abriu portas no contexto nacional.

A renovação confirma uma aposta na estabilidade. E, no futebol, continuidade costuma ser artigo raro.

Resultados antecipados e acesso garantido

A trajetória recente sustenta a decisão da diretoria.

Em 2025, Adriano foi vice-campeão da Série B do Campeonato Paranaense e garantiu o acesso à elite estadual. Já em 2026, conduziu o Foz à segunda melhor campanha geral da primeira fase do Paranaense.

O desempenho assegurou a classificação para a Série D do Campeonato Brasileiro de 2027 — meta alcançada antes do prazo previsto no planejamento inicial do clube.

Ou seja: a régua subiu. E subiu rápido.

Identidade consolidada dentro e fora de campo

Mais do que resultados, o treinador estruturou um modelo de jogo competitivo e organizado. Também fortaleceu a conexão entre elenco, cidade e torcida.

Agora, o projeto amplia seu alcance.

Além da renovação até novembro de 2027 como treinador, Adriano Souza passa a ser responsável pela coordenação metodológica do clube. Ele assumirá a aplicação do caderno metodológico do sub-13 até o profissional, dando sequência ao projeto desenvolvido desde as Crias do Azulão.

A ideia é clara: padronização, formação e identidade desde a base.

Declarações reforçam compromisso

Em suas primeiras palavras após a renovação, Adriano destacou o vínculo construído com o clube e com a cidade.

“Eu sinto uma energia diferente aqui no Foz do Iguaçu. O apoio da torcida, o carinho das pessoas e o respeito pelo nosso trabalho fazem toda a diferença. O que conquistamos até agora é importante, mas é só o começo de um grande projeto. Queremos seguir construindo, buscar novos acessos, continuar sonhando grande. Esse clube ainda vai colher muitos frutos.”

Para o diretor de futebol Radamés Nobile Neto, a renovação é consequência direta de um processo sólido.

“Futebol é acreditar no processo. O Foz está seguindo um caminho que vem dando certo, com planejamento, trabalho sério e continuidade. A manutenção do Adriano representa isso. Já colhemos resultados importantes, mas sabemos que ainda podemos alcançar voos maiores. Precisamos cada vez mais da cidade junto conosco, porque o futuro do Foz é promissor.”

Estabilidade e planejamento a longo prazo

O clube também registrou reconhecimento ao grupo SAF pela agilidade na condução da renovação. A medida garante estabilidade técnica e reforça o compromisso com um projeto de longo prazo.

Com contrato estendido até 2027, Adriano Souza inicia o quarto ano no comando do Azulão. Planejamento mantido, metodologia ampliada e ambição declarada.

O trabalho segue. E a expectativa, naturalmente, cresce.

 

 

Fotos: Franz Fleischfresser/Divulgação Foz do Iguaçu FC
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