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seg, 26 de out 2026

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O Foz do Iguaçu FC entra em campo na tarde deste sábado (24) em busca da classificação para as semifinais da Copa Paraná 2026. O Azulão enfrenta o Azuriz, às 15h30, no Estádio Os Pioneiros, em Pato Branco. Por se tratar de um playoff em jogo único, quem vencer avança. Em caso de empate no tempo regulamentar, a vaga será decidida nas cobranças de pênaltis.

A delegação iguaçuense viajou para o Sudoeste do Estado na manhã de sexta-feira (23) e realizou o último treino de preparação no Complexo Esportivo Frei Gonçalo, ajustando a tática sob o comando do técnico Ageu Gonçalves.

Reencontro e ajustes táticos

Foto: Franz Fleischfresser/Divulgação Foz do Iguaçu FC.

As duas equipes já se enfrentaram nesta edição do torneio, no dia 5 de setembro, também em Pato Branco, com vitória do Azuriz por 2 a 0. O resultado serviu de base para a comissão técnica do Foz analisar erros e mapear oportunidades para o duelo eliminatório.

Na primeira fase, o Azuriz terminou em quarto lugar, com dez pontos, garantindo o mando de campo no playoff. O Foz do Iguaçu encerrou na quinta posição, com nove pontos.

“Sabemos que será um jogo difícil, contra uma equipe que já enfrentamos e que conhece a nossa forma de jogar. Aquele primeiro confronto nos dá referências importantes. Precisamos entrar concentrados, competir durante os 90 minutos e ter eficiência quando as oportunidades aparecerem”, avaliou o meia Leonardo Tiba.

O técnico Ageu Gonçalves reforçou a necessidade de equilíbrio tático em uma partida sem margem para erro. “Vamos a Pato Branco com o objetivo de buscar a classificação. É uma decisão, e o grupo sabe da importância de entrar concentrado e lutar pelo resultado até o fim”, destacou o treinador.

O que está em jogo

O vencedor do duelo entre Foz do Iguaçu e Azuriz enfrentará o Paraná Clube nas semifinais. O Tricolor avançou diretamente para a fase decisiva por ter encerrado a primeira etapa na liderança, assim como o Paranavaí, segundo colocado.

Além da taça, o campeão da Copa Paraná 2026 garante o direito de escolher entre uma vaga na Copa do Brasil ou na Copa Sul-Sudeste da temporada 2027.

Serviço do jogo

Confronto: Azuriz x Foz do Iguaçu FC (Playoffs – Copa Paraná 2026)
Data e horário: Sábado, 24 de outubro de 2026, às 15h30
Local: Estádio Os Pioneiros, Pato Branco (PR)
Regulamento: Jogo único (empate leva a decisão para os pênaltis)
Onde assistir: TV Paraná Turismo e canal oficial da FPF TV no YouTube

 

A Prefeitura de Foz do Iguaçu definiu um plano de melhorias para a Avenida Brasil, uma das principais vias do comércio central do município. As ações visam preparar a região para o aumento de fluxo de moradores e turistas durante o período de festas de fim de ano e o início das férias, cobrindo o intervalo de dezembro até fevereiro de 2027.

O pacote de trabalhos foi pactuado durante reunião na Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI) entre representantes do poder público e comerciantes do Núcleo da Avenida Brasil.

Ações previstas na Avenida Brasil

Os serviços serão executados de forma conjunta entre a Secretaria Municipal de Obras e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A previsão é que os trabalhos no local comecem nas próximas semanas, a depender do clima.

As intervenções acordadas para a avenida incluem:

  • Calçadas e vegetação: Reparos e adequações nos passeios públicos, acompanhados de poda e manejo das árvores;
  • Pavimentação: Correções e manutenção no asfalto ao longo da via;
  • Equipamentos urbanos: Pintura e conservação de estruturas públicas e de sinalização, como as esferas decorativas e os quiosques;
  • Iluminação e limpeza: Reforço na iluminação pública e ornamental, além de lavagem e limpeza geral do calçadão.

 

Foco no comércio local

De acordo com o secretário municipal de Obras, engenheiro Alecsandro Broio, as equipes aguardam condições climáticas favoráveis para iniciar os trabalhos em campo.

“Entendemos a importância dessas melhorias na avenida, uma das principais vias do comércio da cidade, especialmente para esse período de fim e início de ano, quando há grande movimentação de pessoas na região”, ressaltou o secretário.

 

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

Um dia de compras no Paraguai costuma começar cedo e terminar com muitas histórias, sacolas e vontade de fazer uma boa refeição. Durante a Black Friday, entre pesquisar preços, visitar lojas e aproveitar ofertas, o almoço pode acabar ficando para depois. Na volta para Foz do Iguaçu, encontrar um restaurante aberto fora do horário tradicional faz toda a diferença.

É nesse roteiro que entra o Fino Corte. A casa convida moradores e visitantes a transformar a pausa depois das compras em um momento para descansar, reunir os amigos e aproveitar a gastronomia. Seja para um almoço mais tarde ou para encerrar o dia com um jantar, a proposta é dar continuidade ao passeio com uma experiência à mesa.

Compras sem pressa, almoço fora de hora

Para quem pretende aproveitar o dia no Paraguai, o horário da refeição nem sempre acompanha o planejamento. A visita a mais uma loja, uma última oferta ou o tempo de retorno à fronteira podem levar o almoço para o meio da tarde.

De segunda a sábado, o Fino Corte atende das 11h30 às 23h30, sem fechar durante a tarde. Assim, quem chega às 15h, às 16h ou no início da noite encontra a casa em funcionamento para aproveitar o cardápio à la carte.

A flexibilidade permite encaixar a refeição no passeio, tanto para quem volta com fome depois das compras quanto para quem prefere descansar antes de sair para jantar.

Carnes e opções para compartilhar depois do passeio

Depois de caminhar pelas lojas, a mesa se torna um convite para desacelerar. Para grupos de amigos e famílias, as opções para compartilhar fazem da refeição uma continuação do encontro.

Entre os destaques da casa estão a Experiência Fino Corte, com brisket e cupim de colher, e a Costela Três Fronteiras. São opções que aproximam o público da especialidade do restaurante e abrem espaço para conhecer diferentes sabores em uma mesma visita.

O Famoso também faz parte desse roteiro. Com apresentação à mesa, o sanduíche acrescenta um momento de interação à refeição e oferece mais uma maneira de conhecer a identidade do Fino Corte.

Entre carnes, acompanhamentos e conversa, a proposta é trocar o ritmo das compras por um momento para aproveitar a companhia de quem participou do passeio.

Domingo também tem lugar no roteiro

Quem organiza as compras para o fim de semana também pode incluir o Fino Corte na programação de domingo.

Das 12h às 15h, a casa oferece buffet livre completo, com saladas, pratos quentes, carnes e sobremesas. Uma opção para reunir a família e os amigos em um almoço com variedade e liberdade para montar o prato.

Depois do buffet, o atendimento à la carte retorna às 16h e segue até as 22h30. Assim, quem volta do Paraguai no fim da tarde também pode aproveitar a casa para uma refeição ou um jantar.

Das ofertas no Paraguai aos encontros à mesa

A Black Friday pode render mais do que boas compras. Para quem visita a fronteira, também é uma oportunidade de conhecer os sabores de Foz do Iguaçu e incluir a gastronomia na viagem.

No Fino Corte, o convite é reservar um espaço no roteiro para comer bem, compartilhar os achados do dia e aproveitar o encontro.

Depois de aproveitar as ofertas no Paraguai, a próxima parada pode ser à mesa. No Fino Corte, o convite é reunir os amigos, deixar as sacolas de lado e encerrar o passeio com sabor.

Serviço

Fino Corte Restaurante — Foz do Iguaçu

Segunda a sábado: das 11h30 às 23h30, sem fechar durante a tarde.
Domingo — buffet livre completo: das 12h às 15h.
Domingo — atendimento à la carte: das 16h às 22h30.
Cardápio: finocorte.com https://www.finocorte.com/#call_002_1746215946

A gente faz porque a gente ama. ❤️

A Itaipu Binacional fechou a calha central do seu vertedouro às 15h40 desta sexta-feira (23). A calha estava aberta desde a manhã do dia 15 de outubro e não há previsão para reabertura. No entanto, a calha esquerda segue aberta, vertendo cerca de 8 milhões de litros de água por segundo (8.000 m³/s).

A manobra faz parte de uma operação coordenada pela Comissão Especial de Cheias da usina para conter os efeitos da forte elevação na vazão do Rio Iguaçu, evitando o aumento repentino do nível do Rio Paraná na faixa de fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

Foto: William Brisida/Itaipu Binacional.

Nas últimas 24 horas, a vazão do Rio Iguaçu medida na Estação Cataratas saltou de 4.970 m³/s para 7.480 m³/s. A previsão das equipes técnicas é que o volume do Iguaçu continue subindo, podendo atingir até 12 milhões de litros por segundo (12.000 m³/s) nos próximos dias.

Amortecimento de cheias e nível do reservatório

Reservatório da Itaipu. Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional.

Para absorver esse aumento sem impactar severamente as áreas ribeirinhas de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, a Itaipu utilizará a capacidade de armazenamento do seu próprio reservatório.

A cota da represa atingiu 219,30 metros acima do nível do mar nesta sexta-feira — uma redução de quase 1,20 metro em relação ao pico de 220,50 metros registrado no último dia 13. Essa margem operacional permite à usina reter temporariamente parte da água que chega pelo Rio Paraná, diminuindo a defluência do complexo hidrelétrico.

“A redução do vertimento vai manter o Paraná estável enquanto o Iguaçu sobe. Dessa forma, não haverá aumento do nível na estação de medição da Ponte da Amizade”, explicou o engenheiro Paulo Zanelli Jr., coordenador da Comissão Especial de Cheias da Itaipu. O objetivo é manter o nível do Paraná próximo ao patamar atual, de 116,60 metros, buscando uma redução gradual à medida que a vazão permitir.

A Itaipu informou ainda que a geração de energia elétrica segue normalmente, alinhada às diretrizes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Brasil, e da Administración Nacional de Electricidad (ANDE), no Paraguai.

Alerta à população e orientações da Defesa Civil

Vista aérea do Rio Paraná. Foto: William Brisida/Itaipu Binacional.

A Comissão Especial de Cheias da Itaipu e os órgãos de proteção civil do Brasil e do Paraguai orientam os moradores da região fronteiriça, em especial as famílias de áreas ribeirinhas, a acompanharem as atualizações frequentes do Boletim Hidrológico.

O documento é atualizado no site oficial (www.itaipu.gov.br) e no perfil do Instagram da usina. As autoridades reforçam que moradores já acolhidos ou transferidos para locais seguros devem permanecer onde estão e seguir estritamente os alertas da Defesa Civil.

 

Atletas de Foz do Iguaçu conquistaram seis medalhas nos Jogos da Juventude Caixa 2026, com destaque para o atletismo e o tênis de mesa. As conquistas ocorreram durante o primeiro bloco de disputas, entre terça-feira (20/10) e quinta-feira (22/10).

Ouro e prata no atletismo

Nicolas Izidoro da Silva conquistou duas medalhas: ouro no salto triplo e prata no salto em distância. Além dele, Gabriela Figueiredo Amaral e José Guilherme Giusti Medeiros também representaram o município na modalidade.

Tênis de mesa garante quatro medalhas

No tênis de mesa, Yasmin Kubis Saddock conquistou quatro medalhas: prata na disputa individual feminina, bronze na dupla mista e por equipes mistas, além de outra prata na dupla feminina, ao lado de Nihan Jamil Abdallah. A atleta contou com a orientação do técnico Pedro Marcos Correa.

Foz também participa do judô

No judô, Barbara Camila Galis Dias terminou em sétimo lugar, enquanto Davi Matias Magalhães conquistou a quinta colocação. Os atletas competiram sob a orientação do técnico Pedro Felipe Braga Tonello.

Enquanto isso, o Paraná soma 34 medalhas e ocupa o segundo lugar no quadro geral, atrás de São Paulo, que lidera com 36.

Próximas disputas começam neste sábado

A participação de Foz continua neste sábado (24/10), com o segundo bloco dos Jogos. Ao todo, 16 atletas do município competem em modalidades como badminton, ciclismo, águas abertas, handebol e voleibol.

Já o terceiro bloco começa em 30 de outubro, com disputas de natação, basquete, futsal, vôlei de praia e outras modalidades. O evento é realizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), em parceria com a Prefeitura de Foz do Iguaçu e o Governo do Paraná.

 

 

Foto em destaque: Jogos Juventude CAIXA 2026

Já fomos cobrados por hiperprodutividade, resiliência extrema, “mindset ágil” e por um senso de adaptação quase sobre-humano. De tempos em tempos, algum messias do mundo corporativo ou da inovação surge no LinkedIn apontando para a “última coca-cola do deserto” — aquele conceito ou ferramenta que, do dia para a noite, vira requisito obrigatório para qualquer profissional que queira continuar relevante.

Hoje, a bola da vez é o domínio da Inteligência Artificial.

A IA já entrou na rotina. Do e-mail redigido por um assistente virtual ao esboço de linhas de código, passando por ideias de posts para redes sociais, dizer que se entende de IA passou a ser linha obrigatória no currículo e pauta fixa na reunião de alinhamento.

O problema é a velocidade insana com que o mercado exige essa adoção. Estamos diante de uma tensão silenciosa e corrosiva: empresas cobram intimidade total com a tecnologia enquanto seus colaboradores ainda tentam entender como utilizá-la sem perder o rumo.

Quando a IA não é assimilada como ferramenta de apoio para eliminar o trabalho repetitivo e abrir espaço para o pensamento estratégico, o efeito colateral é imediato. Vemos profissionais “inventando” demandas desnecessárias dentro da rotina para parecerem inovadores e, no pior dos cenários, se rendendo ao “copia e cola” descarado.

O mar de mesmice e a estética do algoritmo

O resultado dessa corrida desesperada por automação é o surgimento de um verdadeiro mar de mesmice. Textos, artes, identidades visuais, dancinhas com música “chiclete”, estratégias de marketing e diagnósticos de mercado começam a parecer estranhamente iguais.

Falta alma, falta contexto, falta identidade.

Isso não acontece por acaso. A IA generativa trabalha com base em probabilidades estatísticas. Ela analisa bilhões de dados do que já foi produzido na internet e entrega a resposta média mais provável. Em termos simples: ela entrega o lugar-comum refinado.

É a consagração da “estética de algoritmo”, que se desenha em três frentes perigosas para qualquer negócio:

  • O efeito “média”: Como os modelos são treinados com conteúdo já existente, a IA elimina as pontas — e é justamente nos extremos que residem a genialidade, a ousadia e a autoria criativa.
  • A atrofia do pensamento crítico: A facilidade das respostas instantâneas desencoraja o processo doloroso — porém indispensável — de rascunhar, errar, quebrar a cabeça e criar algo do zero.
  • A poluição do ecossistema: O mercado está sendo soterrado por toneladas de artigos, relatórios e artes gerados em segundos. Em meio a esse ruído industrial, a originalidade humana virou item de raridade absoluta.

 

O papel da liderança: nem todo mundo precisa de IA

Atribuir essa pasteurização da marca ao colaborador é um erro de leitura. A responsabilidade por esse cenário quase sempre está no topo da hierarquia.

Antes de exigir que a equipe entregue “tudo via IA”, o CEO ou líder de setor precisa dar um passo atrás e compreender algo básico: IA não é para todo mundo e não serve para qualquer processo.

A pessoa responsável pelo suprimento do escritório não precisa de IA para desempenhar bem sua função. A equipe responsável pelo café da recepção tampouco. E, mesmo em posições estratégicas ou de tomada de decisão, o uso cego de modelos gerativos pode ser desastroso.

A comunicação visual familiar e autêntica que construiu a reputação da sua empresa ao longo de anos pode, em poucos meses, se tornar idêntica à do seu concorrente mais barato. A voz da sua marca, antes humana e próxima do cliente, vai se esvaindo atrás de jargões robóticos, métricas vazias e parágrafos sem vida.

A verdadeira inovação em 2026 não está em automatizar cada centímetro da sua operação. Está em saber exatamente onde a máquina acelera o processo e onde a inteligência, a sensibilidade e o repertório humano são simplesmente insubstituíveis. Quem não entender esse limite vai liderar suas equipes direto para a irrelevância.

 

 

 

Crédito da imagem em destaque: Ilustração gerada por Inteligência Artificial (com devida supervisão e curadoria de um cérebro humano que economizou 4 horas de trabalho só para poder escrever este artigo).

A organização do 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema divulgou a lista das 43 produções selecionadas para a sua 8ª edição, que será realizada entre os dias 8 e 21 de novembro de 2026. A programação levará o melhor do audiovisual regional e continental a Foz do Iguaçu (Brasil), Puerto Iguazú (Argentina) e Ciudad del Este (Paraguai).

A curadoria do evento avaliou mais de 300 obras inscritas para chegar ao catálogo final. As produções representam dez países: Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, além de coproduções com Cuba e Estados Unidos.

CONFIRA A LISTA DE PRODUÇÕES SELECIONADAS AQUI

O panorama brasileiro inclui trabalhos vindos do Paraná, Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Roraima, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.

Mostras competitivas e exibições especiais

A seleção deste ano está dividida em diferentes categorias competitivas e paralelas, somando mais de 960 horas de conteúdo gratuito:

  • Afluentes: Mostra competitiva dedicada a curta-metragens de toda a América Latina e Caribe.
  • Entre Rios: Focada no cinema regional, reúne filmes produzidos no Paraná, na província de Misiones (Argentina) e em departamentos do Paraguai (exceto a capital, Assunção).
  • Mostra Universitária: Voltada para curtas criados por estudantes ou recém-formados de instituições de ensino latino-americanas.
  • Mostra Panorama: Exibição não competitiva de longa-metragens.
  • Venas Abiertas: Espaço dedicado a curtas de alta qualidade técnica que não se enquadravam nos eixos temáticos principais das mostras competitivas.
  • Mostrinha, Cine Bairro e Não é só Susto: Programações especiais com curtas infantis, exibições comunitárias para famílias e produções do gênero terror e suspense.

 

Pertencimento e exibições gratuitas na fronteira

Com o tema central voltado ao pertencimento, a 8ª edição do festival propõe reflexões sobre identidade, migração, ancestralidade, afetos e resistência coletiva.

“A temática de cada edição nasce desse olhar para as obras recebidas, de perceber como esses filmes dialogam entre si e com os temas que atravessam o conjunto. Um alto investimento ou uma trajetória em festivais internacionais não garante a seleção”, destaca o diretor artístico do evento, Maurício Ferreira.

As exibições ocorrerão em espaços públicos, bairros, escolas e centros culturais das três cidades da fronteira, com acesso 100% gratuito. A grade completa de horários e endereços das sessões será divulgada nos próximos dias, e a lista com todas as obras escolhidas já está disponível no site oficial do festival.

O 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema é produzido e realizado pelo Três Margens Cinema e Audiovisual em parceria com o Instituto Cultural Três Fronteiras.

 

As apreensões de maconha realizadas pela Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do 14º Batalhão de Polícia Militar (14º BPM), registraram um aumento de 228% na região de fronteira nos últimos dez anos. O volume interceptado saltou de 7,7 toneladas, em 2016, para 25,4 toneladas de janeiro a outubro de 2026.

O número representa o maior resultado da série histórica da unidade policial. A marca alcançada em dez meses de 2026 já supera em 5% o total acumulado durante todo o ano de 2025 (24,2 toneladas) — uma diferença de 1,2 tonelada a mais, mesmo com dois meses restantes para o encerramento do ano.

Apreensões de maconha crescem 228% em dez anos na região de fronteira do Paraná. Foto: PMPR.

Inteligência, tecnologia e planejamento estratégico

O salto expressivo nas apreensões reflete o aprimoramento das operações policiais, o emprego constante de inteligência e os investimentos do Governo do Estado em infraestrutura, frota e equipamentos operacionais. A combinação de fatores tem permitido mapear e interceptar rotas do tráfico que utilizam a faixa de fronteira com o Paraguai para abastecer grandes centros urbanos do país.

“Esse resultado é fruto de um trabalho que combina planejamento, inteligência e investimentos na atividade policial. A modernização dos equipamentos e o aprimoramento das estratégias de atuação permitem que nossas equipes sejam cada vez mais eficientes na identificação e interceptação de carregamentos de drogas. Superar o recorde do ano passado ainda em outubro demonstra a importância desse trabalho”, destacou o comandante do 14º BPM, major Eliseu Gonçalves.

Estrutura do 14º Batalhão da PMPR

Com sede em Foz do Iguaçu, o 14º Batalhão da Polícia Militar atende a sete municípios do Oeste paranaense, cobrindo um território de aproximadamente 3,2 mil quilômetros quadrados e uma população de 420,7 mil habitantes.

  • Sede do Batalhão: Av. General Meira, 2000 – Foz do Iguaçu (PR)
  • 1ª Companhia: Responsável pelo policiamento em Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu.
  • 2ª Companhia: Abrange Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Itaipulândia, Missal e Serranópolis do Iguaçu.
  • 3ª Companhia: Focada exclusivamente no Policiamento Especializado de Turismo em Foz do Iguaçu.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/PMPR

Recém-eleita deputada estadual, Yasmin Hachem pretende priorizar a saúde pública e a defesa dos direitos sociais durante seu mandato. Em entrevista ao Clickfoz, ela destacou os desafios específicos dos municípios de fronteira, a valorização dos servidores públicos e a ampliação de políticas de inclusão em todo o Paraná.

1. Qual será sua primeira ação em benefício de Foz do Iguaçu?

Yasmin pretende trabalhar para ampliar a participação do Governo do Estado no financiamento da saúde de Foz do Iguaçu e dos municípios da faixa de fronteira. Segundo ela, essas cidades enfrentam demandas específicas que precisam de atenção diferenciada. Quando o Estado não considera essa realidade, o município de Foz acaba absorvendo parte dos custos e da demanda, o que sobrecarrega os serviços de saúde e o orçamento municipal.

2. Qual bandeira você irá levantar durante o seu mandato?

A saúde pública será uma das principais bandeiras de Yasmin. Além disso, ela pretende continuar defendendo pautas que já acompanha como vereadora, como a valorização dos servidores públicos, a educação, os direitos dos jovens e a oposição às privatizações e à militarização das escolas.

A deputada também quer fortalecer as políticas voltadas às pessoas com deficiência. Entre as propostas, destaca a ampliação da Central de LIBRAS, iniciativa desenvolvida em Foz do Iguaçu que pretende levar a outros municípios do Paraná.

3. Se você pudesse resolver hoje um único problema de Foz do Iguaçu, qual seria?

Yasmin escolheria a saúde pública da região. Para ela, o Governo do Estado precisa participar de forma mais efetiva do financiamento e da estruturação dos serviços, considerando as particularidades que a condição de fronteira impõe aos municípios.

Além disso, a parlamentar defende a articulação com o Governo Federal para fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ela, uma política nacional específica para as cidades de fronteira pode contribuir para atender às necessidades da população e reduzir a sobrecarga dos municípios.

4. Daqui a quatro anos, o que você gostaria que os moradores de Foz lembrassem do seu mandato?

Yasmin espera que a população reconheça seu mandato pelas conquistas alcançadas, pela capacidade de diálogo e pela articulação entre diferentes setores e governos. Ao mesmo tempo, ela quer manter o compromisso com seus princípios e com a defesa do serviço público e dos direitos dos trabalhadores.

Entre seus principais objetivos está ampliar a Central de LIBRAS para todo o Paraná, transformando a experiência de Foz do Iguaçu em uma política pública estadual. A deputada também espera ser lembrada pela atuação firme na defesa dos direitos sociais e pelo compromisso com as demandas de Foz e dos demais municípios da região.

 

5. Existe alguma opinião sobre Foz que você acredita ser impopular, mas que gostaria de defender?

A deputada eleita não respondeu

 

 

Foto em destaque: Assessoria

Foz do Iguaçu registrou 89% de ocupação nos meios de hospedagem durante o feriado de Nossa Senhora Aparecida, em outubro de 2026. O resultado, divulgado pela Secretaria Municipal de Turismo (SMTU), superou a previsão inicial de 88% e reforça o movimento turístico na cidade durante o período.

Entre os estabelecimentos pesquisados, as pousadas tiveram o maior índice, com 95% de ocupação. Já os hotéis registraram 89%. Para chegar aos resultados, a secretaria consultou 100 dos 112 meios de hospedagem com alvará vigente que fazem parte do monitoramento mensal do município.

Ocupação supera índices de anos anteriores em algumas categorias

De acordo com a chefe da Divisão de Estatísticas e Estudos Turísticos da SMTU, Sheila Domingues, o resultado acompanha uma tendência observada ao longo de 2026. Segundo ela, manter a ocupação próxima de 90% demonstra a presença constante de turistas em Foz do Iguaçu.

Além disso, o levantamento permite comparar o desempenho do setor em diferentes anos. No feriado de Nossa Senhora Aparecida, a ocupação média chegou a 79% em 2021, 91% em 2023 e 89% em 2026.

No entanto, a secretaria ressalta que as diferenças metodológicas exigem cuidado na comparação. Em 2021, por exemplo, a pesquisa não separou os dados por tipo de hospedagem.

Já em 2023, os hotéis registraram 91% de ocupação, enquanto as pousadas chegaram a 90%. Neste ano, por outro lado, as pousadas alcançaram 95%, enquanto os hotéis ficaram em 89%.

Pesquisa acompanha o desempenho do turismo

A Secretaria Municipal de Turismo realiza o monitoramento mensal para acompanhar a ocupação dos meios de hospedagem de Foz do Iguaçu. Dessa forma, os dados ajudam a identificar tendências na procura por hospedagem e a orientar o planejamento de ações para o setor turístico.

 

Foto em destaque: Eagle Eye Company/Divulgação Urbia+Cataratas.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu inicia, no dia 3 de novembro, a poda de manejo das árvores da Avenida Brasil. Os trabalhos vão ocorrer entre a Avenida República Argentina e a Rua Pedro Joás Aires dos Santos. Por isso, motoristas e pedestres devem ficar atentos às possíveis mudanças no trânsito.

A previsão é que as equipes concluam o serviço em aproximadamente 20 dias. Os trabalhos ocorrerão de segunda a sexta-feira, das 7h45 às 17h30, com atuação por quadra. Dessa forma, a execução poderá exigir interdições temporárias e restrições de estacionamento nos trechos onde as equipes estiverem trabalhando.

Poda busca melhorar a segurança

Segundo o diretor de Serviços Urbanos, Ediel Santana, a poda de manejo ajuda a manter as copas das árvores em condições adequadas. Além disso, o serviço evita que os galhos entrem em contato com a infraestrutura urbana, reduzindo riscos para pedestres, motoristas e comerciantes.

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente também orienta a população a se programar durante o período dos trabalhos. Assim, quem costuma circular pela Avenida Brasil deve considerar possíveis alterações no trânsito e buscar alternativas de estacionamento conforme o avanço das equipes.

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

Eleito deputado estadual, o ex-prefeito de Foz do Iguaçu, Paulo Mac Donald, engenheiro e ex-prefeito de Foz do Iguaçu, pretende priorizar a saúde pública e a boa aplicação dos recursos durante seu mandato. Em entrevista ao Clickfoz, ele falou sobre propostas para melhorar o atendimento hospitalar, ampliar a educação em tempo integral e investir na infraestrutura regional.

 

  1. Qual será sua primeira ação em benefício de Foz do Iguaçu?

Paulo pretende procurar o Governo do Estado para discutir a reestruturação do Hospital Municipal e os investimentos necessários para melhorar o atendimento em Foz do Iguaçu e região, enquanto busca a construção do Hospital Regional.

Entre as medidas prioritárias, ele destaca a ampliação de 100 leitos, a construção de 5 salas cirúrgicas e a modernização dos equipamentos. Além disso, defende melhorias na gestão e nas condições de atendimento.

Durante sua gestão como prefeito de Foz do Iguaçu, Paulo decidiu construir o Hospital Municipal e reuniu profissionais da saúde, engenheiros, arquitetos, pacientes e acompanhantes para compreender as necessidades de quem utiliza e trabalha no local. Agora, ele pretende buscar melhores condições para que a unidade atenda à população.

  1. Qual bandeira você irá levantar durante o seu mandato?

A principal bandeira será a boa aplicação do dinheiro público. Para Paulo, além de buscar mais investimentos, o poder público precisa planejar melhor as obras e os serviços para evitar desperdícios. Como engenheiro e ex-prefeito, ele defende que projetos bem elaborados podem gerar mais resultados sem necessariamente aumentar os gastos.

Por isso, pretende aplicar esse princípio especialmente na saúde, na educação em tempo integral e na habitação, garantindo que os recursos beneficiem o maior número possível de pessoas.

  1. Se você pudesse resolver hoje um único problema de Foz do Iguaçu, qual seria?

Paulo escolheria a saúde pública. Segundo ele, uma rede bem estruturada precisa garantir diagnósticos, atendimentos, internações e cirurgias sem deixar as famílias inseguras sobre a possibilidade de conseguir tratamento.

O deputado eleito compara a saúde pública a um seguro social, já que ninguém pode prever quando vai adoecer ou quanto custará o tratamento. Dessa forma, ele defende que Foz tenha capacidade para atender à população sem comprometer a renda e o patrimônio das famílias.

  1. Daqui a quatro anos, o que você gostaria que os moradores de Foz lembrassem do seu mandato?

Paulo espera que os moradores reconheçam seu mandato pelos projetos, recursos  conquistados e obras que ajudaram a melhorar a vida da população. Entre suas prioridades está a expansão da educação em tempo integral para cidades Paranaenses que ainda não adotaram esse modelo. A proposta inclui atividades de esporte, música, cultura, ciência e tecnologia, além de ações abertas à comunidade. Para ele, a iniciativa beneficia tanto as crianças quanto suas famílias, ampliando as oportunidades de aprendizagem e convivência.

Além disso, Mac Donald  pretende trabalhar pela duplicação da BR-277 entre Matelândia e Cascavel, trecho que considera importante para a segurança e o desenvolvimento regional. Mais do que apresentar propostas, ele quer deixar resultados concretos para a população.

 

  1. Existe alguma opinião sobre Foz que você acredita ser impopular, mas que gostaria de defender?

Paulo defende que nem todos os problemas da cidade serão resolvidos apenas com mais dinheiro. Para ele, também é necessário melhorar a gestão pública, planejar as obras e garantir a eficiência dos serviços.

O ex-prefeito destaca características de Foz, como Itaipu, as Cataratas, as fronteiras internacionais e a intensa atividade econômica. No entanto, ressalta que essa importância precisa vir acompanhada de atenção aos problemas urbanos e sociais.

Por isso, ele defende que a administração pública também priorize os bairros, o trânsito, a saúde, habitação e as condições de vida dos moradores. Como resume o parlamentar, “A cidade precisa ser boa, antes de tudo, para seus moradores”. 

 

 

Foto em destaque: Assessoria
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