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qui, 02 de jul 2026

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O Wonder Park Foz preparou uma ação especial para movimentar os torcedores da Tríplice Fronteira durante as oitavas de final da Copa do Mundo. No domingo, 5 de julho, os moradores de Foz do Iguaçu que forem ao parque vestindo a camiseta da Seleção Brasileira terão entrada gratuita para assistir ao jogo contra a Noruega, às 17h.

A transmissão ao vivo será realizada em um telão de alta definição no deck do Show das Águas. Para garantir a gratuidade, o visitante deve apresentar obrigatoriamente um comprovante de residência no município na entrada do complexo.

“A Copa do Mundo tem um poder único de reunir pessoas. Queremos proporcionar uma experiência diferente para os moradores de Foz, permitindo que acompanhem o Brasil em um ambiente preparado especialmente para isso e, logo depois, possam viver toda a emoção do Show das Águas”, destaca o gerente de marketing do atrativo, Leonardo Tiano.

Com mais de 40 metros quadrados, o painel de LED foi montado especialmente para exibir todos os jogos da Copa do Mundo. Foto: Divulgação/Wonder Park Foz.

Integração na Tríplice Fronteira

A campanha do parque contempla os três países da região em dias específicos:

  • Argentina x Cabo Verde (Sexta-feira, 3 de julho, às 19h): Entrada franca para moradores de Puerto Iguazú.
  • Paraguai x França (Sábado, 4 de julho, às 18h): Entrada franca para moradores de Ciudad del Este.
  • Brasil x Noruega (Domingo, 5 de julho, às 17h): Entrada franca para moradores de Foz do Iguaçu.

 

Em todos os casos, é indispensável a apresentação do comprovante de residência da respectiva cidade fronteiriça. Conforme explica o diretor do Wonder Park Foz, Murilo Candido, a iniciativa reforça o papel integrador do turismo local ao reunir famílias e amigos dos três países em um ambiente seguro.

Lazer completo para os filhos e novo horário

As famílias que comparecerem ao evento terão suporte para o entretenimento das crianças. Enquanto os adultos acompanham os lances das partidas, os filhos podem brincar no Big Land, um espaço de jogos infantis totalmente climatizado e monitorado. O ingresso para esta área específica pode ser adquirido direto na bilheteria.

Após o término de cada partida, o público poderá assistir ao espetáculo fixo do Show das Águas, que une luzes, tecnologia e música. Vale lembrar que o Wonder Park Foz está operando em novo horário: abre diariamente das 12h às 22h. O Show das Águas ocorre sempre às 20h30, e o circuito do Lumina Park atende das 19h30 às 22h.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Wonder Park Foz

O próximo domingo, 5 de julho, será de futebol, música e lazer no Marco das Três Fronteiras, em Foz do Iguaçu. O atrativo turístico preparou uma estrutura com telão para transmitir a partida entre Brasil e Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo, marcada para as 17h.

A programação especial começa cedo, às 14h30, com um show de pagode ao vivo para animar os torcedores. A atração musical segue até as 16h30, servindo de aquecimento antes do apito inicial. Logo depois, moradores e turistas se unem na torcida pela Seleção Brasileira no cenário que marca o encontro entre os rios Iguaçu e Paraná.

Após o término da partida, a festa continua no local. Das 19h às 20h30, o atrativo realiza o seu tradicional show das três fronteiras, com danças típicas que celebram a cultura e a história do Brasil, da Argentina e do Paraguai.

Estrutura completa para toda a família

Quem for assistir ao jogo no local também poderá usufruir de toda a infraestrutura disponível. O Marco das Três Fronteiras conta com praça gastronômica, parquinho infantil para as crianças, cenários instagramáveis e o Restaurante Cabeza de Vaca, tornando o domingo uma opção completa de lazer.

Cabe lembrar que moradores de Foz do Iguaçu possuem gratuidade no ingresso mediante apresentação de documento com foto e comprovante de residência atualizado no nome do titular.

Serviço

Programação especial: Brasil x Noruega na Copa do Mundo
Data: Domingo, 5 de julho de 2026
Show de pagode: das 14h30 às 16h30
Transmissão em telão: a partir das 17h
Apresentações culturais: das 19h às 20h30
Endereço: Acesso Três Fronteiras, s/n – Loteamento Parque das Três Fronteiras, Foz do Iguaçu – PR

 

 

Fotos: Divulgação/Marco das Três Fronteiras

A Itaipu Binacional desempenhou um papel estratégico no fornecimento de energia para o Brasil e o Paraguai durante as partidas das seleções na última segunda-feira, 29 de junho. Com ambas as equipes avançando para as oitavas de final, a usina operou em sintonia com o chamado “efeito torcida”, fenômeno que exige monitoramento constante do Operador Nacional do Sistema (NOS) e da Administración Nacional de Electricidad (ANDE).

O comportamento do consumidor — que reduz o uso de aparelhos durante a partida e promove picos de consumo no intervalo e após o apito final — exigiu que o suprimento de Itaipu acompanhasse essas variações para manter a estabilidade elétrica em ambos os países.

O desempenho nos jogos

No jogo entre Brasil e Japão, a Itaipu manteve um fornecimento estável de aproximadamente 4.000 MW antes da partida. Logo após o encerramento do jogo, às 16h05, a usina registrou um aumento de 1.406 MW em 19 minutos, o que representa uma subida de 30% na geração. No Sistema Interligado Brasileiro (SIN-BR), a carga total teve uma elevação de 12.784 MW (19,1%) na hora seguinte ao jogo.

Já no confronto entre Paraguai e Alemanha, a dinâmica foi distinta. O suprimento de Itaipu ao Paraguai caiu 190 MW (5%) logo no início da partida. Durante o intervalo, houve uma rampa ascendente de 383 MW em 11 minutos, seguida por um novo aumento de 203 MW (7%) logo após o término do jogo, que foi decidido nos pênaltis.

Expectativa para as oitavas de final

Com a classificação de ambas as seleções, o cronograma para as oitavas de final já está definido:

  • Paraguai x França: Sábado (4 de julho), às 18h.
  • Brasil x Noruega: Domingo (5 de julho), às 17h.

 

A Itaipu Binacional reforça que está apta para responder às variações de carga esperadas para os próximos confrontos, mantendo a estabilidade dos sistemas elétricos brasileiro e paraguaio mesmo com as variações de consumo típicas de finais de semana.

 

 

Foto em destaque: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional

A divulgação da 7ª edição do relatório Pele Alvo – entre Racismo e Letalidade, o Amanhã, produzido pela Rede de Observatórios do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), trouxe novamente à tona um dado alarmante: em 2025, 86,3% das 4.330 pessoas mortas em ações policiais nos nove estados monitorados eram negras. O estudo conclui, de forma direta, que o racismo é o componente essencial para explicar essa letalidade.

Apresentar a polícia como uma instituição que possui uma “preferência” por alvos negros é o caminho mais simples para a opinião pública. No entanto, essa análise de superfície ignora a engrenagem socioeconômica profunda que atua muito antes do primeiro disparo. O verdadeiro cerne do problema nacional não está na cor da pele impressa no RG, mas sim no saldo da conta bancária e na ausência estrutural do Estado nas periferias.

A vulnerabilidade social como principal vetor de aliciamento

Dizer que a segurança pública falha na contenção da violência extrema é chover no molhado. Contudo, culpar exclusivamente o aparato policial pelo perfil das vítimas blinda o Estado de sua maior responsabilidade: a incapacidade de oferecer oportunidades iguais desde a primeira infância.

As facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) — que o próprio relatório aponta em franca expansão pelo Norte e Nordeste —, não realizam seus recrutamentos baseados em critérios raciais. O crime organizado busca preencher vazios. Ele se alimenta de estômagos vazios, de armários sem mantimentos e, principalmente, da total falta de perspectiva de melhora futura.

Nas grandes capitais brasileiras, a esmagadora maioria da população de baixa renda é negra devido a fatores históricos e fluxos migratórios seculares. Logo, o alistamento de jovens pelo tráfico nessas regiões refletirá essa demografia. Porém, quando se analisa a dinâmica da criminalidade em cidades do interior ou em regiões com composições étnicas distintas, como Foz do Iguaçu, percebe-se que o crime coopta brancos, negros, indígenas e asiáticos com a mesma velocidade. O fator comum entre eles nunca foi a raça, sempre foi a pobreza.

A falácia do debate focado apenas no confronto

Ato contra violência policial, em São Paulo. Foto: Paulo Pinto/Arquivo Agência Brasil.

O relatório do CESeC critica duramente o uso de termos como “narcoterroristas” e a normalização do confronto. Por outro lado, secretarias de segurança, como as de Pernambuco e do Rio de Janeiro, defendem que as ações são técnicas e motivadas pela resistência armada de grupos criminosos.

Quem vive aqui na fronteira, e acompanha — mesmo que minimamente — o bloco das notícias policiais nos jornais, portais de notícia e até mesmo na rádio, sabe que o crime organizado vem investindo em armamento cada vez mais letal. Então, como podemos esperar que as secretarias de segurança pública dos estados façam o caminho contrário? Será que dá pra combater armamento de guerra com tasers de choque?

O debate público fica estagnado nessa polarização entre a acusação de racismo institucional e a justificativa do estrito cumprimento do dever legal. Enquanto a discussão se mantiver restrita ao momento do confronto, a raiz do problema continuará intacta. O jovem periférico que morre na favela hoje foi abandonado pelo poder público quinze anos atrás, quando faltou creche, escola em tempo integral, saneamento básico e inclusão digital.

Sem uma política macroeconômica e social que garanta que o cidadão de baixa renda tenha acesso às mesmas ferramentas de ascensão de quem nasceu em berço de ouro, as periferias continuarão sendo um celeiro de mão de obra barata para o tráfico. E, consequentemente, seus moradores continuarão na linha de frente do combate à criminalidade.

É preciso mudar a pergunta

Audiência pública debateu violência contra jovens no plenário da ALEP. Foto: Orlando Kissner/Divulgação Alep.

A pergunta correta a ser feita aos governantes não é apenas por que a polícia mata mais negros, mas sim por que o Estado permite que as crianças e jovens negros e pobres continuem sendo os principais alvos de cooptação das facções.

Tratar a letalidade na periferia apenas sob a ótica racial é dar uma resposta conveniente para um problema inconveniente. O Brasil precisa encarar a desigualdade pelo que ela é: uma barreira econômica que segrega os indivíduos pelo CEP e pela renda. Enquanto a conta bancária determinar o nível de cidadania de um indivíduo, a segurança pública continuará sendo uma ferramenta de contenção de danos de um sistema que falhou na base.

 

Nota do autor: Este é um texto opinativo, e você tem todo o direito de discordar de cada linha. Mas antes que você julgue essas palavras achando que um privilegiado em berço de ouro está por trás delas, permita-me apresentar: eu sou o Kaká Souza. Homem preto, nascido e criado na periferia, que há 48 anos insiste em contrariar as estatísticas de sobrevivência deste país. Não defendo o abuso, mas aprendi que a realidade das nossas quebradas é complexa demais para caber em teses fáceis.

 

 

Foto em destaque: Produzida com auxílio de inteligência artificial (I.A)

A Prefeitura de Foz do Iguaçu, em parceria com a Itaipu Binacional e o Itaipu Parquetec, realizou a entrega oficial de 60 novas moradias no Loteamento César Cabral nesta terça-feira, 30 de junho. As unidades integram o segundo lote do Projeto Moradias, uma iniciativa executada por meio do Fozhabita para atender famílias que viviam em áreas de risco ou condições inadequadas no município.

O novo loteamento está localizado no prolongamento da Rua Cantagalo, na região do Três Bandeiras, e conta com uma área construída de 2.400 m². Com esta etapa concluída, o projeto soma 112 unidades habitacionais entregues de um total de 254 previstas — o primeiro lote, com 52 casas no Conjunto Habitacional Marina Áureo Galdin, foi entregue em novembro de 2025.

A solenidade reuniu autoridades locais e nacionais, incluindo o prefeito de Foz do Iguaçu, General Silva e Luna, o diretor-geral da Itaipu Binacional, Enio Verri, o diretor-superintendente do Itaipu Parquetec, Irineu Colombo, e o diretor-superintendente do Fozhabita, Ivatan Batista dos Reis.

“Entendo que seja uma mudança radical para essas pessoas. Elas vão receber uma casa com um padrão muito bom, com iluminação e bem localizada. Sentimos que todo o esforço realizado, uma caminhada longa para chegar até aqui, desde a concepção do projeto até o investimento dos recursos, valeu a pena”, destacou o Prefeito General Silva e Luna.

Parceria estratégica e investimento milionário

O Projeto Moradias conta com um investimento total de R$ 76,3 milhões. Desse montante, R$ 61,3 milhões foram destinados pela Itaipu Binacional, R$ 13,7 milhões pelo município e R$ 1,3 milhão pelo Itaipu Parquetec e Fozhabita.

Segundo o diretor-geral da Itaipu, Enio Verri, parte expressiva dos recursos é oriunda do leilão de imóveis desocupados que pertenciam à usina desde a época da construção da barragem.

“Em 2023, a usina tinha mais de 900 casas. Começamos a realizar o leilão dessas propriedades e, com os recursos, optamos por fazer a parceria com a prefeitura e o Fozhabita para construir moradias populares. Isso permite que as famílias passem a ter uma casa limpa, segura e em um bairro moderno”, explicou Verri.

A mudança representa o início de uma nova trajetória para os beneficiados. A autônoma Karen Cristina Lima expressou o alívio de se mudar para o novo lar:

“Vamos entrar em um lugar onde não vai chover dentro e não teremos perigo. Agora é só entrar em uma vida nova. Não vamos apenas entrar em uma casa nova, é uma vida nova”. A auxiliar de cozinha Ana Maria Cabral também celebrou: “É um sonho realizado, estou imensamente feliz. Está tudo pronto, é só entrar”.

Próxima fase

O cronograma do Projeto Moradias prevê agora a execução do lote 3, que contará com as 142 unidades restantes localizadas no Conjunto Habitacional Professora Izolete Maria Aparecida Nieradka.

O nome do atual loteamento homenageia o empresário paraguaio César Cabral, falecido em 2014, que marcou a história da fronteira pela liderança na Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (Acifi) e pela atuação social marcante como provedor da antiga Santa Casa e fundador do Centro de Nutrição Infantil.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

O prêmio principal da Mega-Sena acumulou e está estimado em R$ 27 milhões. Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.025, realizado na noite de terça-feira, 30 de junho.

Os números sorteados foram: 07 – 14 – 16 – 21 – 33 – 58.

Apesar de ninguém ter levado a bolada principal, o sorteio premiou milhares de pessoas nas faixas menores. Ao todo, 95 apostas acertaram cinco dezenas em todo o país, e cada uma vai receber o valor de R$ 13.278,38.

O Paraná teve dez apostas ganhadoras na quina, incluindo uma registrada em Foz do Iguaçu. O bilhete premiado na cidade foi uma aposta simples de seis dezenas, registrada na Lotérica Jardim São Paulo.

Quadra premia mais quatro bilhetes em Foz

A Caixa Econômica Federal registrou ainda 3.679 apostas que acertaram quatro dezenas. Cada um desses bilhetes faturou o prêmio de R$ 565,18.

Em Foz do Iguaçu, quatro apostas acertaram a quadra. Os bilhetes sortudos foram validados nos seguintes estabelecimentos:

  • Brasil Loterias (Lotérica Santa Maria)
  • Cataratas Loterias
  • Lotérica Iguaçu
  • Lotérica Vitória

 

Saiba como apostar no próximo concurso

Os apostadores têm até as 20h (horário de Brasília) desta quinta-feira, 2 de julho, para registrar os jogos para o próximo concurso. As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica do país.

Também é possível jogar sem sair de casa, utilizando os canais eletrônicos da Caixa Econômica Federal, pelo site oficial das Loterias Caixa ou pelo aplicativo de celular.

A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

 

Um nascimento surpreendeu quem passava pela aduana da Ponte Internacional da Amizade na tarde de terça-feira, 30 de junho. Uma gestante argentina entrou em trabalho de parto avançado e deu à luz o filho na própria estrutura da fronteira, em Foz do Iguaçu.

A família viajava em direção ao Paraguai para buscar assistência médica devido a dificuldades de acesso à saúde em sua cidade de origem na Argentina. O plano dos pais era aguardar o nascimento do bebê em território paraguaio, mas a mulher passou mal, com cerca de oito meses de gravidez, ao se aproximar da fiscalização brasileira.

O motorista do veículo percebeu a gravidade da situação, fez o retorno na pista e pediu apoio imediato no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Os policiais interromperam o tráfego da ponte na hora para garantir a prioridade ao atendimento de emergência.

Mobilização integrada e suporte médico

O bebê nasceu na ponte antes mesmo da chegada da ambulância. Servidores da Receita Federal, da PRF e da Força Nacional de Segurança Pública se uniram para realizar os primeiros socorros à mãe e ao recém-nascido.

O socorro contou com o apoio remoto do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Os médicos passaram orientações em tempo real aos agentes para os procedimentos iniciais e os cuidados com o bebê.

Após a estabilização na aduana, uma equipe médica encaminhou mãe e filho ao Hospital Ministro Costa Cavalcanti. Ambos receberam atendimento hospitalar e passam bem.

 

 

 

 

Com Informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

 

A Receita Federal e os órgãos da Comissão Mista Brasileiro-Paraguaia anunciaram novas medidas para ampliar a utilização da Ponte da Integração. As alterações entram em vigor no dia 3 de agosto de 2026. A iniciativa marca mais um avanço para o funcionamento pleno da nova estrutura rodoviária.

A partir da nova data, os veículos de transporte de cargas menores devem realizar a entrada e a travessia em lastro exclusivamente pela nova ponte, das 7h às 19h. O retorno com carga permanece pela Ponte da Amizade. A estratégia visa reorganizar o fluxo e reduzir a concentração de veículos pesados na antiga travessia.

O novo cronograma traz outras novidades para o turismo e o transporte coletivo. A Ponte da Integração passará a receber ônibus de transporte urbano internacional, coletivos de turismo fretados e linhas regulares internacionais. O horário para a travessia de caminhões em lastro também será estendido.

 

Preparação e desafios no lado paraguaio

Vista aérea da Ponte da Integração e da estrutura da nova Aduana Brasil x Paraguai. Foto: Divulgação.

A Alfândega de Foz do Iguaçu já planeja a operação integral da estrutura. A Receita Federal organiza equipes para atuar em regime de 24 horas no local.

No entanto, a liberação total da ponte para cargas de grande porte ainda depende de infraestrutura externa. O início dessa fase aguarda a conclusão das obras de acesso viário no Paraguai, que vão retirar o tráfego pesado da área urbana da cidade de Presidente Franco.

 

 

 

Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

Uma operação integrada de alta complexidade resultou na captura segura de uma onça-pintada macho na manhã deste domingo (28), no bairro Gleba Guarani, não região doTrês Lagoas, em Foz do Iguaçu. A mobilização envolveu biólogos e veterinários do Projeto Onças do Iguaçu, do instituto argentino Proyecto Yaguareté, além de equipes do Parque Nacional do Iguaçu (ICMBio), Refúgio Biológico Bela Vista da Itaipu Binacional, Polícia Ambiental e Polícia Militar.

O primeiro alerta na região ocorreu na manhã de sábado (27), data em que câmeras de monitoramento flagraram o felino caminhando por ruas residenciais. Técnicos do Projeto Onças do Iguaçu foram ao local e confirmaram a situação por meio de pegadas, constatando que o animal havia buscado abrigo em um fragmento florestal às margens do Lago de Itaipu. Armadilhas fotográficas foram instaladas pelo Refúgio Biológico para monitorar a mata, mas o sábado terminou sem novos avistamentos.

Por volta das 6h30 deste domingo, o cenário mudou quando moradores registraram em vídeo a onça-pintada acuada na varanda de uma residência. As forças de segurança e as equipes ambientais agiram rápido, isolando o quarteirão para proteger a comunidade e evitar o estresse do animal. Uma equipe veterinária especializada efetuou a sedação do felino por meio de dardos anestésicos.

Avaliação médica e mistério sobre a origem do felino

O animal foi transportado em uma caixa apropriada até o Hospital Veterinário do Refúgio Biológico Bela Vista, onde passou por uma bateria completa de exames, incluindo radiografias e coletas de sangue. Os veterinários constataram que a onça pesa 75 quilos, tem idade estimada entre quatro e cinco anos e apresenta uma extensa laceração no dorso, ferimento que foi tratado imediatamente pela junta médica.

O felino foi batizado pelas equipes como Tape’ỹ, termo de origem tupi que significa “aquele que perdeu o caminho”, em alusão à sua trajetória atípica. O monitoramento oficial revelou dois fatos intrigantes para a comunidade científica:

  • O padrão de manchas provou que Tape’ỹ não corresponde a nenhuma das onças catalogadas no lado brasileiro ou argentino da fronteira;
  • Há mais de duas décadas não se registrava a presença confirmada de onças-pintadas nesta área específica do Lago de Itaipu.

 

População auxiliou no sucesso da captura

O destino final de Tape’ỹ será definido nos próximos dias de forma estritamente técnica, logo após a liberação dos laudos laboratoriais. As instituições organizadoras da força-tarefa elogiaram publicamente a postura dos moradores do bairro Três Lagoas. Ao priorizarem o acionamento das autoridades em vez de tentarem afugentar ou atacar o felino, os cidadãos garantiram o sucesso do resgate e a preservação da vida do animal.

 

 

 

Fotos: Projeto Onças do Iguaçu/Divulgação

O prêmio principal da Mega-Sena acumulou mais uma vez. Nenhuma aposta faturou as seis dezenas do concurso 3.024, realizado na noite deste sábado (27). Com isso, a estimativa de prêmio para o próximo sorteio, que acontece nesta terça-feira (30), saltou para R$ 23 milhões.

Os números sorteados foram: 13 – 39 – 42 – 44 – 47 – 49.

Na faixa de cinco acertos (quina), 38 apostas foram contempladas em todo o território nacional, e cada uma vai receber o valor de R$ 32.595,94. O estado do Paraná teve quatro bilhetes premiados nesta categoria, registrados nos municípios de Londrina, Paranaguá, Quatro Barras e Tupassi.

Apostadores de Foz do Iguaçu faturam prêmios na quadra

Já a quadra teve um volume expressivo de ganhadores, somando 2.123 apostas vitoriosas no país. Cada bilhete premiado garantiu o valor de R$ 961,71.

Foz do Iguaçu teve três sortudos nesta faixa de premiação. Todos os ganhadores iguaçuenses efetuaram apostas simples de seis dezenas e vão embolsar o prêmio individual de R$ 961,71.

Veja onde foram registrados os jogos em Foz do Iguaçu:

  • Itaipu Loterias: Aposta física simples;
  • Loteria Fortuna: Aposta física simples;
  • Internet Banking Caixa: Aposta simples realizada por canais digitais.

 

Como participar do sorteio de R$ 23 milhões

Os moradores da fronteira que desejam concorrer ao prêmio milionário desta terça-feira (30) podem registrar seus jogos até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio.

As apostas podem ser validadas em qualquer casa lotérica credenciada da cidade ou sem sair de casa, utilizando o aplicativo oficial Loterias Caixa e o portal de canais eletrônicos da instituição financeira. A aposta mínima, com seis números anotados no volante, custa R$ 6,00.

 

A manhã deste sábado (27) começou com agitação e preocupação para os moradores do Parque da Lagoa, na região de Três Lagoas, em Foz do Iguaçu. Imagens de câmeras de segurança que mostram uma onça-pintada caminhando pelas ruas do bairro viralizaram em grupos de mensagens, acompanhadas de relatos de pegadas em quintais. No entanto, as autoridades ambientais pedem calma: o felino já retornou para a área de mata e está sendo monitorado.

Os registros mostram o animal circulando por volta das 7h54 de hoje. Assustados, alguns moradores relataram ter encontrado rastros nos quintais. Para tranquilizar a população e esclarecer os fatos, a equipe do Projeto Onças do Iguaçu foi imediatamente até o local.

Animal jovem e monitorado

Yara Barros, bióloga e coordenadora executiva do Projeto Onças do Iguaçu. Foto: Divulgação.

A Coordenadora Executiva do Projeto Onças do Iguaçu, Yara Barros, confirmou que se trata de uma onça-pintada, mas ressaltou que ela não pertence ao grupo de animais habitualmente catalogados no Parque Nacional. A principal suspeita é de que seja um indivíduo jovem que se perdeu.

“Esse lugar está bem perto de uma mata, perto do lago. Talvez um animal jovem que estava na mata saiu, se perdeu e acabou entrando na cidade”, explicou Yara.

A boa notícia para os moradores é que o susto já passou. Técnicos do projeto encontraram os rastros de retorno do felino. O Refúgio Biológico da Itaipu já está instalando câmeras de monitoramento na área de mata para acompanhar os passos do animal e garantir a segurança de todos.

Onças não caçam humanos

Yara Barros reforça que a população não precisa ter medo de ataques, pois o comportamento natural da espécie é evitar o contato humano.

“Não é um animal que saiu da mata para ir atrás de pessoas ou para machucar alguém. É um animal que provavelmente estava perdido e assustado. Quando encontram pessoas, a tendência das onças é correr e procurar abrigo”, esclarece a coordenadora. Não há nenhum registro histórico de ataque de onças a seres humanos na região.

O projeto orienta que, caso o animal seja avistado novamente, os moradores mantenham a calma, não corram, não tentem se aproximar para fotos e busquem abrigo em casas ou veículos.

 

 

 

Foto em destaque: Reprodução

A segurança pública na região da Tríplice Fronteira recebeu um reforço estratégico com a inauguração oficial da Companhia de Polícia de Choque do 14º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Foz do Iguaçu. Criada pelo Decreto Estadual nº 13.044, a nova unidade especializada amplia de forma imediata a capacidade da Polícia Militar do Paraná (PMPR) no gerenciamento de ocorrências de alta complexidade na região Oeste.

O objetivo da nova companhia é fortalecer a estrutura de policiamento especializado em uma das áreas de fronteira mais importantes do país. A tropa atuará em apoio direto às ações operacionais cotidianas do 14º BPM e em missões especiais que exijam emprego tático diferenciado.

De acordo com o secretário da Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo de Tarso Sanson, o investimento reflete o peso socioeconômico do município. “A Tríplice Fronteira tem uma importância estratégica para o Paraná e para o Brasil. Uma atuação cada vez mais especializada e integrada das forças de segurança fortalece a prevenção e o combate à criminalidade”, ressaltou o secretário.

Comando especializado e início da Operação Omnis

O comando da recém-criada Companhia de Choque de Foz do Iguaçu ficará sob a responsabilidade do capitão Flávio Augusto Marczak. O oficial assumiu o posto após concluir o 20º Curso de Operações Especiais (COEsp) da PMPR. A capacitação militar é uma das mais rigorosas do Brasil, exigindo aproveitamento técnico e físico severo dos operadores de elite.

Aproveitando o ato solene de inauguração do quartel, o comando da corporação realizou o lançamento oficial da Operação Omnis no município. A mobilização consiste em uma grande força-tarefa voltada para a repressão qualificada da violência e criminalidade, baseada em mapas de calor e dados estatísticos de análise criminal da fronteira.

Na prática, a Operação Omnis vai colocar nas ruas um contingente extra para atuar em:

  • Bloqueios e blitze em avenidas e acessos perimetrais;
  • Abordagens preventivas a veículos e pedestres;
  • Patrulhamento tático ostensivo em áreas comerciais e bairros com maiores índices de ocorrências.

 

A chegada da nova unidade e o início da operação visam elevar os índices de segurança e blindar o corredor turístico do município, garantindo tranquilidade para moradores, comerciantes e visitantes que movimentam a economia local.

 

 

Fotos: Henrique Vieira/Divulgação SESP
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