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qua, 23 de set 2026

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A tecnologia está transformando a maneira como as pessoas planejam viagens, escolhem destinos e compartilham experiências. Entre as inovações que ganham espaço no setor turístico, a inteligência artificial se destaca por oferecer ferramentas capazes de auxiliar na criação de conteúdos, na personalização de informações e na comunicação com os visitantes.

Em destinos turísticos como Foz do Iguaçu, onde a inovação e a diversidade de atrativos fazem parte da experiência dos viajantes, os recursos digitais podem contribuir para aproximar turistas de diferentes lugares e facilitar o acesso a informações. A aplicação da inteligência artificial no turismo abre possibilidades tanto para os visitantes quanto para empresas e profissionais que atuam no setor.

Além de auxiliar no planejamento de roteiros, a tecnologia também pode ser utilizada na produção de materiais visuais para divulgação de destinos. Nesse contexto, entender como funciona um gerador de imagens I.A ajuda a compreender uma das ferramentas que podem apoiar a comunicação turística no ambiente digital.

Como a inteligência artificial está sendo utilizada no turismo?

A inteligência artificial pode ser aplicada em diferentes etapas da jornada de um viajante. Desde a busca por informações até a comunicação com empresas e a organização de experiências, os recursos digitais oferecem alternativas para tornar determinados processos mais práticos.

No setor turístico, a tecnologia pode apoiar a análise de dados, a criação de conteúdos e o desenvolvimento de estratégias de relacionamento com os visitantes. A proposta não é substituir a experiência de conhecer um destino, mas oferecer ferramentas que auxiliem no planejamento e na gestão dos serviços.

Em Foz do Iguaçu, iniciativas relacionadas ao conceito de Destino Turístico Inteligente incluem eixos como tecnologia, inovação, promoção e marketing. A Secretaria Municipal de Turismo apresenta a cidade como um destino em transformação, com ações voltadas ao aprimoramento da experiência dos turistas e à modernização da gestão.

Ferramentas digitais para planejar viagens

Uma das aplicações mais conhecidas da inteligência artificial está relacionada à organização de informações. Um viajante pode utilizar ferramentas digitais para pesquisar atrações, levantar sugestões de atividades e organizar ideias para um roteiro.

É importante, porém, conferir informações como horários de funcionamento, valores de ingressos, disponibilidade de serviços e condições de acesso diretamente nas fontes oficiais. As respostas produzidas por sistemas de IA podem conter erros ou informações desatualizadas, especialmente quando envolvem dados que mudam com frequência.

O planejamento de uma viagem continua exigindo atenção aos detalhes, mas os recursos tecnológicos podem ajudar a organizar as etapas iniciais da pesquisa.

O papel das imagens na divulgação de destinos turísticos

As imagens são fundamentais para a comunicação do turismo. Fotografias de paisagens, atrações culturais, espaços de lazer e experiências gastronômicas ajudam a apresentar um destino e despertar o interesse de pessoas que ainda não o conhecem.

Com o avanço da inteligência artificial, surgiram ferramentas que permitem criar imagens a partir de descrições, desenvolver propostas visuais e editar determinados elementos de uma composição. Esses recursos podem ser utilizados por profissionais de comunicação, empresas e criadores de conteúdo em diferentes contextos.

Entretanto, é necessário distinguir uma imagem ilustrativa de uma fotografia que representa um local real. Quando o material é utilizado para divulgar uma atração turística, a transparência é importante para evitar que o público confunda uma representação criada digitalmente com uma experiência efetivamente registrada.

Como um gerador de imagens ia pode auxiliar na comunicação?

Um gerador de imagens I.A pode ser utilizado para desenvolver conceitos visuais destinados a campanhas, apresentações e conteúdos digitais. Uma empresa de turismo, por exemplo, pode explorar ideias para uma publicação sobre natureza, cultura ou experiências de viagem.

A ferramenta permite testar diferentes combinações de cores, cenários e estilos, contribuindo para a etapa de planejamento criativo. O resultado pode servir como referência para uma produção visual ou como ilustração, dependendo das condições de uso e da finalidade do conteúdo.

Quando a intenção é divulgar uma atração real, como as Cataratas do Iguaçu, a utilização de fotografias autorizadas e materiais oficiais pode ser mais adequada para representar o local com fidelidade. A Secretaria Municipal de Turismo disponibiliza um banco de imagens e materiais de divulgação do destino, incluindo conteúdos relacionados aos atrativos da cidade.

O uso de imagens geradas por inteligência artificial deve, portanto, considerar a finalidade da publicação e a necessidade de representar corretamente os espaços turísticos.

Benefícios da tecnologia para empresas do setor turístico

A digitalização dos serviços pode contribuir para diferentes atividades desenvolvidas por hotéis, agências de viagens, restaurantes e empresas de receptivo. Cada negócio pode avaliar quais ferramentas são compatíveis com sua estrutura e com as necessidades de seus clientes.

Produção de conteúdo para divulgação

A criação de conteúdo é uma atividade importante para empresas que desejam apresentar seus serviços na internet. Textos, imagens e vídeos podem ser utilizados em sites, redes sociais e campanhas de marketing.

A inteligência artificial pode apoiar a elaboração de ideias, a organização de informações e o desenvolvimento de propostas criativas. No entanto, o conteúdo final precisa ser revisado para garantir precisão, clareza e alinhamento com a identidade do negócio.

No turismo, esse cuidado é especialmente relevante porque uma publicação pode influenciar as expectativas de um visitante. Informações sobre uma atração, um hotel ou uma atividade precisam corresponder às condições reais oferecidas.

Personalização da experiência do visitante

Outra possibilidade está relacionada à personalização da comunicação. Ferramentas tecnológicas podem auxiliar empresas a organizar informações e compreender melhor as necessidades de diferentes públicos, desde que sejam utilizados dados de forma responsável.

O objetivo pode ser oferecer orientações mais relevantes, facilitar o acesso a informações e melhorar o relacionamento com o cliente. A aplicação prática depende da estrutura tecnológica, dos processos internos e das regras relacionadas à proteção de dados pessoais.

Cuidados com o uso da inteligência artificial no turismo

Apesar das oportunidades, a adoção da inteligência artificial exige planejamento. A tecnologia pode ajudar em tarefas específicas, mas seus resultados devem ser avaliados antes de serem utilizados em atividades que envolvam o público.

Verificação de informações

Dados sobre atrações, transporte, hospedagem e eventos podem mudar ao longo do tempo. Por isso, respostas produzidas por ferramentas de IA não devem ser consideradas uma fonte definitiva para informações operacionais.

A consulta a sites oficiais, canais de atendimento e fornecedores responsáveis continua sendo necessária. Essa prática contribui para que os viajantes tomem decisões com base em informações atualizadas.

Respeito à privacidade e aos direitos de uso

Ao utilizar plataformas de inteligência artificial, empresas e usuários devem observar as políticas de privacidade e os termos de utilização dos serviços. Fotografias, documentos e informações pessoais precisam ser tratados com atenção.

Também é importante verificar as condições de licenciamento de imagens e outros materiais produzidos ou editados com o auxílio da tecnologia. A utilização comercial pode estar sujeita a regras específicas, que variam conforme a ferramenta.

Foz do Iguaçu e as oportunidades da inovação no turismo

O debate sobre inteligência artificial está relacionado a transformações que já alcançam o setor turístico de Foz do Iguaçu. Em 2026, a cidade foi divulgada como sede de iniciativas e eventos voltados à inovação e à transformação digital no turismo, incluindo discussões sobre o uso de IA na hotelaria, no marketing e na gestão de serviços.

A adoção de tecnologias digitais faz parte de um cenário mais amplo, no qual destinos turísticos buscam aprimorar a comunicação, a gestão e a experiência dos visitantes. A evolução desses recursos pode abrir novas possibilidades para empresas locais e profissionais que desejam acompanhar as mudanças no comportamento dos viajantes.

Ao mesmo tempo, a tecnologia precisa estar associada à valorização dos atrativos, à qualidade dos serviços e ao respeito às características culturais e ambientais de cada destino.

Conclusão

A inteligência artificial está ampliando as possibilidades de criação de conteúdo e organização de informações no setor turístico. Suas aplicações incluem apoio ao planejamento de viagens, desenvolvimento de materiais visuais e aprimoramento da comunicação entre empresas e visitantes.

Para quem trabalha com turismo ou produz conteúdo sobre destinos, conhecer ferramentas como o gerador de imagens ia pode contribuir para explorar novas ideias e acompanhar a evolução do ambiente digital. O uso desses recursos, porém, deve ser acompanhado de revisão, transparência e atenção aos direitos de utilização.

Em Foz do Iguaçu, onde o turismo se relaciona com inovação e experiências diversificadas, as ferramentas tecnológicas representam mais uma alternativa para apoiar a comunicação e o desenvolvimento do setor. A combinação entre tecnologia, informação confiável e valorização dos atrativos pode contribuir para uma experiência mais bem planejada e conectada às necessidades dos viajantes.

Durante anos, SEO para e-commerce foi tratado quase como uma fórmula: escolher palavras-chave, produzir conteúdo, otimizar páginas e esperar o tráfego crescer. Só que, quando olhamos para centenas de projetos diferentes, fica claro que a realidade é bem mais complexa.

Entre 2021 e 2026, foram analisados dados de mais de 450 projetos e operações digitais, somando aproximadamente 6 milhões de cliques. A base reúne empresas de diferentes segmentos e tamanhos, com acompanhamento feito principalmente por Google Search Console, Google Analytics e plataformas de mídia.

O objetivo era entender o que realmente diferenciava operações que conseguiam transformar crescimento orgânico em resultado de negócio daquelas que simplesmente aumentavam tráfego. Alguns padrões começaram a aparecer com bastante frequência.

Mais tráfego, sozinho, não explica crescimento

O primeiro aprendizado é simples: aumentar o número de visitantes não garante aumento proporcional de vendas. Em muitos projetos, o tráfego cresceu antes da receita porque o site conseguia atrair mais pessoas, mas ainda tinha problemas importantes na jornada de compra.

Página de produto ruim, pouca confiança, informações difíceis de encontrar, experiência mobile fraca, oferta pouco clara ou problemas no carrinho e no checkout eram suficientes para limitar o resultado. Foi aí que SEO e CRO começaram a ser analisados juntos.

O SEO aumentava a quantidade de pessoas chegando ao site. O CRO ajudava a entender quantas dessas pessoas avançavam até a compra e onde as demais estavam sendo perdidas. Essa combinação tornou a análise muito mais próxima do que realmente importa para um e-commerce: faturamento.

O tráfego orgânico mostrou um comportamento diferente

Outro padrão encontrado foi a diferença entre o comportamento das visitas orgânicas e das visitas vindas de mídia paga. Nos projetos analisados, operações com uma estratégia orgânica mais madura apresentaram com frequência taxas de conversão entre 3% e 5%, enquanto o tráfego pago apareceu mais vezes em faixas próximas de 1% a 3%.

Esses números não são uma regra para todo e-commerce. Segmento, ticket médio, marca, preço, produto, recorrência e diversos outros fatores podem alterar completamente a conversão. O ponto importante está no padrão observado.

Usuários que chegam organicamente muitas vezes estão procurando exatamente por um produto, categoria ou solução específica. Em várias operações, isso fez com que esse tráfego chegasse ao site com uma intenção bastante clara.

Segundo Felipe Moreno, especialista em SEO, GEO e CRO para e-commerce, esse comportamento ajuda a explicar por que olhar apenas para volume de acessos pode levar a uma leitura incompleta.

“Depois de acompanhar centenas de operações, ficou muito claro para mim que não adianta comemorar crescimento de tráfego se ele não chega ao faturamento. O melhor projeto não é necessariamente o que gera mais visitas, mas o que consegue trazer a pessoa certa e aproveitar melhor essa visita.”

Produzir mais conteúdo nem sempre significa crescer mais

Outro ponto que apareceu com frequência foi a relação entre quantidade de conteúdo e resultado. Existem e-commerces publicando dezenas de artigos por mês e crescendo pouco, enquanto outras operações, com uma produção menor e muito mais direcionada, conseguem resultados melhores.

Isso acontece porque quantidade não resolve falta de estratégia. Um conteúdo pode receber tráfego e não ter praticamente nenhuma relação com os produtos vendidos pela empresa. Pode responder uma dúvida muito distante da decisão de compra ou disputar uma palavra-chave com alto volume, mas com pouca relevância comercial.

Por isso, uma das mudanças feitas nos projetos foi tratar conteúdo de forma mais próxima da jornada do consumidor. O que essa pessoa pesquisa antes de comprar? Quais dúvidas aparecem? O que ela compara? Que problemas precisa resolver? Quais categorias ou produtos fazem sentido depois daquela busca?

Quando o conteúdo começa a responder essas perguntas, ele deixa de existir apenas para gerar tráfego e passa a participar do processo de venda.

Categorias e páginas comerciais costumam ser subestimadas

Em e-commerce, existe uma tendência de concentrar boa parte do esforço de SEO no blog. Mas os dados dos projetos mostraram repetidamente a importância das páginas mais próximas da compra.

Categorias, subcategorias e páginas de produto podem ter um papel muito maior no faturamento porque atendem buscas com intenção comercial mais evidente. Uma pessoa procurando uma dúvida genérica sobre determinado produto pode ainda estar no começo da jornada. Já alguém pesquisando pelo nome daquele produto, modelo, categoria ou característica específica pode estar muito mais perto da compra.

Isso não significa abandonar conteúdo informacional. Significa equilibrar melhor o trabalho. Em muitos casos, existiam oportunidades importantes em páginas comerciais que simplesmente não estavam bem estruturadas para serem encontradas.

Autoridade continua fazendo diferença

Outra característica que se repetiu nos projetos com maior crescimento foi a construção de autoridade. SEO não acontece apenas dentro do site. Backlinks, menções, referências externas e a forma como uma marca aparece em outros ambientes também ajudam a construir sinais de relevância.

Nos projetos analisados, melhorar a estrutura interna sem trabalhar autoridade externa muitas vezes limitava a capacidade de competir em buscas mais disputadas. Também acontecia o contrário: sites conquistavam backlinks, mas direcionavam essa autoridade para páginas fracas, mal estruturadas ou que não respondiam corretamente à intenção da busca.

Os melhores resultados apareceram quando as duas partes trabalhavam juntas. O site precisava estar tecnicamente preparado, ter conteúdo útil e, ao mesmo tempo, construir autoridade suficiente para disputar espaço com concorrentes mais estabelecidos.

CRO mudou a forma de medir SEO

Uma das maiores mudanças na análise aconteceu quando o trabalho deixou de terminar no clique. Durante muito tempo, relatórios de SEO foram construídos basicamente em cima de posições, impressões, cliques e sessões.

Essas métricas continuam importantes, mas para um e-commerce contam apenas parte da história. Depois do clique existem outras perguntas: o usuário visualizou o produto? Adicionou ao carrinho? Começou o checkout? Comprou?

Quando essas informações entram na análise, fica mais fácil entender se o problema realmente está na aquisição ou se está acontecendo depois da entrada no site. Em vários projetos, o gargalo mais importante não era trazer mais tráfego. Era fazer o tráfego existente avançar melhor pelo funil.

A experiência mobile apareceu como ponto crítico

Outro problema recorrente foi a diferença entre ter um site responsivo e realmente oferecer uma boa experiência no celular. Em vários e-commerces, a maior parte dos usuários já acessava pelo mobile, mas algumas decisões importantes ainda eram tomadas olhando primeiro para a versão desktop.

Botões pequenos, excesso de informação, dificuldade para visualizar produtos, páginas lentas e etapas confusas no carrinho criavam fricção justamente no dispositivo mais utilizado.

Esse tipo de problema afeta qualquer canal. Não importa se a pessoa chegou pelo Google, Meta Ads, e-mail ou acesso direto. Se a experiência é ruim, a chance de perder aquela visita aumenta. É por isso que CRO não beneficia apenas o SEO. Quando a conversão melhora, praticamente todos os canais de aquisição podem se beneficiar.

SEO e mídia paga não precisam competir

Os dados analisados também reforçam que SEO e tráfego pago não deveriam ser tratados como rivais. São canais com comportamentos diferentes.

A mídia consegue gerar tráfego rapidamente, testar ofertas e alcançar públicos novos. O SEO leva mais tempo para amadurecer, mas pode construir páginas que continuam recebendo visitas sem que a empresa precise pagar individualmente por cada novo clique.

Quando os dois canais trabalham juntos, os aprendizados podem ser compartilhados. Termos que convertem bem nas campanhas podem virar oportunidades orgânicas. Buscas que já trazem tráfego orgânico podem ajudar a identificar novas campanhas. Páginas desenvolvidas para SEO podem receber melhorias de CRO que também beneficiam os usuários vindos da mídia.

No fim, o objetivo deveria ser o mesmo: aumentar vendas com eficiência.

Os sites mais fortes começaram a aparecer também nas IAs

Nos projetos mais recentes, outro movimento passou a entrar na análise. Sites que já tinham boa estrutura de SEO, conteúdo claro e autoridade começaram a registrar presença também em experiências de busca com inteligência artificial.

Em um dos cases acompanhados, um e-commerce acumulou aproximadamente 163 mil impressões relacionadas a experiências de busca com IA generativa.

Esse dado trouxe uma nova camada para o trabalho. Além de disputar posições no Google, as empresas começaram a precisar entender como suas informações são interpretadas e utilizadas por sistemas de inteligência artificial.

É nesse ponto que entra o GEO, ou Generative Engine Optimization. O objetivo não é substituir SEO. Na prática, grande parte da base continua a mesma: conteúdo claro, informação confiável, páginas bem estruturadas, autoridade e presença consistente sobre determinado assunto.

A diferença é que agora essa informação também precisa estar preparada para ser compreendida dentro de respostas geradas por IA.

Dados próprios se tornaram ainda mais importantes

Esse novo cenário também aumenta o valor de uma coisa que muitos sites ainda produzem pouco: informação original.

Quando centenas de páginas repetem o mesmo conteúdo, fica difícil criar diferenciação. Já um estudo próprio, um levantamento, um case ou uma análise baseada em dados reais acrescenta algo novo à internet.

É justamente o que acontece com esta análise. Em vez de repetir benchmarks genéricos, o objetivo foi observar o comportamento de centenas de projetos acompanhados ao longo de anos.

Isso não transforma os números encontrados em regras universais, mas cria uma base concreta para entender padrões. E, para mecanismos de busca e inteligência artificial, fontes que trazem dados, metodologia e experiência real oferecem muito mais contexto do que páginas genéricas que apenas repetem o que já existe.

O que os projetos que mais cresceram tinham em comum

Depois de analisar diferentes segmentos, tamanhos de operação e níveis de maturidade, alguns elementos apareceram com frequência nos projetos que conseguiram transformar SEO em resultado.

Eles tinham páginas comerciais bem trabalhadas, conteúdo conectado à jornada de compra, autoridade externa, boa estrutura técnica e uma preocupação real com conversão.

Não era apenas blog, backlink ou palavra-chave. Também não era simplesmente publicar cada vez mais.

O crescimento acontecia quando essas partes começavam a trabalhar juntas. Essa talvez seja a principal diferença entre fazer SEO como uma lista de tarefas e tratar SEO como uma estratégia de aquisição.

O principal aprendizado de mais de 450 projetos

Se fosse preciso resumir os dados analisados em uma única conclusão, ela seria simples: e-commerce não cresce organicamente apenas porque recebe mais visitas.

Ele cresce quando consegue aparecer para as buscas certas, atrair pessoas com intenção, transmitir confiança e transformar uma parte maior dessas visitas em clientes.

SEO entra na aquisição, CRO entra na conversão, autoridade aumenta a capacidade de competir, conteúdo amplia a descoberta e GEO começa a levar essa mesma estrutura para uma nova geração de buscas baseadas em inteligência artificial.

Isoladamente, cada uma dessas disciplinas pode gerar algum resultado. Mas os projetos que mais evoluíram foram justamente aqueles em que elas deixaram de funcionar separadamente.

Sobre o levantamento

O levantamento considera dados consolidados de mais de 450 projetos e operações digitais acompanhados entre 2021 e 2026, somando aproximadamente 6 milhões de cliques analisados. A base reúne diferentes segmentos e níveis de maturidade digital. As análises utilizaram principalmente dados de Google Search Console, Google Analytics e plataformas de mídia, além de informações de funil e conversão quando disponíveis.

Os percentuais apresentados representam padrões observados na amostra e não devem ser considerados benchmarks universais para todos os e-commerces. Resultados individuais podem variar de acordo com segmento, ticket, produto, marca, sazonalidade, investimento, experiência do site e outras características de cada operação.

Por Dr. João Valença, advogado criminalista

 

Para quem mora em Foz do Iguaçu ou visita a cidade com frequência, cruzar a Ponte da Amizade para fazer compras em Ciudad del Este é parte do cotidiano. Eletrônicos, perfumes, roupas, chocolates: os preços atraem e o acesso é fácil. O que nem todo mundo sabe é que essa rotina tem um limite legal claro, e ultrapassá-lo sem declarar pode transformar uma compra comum em um problema criminal.

A Receita Federal estabelece uma cota de isenção de US$ 500 por pessoa para quem entra no Brasil por via terrestre, inclusive pela Ponte da Amizade. Esse limite é individual, intransferível e só pode ser usado uma vez a cada 30 dias. Abaixo desse valor, sem necessidade de declaração nem pagamento de imposto. Acima, o viajante deve declarar os bens pela e-DBV, o sistema eletrônico da Receita Federal, e pagar 50% de imposto sobre o valor excedente. Comprou US$ 700? Paga 50% sobre os US$ 200 que passam da cota.

Quem opta por não declarar e é flagrado pela fiscalização enfrenta, no mínimo, a apreensão das mercadorias e uma multa administrativa. Mas a situação pode ser mais grave. Quando o viajante traz produtos legais sem recolher os impostos devidos, a conduta se enquadra no artigo 334 do Código Penal, que tipifica o crime de descaminho, com pena de reclusão de um a quatro anos. Para as mercadorias apreendidas, não há devolução: elas ficam retidas e podem ser destruídas ou leiloadas.

João Valença, advogado criminalista. Foto: Arquivo pessoal.

“A linha entre a compra regular e o crime nem sempre é percebida pelo viajante. Muita gente acha que está só ‘dando um jeitinho’ ao não declarar. O problema é que, dependendo do valor e da frequência, o que parece uma economia vira inquérito policial”, alerta o Dr. João Valença, advogado criminalista do VLV Advogados.

Há ainda uma distinção importante que a maioria desconhece. O descaminho é para produtos legais trazidos sem o pagamento dos tributos devidos. Quando o produto em si é proibido, como medicamentos sem registro na Anvisa, a situação é outra: configura contrabando, tipificado no artigo 334-A do Código Penal, com pena de dois a cinco anos de reclusão. A distinção entre os dois crimes é a legalidade do produto.

Em 2026, a Receita Federal intensificou o cruzamento de dados entre declarações, frequência de passagens e movimentação bancária dos viajantes. Cruzar a fronteira dezenas de vezes no mês, trazer quantidades idênticas de um mesmo produto ou apresentar perfil incompatível com uso pessoal aumenta o risco de abordagem, mesmo que o valor individual esteja dentro da cota.

A orientação mais simples continua sendo a mais segura: guardar as notas fiscais das compras, declarar honestamente pelo e-DBV quando o valor ultrapassar US$ 500 e pagar o imposto correspondente. O custo do tributo raramente supera o custo de enfrentar uma apreensão, uma multa e, nos casos mais graves, um processo penal.

 

 

 

Imagem em destaque: Produzida com auxílio de inteligência artificial (I.A)

A Direção Nacional de Migrações do Paraguai (DNM) reduziu a taxa cobrada para a emissão do Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço (DTVF). A medida adota o critério de reciprocidade tarifária e beneficia moradores de Foz do Iguaçu e de outras cidades fronteiriças brasileiras do Mercosul. O novo valor fixado para a expedição da carteira é de Gs. 74.929 (aproximadamente R$ 65,38 Reais, considerando a taxa de câmbio comercial de referência de 1 Real para cerca de 1.146 Guaranis).

O DTVF é exigido pelas autoridades de fiscalização do Paraguai e do Brasil para viabilizar a circulação de veículos e pedestres na Ponte Internacional da Integração, que liga Foz do Iguaçu a Presidente Franco. A obrigatoriedade segue o cronograma operacional de tráfego em vigor desde o dia 14 de setembro de 2026.

Moradores que não possuem a credencial devem continuar utilizando os demais pontos de travessia da fronteira, como a Ponte Internacional da Amizade, sob os trâmites e requisitos migratórios convencionais.

Apesar da redução do valor da taxa, o valor final do custo para a emissão do documento ainda pode pesar no bolso dos brasileiros, já que há outras exigências cujo cumprimento é necessário para solicitar a emissão do documento, e algumas podem ter custo considerável, principalmente em caso de famílias.

Como solicitar a credencial

A solicitação e a emissão do documento variam de acordo com o país de domicílio do morador da fronteira:

  • Moradores de Foz do Iguaçu (brasileiros ou estrangeiros com residência legal no Mercosul): Devem solicitar o DTVF junto à Direção Nacional de Migrações do Paraguai, no Departamento de Admissão de Ciudad del Este (Avda. Rogelio Benítez com 4 de Mayo). O documento fica pronto em até 72 horas úteis.
  • Moradores de Ciudad del Este, Presidente Franco e Hernandarias: Devem requerer a credencial brasileira perante a Polícia Federal em Foz do Iguaçu.

 

Para dar entrada no atendimento presencial em Ciudad del Este, o morador de Foz do Iguaçu deve apresentar o formulário preenchido, passaporte ou RG original com cópia autenticada em cartório paraguaio, comprovante de residência no nome do requerente (com cópia autenticada em cartório local), certidão negativa de antecedentes criminais emitida pela Polícia Federal brasileira (dos últimos cinco anos) e o comprovante de pagamento da taxa. No local, é realizada a captura da foto digital.

Validade e cancelamento

O Documento de Trânsito Vicinal Fronteiriço possui validade de cinco anos a partir da data de emissão, podendo ser renovado por igual período. O documento deve ser apresentado acompanhado do documento oficial de identidade e não substitui o registro de entrada ou saída no posto de controle migratório habilitado.

A autoridade migratória poderá cancelar administrativamente o benefício caso o titular mude de endereço para fora da área de fronteira, apresente documentos falsos, sofra condenação criminal com pena superior a dois anos ou cometa infrações aduaneiras e sanitárias.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Direción Nacional de Migraciones do Paraguay (DNM)

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou novas regras para o transporte aéreo de passageiros no Brasil. A medida amplia os deveres das companhias aéreas sobre a comunicação imediata em casos de atrasos, cancelamentos e interrupções de voos. As alterações entram em vigor 30 dias após a publicação oficial da resolução no Diário Oficial da União.

Com a atualização, as empresas aéreas passam a ter a obrigação de alertar os passageiros, já no ato da compra do bilhete, sobre a possibilidade de alterações operacionais decorrentes de fatores como condições meteorológicas desfavoráveis ou exigências de segurança do setor.

Em eventuais imprevistos que afetem o cumprimento do horário original, a companhia aérea deverá notificar os passageiros via canais digitais assim que tomar conhecimento do problema. A mensagem precisa detalhar a nova previsão de partida, as alternativas de reacomodação e as instruções para acesso à assistência material.

Regras para alimentação, transporte e hospedagem

O direito à assistência material segue obrigatório e gradual conforme o tempo de espera no aeroporto:

  • A partir de 2 horas de atraso: fornecimento de alimentação (vouchers, refeições ou bebidas);
  • A partir de 4 horas de atraso (com necessidade de pernoite): fornecimento de hospedagem e transporte de ida e volta ao local de acomodação.

 

Reembolso por comprovantes e eventos excepcionais

A resolução introduz a possibilidade de reembolso para despesas com assistência material em situações excepcionais, como escassez de fornecedores locais ou falhas na infraestrutura do aeroporto. Nesses episódios, o passageiro que custear do próprio bolso a alimentação, o transporte ou a hospedagem deve guardar os comprovantes fiscais. A companhia aérea terá o prazo de até sete dias para efetuar o ressarcimento.

Em casos de episódios de grande impacto operacional na malha aérea nacional, a Anac poderá definir temporariamente formatos alternativos de atendimento, sem isentar as empresas do dever de prestar suporte aos passageiros.

 

 

Foto em destaque: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Parque Nacional do Iguaçu será o cenário de abertura do III Festival Love Iguassu nesta quinta-feira, 24 de setembro. Com um sunset nas Cataratas do Iguaçu, realizado em parceria com a administradora Urbia+ Cataratas, o evento dá início a quatro dias de atividades voltadas ao fortalecimento do turismo LGBTQIA+ e à aproximação do destino Foz do Iguaçu com agências e operadoras especializadas de todo o Brasil.

Com o tema “Magia das Águas, conectando o destino”, a terceira edição do festival reúne entretenimento, hospitalidade e vivências turísticas na Tríplice Fronteira. Idealizado pelo empresário Alessandro Neumann, da Neumann Operadora e Receptivo, o evento foi inserido na programação comercial de importantes operadoras do setor, como Orinter Pride, Visual Prime e Grupo Diversa.

A proposta resgata a trajetória familiar de Neumann na recepção de visitantes e busca promover a diversidade da região, integrando os atrativos de Foz do Iguaçu, Puerto Iguazú (Argentina) e Ciudad del Este (Paraguai).

O idealizador do Love Iguassu, Alessandro Neumann (Centro) acompanhado pelos Djs Rafael Barreto e Earl Oliveira. Foto: Love Iguassu/Divulgação Assessoria.

Programação do evento

A agenda do festival de 24 a 27 de setembro inclui experiências em diferentes pontos da fronteira:

  • Quinta-feira (24): Abertura oficial com sunset exclusivo nas Cataratas do Iguaçu, com ambientação especial, bebidas e apresentação do DJ João Castro;
  • Sexta-feira (25): Visita técnica e turística à usina de Itaipu Binacional, atividades culturais no Paraguai e festa noturna na boate Purple;
  • Sábado (26): Festa de encerramento no Dreams Motor Show.

 

Os ingressos para a celebração no Dreams Motor Show continuam disponíveis e podem ser adquiridos antecipadamente ou no local do evento.

Serviço

Evento: III Festival Love Iguassu – Magia das Águas
Data: 24 a 27 de setembro de 2026
Realização: Neumann Operadora e Receptivo
Informações e reservas: (45) 3028-2100 | (45) 99963-0040
Instagram: @loveiguassu

 

 

Foto em destaque: Divulgação Urbia+Cataratas

A tradicional Feira da JK terá uma programação estendida nesta sexta-feira (25) e sábado (26) em Foz do Iguaçu. A partir das 18h, os feirantes ocupam a Praça da Paz com opções de artesanato local, gastronomia variada e espaço de recreação para crianças.

A animação do público ficará por conta de artistas locais a partir das 19h em ambos os dias. Na sexta-feira, o músico Denni Roque comanda a apresentação musical. Já no sábado, o show fica a cargo do cantor Jack Jackão.

De acordo com o diretor de Cultura da Fundação Cultural, Sérgio Teixeira, o formato noturno atende ao engajamento de moradores e turistas registrados em eventos recentes no centro da cidade. A Fundação Cultural dará suporte com segurança e estrutura sanitária no local.

Yoga inclusivo e ação social no domingo

No domingo (27), a feira retorna ao seu horário tradicional de funcionamento, das 8h às 12h. Como parte das ações do Setembro Amarelo — mês de conscientização e prevenção ao suicídio —, o projeto Yoga Itinerante promove uma aula especial e gratuita às 9h30.

A atividade será conduzida de forma bilíngue, em português e Libras, em uma parceria entre a Associação de Yoga de Foz do Iguaçu (AYFI) e a Associação de Pais e Amigos dos Surdos de Foz do Iguaçu (Apasfi). Durante a manhã, o grupo arrecadará materiais escolares para a instituição, como canetas azuis, marca-textos, massas de modelar e cartolinas.

Serviço

Evento: Feirinha Noturna da JK
Datas e Horários: Sexta (25) e Sábado (26), das 18h às 22h | Domingo (27), das 8h às 12h (Feira Tradicional)
Atrações Musicais: Denni Roque (sexta, às 19h) | Jack Jackão (sábado, às 19h)
Aula de Yoga em Português e Libras: Domingo (27), às 9h30
Local: Praça da Paz (Avenida JK – Centro)
Entrada: Gratuita 

 

A Secretaria Municipal da Mulher de Foz do Iguaçu, em parceria com a Cátedra de Empoderamento e Empreendedorismo Feminino da Unicentro (CEEF), promove o curso gratuito “Conhecimento e Oportunidades” entre os dias 7 e 9 de outubro. As aulas serão realizadas das 13h às 17h, na sede do 9º Batalhão de Bombeiros, localizado na Av. Paraná, nº 5.725.

A iniciativa atende a demandas levantadas pela comunidade por treinamentos voltados ao desenvolvimento pessoal e profissional. Durante o encontro de três dias, as participantes terão acesso a módulos sobre empreendedorismo, gestão, inovação nos negócios, autocuidado, empoderamento feminino e mentoria de carreira.

A capacitação é destinada a mulheres a partir de 16 anos. O evento oferece emissão de certificado de conclusão ao final da carga horária e coffee break durante os intervalos.

Autonomia e impacto social

A diretora de Empreendedorismo Feminino da Secretaria Municipal da Mulher, Renata Fernandes, enfatiza o objetivo do projeto em gerar autonomia financeira e fortalecer a atuação das mulheres no mercado local.

“As mulheres de Foz do Iguaçu vêm nos pedindo oportunidades de capacitação, e este curso é uma resposta concreta a esse chamado. São três tardes de conhecimento prático, troca de experiências e conexões que podem transformar uma ideia em negócio e um sonho em renda”, destaca Renata Fernandes.

A gestora ressalta ainda que a conquista da independência financeira reflete positivamente na estrutura familiar e na economia regional.

As inscrições são gratuitas e devem ser efetuadas previamente por meio de formulário on-line ou pelo QR Code disponibilizado nos materiais oficiais da divulgação.

Serviço

Evento: Curso “Conhecimento e Oportunidades” (CEEF Unicentro e Secretaria Municipal da Mulher)
Data: 7, 8 e 9 de outubro de 2026
Horário: Das 13h às 17h
Local: Sede do 9º Batalhão de Bombeiros – Av. Paraná, 5.725 – Foz do Iguaçu (PR)
Público-alvo: Mulheres a partir de 16 anos
Inscrições: Gratuitas, via formulário on-line

 

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

O Espaço Tarobá, ponto estratégico de parada localizado na Trilha das Cataratas, no Parque Nacional do Iguaçu, começou a passar por uma reconstrução completa neste mês de setembro. A intervenção é a primeira obra do projeto Parque Nacional do Iguaçu 2030, conjunto de investimentos que visa modernizar a infraestrutura e aprimorar a experiência dos turistas na unidade de conservação.

Prevista para durar 12 meses, a obra entregará uma estrutura totalmente reestruturada e integrada à paisagem natural do entorno. O novo Espaço Tarobá contará com piso térreo acessível abrigando sanitários e ponto de alimentação, além de um mirante repaginado na cobertura, projetado especialmente para contemplação panorâmica e fotografias.

A reformulação antecede um plano abrangente que, até 2030, implantará um trajeto totalmente acessível ao longo de toda a Trilha das Cataratas, com guarda-corpos e novos mirantes avançados sobre a vegetação para otimizar o fluxo de pedestres e a interação com a natureza.

Atendimento mantido durante o período de obras

A concessionária Urbia+Cataratas informa que, durante a execução dos trabalhos, os serviços de alimentação e os sanitários foram direcionados para um quiosque localizado a cerca de 150 metros à frente da estrutura original, mantendo o fluxo normal de atendimento aos visitantes sem impactos na caminhada pelo circuito.

O plano Parque Nacional do Iguaçu 2030 prevê um aporte total de R$ 600 milhões pela concessionária para a ampliação da infraestrutura turística e ações de sustentabilidade na unidade administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

 

 

Fotos: Arquivo Urbia+Cataratas

Estão abertas as inscrições para o Laboratório de Projetos Danto Giardina, integrante da programação da 8ª edição do 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema (3M). A atividade é gratuita e selecionará seis projetos de roteiro de longa-metragem (ficção ou documentário) para desenvolvimento e consultoria especializada. O festival acontece de 8 a 21 de novembro.

As vagas são voltadas a realizadores e estudantes residentes na faixa de fronteira regional: Estado do Paraná (Brasil), Paraguai (com exceção da capital Assunção) e província de Misiones (Argentina). As propostas podem ser enviadas pelo site oficial do evento até o dia 21 de outubro, mesmo que os textos ou projetos ainda estejam em fase inicial de estruturação. O resultado dos selecionados será divulgado no dia 1º de novembro.

“Nossa ideia é disponibilizar a expertise desses profissionais convidados a quem conquistar as seis vagas disponíveis para desenvolvimento de projetos. Tanto profissionais quanto estudantes podem submeter suas propostas. Pode ser uma ideia em andamento ou que esteja só começando”, explica o organizador do evento, Maurício Ferreira.

Residência artística e mentoria em Foz do Iguaçu

Foto: Marcos Labanca/Divulgação 3 Margens Festival.

Os seis projetos escolhidos pela curadoria participarão de uma residência artística presencial em Foz do Iguaçu entre os dias 18 e 20 de novembro. A mentoria e a curadoria desta edição serão coordenadas pelo diretor e produtor convidado Rodrigo Diaz, que conduzirá consultorias individuais e coletivas. A dinâmica alterna momentos de orientação técnica com períodos de aprimoramento individual dos roteiros.

No dia 21 de novembro, data do encerramento do laboratório, os participantes farão uma apresentação pública (pitching) das propostas. A melhor apresentação será premiada por escolha dos mentores e do público com certificado e o troféu oficial do 3 Margens.

A programação geral do 3M contará também com a Mostra Competitiva, mostras paralelas, oficinas, ações formativas voltadas à comunidade indígena e o Fórum Audiovisual Rafael Gomes. O evento é produzido e realizado pelo 3 Margens Cinema e Audiovisual em conjunto com o Instituto Cultural Três Fronteiras.

Homenagem a Danto Giardina

O laboratório homenageia o acadêmico de cinema Danto Giardina, falecido em 2016. Atuante na região trinacional, Giardina dedicou sua trajetória ao fortalecimento dos povos latino-americanos e à democratização do ensino e produção do audiovisual na fronteira.

Serviço

Evento: Laboratório de Projetos Danto Giardina (8º 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema)
Inscrições: De 21 de setembro a 21 de outubro de 2026
Residência Artística: 18 a 20 de novembro de 2026 (Foz do Iguaçu)
Resultado dos Selecionados: 1º de novembro de 2026
Regulamento e Inscrições: Site Oficial do Festival 3 Margens
Redes Sociais: Instagram (@3margensfestival)

 

Artistas e bandas autorais do Brasil e da América Latina já podem se inscrever para integrar a programação de showcases e rodadas de negócios da Feira Internacional da Música do Sul (FIMS). As atividades farão parte do espaço Mundo FIMS, um dos seis eixos do Festival Iguassu Inova, organizado pelo Itaipu Parquetec entre os dias 25 e 28 de novembro, em Foz do Iguaçu.

As inscrições seguem abertas até o dia 30 de setembro. A convocatória contempla projetos musicais de qualquer gênero, sejam instrumentais ou vocais, de artistas solo ou grupos.

Cada artista ou banda selecionada receberá cachê de R$ 2 mil. Foto: Assessoria Feira Internacional da Música do Sul (FIMS).

O edital prevê a seleção de pelo menos seis propostas: quatro vagas para representantes brasileiros, uma destinada a projeto local de Foz do Iguaçu e uma para artistas da América Latina (exceto Brasil).

Cada projeto selecionado receberá um cachê de R$ 2 mil pela participação, além de ajuda de custo para deslocamento, conforme as regras estabelecidas no regulamento.

Vitrine para o mercado e conexões profissionais

Os showcases consistem em apresentações curtas, com duração entre 20 e 30 minutos, voltadas a produtores, curadores e contratantes do setor musical. Já as rodadas de negócios promovem encontros diretos entre os músicos e profissionais do mercado. A dinâmica começa com um pitch de até dois minutos, abrindo espaço para reuniões individuais e futuras parcerias.

Serão selecionados um projeto de Foz do Iguaçu, um da América Latina e quatro de outros locais do Brasil. Foto: Assessoria Feira Internacional da Música do Sul (FIMS).

Em sua 10ª edição, a FIMS consolida a Tríplice Fronteira como polo de circulação artística e integração cultural.

“Levar a FIMS para Foz do Iguaçu é transformar a fronteira em ponto de encontro: um lugar onde artistas e profissionais do Sul do Brasil e da América Latina podem criar conexões, circular seus trabalhos e abrir novas portas para a música autoral”, ressalta a diretora de Comunicação da FIMS, Estrela Leminski.

O resultado dos selecionados será divulgado em até duas semanas após o fim das inscrições. A organização fará o contato diretamente via WhatsApp com os aprovados.

Serviço

Evento: Seleção de artistas e bandas – Mundo FIMS / Festival Iguassu Inova
Prazo de Inscrição: Até 30 de setembro de 2026
Período do Evento: 25 a 28 de novembro de 2026
Quem pode participar: Artistas solo e bandas com trabalho autoral do Brasil e América Latina
Inscrições e Edital: Site Oficial do Festival Iguassu Inova
Ingressos Gratuitos para o Público: Plataforma Yazo Tickets

 

 

 

Foto em destaque: Divulgação/Assessoria Feira Internacional da Música do Sul (FIMS)

Uma operação integrada entre a Polícia Federal, a Polícia Militar e o Exército Brasileiro resultou na localização de um depósito clandestino e na apreensão de 25 pneus de origem paraguaia na madrugada de segunda-feira (21). A ação ocorreu no bairro Jardim América, em Foz do Iguaçu.

A movimentação suspeita começou por volta das 2h, quando as equipes de fiscalização que monitoravam o Rio Paraná avistaram uma embarcação realizando a travessia a partir da margem paraguaia. Ao atracar no lado brasileiro, indivíduos retiraram volumes do barco e entregaram o material a um grupo que aguardava na área de mata às margens do rio.

Transporte e apreensão no Jardim América

Ao acompanharem o deslocamento do grupo, as forças de segurança constataram o transporte das mercadorias até um imóvel na região do Jardim América. Diante da caracterização do crime de contrabando e descaminho, os agentes avançaram para a abordagem.

No interior da propriedade, os policiais e militares encontraram 10 pneus para automóveis e 15 pneus voltados para veículos de carga (caminhões). Os suspeitos abandonaram a carga e fugiram do local antes da chegada das equipes.

Todo o material apreendido foi recolhido e encaminhado à Receita Federal do Brasil (RFB) em Foz do Iguaçu para a realização dos procedimentos fiscais e administrativos regulamentares.

 

 

Com informações: Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu-PR
Fotos: Divulgação/Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu-PR
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