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dom, 30 de ago 2026

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A 21ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu – Festival Literário trará um dos nomes de maior destaque da cena pop alternativa brasileira para o seu palco principal. A banda paranaense Jovem Dionísio, conhecida nacionalmente pelo estrondoso sucesso do hit “Acorda, Pedrinho!”, fará um show gratuito no dia 5 de setembro (sexta-feira), às 20h, na Praça da Paz.

O evento, que já teve o início da montagem de sua estrutura nesta semana, ocorrerá de 3 a 6 de setembro de 2026. A cenografia deste ano prestará homenagem a uma das autoras mais emblemáticas da literatura infantojuvenil brasileira, Ruth Rocha.

Música nacional e destaque a artistas locais

A programação musical da feira também contará com o show de abertura da cantora e compositora Roberta Campos, no dia 3 de setembro, às 20h, dona de sucessos como “De janeiro a janeiro”.

Além dos grandes nomes nacionais, o festival literário tem como pilar a valorização da cultura iguaçuense. Mais de 50 artistas regionais credenciados pelo Corredor Cultural da Fundação Cultural realizarão apresentações musicais, espetáculos circenses, oficinas, contações de histórias e exposições de livros de autores locais.

Nomes da literatura e ações interativas

A programação literária reunirá mais de 80 atividades e autores renomados no cenário nacional:

  • Felipe Castilho: Escritor e roteirista de quadrinhos e animações (presença confirmada no dia 3).
  • Cléo Busatto: Autora premiada com o Jabuti e mais de 50 obras publicadas (bate-papo no dia 5).
  • Tino Freitas: Jornalista e mediador de leitura com apresentações interativas de música e histórias (dias 5 e 6).
  • Marina Hadlich: Conhecida como “A moça da máquina de escrever”, que cria poemas e contos personalizados ao vivo (dia 6).

 

Regras de acesso e apoio

A organização do evento ressalta que menores de até 17 anos só poderão acessar e permanecer na feira acompanhados por pais ou responsáveis legais.

A 21ª Feira Internacional do Livro conta com o apoio do Itaipu Parquetec, Marco das 3 Fronteiras e Associação Onças do Bem. 

 

 

 

Foto em destaque: Divulgação

O Programa Hangar Mulheres concluiu a Trilha de Capacitação Empreendedora nesta quinta-feira (27), reunindo 94 mulheres preparadas para expandir a gestão de seus próprios negócios. A formação contou com 37 horas de aulas práticas, mentorias coletivas e a concessão de mais de R$ 50 mil em incentivos financeiros às participantes de maior desempenho.

Em sua terceira edição, o programa do Itaipu Parquetec alcançou a marca de mais de mil inscrições em 25 estados brasileiros. A iniciativa abrangeu desde negócios de modelos tradicionais até ideias inovadoras de base tecnológica.

Formação prática e fomento aos negócios

Desenvolvida em parceria com a Aliança Empreendedora, a trilha abordou temas cruciais para o ecossistema dos pequenos negócios, como gestão financeira, estratégias de vendas, comunicação, tecnologia e liderança.

Como estímulo para a aplicação dos planos de ação construídos durante as aulas, 50 empreendedoras foram contempladas com um aporte de R$ 1 mil cada, totalizando R$ 50 mil em recursos. Além disso, todas as 94 concluintes receberam uma bonificação de R$ 100 oferecida pela Aliança Empreendedora.

Para a diretora Administrativo-Financeira do Itaipu Parquetec, Clerione Herther, o fortalecimento dos negócios liderados por mulheres gera impacto direto nas comunidades. “Apoiar o empreendedorismo feminino é acreditar em uma ferramenta de transformação social e econômica. Quando esses negócios se fortalecem, eles também transformam a realidade das famílias e dos territórios onde estão inseridos”, destaca.

A cofundadora da Aliança Empreendedora, Helena Casanovas Vieira, reforça que o investimento acelera a aplicação dos aprendizados. “A capacitação ganha ainda mais sentido quando o conhecimento vira ação. Por isso, oferecemos o capital-semente para que elas coloquem em prática os projetos desenvolvidos ao longo da jornada”, afirma.

Expandindo novos horizontes

Para as empreendedoras participantes, como Ana Paula Quintiliano Lourenço dos Santos, proprietária da Feltro a Mão (RJ), a jornada redefiniu os rumos da empresa. “A experiência ampliou meu repertório e me fez acreditar ainda mais na expansão do meu projeto. Foi uma oportunidade de aprender com mulheres que transformam sonhos em realidade”, pontua.

Avanço na pauta durante o Festival Iguassu Inova 2026

O ecossistema de apoio ao empreendedorismo feminino promovido pelo Itaipu Parquetec terá continuidade na programação do Festival Iguassu Inova 2026. O evento receberá o Mundo RME, ação do Instituto Rede Mulher Empreendedora dedicada a expandir redes de conexão, capacitação e oportunidades de mercado para mulheres de todo o país.

A lista com o nome das 50 empreendedoras contempladas com o aporte financeiro foi divulgada pelo Itaipu Parquetec e está disponível para consulta oficial.

 

 

Fotos: Divulgação/Itaipu Parquetec

Em estabelecimentos com circulação intensa, a entrada e a saída precisam acompanhar o fluxo de pessoas sem criar obstáculos desnecessários. As portas automáticas utilizam sensores e mecanismos de acionamento para realizar a abertura sem que o usuário precise tocar ou empurrar a estrutura. A solução pode ser encontrada em hospitais, supermercados, edifícios comerciais, hotéis, aeroportos e outros locais com grande movimentação.

Além da praticidade, o sistema pode contribuir para condições de acessibilidade quando instalado de acordo com as características do espaço e dos usuários. A largura do vão, o tempo de abertura, a velocidade de movimentação e os recursos de segurança são elementos que precisam ser definidos conforme a finalidade da passagem.

Sensores acionam a abertura

O funcionamento de uma porta automática depende de um sistema capaz de identificar a aproximação de uma pessoa ou veículo. Sensores de presença e movimento podem enviar o comando ao mecanismo responsável pela abertura.

Em uma entrada comercial, por exemplo, o usuário se aproxima e o sensor identifica o deslocamento. A porta inicia o ciclo de abertura e permanece liberada durante o período programado. Depois da passagem, o sistema realiza o fechamento.

Existem diferentes tecnologias e configurações de sensores. A escolha depende do tipo de porta, do espaço disponível e do fluxo de usuários. Em áreas de movimentação elevada, o sistema precisa ser dimensionado para suportar a quantidade de ciclos prevista na operação.

A automatização também reduz a necessidade de contato físico com a porta. Em locais que recebem grande número de pessoas, essa característica pode facilitar o uso da entrada por indivíduos que estejam carregando sacolas, equipamentos ou outros objetos.

Acessibilidade depende do projeto

A porta automática pode facilitar a circulação de pessoas com mobilidade reduzida, usuários de cadeira de rodas, idosos e pessoas que utilizam dispositivos de apoio. Para isso, o conjunto precisa oferecer espaço suficiente para passagem e operar com velocidade e tempo de abertura compatíveis com o uso.

A largura do vão é um dos aspectos avaliados. Também devem ser considerados o piso, a área de aproximação e a ausência de obstáculos que dificultem a chegada até a porta.

Em um hospital, por exemplo, uma porta automática pode ser instalada em corredores e acessos utilizados por pacientes, profissionais e acompanhantes. Em um estabelecimento comercial, pode facilitar a entrada de clientes que utilizam carrinhos ou carregam produtos.

A acessibilidade, portanto, está relacionada ao conjunto da instalação. A automação da abertura, isoladamente, não garante que o acesso seja adequado a todos os usuários.

Recursos de segurança acompanham o acionamento

Portas automáticas precisam contar com mecanismos que reduzam o risco de fechamento sobre pessoas ou objetos. Sensores de presença, sistemas de detecção e dispositivos de parada podem interromper o movimento quando identificam uma situação de obstrução, conforme a tecnologia utilizada.

O ajuste da velocidade e do tempo de permanência aberta também interfere no funcionamento. Em uma área com circulação de crianças, idosos ou pessoas com mobilidade reduzida, por exemplo, a configuração precisa considerar o tempo necessário para atravessar o vão com segurança.

A instalação deve seguir as especificações do fabricante e os requisitos aplicáveis ao tipo de equipamento. Manutenções periódicas ajudam a verificar sensores, motores, trilhos, folhas e demais componentes.

Escolha varia conforme o local

Portas automáticas podem utilizar diferentes sistemas de abertura, como modelos deslizantes, de abertura lateral, giratórios ou outros formatos. Cada configuração ocupa determinado espaço e apresenta características próprias de funcionamento.

Em locais com grande fluxo, a análise deve considerar a frequência de uso, dimensões do acesso, espaço para instalação, perfil dos usuários e necessidade de integração com sistemas de segurança ou controle de acesso.

Quando o equipamento é dimensionado de acordo com essas condições, a automação pode facilitar a circulação e reduzir esforços físicos durante a passagem. Em ambientes movimentados, o resultado depende da combinação entre projeto, instalação, configuração dos sensores e manutenção, fatores que determinam o funcionamento cotidiano da porta.

 

 

Foto em destaque: magnific.com

Representantes e lideranças de diferentes territórios fronteiriços do país estão reunidos até sábado (29) no encontro “Construção do Futuro nas Fronteiras”, promovido pelo Sebrae Nacional e Sebrae/PR. O evento, sediado na trifronteira que conecta Dionísio Cerqueira (SC), Barracão (PR) e Bernardo de Irigoyen (Argentina), tem como foco transformar a dinâmica de divisas internacionais em oportunidades de desenvolvimento para pequenos negócios.

Entre os palestrantes do encontro, o empresário Marcelo Valente, CEO da Loumar Turismo, compartilhou as estratégias e lições do destino iguaçuense na criação de uma cadeia turística integrada e na expansão do tempo de permanência dos visitantes.

A experiência de Foz do Iguaçu como modelo de integração

Durante o painel dedicado às oportunidades no turismo, gastronomia, serviços e comércio de fronteira, Marcelo Valente abordou como Foz do Iguaçu articulou suas atrações de forma complementar com Ciudad del Este (Paraguai) e Puerto Iguazú (Argentina).

“Foz do Iguaçu começou a aumentar a recorrência e o tempo de permanência quando passou a pensar a região como um conjunto de experiências. Gastronomia, hotelaria, atrativos e compras passaram a se complementar”, explicou o empresário. “Há alguns anos, o visitante permanecia em média dois dias; hoje, já caminhamos para quatro dias e meio e até cinco dias, resultado dessa integração e das experiências oferecidas.”

A fala de Valente serviu de insumo para debater como outras cidades “trigêmeas” do país podem deixar de ser pontos de simples passagem e passar a reter o consumo dos viajantes. Ao destacar a trajetória e as particularidades do mercado local, Marcelo Valente reforçou que o sucesso dos negócios na região depende da vivência prática no território:

“A fronteira exige uma logística e um pensamento totalmente diferentes. É preciso viver a fronteira de forma intensa para entender como ela funciona. Por isso, a empresa que quer prosperar aqui precisa ter experiência e se antecipar aos fatos”, pontuou o empresário.

Durante sua participação no painel, Marcelo Valente ressaltou que a hiperespecialização em turismo de fronteira foi o grande motor de expansão da sua empresa na Tríplice Fronteira, permitindo competir diretamente com grandes redes do setor.

“Quanto mais específico e especialista você for na fronteira, mais sucesso vai ter. O turista que chega ao aeroporto busca liberdade para transitar entre Brasil, Paraguai e Argentina. Entender essas particularidades locais — como a exigência da Carta Verde e as regras de transporte — é o que diferencia uma operação local de gigantes nacionais”, defendeu Valente.

Além de defender a integração entre compras, gastronomia e hotelaria, Marcelo Valente relembrou o processo de amadurecimento de Foz do Iguaçu, que passou de um polo focado em compras para um dos destinos mais desejados do Brasil.

“Nós aprendemos a trabalhar na época em que era dureza, quando pouca gente falava de Foz do Iguaçu. Hoje isso mudou radicalmente: todo mundo quer conhecer a cidade. Vemos constantemente personalidades e grandes empresários descobrindo o destino pela primeira vez e se maravilhando com o que a nossa região tem a oferecer”, afirmou Valente ao público do evento.

Agenda nacional e Carta das Fronteiras

O encontro aborda ainda temas como a expansão de lojas francas (free shops), desafios regulatórios e fiscais, infraestrutura logística e cooperação transfronteiriça, reunindo representantes de regiões como Tabatinga (AM) e da fronteira com o Uruguai, além de órgãos como o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Paralelamente, o município sedia o IV Festival Internacional de Turismo La Frontera, com expectativa de atração de 60 mil pessoas até domingo (30).

Ao término da programação, as deliberações do evento serão consolidadas na “Carta das Fronteiras”, documento com diretrizes de governança, economia e compromissos institucionais para o desenvolvimento dos territórios fronteiriços brasileiros.

 

 

Fotos: Garon Piceli/Portal Clickfoz

Eram modestas as instalações que abrigaram a assembleia fundadora do Sicoob Três Fronteiras, em 30 de agosto de 2001, na antiga sede da Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI). Sonho, visão, resiliência, trabalho e, acima de tudo, confiança moveram os 25 fundadores pelo compromisso de erguer uma instituição financeira do zero.

Há 25 anos, nascia o então Credioeste, sociedade cooperativa de crédito local e segmentada, que passou a ser o Sicoob Credioeste e chegou à configuração atual, oferecendo todos os serviços e soluções financeiras. E para todos. Essa linha do tempo demonstra que a proposta inicial jamais estacionou, sempre aprimorando-se para ser uma instituição financeira contemporânea e capaz de atender integralmente às demandas dos associados e da comunidade.

Primeira agência abriu o caminho para uma rede de atendimento completa. Foto: Sicoob Três Fronteiras/Arquivo.

Cada fundador aportou R$ 2 mil, formando um capital inicial de somente R$ 50 mil na época. Hoje, o Sicoob Três Fronteiras possui números superlativos, fazendo parte de um seleto grupo de cooperativas que movimentam mais de R$ 1 bilhão. Da cidade-sede, Foz do Iguaçu, cresceu para o Oeste do Paraná e ao Rio Grande do Sul, chegando a 21 agências de portas abertas.

São mais de 70 mil cooperados atualmente, com um plano posto em prática para alcançar cem mil. O mais importante: a instituição financeira cooperada oferece todas as soluções para pessoas físicas e empresas, em condições mais acessíveis, e, por não objetivar lucro, divide os resultados entre os associados e investe no desenvolvimento das pessoas e das cidades em que está presente.

 

Justiça financeira e desenvolvimento 

“Ao completarmos um quarto de século, homenageamos os 25 fundadores que deram início a essa história de desafios e conquistas, como forma de realçar a importância de cada cooperado nessa jornada, pois são eles que edificam, que são a razão de ser da nossa instituição”, destaca o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Três Fronteiras, Dimas Bragagnolo. “E poder fazer a diferença nas comunidades, nas vidas das pessoas, com ações na educação, cultura, sustentabilidade, além de fomentar a prosperidade, isso tudo não tem preço”, enfatiza.

Com sentido equivalente, o diretor-superintendente do Sicoob Três Fronteiras, Dirceu Tessaro, afirma que o compromisso é trabalhar além dos números. “O mais importante é o nosso propósito de conectar pessoas para promover a justiça financeira e prosperidade. A gente tem uma missão pela frente ainda de levar essa boa-nova do cooperativismo para colaborar com as nossas comunidades e transformá-las em um mundo melhor”, sublinha.

 

Confiança e conquistas

Os 25 fundadores da cooperativa deram os primeiros passos para construir uma instituição financeira voltada às necessidades da comunidade. O movimento representava confiança, união e disposição para trabalhar por um objetivo comum. A proposta era criar uma alternativa ao modelo bancário tradicional, com crédito a taxas mais justas e relações baseadas na proximidade.

O propósito também estava diretamente ligado ao desenvolvimento socioeconômico da comunidade e à permanência dos recursos no território. “É uma alegria enorme, difícil de não se emocionar ao lembrar que, de uma mesa de madeira, aqui na sede da ACIFI, nasceu aquele sonho que brilhou nos olhos”, resgata o vice-presidente do Conselho de Administração, Walter Venson, que mantém 25 anos de ligação com o Sicoob Três Fronteiras.

“Será que nós vamos poder ter uma instituição financeira aos moldes de um banco nosso, suprir nossas necessidades, competir em juros, prestar serviços? Eram as nossas perguntas na época”, conta. “Principalmente, pensávamos em levantar uma instituição onde a gente pudesse entrar e dizer, como é realidade hoje: eu faço parte, eu sou um dos donos, eu sou sócio do Sicoob Três Fronteiras”, celebra o decano.

 

25 fundadores

Ata reflete o compromisso dos fundadores em erguer uma instituição financeira do zero. Foto: Reprodução.

A ata oficial de criação do Sicoob Três Fronteiras, de 30 de agosto de 2001, reúne os visionários e empreendedores: Alexsander Teixeira; Ali Mohamed Osman; Altino Voltolini; Arlindo Alaminni; Arnaldo Bortoli; Camilo Rorato; Cesar Cabral; Danilo Vendruscolo; Elio Fritzen; Fábio Hauagge do Prado; Fábio Teixeira; Fádua Fakih Hechem; Fouad Mohamad Fakih; Ivone Barofaldi da Silva; Jamal Ali Osman; Kamal Osman; Marcelo Valente; Márcio de Matteis Pinto; Marcos Clavaglia; Pedro Tenerello; Rodrigo Hauagge do Prado; Soraya Faouakhiri; Tibiriçá Botto Guimarães; Valentim da Silva e Wanderley Teixeira.

 

Acompanhe o Sicoob Três Fronteiras: @sicoobtresfronteiras 

 

 

 

Foto em destaque: Marcos Labanca/Divulgação Assessoria

A dupla sertaneja Cacio e Marcos é a atração principal da festa temática Rebobina, que será realizada nesta sexta-feira (28) na Looby Foz do Iguaçu. Conhecidos pela interpretação de sucessos que marcaram o sertanejo entre os anos 2000 e 2020, os artistas prometem um show dedicado aos grandes hits românticos e universitários das últimas duas décadas.

A proposta do espetáculo busca resgatar faixas de grande impacto popular, unindo técnica vocal e nostalgia para atrair fãs do gênero em Foz do Iguaçu e moradores das cidades vizinhas de Ciudad del Este (Paraguai) e Puerto Iguazú (Argentina).

Programação e atrações da noite

Além da apresentação ao vivo da dupla, o evento contará com discotecagens temáticas para completar a imersão na cultura pop dos anos 2000. O DJ Kbrau assume o comando da pista com um set open format navegando de 2000 até a atualidade, enquanto o DJ Tikinho apresenta uma seleção focada no funk retrô do mesmo período.

Serviço

Atração principal: Cacio e Marcos

Data: Sexta-feira, 28 de agosto de 2026

Local: Looby Foz do Iguaçu

Line-up adicional: DJ Kbrau e DJ Tikinho

Ingressos (até 00h): Entrada feminina gratuita / Entrada masculina R$ 30,00

Promoções da casa: Whisky em dobro até 1h (marcas selecionadas)

 

Foz do Iguaçu e a região trinacional perderam um de seus maiores expoentes artísticos. Faleceu na tarde desta quinta-feira (27), aos 63 anos, o artista plástico, escritor e professor Miguel Héctor Hachen. O artista sofreu um infarto em sua residência.

Radicado na cidade há mais de três décadas, Miguel foi o criador do Neoguarani, movimento e linguagem estética que sintetizou a identidade cultural, a ancestralidade indígena e a diversidade da fronteira em pinturas, esculturas, cerâmicas, murais e poesias.

Das raízes em Misiones à consagração internacional

Nascido na província argentina de Misiones, Miguel Hachen viveu a infância próximo a uma aldeia Mbyá-Guarani, experiência que marcou profundamente sua visão do mundo. Após estudar Artes Plásticas em Buenos Aires na juventude, retornou à região de fronteira e fixou residência em Foz do Iguaçu, onde consolidou sua trajetória.

A Arte Neoguarani ultrapassou as fronteiras locais. Além de percorrer países da América do Sul em exposições e oficinas, suas obras integram acervos na Itália, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos e Marrocos. A linguagem criada pelo artista tornou-se ainda objeto de teses acadêmicas em universidades de renome, como a Universidade de Buenos Aires (UBA) e a Universidade de Alexandria, no Egito.

Legado cravado na paisagem de Foz do Iguaçu

Mural “A Lenda das Cataratas”, do artista Miguel Héctor Hachen, em Foz do Iguaçu. Foto: Kaká Souza.

Entre suas contribuições de maior destaque para a arte pública iguaçuense está o imponente mural da Praça da Paz, no centro da cidade. Concluído em 2018 após nove meses de trabalho, o painel retrata a Lenda das Cataratas e o amor proibido de Naipi e Tarobá, tornando-se um dos principais pontos de referência cultural do município.

Outra obra emblemática de sua autoria na cidade é o painel “Ysy, Kuarahy ha Yvytu” (A Mãe Água, o Sol e o Ar), instalado no Parque Tecnológico Itaipu (PTI).

Atuando também como educador e articulista, Miguel defendia o fortalecimento de uma identidade cultural própria para a fronteira. Sua partida deixa uma lacuna irreparável, mas sua obra permanece como memória viva e patrimônio da Tríplice Fronteira.

Homenagens de despedida

O velório do artista plástico Miguel Hachen será realizado neste sábado, 29 de agosto, das 11h às 17h, na Capela do Cemitério Jardim São Paulo. O sepultamento ocorrerá logo em seguida, às 17h, no mesmo cemitério.

 

*A matéria atualizada ás 14h38, incluindo a informação com o horário do velório e sepultamento.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

A Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) alcançou um marco inédito em sua política de internacionalização ao acolher seus primeiros estudantes chineses em mobilidade acadêmica. O grupo, composto por sete alunos vindos da Beijing Foreign Studies University (BFSU), passará dois semestres em Foz do Iguaçu integrando a rotina universitária do campus.

A iniciativa é fruto de um acordo bilateral firmado entre as instituições em 2025. A BFSU é referência no país asiático no ensino de línguas estrangeiras, diplomacia e estudos internacionais, alinhando-se à proposta intercultural e multilíngue praticada pela UNILA.

Hospedagem e inserção acadêmica

Durante o período de intercâmbio, os estudantes asiáticos ficarão instalados no Alojamento Estudantil da universidade. A grade curricular do grupo inclui disciplinas do Ciclo Comum de Estudos, além de matérias específicas dos cursos de Letras, Antropologia e Ciências Econômicas. Todos os alunos possuem formação na área de Línguas e domínio do idioma espanhol.

Wang XuHan (Mevis) destaca a troca cultural como uma das principais expectativas do intercâmbio. Foto: Judeley Cesaire SECOM/UNILA.

A presença dos intercambistas abre espaço para trocas culturais diretas no ambiente acadêmico. Um dos estudantes, Xu Jingbo, escolheu a área de Antropologia para aprofundar estudos sobre os povos originários da América Latina, motivado por pesquisas prévias sobre a etnia Yanomami. Já a estudante Wang XuHan destacou o objetivo de estreitar laços entre os jovens dos dois países por meio da convivência diária e do intercâmbio cultural.

Fortalecimento da diplomacia educacional no Sul Global

De acordo com a reitora da UNILA, Diana Araujo Pereira, a recepção dos estudantes reflete a reconfiguração geopolítica e educacional das relações entre a América Latina e a China. A reitoria também projeta o avanço das tratativas para a futura instalação do Instituto Confúcio na instituição, focado no ensino de mandarim e na difusão da cultura chinesa.

A cooperação com o país asiático teve outros desdobramentos em 2026, incluindo a assinatura de um Memorando de Entendimento com a Hangzhou Dianzi University (HDU) focado nas áreas de engenharia, inteligência artificial, robótica e tecnologia agrícola. Uma nova comitiva institucional da UNILA deve visitar a China nos próximos meses para dar sequência aos projetos de expansão.

 

 

 

Fotos: Judeley Cesaire SECOM/UNILA

Os fãs da cultura pop em Foz do Iguaçu poderão reviver nas telas do cinema o início de uma das franquias mais marcantes da história. Entre os dias 30 de agosto e 2 de setembro, o Cinemark do Shopping Catuaí Palladium realiza sessões especiais do filme Harry Potter e a Pedra Filosofal, em celebração aos 25 anos de lançamento da obra nos cinemas.

Os ingressos já estão disponíveis para compra antecipada pelo site e aplicativo da rede Cinemark, além da bilheteria física no próprio shopping. No domingo (30), o público contará com três horários de exibição. Entre segunda-feira e quarta-feira (2 de setembro), o cinema exibirá duas sessões diárias do longa-metragem.

Reencontro de gerações nas telonas

Lançado originalmente em 2001, o filme adaptou para o cinema a obra da escritora J.K. Rowling e apresentou ao público o universo da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, acompanhando os primeiros passos de Harry Potter, Rony Weasley e Hermione Granger.

A reexibição busca reunir tanto os espectadores que acompanharam a estreia original quanto as novas gerações de fãs.

“Temos o privilégio de ter em Foz do Iguaçu um dos maiores complexos de salas de cinema da região. A estrutura do empreendimento permite receber o público para uma experiência especial, principalmente em uma ocasião que celebra uma história tão marcante para os fãs de Harry Potter”, ressalta a gerente de Marketing do Shopping Catuaí Palladium, Cheile Back.

Ação temática e desconto em sobremesas

Vassoura Voadora no Shopping Catuaí Palladium. Foto: Divulgação/Assessoria.

Paralelamente às exibições no cinema, o público que visitar o shopping encontrará ações temáticas no espaço da Vassoura Voadora, casa de sobremesas inspirada na franquia.

Durante todo o período da programação (de 30 de agosto a 2 de setembro), o estabelecimento oferecerá 20% de desconto nos produtos Shake Seletor e Shake Sapo de Chocolate, incentivando a confraternização dos fãs antes ou depois das sessões.

Serviço

Evento: Sessões especiais — Harry Potter e a Pedra Filosofal

Período: De 30 de agosto a 2 de setembro

Local: Cinemark — Shopping Catuaí Palladium

Ingressos: Disponíveis no site/aplicativo da Cinemark e na bilheteria física do local

 

A Mega-Sena acumulou no concurso 3.049, realizado na noite desta terça-feira (25). Nenhum apostador acertou as seis dezenas sorteadas, e o prêmio principal para o próximo sorteio subiu para R$ 25 milhões.

Os números sorteados foram: 06 – 13 – 36 – 43 – 53 – 55.

Apostas do Oeste garantem prêmios

Apesar de ninguém ter levado o prêmio principal, a região Oeste do Paraná garantiu valores nas faixas secundárias:

  • Quina (5 acertos): Teve 22 apostas ganhadoras no país, com prêmio de R$ 41.986,04 para cada. No Paraná, um bilhete simples feito na Lotérica Panorama, em Toledo, faturou o valor total.
  • Quadra (4 acertos): Registrou 1.567 apostas premiadas em todo o Brasil, pagando R$ 971,64 por jogo. Quatro bilhetes foram premiados em Foz do Iguaçu — sendo um feito por canal eletrônico, um na Loteria Fortuna e dois na Lotérica Três Lagoas (um simples e um bolão).

 

Como apostar no próximo concurso

O próximo sorteio ocorre nesta quinta-feira (27). As apostas podem ser registradas até as 20h (horário de Brasília) do dia do sorteio em qualquer casa lotérica credenciada, ou pelos canais digitais do site e aplicativo oficiais da Caixa. A aposta mínima, com seis números, custa R$ 6.

 

A terceira edição do Festival Iguassu Inova foi oficialmente anunciada no fim da tarde desta terça-feira (25), em evento realizado no Itaipu Parquetec. Consolidado como um dos encontros mais vibrantes de inovação e cultura da região, o festival confirmou um lineup musical diversificado e nomes de peso do conhecimento para a sua programação de 2026.

Com o tema “Vários mundos, um só festival”, a iniciativa é totalmente gratuita e transformará Foz do Iguaçu em um polo de conexão, tecnologia, inovação e arte entre os dias 25 e 28 de novembro.

Grandes atrações musicais anunciadas

 

Além do já anunciado rapper e pensador Emicida, a grade de shows traz nomes marcantes da música brasileira contemporânea e histórica:

  • Duda Beat: Conhecida como a “rainha da sofrência pop”, a cantora pernambucana mistura batidas eletrônicas, pop e melodias suaves. Em homenagem ao movimento manguebeat de Recife, a artista ganhou projeção nacional com o álbum Sinto Muito (2018) e hits como “Bixinho”.
  • Arnaldo Antunes: Poeta, compositor e artista visual, o ex-vocalista e fundador dos Titãs traz sua trajetória solo marcada pela experimentação sonora e poética. O integrante do aclamado trio Tribalistas trará ao festival seu repertório marcado pela fusão entre palavra, imagem e som.
  • Os Garotin: Formado por Léo Guima, Anchietx e Cupertino, o trio de São Gonçalo (RJ) autointitulado como a “única e melhor boyband de MPB da história” traz um som que remete aos antigos bailes black, mesclando soul music, R&B, MPB, samba, pop e muito groove.

Time de palestrantes e grandes painéis confirmados

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No campo do conhecimento e da transformação social, a grade de convidados reúne especialistas e figuras públicas de destaque:

  • Espiritualidade e Ciência da Felicidade: Um dos painéis mais aguardados trará o encontro entre Gustavo Arns, idealizador do Congresso Internacional de Felicidade, e a Monja Coen, missionária oficial da tradição Sōto Zen e referência em mindfulness no Brasil.
  • Esporte, Liderança e Entretenimento: O pentacampeão mundial de futebol Edmílson abordará sua trajetória de liderança e impacto social, enquanto Adonias trará a criatividade e a cultura do futebol freestyle.
  • Sustentabilidade e Impacto Social: A chef Regina Tchelly, criadora do Favela Orgânica, apresentará caminhos para o aproveitamento integral dos alimentos. Já Samuka, fundador do projeto Cidades Invisíveis, abordará a arte e a fotografia como instrumentos de transformação social.
  • Ciência e Clima: O climatologista e pesquisador do INPE, Paulo Nobre, trará dados e análises sobre as mudanças climáticas globais e o futuro do planeta.
  • Arte, Cultura Pop e Diversidade: A voz icônica da dublagem brasileira, Wendel Bezerra (dublador de Goku e Bob Esponja), debaterá arte e empreendedorismo. O apresentador e artista Ikaro Kadoshi trará reflexões sobre diversidade e representatividade nos palcos e na televisão.
  • Empreendedorismo e Inovação: Caito Maia, fundador da Chilli Beans — a maior rede de óculos escuros e acessórios da América Latina —, trará suas vivências sobre branding, liderança disruptiva e expansão de mercado.
  • Empreendedorismo e Carreira: Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, apresentará caminhos para a autonomia feminina nos negócios, enquanto o influenciador Rapha do RH abordará as transformações do mercado de trabalho com bom humor.

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Seis eixos temáticos: Os “Mundos” do festival

Em vez de formatos tradicionais, o evento organiza suas experiências imersivas em seis eixos temáticos integrados:

  • Mundo FIciências: Espaço focado na curiosidade científica, feiras de projetos e soluções desenvolvidas por jovens talentos.
  • Mundo Itaipu Parquetec: Vitrine de inovação aplicada, conectando pesquisas científicas, startups e o ecossistema corporativo.
  • Mundo Sapiens: Trilhas de conhecimento vivo que aproximam os estudos acadêmicos do cotidiano da sociedade.
  • Mundo Summit Tour: Eixo focado em debates sobre as tendências, sustentabilidade e o futuro do turismo.
  • Mundo FIMS: Espaço dedicado ao ecossistema da música, economia criativa e mercado fonográfico.
  • Mundo RME: Ambiente idealizado pela Rede Mulher Empreendedora, voltado ao fortalecimento, capacitação e conexão do empreendedorismo feminino.

 

Edital “O Festival é Seu”: público e startups na programação oficial

A grande novidade anunciada para a edição deste ano é a iniciativa “O Festival é Seu”. Por meio de um edital aberto, a comunidade, empreendedores e criadores de conteúdo poderão submeter propostas para compor a grade oficial do evento gratuitamente. O público pode participar de três maneiras:

  • O Palco é Seu (Palestras): Espaço para compartilhar ideias, pesquisas e conhecimentos alinhados às trilhas temáticas do evento.
  • A Oficina é Sua (Workshops práticos): Oportunidade para ministrar atividades práticas, interativas e de capacitação mão na massa.
  • Vila de Negócios (Startups): Vitrine para startups inovadoras apresentarem suas soluções a potenciais parceiros, clientes e investidores.

 

As inscrições de propostas para a programação são gratuitas e podem ser realizadas diretamente no site oficial do evento até o dia 07 de setembro de 2026.

CONFIRA O REGULAMENTO COMPLETO AQUI

Novas atrações e ingressos

A organização adiantou que a lista de convidados continua em expansão e que novas atrações culturais e palestrantes serão confirmados em breve.

Realizado pelo Itaipu Parquetec em parceria com a Itaipu Binacional, o festival conta com patrocínio da Coopavel, Fundação Araucária, LeanSales, Fundo Iguaçu e N&DC. As informações sobre o período de cadastro para a retirada de ingressos gratuitos estarão disponíveis nos próximos dias no site oficial do evento.

Serviço

Evento: 3ª edição do Festival Iguassu Inova

Data: 25 a 28 de novembro de 2026

Local: Itaipu Parquetec (Foz do Iguaçu – PR)

Entrada: Gratuita

Informações e inscrições do edital: festivaliguassuinova.com.br/o-festival-e-seu

 

Entre o trajeto diário pela fronteira e o trabalho em residências de Foz do Iguaçu, as trabalhadoras domésticas paraguaias vivenciam uma realidade marcada pela invisibilidade estatística e pela informalidade. Para dimensionar esse contingente e lançar luz sobre o problema, a advogada Juliana Torres Venson desenvolveu uma pesquisa de mestrado no Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Desenvolvimento da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila).

VEJA O ESTUDO COMPLETO

Sem controle efetivo de entrada e saída por parte dos governos do Brasil e do Paraguai, a pesquisadora buscou nos registros do Poder Judiciário uma forma de mapear a situação. O levantamento identificou 154 ações trabalhistas movidas por trabalhadores estrangeiros no Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (TRT-9) entre 2018 e 2024. Dessas, 41 foram movidas por trabalhadoras domésticas (além de uma ação ajuizada por um homem que atuava como caseiro).

Subregistro no Judiciário e barreiras de fiscalização

O estudo apontou gargalos tanto nos sistemas de informação do Estado quanto nas ações de fiscalização trabalhista na faixa de fronteira:

  • Válvula de subregistro nos sistemas: O sistema de buscas do TRT identifica automaticamente qualquer trabalhador detentor de CPF como brasileiro, ocultando a condição de estrangeiro de parte dos demandantes.
  • Inviolabilidade do lar: O acesso aos locais de trabalho para fiscalização de rotina esbarra na proteção constitucional à residência. Em 2012, uma ação movida por síndicos de condomínios barrou uma tentativa de investigação do Ministério Público do Trabalho, paralisando ações institucionais desde então.
  • Eficácia tardia: Das 42 ações identificadas no setor doméstico, 81% tiveram desfecho favorável às trabalhadoras por meio de acordos ou sentenças favoráveis, demonstrando a utilidade do Judiciário para a reparação de direitos negados.

 

“Esses trabalhadores que buscaram o Judiciário como forma de reparação da ilegalidade conseguiram os direitos que lhes foram negados pelos empregadores”, explica a pesquisadora.

Vulnerabilidade e naturalização da exploração

A pesquisa, orientada pela docente Silvia Lilian Ferro, aponta que a vulnerabilidade social e econômica no país vizinho leva muitas mulheres a aceitarem rotinas exaustivas — como jornadas das 6h à meia-noite — sem perceberem a própria situação de exploração. Barreiras como o medo do confronto com os empregadores, ameaças e a falta de informação impedem a maioria de buscar apoio legal.

Além disso, a docente ressalta que a livre circulação na Tríplice Fronteira acabou por “naturalizar” o apagamento estatístico tanto de paraguaias no Brasil quanto de brasileiros que trabalham ou estudam no Paraguai.

Para as pesquisadoras, a superação do problema exige ações integradas do poder público para melhorar o registro e a orientação migratória, mas depende fundamentalmente de uma mudança de mentalidade das famílias empregadoras em relação ao cumprimento integral das leis trabalhistas.

 

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