A operação das rodovias concedidas nas regiões Oeste e Sudoeste do Paraná está revertendo em fôlego financeiro direto para as prefeituras. Em apenas oito meses de atuação (de junho de 2025 a janeiro de 2026), a concessionária EPR Iguaçu repassou R$ 20,5 milhões aos 31 municípios que compõem o trecho sob sua gestão, incluindo Foz do Iguaçu, cortada pela BR-277.
O montante é referente ao ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza), um tributo federal que, por lei, fica integralmente nos cofres das cidades lindeiras. Diferente de outros recursos, o ISSQN não possui vinculação obrigatória, permitindo que cada administração municipal defina onde aplicar o dinheiro — seja na contratação de exames de saúde, reformas em escolas ou melhorias na infraestrutura urbana.
Como funciona o cálculo
O valor destinado a cada cidade não é aleatório: ele é calculado com base na extensão territorial da rodovia que passa por dentro de cada município. No caso de Foz do Iguaçu, o impacto é direto, já que a BR-277 é a principal artéria de escoamento e acesso à cidade.
“A concessão fortalece a arrecadação municipal e amplia a capacidade de investimento das prefeituras”, destaca o diretor-executivo da EPR Iguaçu, Silvio Caldas. Segundo a concessionária, com a evolução das receitas e a operação do sistema de pedágio, a tendência é que esses repasses mensais sejam ampliados ao longo do ano.
Antecipação de obras e segurança viária
Além do impacto financeiro, a concessionária anunciou que concluiu os trabalhos iniciais previstos para o primeiro ano com quatro meses de antecedência. O foco foi preparar a rodovia para o escoamento da safra 2025/2026. Entre as principais melhorias executadas nos 662 quilômetros de concessão, destacam-se:
Pavimentação: Recomposição de 660 km de faixas e recuperação de 590 placas de concreto na BR-163.
Sinalização: Instalação de 7 mil novas placas e 230 mil tachas refletivas (os famosos “olhos de gato”).
Conservação: Roçada de 7 mil quilômetros de margens e desobstrução de mais de 1,3 mil bueiros para evitar alagamentos na pista.
O futuro da concessão
O contrato de 30 anos da EPR Iguaçu prevê um investimento total de R$ 19,5 bilhões. Para os moradores de Foz e região, a expectativa gira em torno das grandes obras programadas para os primeiros anos, que incluem 462 km de duplicações e 87 km de vias marginais, projeto considerado o maior pacote de duplicações do Programa Federal de Concessões.
O cenário nas Cataratas do Iguaçu segue em estado de alerta. Pelo segundo dia consecutivo, a forte redução no volume de água do Rio Iguaçu forçou a suspensão dos passeios náuticos no lado argentino do Parque Nacional. Após um registro crítico de apenas 517 m³/s na terça-feira (10), o volume apresentou uma leve oscilação, atingindo 654 metros cúbicos por segundo (m³/s) na tarde desta quarta-feira (11) — marca que ainda representa pouco mais de um terço do fluxo normal (1.500 m³/s).
A paralisação das atividades pela empresa Iguazú Jungle não é ocasional. Por medida de segurança, a operadora argentina reavalia e geralmente interrompe as navegações sempre que a vazão se aproxima do limite de um terço do volume normal. Com o rio nestes níveis, a profundidade nos canais de aproximação dos saltos argentinos torna-se insuficiente para garantir a dirigibilidade das embarcações.
Lado brasileiro mantém operação
Passeio Macuco Safari, no lado brasileiro do Parque Nacional do Iguaçu. Foto: Christian Rizzi/Divulgação.
Diferente do que ocorre na margem argentina, o passeio náutico do lado brasileiro, operado pelo Macuco Safari, seguiu funcionando normalmente até o fechamento desta matéria. A operação brasileira consegue manter o cronograma devido às características geográficas do canal de navegação e aos pontos de embarque, que permitem a continuidade do serviço mesmo em períodos de baixa vazão.
Impacto no abastecimento em Puerto Iguazú
A crise hídrica ultrapassa as fronteiras do turismo e atinge diretamente o cotidiano da população vizinha. Em Puerto Iguazú, a baixa vazão prejudica severamente a captação de água bruta. Com o rio em níveis tão baixos, as bombas da planta potabilizadora enfrentam dificuldades operacionais, resultando em falta de água e baixa pressão em diversos bairros da cidade argentina.
De acordo com os dados da Prefectura Naval Argentina:
Comandante Andresito: O nível do rio está em apenas 0,32 metros (o normal é 1 metro).
Puerto Iguazú: O rio registra a marca de 7,90 metros, com tendência de queda.
A influência das represas
A oscilação acentuada no volume de água está diretamente ligada às operações das usinas hidrelétricas situadas em território brasileiro, acima do Parque Nacional. São seis grandes usinas hidrelétricas operando no curso principal do Rio Iguaçu, sendo cinco delas operadas integralmente pela Copel, e uma sexta, operada pelo Consórcio Empreendedor Baixo Iguaçu (CEBI), onde a Copel possui participação de 30%. O manejo das barragens para a geração de energia dita o volume que chega à fronteira, criando janelas de seca extrema como a vista nas últimas 48 horas.
Enquanto a navegabilidade argentina segue suspensa, o turista depara-se com o fenômeno das “Cataratas de Pedra”. É um momento raro que revela toda a estrutura geológica e as rochas basálticas dos saltos, mas que serve como um lembrete visual da severidade da estiagem que atinge a bacia do Rio Iguaçu neste início de 2026.
O mercado de perfumaria em Ciudad del Este passa por uma transformação histórica. Se antes as tradicionais grifes europeias eram as estrelas absolutas das vitrines, atualmente o protagonismo pertence aos perfumes árabes no Paraguai. Consolidadas pelo excelente custo-benefício e projeção intensa, essas fragrâncias deixaram de ser apenas alternativas para ditarem as novas tendências de consumo na fronteira.
Destino Iguaçu News
Este foi um dos temas centrais debatidos na edição desta segunda-feira (09) do programa Destino Iguaçu News, que contou com a participação de Garon Piceli, Kaká Souza e Luciano de Melo Santana. Esta edição foi um especial dedicado às dinâmicas de compras no Paraguai. Para quem deseja se aprofundar no assunto, é possível assistir ao conteúdo na íntegra por meio deste link.
Inversão histórica nas vendas de perfumes árabes no Paraguai
Luciano Melo Santana chamou a atenção para uma mudança estrutural no mercado. Segundo ele, durante muito tempo, a divisão do setor era clara: cerca de 70% a 80% das vendas nas lojas de importados eram dominadas por perfumes europeus. No entanto, as prateleiras passaram por uma inversão impressionante. Luciano destaca que as vendas de perfumes árabes no Paraguai já representam quase 70% do volume de vendas.
Garon Piceli observa que o sucesso absoluto desse fenômeno na fronteira é sustentado por dois fatores principais: a alta margem de lucro para os lojistas e o excelente custo-benefício para os consumidores. Enquanto as fragrâncias de grifes tradicionais deixam uma margem estreita e forçam as lojas a competirem por centavos, os perfumes árabes no Paraguai oferecem um retorno financeiro muito mais atrativo para o comércio.
De imitações a colaborações de luxo
Inicialmente, Luciano explicou que a estratégia do mercado árabe focava na criação de fragrâncias e embalagens similares aos renomados perfumes europeus. Contudo, o sucesso foi tão massivo que essas marcas evoluíram e passaram a ditar tendências globais. Garon complementa que atualmente empresas do Oriente Médio firmam colaborações com grandes mestres da perfumaria mundial para desenvolverem suas próprias fragrâncias originais.
Além disso, Garon relembrou que o impacto dessa tendência é tão profundo que até marcas brasileiras consolidadas, como O Boticário, já lançaram produtos inspirados na perfumaria árabe. Nesse sentido, os turistas que desejam garimpar essas novidades encontram amplas seções dedicadas a esses itens em megalojas como Shopping China e New Zone. Vale destacar também a Elegância Company, que conta com o Arabic World, um setor exclusivo para o segmento.
Atenção na hora de usar: menos é mais
Embora as fragrâncias árabes tenham caído no gosto popular, Kaká Souza ressalta que é necessário atenção à etiqueta de uso. Isso ocorre porque, diferentemente dos perfumes europeus, que costumam ter notas mais “fechadas”, os produtos do Oriente Médio possuem alta projeção e uma base mais oleosa, o que os faz exalar de forma muito mais intensa.
Por esse motivo, a recomendação do jornalista é aplicar o produto com parcimônia. Considerando que o brasileiro tem o hábito cultural de usar grandes quantidades de perfume, borrifar a mesma dosagem de uma fragrância árabe pode acabar “contaminando o ambiente” de forma negativa. Portanto, para garantir a elegância e o conforto de quem está ao redor, o segredo está no equilíbrio.
Comprar perfume árabe na Elegancia Company tem alguns diferenciais importantes, especialmente para quem está em Foz do Iguaçu / Ciudad del Este e quer comprar fragrâncias originais com bom custo-benefício.
Variedade de perfumes árabes na Elegancia Company.
A loja costuma trabalhar com marcas muito procuradas no mundo das fragrâncias árabes, como:
Lattafa
Armaf
Afnan
Al Haramain
Essas marcas são conhecidas por criar perfumes intensos, sofisticados e com ótima fixação, muitas vezes inspirados em fragrâncias de luxo
Se você pensa que as compras no Paraguai se resumem apenas a celulares e perfumes, está na hora de atualizar seus conceitos. O Busca Paraguai, maior buscador de ofertas de Ciudad del Este, analisou as tendências a partir das buscas feitas na plataforma neste início de 2026 e encontrou itens surpreendentes nas listas dos brasileiros. A combinação de tecnologia de ponta com preços que o Brasil ainda não consegue bater transformou esses cinco produtos em verdadeiros fenômenos.
O mais curioso é que pelo menos três dos cinco itens desta lista, desbancaram produtos consagrados, que já haviam garantido lugar cativo na lista de compra dos brasileiros. Confira a lista e descubra por que eles são os favoritos da vez:
Imagine poder contar com uma impressora de fotos de bolso que não usa uma única gota de tinta. Esse gadget se tornou o desejo de quem quer revelar as fotos preferidas do Instagram instantaneamente, em qualquer lugar, usando a tecnologia térmica ZINK. Do tamanho de um power bank, ela entrega fotos que já saem com fundo adesivo, sendo o acessório perfeito para quem ama decorar o quarto com memórias de viagem ou criar álbuns físicos. O grande diferencial é a conexão Bluetooth para até três pessoas simultâneas e um recurso de Realidade Aumentada no app da Xiaomi: ao apontar o celular para a foto impressa, ela pode reproduzir um vídeo na tela, fazendo a memória “ganhar vida”.
Dica do Busca: Verifique a disponibilidade do papel fotográfico ZINK junto com o aparelho para garantir o estoque!
2026 é oficialmente o ano dos wearables invisíveis. Para quem não quer o visual robusto de um smartwatch, o Nova Ring surge como uma alternativa ultra discreta que monitora batimentos cardíacos, qualidade do sono e oxigenação do sangue diretamente no seu dedo. Construído em titânio de grau aviação, ele é extremamente resistente a riscos e muito mais leve que os relógios tradicionais. É elegante, totalmente à prova d’água para natação e possui uma bateria que dura até 7 dias. No Paraguai, ele chega com um valor muito mais competitivo que as marcas famosas de relógios inteligentes, unindo alta performance e sofisticação.
Este é o “queridinho” de quem mora em apartamentos compactos ou não dispensa um bom acampamento. Mesmo sem o selo de um grande fabricante global, esse mini projetor conquistou os brasileiros por entregar um cinema que cabe na palma da mão. Com 600 Lumens e conexões HDMI e USB, ele transforma qualquer parede branca em uma tela de até 100 polegadas. O grande segredo da sua popularidade é a compatibilidade com power banks, permitindo projetar filmes e séries até onde não há tomadas. O custo-benefício em Ciudad del Este é tão surreal que muitos brasileiros levam logo dois — um para uso próprio e outro para presente.
Quem não quer um drone profissional que dispensa licenças pesadas para voar? Com menos de 249g, o Mini 4 Pro é o sonho de consumo de criadores de conteúdo. O destaque desta versão é o novo controle RC 2, que já possui uma tela brilhante integrada, eliminando a necessidade de acoplar e drenar a bateria do seu celular. Para quem foca em redes sociais, ele é imbatível: o sensor gira 90 graus para fazer gravações verticais nativas em 4K, garantindo que seus vídeos das Cataratas já saiam no formato perfeito para Reels e TikTok, com máxima resolução e segurança total graças aos seus sensores de obstáculos em 360 graus.
Os robôs aspiradores já ganharam o coração do Brasil, mas a linha E5 da Xiaomi se tornou o padrão ouro para quem busca entrar no mundo da automação residencial sem gastar uma fortuna. Diferente dos modelos de entrada que apenas “batem e voltam”, o E5 possui navegação inteligente e um sistema de sucção potente de 2000Pa. Ele é um verdadeiro faz-tudo: varre, aspira e passa pano simultaneamente através de seu reservatório híbrido, retornando sozinho para a base de carregamento quando o trabalho termina. No Paraguai, a economia é tão expressiva que a diferença de preço em relação ao mercado brasileiro muitas vezes paga boa parte dos custos da viagem de compras.
Como não errar na hora de comprar?
Com tantas opções e lojas em Ciudad del Este, a regra de ouro para economizar de verdade é usar o Busca Paraguai para pesquisar e se antecipar. O site funciona como um “Google das compras” na fronteira: você digita o nome do produto e ele te mostra, em tempo real, quais lojas têm o item em estoque e o preço atualizado em dólar e real.
Além de mostrar se o preço baixou desde o lançamento, o buscador filtra apenas as lojas confiáveis e oficiais. Não perca tempo batendo perna no calor; saia do hotel já sabendo onde está o melhor preço e a garantia de um produto original!
A sorte passou raspando por Foz do Iguaçu no sorteio do concurso 2.982 da Mega-Sena, realizado na noite desta terça-feira (10). Como nenhum apostador acertou as seis dezenas, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 65 milhões para o próximo sorteio, que acontece na quinta-feira (12).
Embora o prêmio milionário não tenha saído, sete apostas de Foz do Iguaçu acertaram a quadra e levaram dinheiro para casa. O valor padrão para quem acertou quatro números foi de R$ 1.396,18.
Confira as lotéricas onde as apostas premiadas foram registradas em Foz:
Brasil Loterias: Um bolão com 8 cotas faturou R$ 1.396,16.
Cataratas Loterias: Aposta simples com “teimosinha”.
Itaipu Loterias: Aposta simples com “teimosinha”.
Lotefoz: Aposta simples com “teimosinha”.
Loteria Fortuna: Aposta simples.
Loteria Iguaçu: Aposta simples.
Canais Eletrônicos: Aposta simples feita pela internet.
No estado, o maior destaque foi para Londrina, onde uma aposta simples feita pelos canais eletrônicos acertou a Quina e vai receber sozinha R$ 87.399,64.
Próximo Sorteio
As apostas para o concurso de R$ 65 milhões podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) desta quinta-feira (12). É possível registrar os jogos em qualquer casa lotérica do país, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo oficial da instituição.A aposta mínima (6 números) custa R$ 6,00.
Prêmio estimado para o próximo sorteio: R$ 65.000.000,00.
Foz do Iguaçu inicia neste domingo, 15 de março, as celebrações de um marco que mudou o destino das Cataratas. Das 8h às 12h, a Praça da Paz recebe uma programação especial em homenagem aos 110 anos da passagem de Santos Dumont pelo município. Embora a visita histórica tenha ocorrido oficialmente no dia 24 de abril de 1916, as comemorações começam agora, unindo a comunidade em torno do legado do “Pai da Aviação”.
O evento, organizado pelo projeto voluntário Dumont nas Cataratas, também celebra os 120 anos do voo do 14-bis (ocorrido em outubro de 1906). A iniciativa reforça o papel de Dumont como o “Pai da Preservação” da região: foi após sua visita em abril de 1916 que o inventor se mobilizou para que as Cataratas deixassem de ser uma propriedade particular e se tornassem um patrimônio público.
Maquete inédita e imersão histórica
O grande destaque deste domingo será a apresentação, pela primeira vez ao público, de uma maquete inédita em madeira do histórico Hotel Brasil nos Saltos. Foi neste local, cujas ruínas e memórias ainda encantam historiadores, que Dumont se hospedou durante sua estada na fronteira.
A programação inclui:
Mobiliário e Arte: Réplica da mesa alta de Dumont e exposição de artistas locais da ACAPI.
Tecnologia: Exibição digital em 3D do motor do 14-bis e maquetes impressas com tecnologia moderna.
Educação: Lançamento de um concurso cultural para alunos da rede municipal e entrega de gibis históricos.
Presença Especial: Um ator caracterizado como o inventor e descendentes da família Engel, que o recepcionou em 1916, estarão presentes para interagir com o público.
Um gesto que criou o Parque Nacional
O secretário de Turismo, Jin Petrycoski, lembra que a passagem de Dumont em abril de 1916 foi o “momento decisivo” para a criação do Parque Nacional do Iguaçu. “Valorizar esse legado é fortalecer a identidade do nosso destino”, afirma. Izabelle Ferrari, do projeto Dumont nas Cataratas, convida a comunidade a se apropriar dessa história: “O gesto de Dumont aqui foi único e o coloca como referência em sustentabilidade”.
O evento é gratuito e contará também com a venda de itens personalizados (camisetas e bottons) para arrecadar fundos para a manutenção do acervo histórico do projeto, hoje instalado no prédio do antigo aeroporto (Gresfi).
Foz do Iguaçu não é mais apenas uma escala no roteiro dos viajantes; a cidade se consolidou como o destino final e principal. A conclusão faz parte da mais recente Pesquisa de Demanda Turística de Foz do Iguaçu, produzida pelo Observatório Nacional de Turismo Sustentável do Itaipu Parquetec, em parceria com o Ministério do Turismo (MTur). O estudo comparativo entre as altas temporadas de dezembro de 2024 e dezembro de 2025 traz dados que comprovam o fortalecimento econômico do setor na fronteira.
A morte do “Turismo de Passagem”
O dado mais impactante do relatório é a redução do número de turistas que declararam estar apenas em trânsito pelo município. Em dezembro de 2024, esse público representava 16% dos entrevistados. Já em dezembro de 2025, esse índice despencou para apenas 2,9%.
Essa mudança sinaliza que as estratégias de retenção do visitante surtiram efeito: o turista agora planeja sua viagem tendo Foz do Iguaçu como objetivo central, e não como um ponto de parada para conexões internacionais ou compras rápidas.
Origem: O avanço do mercado internacional
Embora o brasileiro continue sendo a base do turismo local, a diversidade de bandeiras aumentou:
Brasileiros: 77,8% (com destaque para as emissões vindas de São Paulo, Rio de Janeiro e do próprio Paraná).
Argentinos: 7,5% (mantendo a força do mercado fronteiriço).
Outras Nacionalidades: Ocupam agora quase 10% da demanda total, indicando que o destino está alcançando novos mercados além da América do Sul.
Perfil do Visitante e Comportamento de Consumo
Movimentação de passageiros segue tendência de crescimento em Foz/Foto: Divulgação Motiva.
A pesquisa traçou o DNA do turista que escolheu Foz no último ano. O público médio situa-se na faixa dos 32 aos 50 anos, um segmento com maior estabilidade financeira e poder de consumo para serviços de valor agregado, como a gastronomia premium e o entretenimento noturno.
Outros indicadores de comportamento chamam a atenção:
Média de permanência: Consolidou-se em três noites, superando a média nacional (que flutua entre 2 e 3 noites).
Engajamento com atrativos: O índice de pessoas que não visitaram nenhum ponto turístico caiu de 8% para 4,8%. Isso significa que o turista está mais ativo e disposto a explorar além das Cataratas.
Grupos de viagem: Houve um leve aumento no percentual de turistas viajando com amigos, embora casais e famílias continuem sendo a base principal.
O papel das Cataratas e do Hub Gastronômico
As Cataratas do Iguaçu permanecem como o ícone absoluto e motor de atração, mas a pesquisa demonstra que Foz agora atua como um hub multifacetado. O turista de 2025 demonstrou interesse crescente por espaços culturais e pela diversidade gastronômica da Tríplice Fronteira, o que ajuda a distribuir a renda turística por diversos bairros da cidade.
Impacto para o Planejamento de 2026
Para os especialistas do Itaipu Parquetec, estes números são vitais para o planejamento da iniciativa privada e do poder público neste ano. A tendência de permanência qualificada exige investimentos contínuos em infraestrutura de mobilidade e conectividade (como o projeto de expansão do sinal móvel em áreas de sombra).
Análise: Onde os números encontram a realidade da fronteira
Foto Ilustrativa. Por: Freepik.
Embora a consolidação de Foz do Iguaçu como destino de experiência seja um fato indiscutível, a leitura dos dados de dezembro exige cautela. Especialistas do setor apontam que a amostragem de um único mês — justamente o período de férias escolares e festas — pode não representar o “DNA” do turista que frequenta a cidade ao longo de todo o ano.
Um dos pontos de atenção é a metodologia. Sem a divulgação de onde as entrevistas foram realizadas, os números podem sofrer o chamado “viés de localização”. Se a coleta ocorreu majoritariamente no aeroporto ou em hotéis de grande porte, é natural que a média de permanência suba e as Cataratas apareçam como foco absoluto.
No entanto, se essa mesma pesquisa fosse aplicada na Rodoviária Internacional ou nos acessos pela BR-277, o perfil mudaria drasticamente:
Turismo de Compras: O peso de Ciudad del Este possivelmente dividiria o protagonismo com o ecoturismo.
Permanência: O número de visitantes que passam apenas 24h ou 48h na cidade (especialmente os “sacoleiros” ou compradores de fim de semana) provavelmente puxaria a média de três noites para baixo.
Sazonalidade: O turista de dezembro é, por definição, o turista de lazer e descanso. O perfil de baixa temporada, focado em negócios e eventos, possui hábitos de consumo e permanência completamente diferentes, que poderiam inclusive, fazer com que a média de permanência subisse, e muito, no resultado da pesquisa.
Para que a iniciativa privada não seja induzida ao erro no planejamento de 2026, é fundamental que o Observatório amplie essas coletas para diferentes épocas e pontos de entrada da cidade. Afinal, Foz do Iguaçu é um destino multifacetado, e o turista que movimenta o comércio de rua muitas vezes é invisível para as pesquisas feitas apenas nos “cartões-postais”.
A consolidação de Foz como destino de experiências completas — abrangendo ecoturismo, compras, eventos e negócios — coloca a cidade em uma posição de liderança no turismo sustentável nacional.
A regulamentação do trabalho de motoristas e entregadores por aplicativos deve avançar no Congresso Nacional nas próximas semanas. O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, sinalizou nesta terça-feira (10) que o Projeto de Lei Complementar (PLP) tem potencial para ser votado em plenário até o início de abril, após uma série de reuniões de alinhamento com o Governo Federal.
O objetivo da proposta é criar uma base de garantias para os cerca de 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas como Uber, 99, iFood e InDrive, sem inviabilizar o funcionamento das empresas ou repassar custos excessivos ao consumidor final.
O impasse: Taxa mínima para entregadores
Enquanto o texto caminha para um consenso, o pagamento de uma taxa básica de serviço para entregadores de bens e lanches é o ponto de maior divergência:
Proposta do Governo: Defende um valor mínimo de R$ 10,00 por entrega, somado a um adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado.
Visão do Relator: O deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE) alerta que um valor fixo nacional pode inviabilizar o serviço em cidades menores, onde o custo de vida e o preço dos produtos são mais baixos que em grandes metrópoles.
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, reafirmou que o governo considera essa taxa uma demanda inegociável dos motoboys e deve apresentar uma emenda caso o item não conste no relatório final.
Consenso sobre motoristas de passageiros
Diferente do setor de entregas, houve um entendimento de que não haverá valor mínimo de corrida para motoristas de passageiros. Segundo o relator, cerca de 25% das viagens no Brasil custam menos de R$ 8,50, e a fixação de um piso poderia excluir uma fatia significativa do mercado.
Seguridade Social: O foco na Previdência
Um dos pilares do projeto, defendido tanto pelo relator quanto pelo ministro do Trabalho, Luiz Marinho, é o “agasalho social”. A lei deve estabelecer a obrigatoriedade da contribuição previdenciária, garantindo aos autônomos acesso a benefícios como auxílio-doença, aposentadoria e licença-maternidade.
“O pior dos mundos é a situação atual, de ausência total de direitos. Precisamos de uma segurança mínima que possa ser aperfeiçoada anualmente”, destacou Luiz Marinho.
Próximos passos
A Comissão Especial, presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), se reúne nesta quarta-feira (11) com representantes do Executivo para tentar fechar o texto final. Se houver acordo, o relatório segue para a Comissão e, na sequência, para a votação definitiva no Plenário da Câmara.
Com Informações: Agência Brasil
Foto em destaque: Douglas Gomes/Divulgação Câmara dos Deputados
O grito por sobrevivência e dignidade ecoou pelo centro de Foz do Iguaçu neste domingo, 8 de março. Sob o lema “Parem de nos matar”, centenas de mulheres realizaram uma mobilização que uniu panfletagem, diálogo com a comunidade e um ato político central na Praça da Paz. A pauta foi extensa: desde o combate ao feminicídio — que registra números alarmantes no Paraná — até a luta pela revogação da escala de trabalho 6×1.
O movimento reuniu uma frente ampla composta por movimentos sociais, sindicatos, partidos do campo progressista e coletivos feministas. A marcha teve início no cruzamento da Avenida JK com a Rua Quintino Bocaiuva e percorreu a tradicional feirinha da cidade, transformando o espaço de lazer em um ambiente de conscientização sobre a violência de gênero.
Unidade entre gerações e críticas à gestão pública
Com mais de 30 anos de luta, professora Madalena Ames celebra a renovação das gerações na resistência contra o patriarcado. Foto: Marcos Labanca/APP-Sindicato/Foz.
A professora Maria Madalena Ames, representante da APP-Sindicato/Foz (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná), celebrou a unidade das frentes políticas e a forte presença da juventude no ato. Em sua fala, ela não poupou críticas à omissão estatal.
“Essa construção conjunta é fundamental para mostrar nossa força. Enquanto quem deve fazer a defesa das mulheres de Foz do Iguaçu dissimula o problema da violência, nós viemos às ruas para dizer: basta de violência, chega de assassinar mulheres”, pontuou a liderança.
Vozes do campo e do sistema prisional
Andreia da Silva, pioneira na representação de mulheres privadas de liberdade, destacou a importância de ocupar espaços de luta. Foto: Marcos Labanca/APP-Sindicato/Foz.
Um dos pontos altos do ato foi o destaque dado a realidades muitas vezes invisibilizadas pela sociedade iguaçuense:
Mulheres Camponesas: Integrantes do Movimento das Mulheres Camponesas (MMC) denunciaram que a violência no campo sofre com uma subnotificação severa. Para as coordenadoras, a dor da mulher rural muitas vezes não vira estatística por falta de acesso a órgãos de denúncia e por isolamento geográfico. Elas reivindicaram renda, dignidade e o fim da violência no meio rural.
Mulheres Privadas de Liberdade: Andreia da Silva trouxe um relato potente sobre o preconceito e o abandono sofrido por mulheres sob custódia do Estado. Primeira representante da região a levar a realidade das detentas para debates em Brasília, ela reforçou a necessidade de humanização. “As mulheres são constantemente rotuladas como o ‘sexo frágil’, sem que a sociedade reconheça nossa importância. Luto por quem foi esquecida”, afirmou.
O colapso do sistema de proteção
O ato apresentou números que justificam a urgência da mobilização. Em 2025, o Brasil registrou 1.568 feminicídios, e o Paraná segue como o estado que lidera esse triste ranking na Região Sul. Desde 2015, o país já soma mais de 13,7 mil mulheres assassinadas pelo simples fato de serem mulheres.
Para as organizadoras, o crescimento de 14,5% nos casos nos últimos cinco anos revela a falência das políticas de proteção atuais. Elas cobraram uma mudança de postura do público masculino, ressaltando que o silêncio diante de agressores conhecidos torna os homens cúmplices da estrutura violenta.
Dignidade trabalhista: O fim da escala 6×1
Cartazes pedindo o fim da escala 6×1, apontando a sobrecarga da jornada tripla imposta às mulheres. Foto: Marcos Labanca/APP-Sindicato/Foz.
Além da segurança física, a exaustão física e mental foi tema central. As mulheres pediram o fim da escala 6×1 (seis dias de trabalho para um de descanso). A denúncia é que essa jornada é uma ferramenta de opressão que penaliza duplamente as mulheres, que após a carga horária profissional, ainda arcam com o trabalho doméstico e o cuidado com a família. O movimento defende que “trabalhar menos para viver mais” é uma questão de saúde mental e dignidade humana.
Foz do Iguaçu consolidou, em fevereiro de 2026, o melhor desempenho de sua história para o período. Segundo dados divulgados pela Secretaria Municipal de Turismo (SMTU), a ocupação hoteleira média atingiu 75%, um salto significativo que supera em 9% o recorde anterior. O índice reflete a maturidade do destino, que tem conseguido manter o fluxo de visitantes em alta mesmo fora do ápice das férias escolares.
O levantamento, que contou com a adesão de 88% dos meios de hospedagem da cidade, revela uma curva de crescimento impressionante nos últimos cinco anos. Para se ter uma ideia, em 2021 a ocupação era de apenas 24%.
Evolução da Ocupação Hoteleira (Fevereiro)
A trajetória de recuperação e crescimento do setor em Foz é nítida:
2021: 24%
2022: 53%
2023: 64%
2024: 63%
2025: 66%
2026:75% (Recorde Histórico)
O pico de movimentação ocorreu durante o Carnaval, quando a hotelaria registrou 89% de ocupação, a maior marca da série histórica para o feriado. Outro dado relevante é o desempenho das pousadas, que superaram os hotéis de grande porte com uma média de 78%.
Atrativos também registram altas históricas
O sucesso da hotelaria é acompanhado pelo desempenho recorde dos principais atrativos da Terra das Cataratas. O Parque Nacional do Iguaçu recebeu 169 mil visitantes de 123 nacionalidades em fevereiro — um aumento de quase 25% em relação ao ano passado. No acumulado do primeiro bimestre, o parque já soma mais de 421 mil turistas.
O Parque das Aves seguiu a mesma tendência, recebendo 67 mil pessoas em fevereiro, um crescimento de 34% comparado ao mesmo mês de 2025.
Planejamento e Promoção
Para o secretário de Turismo, Jin Petrycoski, o resultado é fruto de uma integração eficiente entre o poder público e o trade turístico. “Tivemos resultados expressivos na hotelaria e nos atrativos, com visitantes de mais de 120 países. Isso reforça nossa relevância internacional e nos dá segurança para projetar um 2026 ainda mais forte”, afirma.
A chefe da Divisão de Estatística, Sheila Domingues, destaca que o destino aprendeu a capitalizar feriados e a manter uma demanda constante, colocando Foz como escolha prioritária no cenário nacional.
O Governo de Javier Milei oficializou, nesta segunda-feira (09/03), a promulgação do novo Regime Penal Juvenil na Argentina. Através do Decreto 138/2026, publicado no Diário Oficial, a idade de imputabilidade penal no país vizinho foi reduzida de 16 para 14 anos. A medida formaliza a Lei 27.801, que havia sido aprovada pelo Congresso argentino no final de fevereiro.
A nova regra revoga a Lei 22.278, que estava em vigor desde 1980, e marca uma mudança profunda na política de segurança e justiça da Argentina. O sistema terá um prazo de 180 dias para se adequar antes que a lei passe a ser aplicada na prática.
Regras e limites do novo sistema
A legislação estabelece que adolescentes a partir dos 14 anos responderão criminalmente por delitos previstos no Código Penal. No entanto, o texto impõe salvaguardas e limites específicos para diferenciar o tratamento de menores e adultos:
Pena Máxima: Fica proibida a prisão perpétua para menores. O tempo máximo de reclusão será de 15 anos, mesmo que o crime cometido preveja penas superiores para adultos.
Foco na Ressocialização: As sanções devem priorizar a educação, formação laboral e reparação de danos à vítima.
Monitoramento Eletrônico: A lei autoriza o uso de tornozeleiras e dispositivos de rastreio para garantir o cumprimento das medidas socioeducativas.
Privação de Liberdade: O encarceramento deve ser a última opção, podendo ser cumprido em domicílio, institutos abertos ou centros especializados de detenção.
Implementação e orçamento
Para que a nova lei saia do papel, o governo argentino previu um investimento inicial superior a 23,7 bilhões de pesos. Esses recursos serão destinados ao Ministério da Justiça e à Defensoria Geral para a construção de infraestrutura e contratação de equipes interdisciplinares (médicos, psicólogos e educadores).
A norma também convida as províncias, incluindo a vizinha Misiones (onde fica Puerto Iguazú), a adequarem suas legislações locais aos novos princípios federais. Caso não seja possível comprovar a idade exata do suspeito no momento da abordagem, a justiça deverá presumir a menoridade, seguindo o princípio de proteção ao menor.
Enquanto isso, no Brasil…
A decisão da Argentina reacende o debate sobre a maioridade penal no Brasil, onde a Constituição de 1988 define a inimputabilidade para menores de 18 anos. Atualmente, o país segue o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que prevê medidas socioeducativas para jovens entre 12 e 18 anos, com internação máxima de três anos para atos infracionais graves.
Na Câmara dos Deputados e no Senado, o tema permanece em pauta por meio da PEC 115/2015, que propõe a redução para 16 anos em casos de crimes hediondos, homicídio doloso e lesão corporal seguida de morte. Embora a proposta tenha avançado em algumas comissões, ela enfrenta resistência de setores que defendem o fortalecimento do ECA e o foco na educação, em vez da punição no sistema carcerário comum.
O debate na fronteira
Para os moradores da Tríplice Fronteira, a nova legislação argentina é vista com atenção, especialmente no que diz respeito à segurança pública e à cooperação jurídica em crimes transfronteiriços. Com a nova regra argentina de 14 anos, a região passa a conviver com três realidades distintas. No Paraguai, embora a maioridade penal plena seja aos 18 anos, o sistema de justiça já aplica responsabilidade penal e medidas de internação a partir dos 14 anos.
Enquanto isso, no Brasil, a imputabilidade penal plena ocorre apenas aos 18 anos e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) limita o tempo de internação a no máximo três anos para atos infracionais graves. Essa disparidade de critérios levanta um alerta em Foz do Iguaçu: o receio é que a cidade se torne um destino atrativo para menores infratores dos países vizinhos, que podem enxergar na legislação brasileira um cenário de maior impunidade ou menor rigor penal para quem ainda não atingiu a maioridade.
Uma fiscalização de rotina da Receita Federal resultou em uma apreensão milionária na manhã do último domingo (08/03). Servidores interceptaram uma carreta na BR-277, nas proximidades de Medianeira (PR), carregada com aproximadamente R$ 1 milhão em mercadorias contrabandeadas. O que deveria ser um transporte comum de bebidas escondia um esquema sofisticado de fundo falso.
A abordagem ocorreu após a equipe de patrulhamento suspeitar de uma lona parcialmente solta no compartimento de carga. Ao ser parado, o motorista apresentou notas fiscais lícitas para o transporte de garrafas de cerveja e barris de chopp, mas o nervosismo e os detalhes do veículo levaram os fiscais a uma inspeção minuciosa.
O esconderijo sob os vasilhames
Ao removerem parte da carga de bebidas na Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu, os servidores confirmaram a suspeita: um fundo falso estrategicamente construído sob os engradados. No compartimento oculto, foram localizados:
500 smartphones de última geração e diversas marcas;
Cerca de 200 ampolas de outros emagrecedores sem registro.
Reincidência e prisão sem fiança
O motorista, que confessou que receberia R$ 10 mil para levar a carga até Itu (SP), já é um conhecido das autoridades. Segundo a Receita Federal, ele é reincidente e já havia sido flagrado anteriormente transportando uma carga avaliada em R$ 10 milhões.
Desta vez, o homem foi preso em flagrante pelo crime de contrabando e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu. Devido à gravidade e à reincidência, ele permanece detido sem direito à fiança. O veículo e todos os produtos foram retidos para os procedimentos de perdimento.
Foco na Saúde Pública
A Receita Federal destaca que a apreensão de medicamentos como a tirzepatida e retatrutida é prioridade, pois a entrada irregular dessas substâncias, sem o controle da Anvisa, representa um grave risco à saúde de quem os consome. Além do prejuízo financeiro ao crime organizado, a ação retira do mercado produtos de procedência duvidosa que seriam comercializados no interior paulista.
Com Informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu