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ter, 01 de set 2026

Você sabia? Novas regras para patinetes e bikes elétricas já estão valendo em Foz do Iguaçu

Em vigor em todo o estado desde o fim de julho, Resolução 106/2026 do CETRAN/PR fixa idade mínima de 16 anos e proíbe circulação em calçadas e rodovias.

Quem utiliza bicicleta elétrica ou patinete para se locomover por Foz do Iguaçu precisa ficar atento às novas regras do trânsito paranaense. A Resolução nº 106/2026 do Conselho Estadual de Trânsito do Paraná (CETRAN/PR), publicada em 20 de julho de 2026, já está em vigor em todos os municípios do estado e padronizou os limites de velocidade e as exigências para condutores desses equipamentos.

Uma das principais determinações válidas para Foz e demais cidades é a exigência de idade mínima de 16 anos para pilotar esses veículos em vias públicas. Para adolescentes de 16 a 17 anos, a circulação condiciona-se à autorização dos pais ou responsáveis legais, que passam a responder civilmente por eventuais infrações ou danos.

A norma destaca ainda que as restrições de idade e tráfego não se aplicam aos equipamentos de tecnologia assistiva utilizados por pessoas com deficiência.

Limites de velocidade e onde é permitido rodar

O documento do CETRAN/PR organiza a circulação da micromobilidade de acordo com a velocidade e a estrutura da via:

  • Ciclovias e ciclofaixas: Limite máximo de velocidade de até 20 km/h.
  • Vias urbanas (com limite geral de até 40 km/h): A circulação é permitida no mesmo sentido dos carros, garantindo preferência de passagem para os ciclistas sobre os automóveis.
  • Áreas exclusivas de pedestres: Velocidade máxima restrita a 6 km/h, desde que haja sinalização específica permitindo o tráfego.

 

Onde a circulação é proibida

A resolução veta categoricamente a circulação de patinetes e bicicletas elétricas em calçadas, rodovias, faixas exclusivas de ônibus, vias de trânsito rápido e ruas com limite de velocidade acima de 40 km/h — salvo em exceções com sinalização especial.

Além do uso dos itens de série obrigatórios (como sinalização noturna e campainha), o órgão recomenda a utilização de capacete ciclístico por todos os usuários. A fiscalização em Foz do Iguaçu fica à cargo da Foztrans..

 

 

Foto em destaque: Divulgação/CETRAN-PR

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Enquanto a última pesquisa nacional indica que o brasileiro lê em média 3,96 livros por ano, o servidor da Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu, Waldson de Almeida Dias, alcança a impressionante marca de quatro livros por semana — o equivalente a cerca de 208 obras anualmente. A intensa relação com a literatura garantiu ao gaúcho de nascimento, radicado na fronteira desde 2004, o título de Embaixador Honorífico da 21ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu, que acontece de 3 a 6 de setembro na Praça da Paz.

A rotina de leitura de Waldson é dividida estrategicamente: três obras semanais dedicadas a romances, contos, crônicas ou biografias e uma exclusivamente focada em poesia. A paixão começou aos 6 anos, influenciada pela tia professora. Aos 7 anos, o leitor precoce já devorava clássicos voltados ao público adulto, como Capitães de Areia, de Jorge Amado — obra que despertou seu desejo de conhecer Salvador (BA).

Na infância e adolescência no Rio Grande do Sul, devorou acervos escolares completos com autores como Júlio Verne e Alexandre Dumas, conquistou prêmios literários estudantis e venceu o 1º Concurso de Poesias Mário Quintana, recebendo a premiação das mãos do próprio poeta gaúcho.

Da fundação da Feira em Foz à mala cheia de Paraty

Além de leitor compulsivo, Waldson possui papel histórico na política cultural de Foz do Iguaçu: em 2005, atuando pela Fundação Cultural e como coordenador da editora Editares, participou diretamente da organização da primeira edição da Feira do Livro da cidade.

Dono de um acervo pessoal com mais de 3.500 volumes — após ter perdido cerca de 2 mil exemplares durante uma enchente no Rio Grande do Sul em 2006 —, o homenageado é presença constante em grandes eventos literários do país. Recentemente, ao retornar da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), desembarcou com 63 livros autografados na bagagem de mão, reforçando o lema que carrega da poesia de Silas Fonseca:

“Eu do livro não me livro, nem quero me livrar”

 

A homenagem marca a abertura da 21ª edição do Festival Literário, celebrando quem dedica a vida a transformar a leitura em ponte para o mundo.

 

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

 

Quem abre um cassino online pela primeira vez raramente está a pensar em design. Mas é o design, mais do que qualquer outro elemento, que explica por que certas plataformas conseguem criar experiências tão envolventes. Sons, cores, ritmo, feedback visual, progressão de recompensas: cada detalhe é pensado para que o jogador se sinta confortável, estimulado e em controle. Plataformas internacionais como a Betway Moçambique investem continuamente nesse equilíbrio entre funcionalidade e experiência sensorial, e o resultado é visível na fluidez com que um utilizador navega entre uma aposta esportiva e um jogo de slot sem sentir qualquer quebra na experiência.

O som como elemento central da experiência

Num cassino físico, o som é inevitável. Máquinas a tocar, fichas a cair, aplausos discretos ao fundo. Os cassinos online reproduzem essa atmosfera de forma deliberada, mas com uma diferença fundamental: cada som pode ser calibrado para o contexto específico de cada jogo.

Nos jogos de slot, o som cumpre uma função psicológica precisa. O reforço sonoro de um ganho, mesmo que o valor seja inferior ao apostado, é processado pelo cérebro como um sinal positivo. Pesquisas na área da psicologia comportamental demonstraram que sons associados a vitórias activam circuitos de recompensa de forma semelhante a outros estímulos positivos. Os designers de jogos conhecem esse mecanismo e utilizam-no para criar momentos de satisfação que mantêm o jogador envolvido.

A variação de som entre diferentes resultados também é calculada. Um ganho pequeno tem o seu próprio som, diferente de um ganho maior, que por sua vez tem uma celebração sonora mais elaborada. Essa hierarquia sonora cria uma gramática emocional dentro do jogo que o jogador aprende rapidamente e começa a antecipar.

Cores, luz e ritmo visual

As paletas de cores dos jogos de casino online não são escolhas estéticas arbitrárias. As cores quentes, como vermelhos e laranjas, tendem a dominar porque estimulam a atenção e criam uma sensação de energia. O contraste entre fundos escuros e elementos brilhantes nos rolos das slots direciona o olhar para os símbolos que importam e amplifica o impacto visual dos momentos de ganho.

O ritmo visual do jogo também é cuidadosamente controlado. Nos jogos de slot, a velocidade com que os rolos giram e param é calibrada para criar tensão e resolução em ciclos curtos. Demasiado rápido e o jogador não tem tempo para se envolver; demasiado lento e a experiência perde a energia que a torna apelativa. O ponto de equilíbrio, encontrado através de anos de testes com utilizadores, é o que define o ritmo padrão da maioria dos jogos modernos.

As animações de celebração nos momentos de ganho têm um papel semelhante. Mesmo num ganho modesto, a plataforma responde com uma animação visualmente satisfatória que transforma um resultado financeiro numa experiência sensorial.

Progressão, recompensas e a sensação de controle

Um dos elementos mais sofisticados do design de jogos online é a criação de progressão. Ao contrário de um jogo de slot puramente aleatório, os jogos modernos incorporam mecânicas de progressão que dão ao jogador a sensação de que a sua actividade tem consequências acumuladas: pontos de fidelidade, níveis de utilizador, missões diárias, jackpots progressivos que crescem com cada aposta.

Essas mecânicas cumprem uma função psicológica importante: transformam uma experiência de resultado binário, ganhar ou perder, numa experiência de progresso contínuo. O jogador que não ganhou num determinado ciclo pode ainda assim sentir que avançou, que acumulou pontos, que está mais próximo de um prémio. Essa sensação de progresso parcial é um dos elementos mais estudados na psicologia dos jogos, tanto nos videojogos quanto nos jogos de casino.

A sensação de controle é igualmente importante. Mesmo em jogos de pura aleatoriedade, as plataformas oferecem opções que dão ao jogador a percepção de que as suas escolhas importam: escolher o número de linhas de pagamento activas, ajustar o valor da aposta por spin, activar ou desactivar funcionalidades específicas. Essa agência percebida não altera matematicamente as probabilidades, mas tem um impacto real na satisfação com a experiência.

O que o jogador informado deve saber

Compreender esses mecanismos de design não tira o prazer da experiência: pelo contrário, coloca o jogador numa posição mais consciente. Saber que um ganho pequeno é acompanhado de celebração sonora porque esse é o design intencional do jogo, e não um sinal de que mais ganhos estão a caminho, é uma forma de literacia digital que qualquer jogador beneficia de ter.

As plataformas licenciadas e reguladas são obrigadas a disponibilizar informações claras sobre RTP, regras de cada jogo e ferramentas de controle da actividade do jogador. Essa exigência tem impacto direto no design: segundo dados do Yogonet Brasil, apenas as plataformas com domínio .bet.br autorizado integram os requisitos de transparência e autoexclusão definidos pela Secretaria de Prêmios e Apostas, o que distingue estruturalmente a experiência oferecida por operadoras licenciadas das que actuam fora do mercado regulado. No mercado moçambicano, a Inspeção de Jogos de Moçambique cumpre um papel equivalente, garantindo que as plataformas autorizadas operem com os mesmos princípios de responsabilidade e clareza que o jogador tem direito a esperar.

Os motoristas que trafegam por Foz do Iguaçu devem atenção dobrada nos próximos dias. A Prefeitura e os órgãos de trânsito iniciam nesta sexta-feira (4) as interdições na Avenida Paraná e vias do entorno, na região do bairro Polo Centro, para a organização e montagem da estrutura do Desfile Cívico-Militar de 7 de Setembro.

O evento, marcado para a próxima segunda-feira (7), reunirá cerca de 3,8 mil integrantes nas apresentações civis e militares. A solenidade terá início às 9h, com encerramento previsto para as 12h.

Cronograma de bloqueios e interdições

Para garantir a segurança das equipes de montagem e do público, o tráfego sofrerá intervenções graduais ao longo do fim de semana:

  • Sexta-feira (04/09) e Sábado (05/09) — Interdição Parcial: A Avenida Paraná terá fluxo reduzido no trecho entre as ruas Silvino Dalbó e Manuel Rodrigues Filho para a instalação das estruturas iniciais.
  • Domingo (06/09) — Bloqueio Total da Via Principal: A partir de domingo, a Avenida Paraná será totalmente fechada entre o cruzamento com a Av. Duque de Caxias / Rua Rosa Cirilo de Castro e a interseção com a Av. Costa e Silva / Av. República Argentina.
  • Segunda-feira (07/09 — Dia do Desfile) — Ampliação dos Bloqueios: O cerco ao tráfego será expandido ao longo de toda a Avenida Paraná, do cruzamento com a Avenida José Maria de Brito até a junção da Av. Costa e Silva com a Av. República Argentina, incluindo todas as ruas acessórias e cruzamentos que dão acesso à via principal.

 

Liberação do tráfego e rotas alternativas

A orientação das autoridades de tráfego é para que os condutores evitem a região do Polo Centro durante o período e utilizem vias paralelas para deslocamentos entre o centro e os bairros.

A previsão oficial indica que a circulação de veículos nas vias interditadas será completamente normalizada até as 17h de segunda-feira (7).

 

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

A escritora, atriz, poeta e arte-educadora Sueli Crespa apresenta sua mais nova obra literária durante a 21ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu. O livro “Manual de Sobrevivência de uma Mulher Negra” será lançado no próximo domingo, 6 de setembro, às 15h, no palco principal do evento, instalado na Praça da Paz.

Apesar do uso da palavra “manual” no título, a publicação não busca ditar regras ou fórmulas prontas. O livro foca nas experiências diárias, memórias e estratégias desenvolvidas por mulheres pretas para enfrentar o racismo e o machismo, destacando a construção de espaços de acolhimento e pertencimento.

A autora ressalta que o conceito de sobrevivência abordado na obra vai além do enfrentamento das dores e das desigualdades sociais. Para Sueli, o direito à alegria, ao descanso, à arte e ao afeto são pilares fundamentais para a existência plena.

Afeto, arte e redes de apoio

Graduada em Mediação Cultural – Letras e Artes pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), Sueli Crespa integra os coletivos Mulheres Instituto Americanas e Pretas com Poesia. Em suas produções, a escritora busca afastar a narrativa exclusiva do sofrimento, evidenciando a potência da criação artística, da palavra e da ancestralidade.

A autora já publicou o livro “Negressência” (2023) e participou de coletâneas como “Vozes Mulheres da Améfrica Ladina” (2021) e “Pretas com Poesia” (2024). Em 2025, teve poemas traduzidos para o espanhol e veiculados na publicação chilena Revista LP5.

Serviço — Lançamento do livro “Manual de Sobrevivência de uma Mulher Negra”

Data: Domingo, 6 de setembro de 2026

Horário: 15h

Local: Palco Principal da 21ª Feira Internacional do Livro (Praça da Paz, Foz do Iguaçu)

Entrada: Gratuita

 

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