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dom, 26 de abr 2026

Rod Stewart visita as Cataratas e se hospeda dentro do Parque Nacional do Iguaçu durante férias no Brasil

Cantor britânico está curtindo dias de descanso no Hotel das Cataratas, A Belmond Hotel, e revisitando atrações icônicas do parque.

O lendário cantor britânico Rod Stewart, de 80 anos, está passando férias no Brasil e escolheu Foz do Iguaçu como um dos destinos da viagem. O artista chegou à cidade após uma passagem pelo Rio de Janeiro, onde visitou o Cristo Redentor com a esposa, Penny Lancaster, e o filho Alastair Wallace, posando para fotos com fãs.

Nesta semana, Rod desembarcou em Foz e se hospedou no Hotel das Cataratas, A Belmond Hotel, o único localizado dentro do Parque Nacional do Iguaçu, que oferece exclusividade e vista privilegiada das quedas d’água.

Experiência no Parque Nacional do Iguaçu

Na manhã desta quarta-feira (22), o cantor foi visto desfrutando das instalações do hotel ao lado da esposa. À tarde, o casal embarcou em uma aventura no Macuco Safari, tradicional passeio de barco que leva os visitantes para bem perto das Cataratas do Iguaçu, dentro da unidade de conservação reconhecida como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO.

Em 2023, Rod e a esposa Penny também estiveram em Foz, e registraram nas redes sociais o encanto das Cataratas. Imagem: Redes Sociais.

A última vez que Rod Stewart esteve em Foz do Iguaçu foi em outubro de 2023, quando passou pela cidade após realizar duas apresentações em São Paulo, em shows com participação especial de Ivete Sangalo, antes de seguir para uma série de apresentações na Argentina. Na ocasião, o cantor e sua esposa também aproveitaram a passagem para visitar as Cataratas e fazer o passeio do Macuco, compartilhando a experiência nas redes sociais.

Quem é Rod Stewart

Com uma carreira que atravessa seis décadas, Rod Stewart é um dos nomes mais icônicos do rock e pop mundial. Dono de uma voz rouca inconfundível, o artista já vendeu mais de 120 milhões de discos ao redor do mundo. Seu repertório mistura rock, soul e folk, e inclui sucessos eternos como “Maggie May” e “Sailing”.

Stewart também protagonizou um dos casos mais conhecidos de plágio na música internacional. Seu hit “Da Ya Think I’m Sexy?” utilizou a melodia da canção “Taj Mahal”, de Jorge Ben Jor. O cantor brasileiro processou Stewart, que rapidamente reconheceu o erro. Em 1979, o britânico doou os lucros da música à UNICEF, encerrando o caso de forma amistosa.

Em sua biografia, o artista admite que o plágio foi “inconsciente”, relatando ter ouvido a canção de Jorge Ben Jor durante o carnaval de 1978, no Rio de Janeiro.

Um ícone que voltou a se encantar por Foz

A presença de Rod Stewart em Foz do Iguaçu reforça o apelo internacional do destino, que segue atraindo celebridades e personalidades do mundo todo. A combinação entre natureza exuberante, hospedagem de luxo e experiências únicas — como o passeio pelo Macuco Safari — continua transformando o Parque Nacional do Iguaçu em um cenário irresistível para visitantes de todas as partes.

 

 

Foto: Redes Sociais

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Neste domingo, 26 de abril de 2026, Foz do Iguaçu recorda um dos capítulos mais glamourosos e marcantes de sua história recente. Há exatos 35 anos, o Aeroporto Internacional de Foz recebia o avião da Força Aérea Real trazendo a bordo a figura mais fotografada do mundo na época: Diana, a Princesa de Gales.

A visita, que ocorreu em 1991, fazia parte de um roteiro de cinco dias pelo Brasil. Enquanto o então príncipe Charles cumpria agendas ambientais voltadas à preparação para a ECO-92 em cidades como Belém e São Paulo, Diana seguiu um desejo pessoal: conhecer as quedas iguaçuenses. Reza a lenda que a inclusão do destino no roteiro oficial foi um pedido direto da própria princesa, fascinada pelas histórias sobre a força da natureza na fronteira.

Meio-dia na fronteira: A chegada da Princesa

O relógio marcava meio-dia quando Diana desembarcou em solo iguaçuense. Após receber cumprimentos de autoridades locais em uma recepção que parou a cidade, ela seguiu diretamente para o Parque Nacional do Iguaçu.

Diferente das aglomerações protocolares, o momento de Diana com as Cataratas foi de contemplação. Ela caminhou pelas passarelas, sempre seguida de perto por uma multidão de fotógrafos de agências internacionais, e passou uma noite inesquecível no icônico Hotel das Cataratas. Na época, o local era conhecido como Hotel Tropical das Cataratas, antes da concessão passar para a rede Orient-Express Hotels em 2007 (renomeada para Belmond em 2014).

O detalhe que os registros oficiais não contam

O jornalista Jackson Lima, resgistrou em suas redes sociais, uma curiosidade sobre a visita de Lady Di. Imagem: Reprodução.

Uma curiosidade compartilhada pelo jornalista e “memória viva” de Foz, Jackson Lima, em suas redes sociais, revela um lado menos glamouroso daquela época. Segundo Jackson, a Princesa não conseguiu percorrer a passarela do Salto Floriano — aquela que leva até a borda do cânion do rio — porque a estrutura estava quebrada.

As fotos da época confirmam que a antiga passarela estava sem grade, refletindo uma realidade difícil que o Parque Nacional vivia naquele início de década. Ainda segundo o jornalista, a situação levou quatro anos para ser resolvida, graças a um patrocínio da saudosa companhia aérea VARIG, que custeou a passarela utilizada até hoje.

O “Quarto da Princesa”

Três décadas e meia depois, o legado dessa estadia permanece vivo dentro do hotel. O quarto ocupado por Lady Di, com vista privilegiada para as quedas, tornou-se o mais famoso e requisitado da unidade. Hospedar-se ali é, para muitos visitantes, uma forma de se conectar com a aura de elegância e humanidade que Diana exalava.

O fim de uma era

A passagem por Foz foi um dos últimos momentos de tranquilidade da princesa antes de retornar a São Paulo para um compromisso no Teatro Municipal e, posteriormente, regressar à Inglaterra. Apenas um ano após pisar nas Cataratas, em 1992, rumores da separação de Charles e Diana abalariam o mundo — o divórcio oficial viria em 1996.

A trajetória da “Princesa do Povo” seria tragicamente interrompida seis anos após a visita a Foz, em 31 de agosto de 1997, em Paris. Porém, para Foz do Iguaçu, Diana nunca partiu. Ela permanece eternizada na memória coletiva dos moradores da região trinacional, nas fotos amareladas dos arquivos locais e no som das águas que, naquele 26 de abril de 1991, pareceram reverenciar a realeza.

 

 

Foto em destaque: Arquivo da internet restaurado com auxílio da inteligência artificial (I.A)

Foz do Iguaçu sempre foi reconhecida por visitantes como uma cidade limpa e organizada. Mas quem caminha pelos bairros e até pelo centro nos últimos anos percebe uma mudança negativa: sacos rasgados, entulho em esquinas e recicláveis espalhados. É fácil apontar o dedo para a prefeitura ou para a empresa concessionária, mas a verdade é que o sistema de limpeza pública não consegue ser efetivo se o cidadão não fizer a sua parte.

A gestão de resíduos baseia-se no princípio da responsabilidade compartilhada. O poder público deve coletar e dar o destino final, mas o sucesso dessa operação depende diretamente de como cada indivíduo descarta o que consome.

O erro começa na calçada

Lixo descartado abaixo de placa que proíbe descarte de lixo. Foto: Kaká Souza.

Em uma caminhada matinal pelo Jardim Maracanã — basicamente dentro da região central de Foz, e por onde circulam centenas de turistas diariamente — nesta sexta-feira, o problema ficou evidente. Muitas empresas e residências descartam o lixo logo cedo, mesmo sabendo que a coleta (que nesta região é feita pela UVR Jardim América) ocorre apenas no período da tarde.

O resultado é previsível: o lixo fica horas exposto à mercê de animais e pessoas em situação de rua que, ao buscarem algo, acabam rasgando os sacos. O que era um descarte ensacado vira sujeira espalhada pelo meio-fio antes mesmo do caminhão passar. Além disso, o descarte de móveis velhos e restos de construção — que são obrigação do gerador levar aos Ecopontos — acaba sendo abandonado nas calçadas, em frente a terrenos baldios.

Descarte irregular de resíduo sólido. Foto: Kaká Souza.

Agora, só imagine

Se isso ocorre em uma região cercada por hotéis, a poucos metros de distância de um shopping e perto de diversos empreendimentos comerciais, imagine o que ocorre em bairros mais afastados da região central, onde a presença do poder público é pouco notada.

Entenda a classificação do lixo:

Para ajudar na organização, é preciso saber que cada resíduo tem seu destino:

  • Domiciliar: Restos de alimentos e rejeitos (banheiro). Deve ser colocado na rua apenas próximo ao horário do caminhão.
  • Comercial: Empresas têm obrigação legal (Lei nº 12.305/2010) de separar o reciclável e gerir seus resíduos. Descartar de qualquer forma na calçada é ilegal.
  • Reciclável: Aproximadamente 40% do que produzimos pode ser reaproveitado. Se misturado ao lixo comum, perde o valor e vira sujeira.

Você está fazendo a sua parte?

A prefeitura disponibiliza em seu site e redes sociais o cronograma completo da coleta domiciliar que — acontece diariamente na região central e de forma alternada (2ª, 4ª e 6ª) ou (3ª, 5ª e sábado) nos bairros — e da seletiva (que ocorre duas vezes por semana em diversas regiões). Ignorar esse cronograma é contribuir diretamente para a degradação da imagem da nossa cidade.

Este texto não é um salvo-conduto para que o poder público deixe de investir em melhorias. É, na verdade, um apelo para que o iguaçuense entenda que a limpeza urbana começa no portão de casa. Sem a colaboração da comunidade, nenhuma frota de caminhões será suficiente para manter Foz do Iguaçu brilhando.

 

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

Viajar com bateria extra no celular é essencial, mas os passageiros precisam estar atentos às novas normas de segurança. A Anac atualizou a regulamentação para o transporte de baterias de lítio, incorporando padrões internacionais. A principal mudança foca na capacidade dos aparelhos e na forma como devem ser guardados durante o voo.

O que é permitido?

Para quem vai viajar saindo de Foz do Iguaçu, as regras de ouro são:

  • Exclusivamente na mão: Power banks nunca devem ser despachados no porão do avião. Eles devem estar com o passageiro na cabine.
  • Quantidade: Cada viajante pode levar, no máximo, dois aparelhos.
  • Capacidade: Modelos de até 100Wh são permitidos livremente. Aparelhos entre 100Wh e 160Wh exigem autorização prévia da companhia aérea.
  • Proibição total: Carregadores com capacidade superior a 160Wh são proibidos e devem ser descartados antes do embarque.

Uso proibido a bordo

A nova portaria também veda o uso dos power banks durante o voo. É proibido carregar celulares ou outros eletrônicos utilizando esses dispositivos enquanto a aeronave estiver em operação. Além disso, o próprio power bank não pode ser recarregado nas tomadas ou entradas USB do avião.

Dicas de segurança

Para evitar curtos-circuitos, a Anac orienta que os terminais dos carregadores estejam protegidos ou que o item seja transportado em sua embalagem original. Em caso de dúvidas, a recomendação é entrar em contato com a empresa aérea antes de se deslocar para o aeroporto.

A fiscalização será rigorosa nos canais de inspeção (raio-x) e itens que não cumprirem as normas de capacidade poderão ser retidos pelas equipes de segurança aeroportuária.

A Anac orienta que passageiros entrem em contato com as empresas aéreas antes de embarcar portando power banks. 

Para mais informações sobre itens permitidos e restrições no transporte aéreo, consulte o site  da Anac

 

 

Foto em destaque: Pvproductions/Freepik

O sorteio do concurso 2.999 da Mega-Sena, realizado na noite de quinta-feira, não teve ganhadores na faixa principal. As dezenas sorteadas foram: 09 – 24 – 26 – 38 – 45 – 58. Com isso, o prêmio estimado para o sorteio de sábado (25) é de R$ 100 milhões.

Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, o Paraná teve um desempenho de destaque. Quatro apostas do estado acertaram cinco números (quina). Em Curitiba e Londrina, três apostas simples levaram R$ 28.755,27 cada. Já em Guaíra, um bolão com 9 números faturou R$ 115.020,78.

Sorte em Foz do Iguaçu

Em Foz do Iguaçu, sete apostadores acertaram quatro dezenas (quadra). A maioria levou o prêmio padrão de R$ 916,43, mas uma aposta feita por canais digitais com sete números faturou R$ 2.749,29.

Confira as lotéricas onde saíram os prêmios em Foz:

  • Brasil Loterias (Vila Portes)
  • Cataratas Loterias (Vila Yolanda)
  • Loteria Fortuna (Centro)
  • Lotérica Consalter (Vila A)
  • Lotérica Vitória (Jardim São Paulo)
  • Canais Eletrônicos (Duas apostas premiadas)

Como apostar para os R$ 100 milhões

Quem quiser tentar a sorte para o próximo concurso tem até as 20h de sábado (25) para registrar o jogo.

A aposta simples (6 números) custa R$ 6,00 e podem ser feitas nas casas lotéricas físicas ou pelo site/aplicativo Loterias Caixa. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país.

Caso um único ganhador leve os R$ 100 milhões e aplique o valor integral na poupança, o rendimento apenas no primeiro mês será de aproximadamente R$ 580 mil.

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