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seg, 06 de abr 2026

Iguazú en Concierto: Unidos por la música

Una fiesta con una mezcla de idiomas y costumbres que dejaron a un público lleno de emoción, los 700 músicos hacen pensar que la integración de los distintos sectores sociales a través del arte es un sueño bien posible. Solo quererlo.


 

 

Sin dudas es un evento que no tiene parangón, solo en ver sus caritas de satisfacción y su talento, cada uno de los niños y jóvenes que se lucieron en este evento hacen que todo lo demás se opaque. Increíblemente la música unió una vez más a diversos sectores de la sociedad, y por la calle se veía a los vecinos orgullosos de contar que sus hijos estaban participando en el evento y son de acá, y tienen esta posibilidad que solo la música lo da.

Nuestros hijos hoy, tienen la posibilidad de recorrer este fantástico camino de notas y cantos a través de un evento que se hace cada día más grande. Iguazú tuvo su gran concierto.

El gran cierre del festival "Iguazú en concierto" iluminó la tarde, con la presencia de Elena Roger y 700 músicos, quienes recorrieron un repertorio generoso en canciones populares, con las Cataratas del Iguazú como telón de fondo.

La despedida del Festival Internacional de Orquestas infantojuveniles comenzó con las arpas paraguayas convivieron durante más de dos horas con las gaitas nórdicas y los violines en un repertorio ecléctico, con predominio de varias canciones de las comedias musicales.

Las imágenes de algunos filmes y piezas teatrales podían adivinarse en la imaginación de la platea que ovacionó los acordes de "Cabaret", o se emocionó con el ritmo melancólico de "El violinista sobre el tejado", aunque no faltaron aplausos para "la Cumparsita".

Elena Roger interpretó canciones de obras musicales que ya entonó en los escenarios del mundo, dotándolas de matices expresivos actorales capaces de convocar el recuerdo vivo de ciertas emblemáticas mujeres en el arte de hacer historia.

Así pudo disfrutarse del "Himno al amor" de Edith Piaff, la mítica cantante francesa a quien Roger encarnó en teatro, para lograr luego que la emoción ganara el predio al desgranar "No llores por mí Argentina", el tema que cantó a diario mientras encarnaba a Evita junto a Ricky Martin en Brodway.

Las estrofas de "Mi bella dama" y la potencia de "The Wall" de Pink Floyd conmovieron la tarde soleada y fresca para poner en evidencia siete días de intenso trabajo -el Festival comenzó el lunes 27 de mayo- cuya dimensión excede el plano artístico o académico.

Más allá de las clases a cargo de los profesores del Teatro Colón que los chicos aprovecharon, "poner en acciones concretas el concepto de multiculturalidad es una realidad del encuentro", señaló a Télam Andrea Merenzon, directora artística del Festival, quien durante el show final dirigió a distintas formaciones musicales.

La camaradería, los picados de fútbol antes o después de los ensayos, las comidas y los dormitorios compartidos con alegría por chicos y jóvenes de los cinco continentes conforman una parte vital del encuentro, aunque esta realidad no suba a escena.

"No hay estigmatizaciones, el Festival permite que convivan pibes que vienen de historias de pobreza y orfandad, junto a chicos de clase acomodada, sin distinción. Pone de manifiesto los valores que intentamos transmitirles con la música", señala Miguel Brizuela, responsable musical de la orquesta Juvenil de Grillos y Cemu (Misiones) anfitriona de esta semana musical.

La importante convocatoria, cuyas conciertos gratuitos muchas veces realizados al aire libre -que permiten a las familias disfrutar mate en mano-, además del incremento del turismo registrado durante las cuatro ediciones del Festival son beneficios que conlleva el encuentro. 



 
 

 Con más de veinte años de trabajo en los medios y con miles de entrevistas sobre su espalda, la periodista Kelly Ferreyra se animó a ser la protagonista en su propio medio, se convirtió en referente profesional de la comunicación en la localidad de Iguazú, propietaria del portal de noticias Lavozdecataratas.com, el primer diario digital de la ciudad.

 

 

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Em 2015, o Marco das Três Fronteiras era pouco mais que um obelisco histórico em uma área com infraestrutura precária e baixo fluxo de visitantes. Dez anos após a concessão à iniciativa privada, os números falam por si: R$ 483 milhões movimentados, recordes de público e uma revitalização que transformou toda a região Sul de Foz do Iguaçu.

Diante desse cenário de sucesso consolidado, surge a pergunta inevitável para o planejamento urbano da nossa cidade: Será que esse mesmo modelo de gestão não é a solução que falta para o Bosque Guarani?

Do Zoológico ao Abandono: O cenário do Bosque

Cenário de espera: O Bosque Guarani permanece sem data oficial para reabertura após consulta pública finalizada em 2025. Foto: Kaká Souza.

Localizado em um ponto nevrálgico do Centro — ao lado do terminal de ônibus e de hotéis estratégicos — o Bosque Guarani vive um limbo desde o fechamento do seu antigo zoológico em 2021. Embora tenha se tornado uma Unidade de Conservação (Parque Natural Municipal) em 2023, o espaço ainda carece de uma ocupação que combine preservação ambiental com lazer seguro e atrativo para o iguaçuense.

Atualmente, o município finaliza o Plano de Manejo do local. Este documento é o “divisor de águas”. Sem ele, nada acontece. Com ele aprovado, a Prefeitura terá em mãos o mapa jurídico para decidir: manter a gestão direta (com custos elevados de manutenção) ou buscar uma parceria como a que deu vida nova ao Marco.

Ocupação irregular na lateral do Bosque Guarani evidencia o impacto social do abandono da área central de Foz. Foto: Kaká Souza.

Por que o modelo “Marco” faz sentido aqui?

Se olharmos para o que aconteceu no Marco das Três Fronteiras, os paralelos com o potencial do Bosque são evidentes:

  • Segurança e Convivência: Onde antes havia isolamento, o Marco trouxe monitoramento e iluminação. No Bosque, isso significaria devolver o espaço às famílias, afastando a sensação de insegurança que muitas vezes ronda o centro à noite.
  • Investimento Sem Custo Público: No modelo de concessão, a concessionária assume o risco e o investimento em infraestrutura (como os novos acessos e o Espaço das Américas no Marco), enquanto o município recebe outorga e impostos.
  • Turismo de Centro: Imagine o turista que hoje se hospeda no centro ter um “Parque Natural” moderno a poucos passos, com café, trilhas educativas e acessibilidade. Isso retém o visitante por mais tempo no comércio local.

O Desafio da Sustentabilidade

É claro que o Bosque Guarani tem suas particularidades. É uma área de mata nativa densa e proteção rigorosa. Mas a experiência do Marco prova que é possível aliar soberania, história e proteção ambiental com uma operação comercial eficiente.

O Plano de Manejo, que encerrou sua fase de consulta pública ainda em 2025, prevê o zoneamento do parque. É este zoneamento que dirá onde pode haver uma lanchonete, onde deve ser preservação integral e onde podem ser instaladas passarelas de educação ambiental.

A palavra está com você, leitor

A Prefeitura deu o passo técnico com o Plano de Manejo. Agora, cabe a Foz do Iguaçu decidir se quer manter o Bosque como um “quadrado verde” cercado por grades no centro ou se está pronta para transformá-lo em um novo marco de desenvolvimento sustentável, seguindo o exemplo de sucesso que já temos em casa.

Você concorda que a concessão é o melhor caminho para o Bosque Guarani ou o espaço deve seguir sob gestão exclusiva da Prefeitura?

 

Nota da Redação: O Portal Clickfoz tentou contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente solicitando atualizações sobre o cronograma de aprovação do Plano de Manejo — cuja consulta pública foi encerrada em março de 2025 — e a previsão de reabertura do Bosque Guarani. Até o fechamento desta edição, não houve retorno aos nossos questionamentos. O espaço permanece aberto para que a secretaria envie seu posicionamento, que será prontamente atualizado nesta reportagem.

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

O cenário teatral da Tríplice Fronteira ganha uma oportunidade de formação gratuita na próxima semana. Os projetos de extensão Cote’Coi – Coletivo Teatral e o Grupo de Teatro Universitário, que atuam na região desde 2015, convidam artistas e interessados em geral para a oficina “O corpo, a palavra e a cena”.

Com foco na poética da atuação e na experimentação de diferentes linguagens cênicas, o treinamento é voltado para atrizes, atores, diretores e qualquer pessoa da comunidade que deseje explorar a expressão corporal e a construção da cena.

Programação e Datas

As oficinas serão realizadas de forma presencial em três encontros na próxima semana:

  • Segunda-feira (06/04): das 14h às 18h
  • Quarta-feira (08/04): das 14h às 18h
  • Sexta-feira (10/04): das 14h às 18h

Como participar

As atividades são totalmente gratuitas. Para garantir uma vaga, os interessados devem preencher o formulário de inscrição disponível na internet. A iniciativa reforça o papel dos projetos de extensão universitária na democratização do acesso à cultura e na formação de novos talentos locais.

Inscrições: Clique aqui para acessar o formulário oficial

Sobre o Cote’Coi

O coletivo é uma referência na região trinacional (Brasil, Paraguai e Argentina) há mais de uma década, desenvolvendo pesquisas contínuas sobre o fazer teatral e promovendo a integração entre a universidade e a comunidade externa por meio das artes cênicas.

O calendário eleitoral de 2026 entra em uma fase decisiva neste mês de abril. Para o cidadão que deseja votar nas eleições gerais de outubro — quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados —, restam pouco mais de 30 dias para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral. O prazo final é o dia 6 de maio.

A data limite vale para quem precisa tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou alterar o local de votação.

Como regularizar em Foz do Iguaçu

O eleitor iguaçuense pode resolver suas pendências de duas formas:

  1. Presencial: Procurando o Cartório Eleitoral de Foz do Iguaçu.
  2. Digital: Através do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no serviço de autoatendimento do eleitor.

 

Vale lembrar que o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens que completam 16 anos até a data da eleição já podem solicitar o documento, mesmo que ainda tenham 15 anos no momento do pedido.

“Dança das Cadeiras” na Política

Além do prazo para o cidadão, este fim de semana marca duas datas cruciais para quem pretende se candidatar:

  • Janela Partidária: Encerrou-se nesta sexta-feira (3) o prazo para que políticos mudem de partido sem perder o mandato por infidelidade partidária.
  • Desincompatibilização: Termina neste sábado (4) o prazo para que ocupantes de cargos públicos (como ministros, secretários e diretores) deixem suas funções caso pretendam disputar as eleições. A medida visa evitar o uso da máquina pública para fins eleitorais.

Por que não deixar para a última hora?

Historicamente, os últimos dias do prazo (próximos a 6 de maio) registram longas filas e instabilidade nos sistemas online do TSE devido ao alto volume de acessos. A recomendação da Justiça Eleitoral é que o eleitor aproveite o feriado de Páscoa para conferir sua situação no site oficial e realizar as alterações necessárias o quanto antes.

 

 

 

Foto em destaque: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Sábado de Aleluia (4) pode terminar com um novo milionário no Brasil. A Mega-Sena sorteia hoje o prêmio principal do concurso 2.992, que está acumulado em R$ 10 milhões. O valor, anteriormente estimado em R$ 7,5 milhões, subiu devido ao volume de apostas e ao último sorteio sem ganhadores na faixa principal.

As seis dezenas serão reveladas a partir das 21h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo direto do Espaço da Sorte, em São Paulo, pelos canais oficiais da Caixa no YouTube e Facebook.

Como apostar em Foz do Iguaçu

Para quem quer tentar a sorte na fronteira, as regras são simples:

  • Prazo: As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília).
  • Onde: Em qualquer casa lotérica credenciada, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo oficial.
  • Custo: A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Chance de ganhar

Quem faz a aposta mínima de seis números tem uma probabilidade de acerto de uma em 50.063.860. Já para quem opta pelo limite máximo de 20 números (ao custo de mais de R$ 232 mil), a chance sobe para uma em 1.292.

Além do prêmio principal, a Mega-Sena também premia acertadores da Quina (cinco números) e da Quadra (quatro números), cujos valores variam conforme o total arrecadado.

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