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ter, 18 de ago 2026

G20 chega a Foz do Iguaçu: entenda a importância do evento

De 30 de setembro a 4 de outubro, Foz do Iguaçu sedia a reunião ministerial do Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20, atraindo mais de mil participantes, incluindo líderes globais e especialistas.

Foz do Iguaçu será palco de um importante encontro internacional: a reunião ministerial do Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20. Entre 30 de setembro e 4 de outubro, a cidade paranaense, única não-capital a receber o evento, receberá mais de mil pessoas, incluindo autoridades de diversos países. O evento é organizado pelos Ministérios de Minas e Energia (MME) e de Relações Exteriores (MRE), com apoio da Itaipu Binacional, que desempenha papel fundamental na pauta de transição energética.

Além das discussões centrais do G20, Foz também sediará reuniões do Clean Energy Ministerial (CEM) e da Mission Innovation (MI), dois importantes fóruns globais sobre energia limpa e inovação.

O que é o G20?

O G20 é o principal fórum de cooperação econômica internacional, reunindo as 20 maiores economias do mundo e desempenhando um papel fundamental na governança global. Inicialmente focado em questões macroeconômicas, o G20 expandiu sua agenda para incluir temas como energia, meio ambiente, comércio, saúde e desenvolvimento sustentável.

Atualmente sob a presidência do Brasil, que vai de 1º de dezembro de 2023 a 30 de novembro de 2024, o G20 coloca a transição energética como uma de suas principais prioridades. A Itaipu Binacional, referência mundial em geração de energia limpa, estará entre os principais atores dos debates.

Composição e relevância do G20

O G20 é formado por 19 países, incluindo Brasil, Estados Unidos, China, Índia, Alemanha e outros, além da União Europeia e União Africana. Juntos, os membros representam 85% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial e mais de 75% do comércio global.

Ao longo do ano, mais de 100 reuniões foram realizadas no Brasil, culminando com a cúpula do G20 em novembro, no Rio de Janeiro, que contará com a presença dos chefes de Estado dos países-membros.

O papel de Itaipu no G20

Itaipu Binacional, uma das maiores hidrelétricas do mundo, desempenha um papel crucial nas discussões do G20. Enio Verri, diretor-geral brasileiro da empresa, destacou que a usina está diretamente conectada à agenda do G20, especialmente em questões ambientais e sociais. Com o programa Itaipu Mais que Energia, a empresa expandiu suas ações para 399 municípios do Paraná e 35 do Mato Grosso do Sul, beneficiando 11 milhões de pessoas.

Ligia Leite Soares, chefe do escritório da Itaipu em Brasília, enfatizou a importância das parcerias internacionais da empresa, como a Rede Global de Soluções Sustentáveis em Água e Energia, desenvolvida com a ONU. Essas ações são parte de um esforço coordenado com o Governo Federal para fortalecer o desenvolvimento sustentável.

Foz do Iguaçu, com sua relevância no setor de energia limpa, reforça sua posição como centro de discussões globais ao sediar o G20 e promover debates que impactam diretamente o futuro energético mundial.

Fotos: Itaipu Binacional/Divulgação.

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Investir em SEO para empresas em Foz do Iguaçu pode fazer uma diferença enorme para negócios que dependem de turistas e moradores da região. Antes de escolher um hotel, restaurante, agência, loja ou prestador de serviço, muita gente abre o Google e faz uma pesquisa rápida. Estar entre os primeiros resultados aumenta as chances de receber uma visita, uma ligação, uma mensagem e, consequentemente, conquistar um novo cliente.

Porém, aparecer bem nas buscas não acontece apenas porque uma empresa possui um site. É preciso mostrar ao Google que aquela página é útil, confiável e realmente responde ao que as pessoas procuram. Para isso, entram estratégias como produção de conteúdo, organização das páginas, SEO local e link building. Quando esses elementos trabalham juntos, o site ganha melhores condições para disputar espaço nas pesquisas.

Em uma cidade movimentada como Foz do Iguaçu, essa presença ganha ainda mais importância. O município possui uma forte presença de negócios ligados ao comércio, alimentação, transporte, turismo e serviços. Ou seja, há público, mas também existe bastante concorrência.

O que é SEO e por que ele importa para empresas de Foz do Iguaçu?

SEO é o conjunto de práticas que ajuda um site a ser encontrado nos mecanismos de busca. Na prática, pense em um turista que pesquisa “onde jantar em Foz do Iguaçu”. Os restaurantes que aparecem nos resultados têm uma oportunidade de apresentar seus serviços antes mesmo que essa pessoa tenha decidido onde comer.

O mesmo acontece quando alguém busca por “hotel em Foz do Iguaçu”, “agência de turismo em Foz”, “transfer para as Cataratas” ou até serviços voltados aos próprios moradores.

Portanto, SEO não deve ser visto apenas como uma maneira de gerar acessos ao site. O verdadeiro objetivo é aparecer diante de uma pessoa que já está procurando exatamente aquilo que a empresa oferece.

Essa diferença é importante. Uma coisa é mostrar um anúncio de restaurante para alguém que talvez nem esteja pensando em sair para comer. Outra é aparecer justamente quando essa pessoa procura um lugar para jantar.

SEO para empresas em Foz do Iguaçu começa pela intenção de busca

Uma agência de turismo pode criar conteúdos sobre o que fazer em Foz do Iguaçu, quanto tempo ficar na cidade, como chegar às Cataratas ou quais atrações conhecer com crianças. Já um hotel pode responder dúvidas sobre hospedagem, localização e transporte.

Isso não significa repetir a mesma palavra-chave dezenas de vezes. O Google recomenda criar conteúdo pensando primeiro nas pessoas, com informações realmente úteis e capazes de responder satisfatoriamente à pesquisa realizada.

Um texto escrito apenas para encaixar palavras-chave costuma ficar artificial. Além de cansar o leitor, ele pode não entregar a resposta que a pessoa realmente procurava.

O conteúdo precisa responder dúvidas reais

Se alguém pesquisar “quantos dias ficar em Foz do Iguaçu”, um bom conteúdo poderia apresentar sugestões para viagens de dois, três, quatro ou cinco dias, explicando quais atrações cabem em cada período.

Perceba que existe uma diferença enorme entre isso e publicar um texto genérico dizendo apenas que “Foz do Iguaçu é um destino incrível”. O primeiro ajuda a resolver uma dúvida. O segundo fala algo que o leitor provavelmente já sabe.

É justamente essa preocupação com a utilidade que deve orientar uma estratégia de conteúdo.

Empresas ligadas ao turismo, por exemplo, podem investir em conteúdos informativos e inspiradores para viajantes, respondendo dúvidas que surgem antes e durante a viagem.

Ou seja, conteúdo não precisa ser apenas propaganda. Muitas vezes, ajudar primeiro é justamente o caminho para ser lembrado depois.

Pesquisas locais merecem atenção especial

Para uma empresa de Foz, aparecer para qualquer pessoa do Brasil pode ser interessante. Porém, aparecer para alguém que está na cidade ou planejando visitá-la costuma ser ainda mais valioso, e é aí que entra o SEO local.

Informações como endereço, telefone, horário de funcionamento e localização precisam estar atualizadas e fáceis de encontrar. O site também deve deixar claro onde a empresa atua.

Se um restaurante está em Foz do Iguaçu, por exemplo, essa informação deve aparecer naturalmente nas páginas importantes. Não adianta esperar que o mecanismo de busca descubra sozinho a relação do estabelecimento com a cidade.

Avaliações de clientes também ajudam quem está escolhendo entre diferentes opções. Para turistas, isso pesa bastante, pois muitas decisões são tomadas sem qualquer conhecimento anterior sobre os estabelecimentos locais.

Links internos ajudam o leitor a continuar navegando

Suponha que uma agência publique um guia sobre as Cataratas. Dentro dele, pode existir um link para outro conteúdo explicando como chegar ao parque e outro para um roteiro completo de três dias e isso cria um caminho lógico.

O leitor encontra informações complementares sem precisar voltar ao Google a cada nova dúvida.

Os links internos também ajudam os mecanismos de busca a entender a relação entre diferentes páginas. O próprio Google recomenda conectar conteúdos relevantes do mesmo site usando textos de âncora claros e contextualizados.

Portanto, não faz sentido publicar dezenas de artigos completamente isolados e cada novo conteúdo pode fortalecer outros materiais relacionados.

Links de outros sites também ajudam a construir autoridade

Se os links internos conectam páginas dentro do mesmo domínio, os links recebidos de outros sites funcionam de outra maneira. Imagine que um portal de turismo publique um guia sobre Foz do Iguaçu e indique o site de determinada empresa como fonte ou recomendação.

Essa referência pode levar novos visitantes diretamente para a página e também ajudar os mecanismos de busca a compreender melhor sua relevância. Porém, qualidade importa muito mais do que simplesmente acumular links.

Uma referência publicada em um conteúdo relacionado ao negócio tende a fazer muito mais sentido do que dezenas de links espalhados por páginas sem qualquer relação com o assunto.

O Google explica que usa links para encontrar novas páginas e também como um dos sinais para compreender sua relevância. A orientação, entretanto, é trabalhar links e textos de âncora de maneira natural, sem tentar encher uma página de palavras-chave.

Um site lento pode afastar o cliente antes da primeira visita

Não adianta produzir excelentes conteúdos se o site é difícil de navegar e isso é especialmente importante no turismo. Muitos visitantes pesquisam pelo celular enquanto caminham pela cidade, esperam um transporte ou decidem onde jantar. Eles querem encontrar uma resposta rapidamente.

Se uma página demora demais para abrir, apresenta anúncios cobrindo o conteúdo ou possui letras minúsculas, a pessoa pode simplesmente voltar ao Google e escolher outro resultado.

Por isso, uma boa estratégia de SEO também precisa olhar para a experiência do visitante.

Menus simples, páginas organizadas, textos fáceis de ler e informações importantes visíveis ajudam tanto quem está navegando quanto a própria estratégia de busca.

Redes sociais e SEO podem trabalhar juntos?

Com certeza sim. SEO não precisa disputar espaço com Instagram, TikTok ou outras redes, pois são canais diferentes. No entanto, uma publicação nas redes sociais pode despertar vontade de conhecer determinado passeio. Depois, quando o viajante procurar informações mais detalhadas no Google, o site pode aparecer novamente. Essa combinação aumenta os pontos de contato entre público e empresa.

Empresas ligadas ao turismo também podem usar diferentes canais digitais para divulgar experiências, atrações, serviços e conteúdos úteis relacionados à cidade.

Isso mostra que competir pela atenção do visitante já não acontece apenas nas ruas da cidade. Boa parte dessa disputa começa na tela.

SEO é um trabalho de construção, não um resultado instantâneo

Talvez esse seja um dos pontos mais importantes, já que o SEO dificilmente produz resultados relevantes de um dia para o outro. É preciso pesquisar o que o público procura, melhorar as páginas existentes, produzir conteúdos úteis, corrigir problemas e construir autoridade ao longo do tempo.

Por outro lado, existe uma vantagem importante: um bom conteúdo pode continuar sendo encontrado meses ou até anos depois de publicado.

Para empresas ligadas ao turismo, isso é especialmente interessante. Dúvidas como onde ficar, o que conhecer, como chegar às Cataratas ou quantos dias permanecer na cidade continuam sendo pesquisadas constantemente.

Quem responde bem a essas perguntas cria novas portas de entrada para o próprio negócio.

Em uma cidade com turismo forte e milhares de empresas disputando consumidores, depender apenas de indicações ou redes sociais pode limitar o alcance de um negócio. Trabalhar SEO para empresas em Foz do Iguaçu significa construir presença justamente onde muitos moradores e visitantes começam suas decisões: a busca do Google.

Com o registro de uma breve melhora nas condições climáticas na Cordilheira dos Andes, o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Foz do Iguaçu e Região Oeste (Sitro-Fi) divulgou um apelo às autoridades argentinas e chilenas. A entidade pede a revisão na ordem de liberação do tráfego na fronteira para priorizar o retorno dos caminhoneiros que estão no Chile com destino à Argentina.

A situação atinge mais de 4 mil caminhoneiros que enfrentam o bloqueio da passagem há cerca de 40 dias devido às fortes nevascas na região. Segundo o sindicato, a priorização dos veículos no sentido Chile-Argentina é urgente para que os profissionais possam voltar com segurança e ter acesso humanitário a recursos básicos.

Escassez de mantimentos e risco à saúde

O isolamento prolongado nas rodovias de altitude provocou desabastecimento severo entre os motoristas retidos. O Sitro-Fi alerta que a falta de água potável, alimentação adequada e medicamentos de uso contínuo — como remédios para diabetes e hipertensão — coloca em risco a vida dos trabalhadores.

A crise humanitária na fronteira andina já registrou consequências graves:

  • Morte de morador de Foz: Na primeira semana de agosto, um caminhoneiro residente em Foz do Iguaçu faleceu enquanto aguardava a liberação do trecho sob temperaturas negativas.
  • Inverno rigoroso: A região enfrenta uma das nevascas mais severas dos últimos 16 anos, com termômetros atingindo marcas de até -7°C e sensação térmica congelante.
  • Falta de estrutura: Os profissionais dependem de apoio mútuo para sobreviver ao frio e à escassez de suprimentos no local.

 

Pedido de ação imediata às autoridades

As autoridades locais haviam anunciado o início da liberação gradual do fluxo no sentido Argentina-Chile. Contudo, o Sitro-Fi defende que a inversão dessa prioridade é essencial para evitar novas tragédias e garantir o atendimento médico e assistencial adequado aos motoristas afetados pelo bloqueio.

O Hospital Itamed, em Foz do Iguaçu, registrou lotação máxima no Pronto-Socorro e nos leitos de internação, levando a Direção da unidade e a Secretaria Municipal de Saúde a emitirem notas oficiais nesta segunda-feira (17). A instituição atua com restrição temporária para novas admissões de pacientes encaminhados pela rede pública de saúde até que a capacidade assistencial seja reestabelecida.

A medida visa garantir a segurança dos pacientes já internados e a qualidade do atendimento. Administrado pela Fundação de Saúde Itaiguapy, o hospital atende a demandas do Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de contrato com a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (SESA-PR).

Ocupação total da UTI e fila na Central de Regulação

A superlotação atingiu nível crítico, com 100% de ocupação dos leitos de Terapia Intensiva (UTI) e pacientes retidos no Pronto-Socorro aguardando vagas. O quadro foi comunicado formalmente à 9ª Regional de Saúde, ao SAMU e à Central Estadual de Regulação.

Pontos centrais comunicados pelas autoridades municipais e pelo hospital:

  • Transferências urgentes: Pacientes com indicação de UTI já foram cadastrados no sistema estadual e aguardam transferência para outras unidades hospitalares da região.
  • Redirecionamento de novos casos: A orientação às equipes do SAMU e das centrais de regulação é direcionar temporariamente as novas urgências para outros hospitais credenciados.
  • Manutenção do convênio: A Prefeitura reforçou que não há suspensão do contrato com o SUS, tratando-se apenas de um esgotamento operacional momentâneo.

 

Atuação integrada para normalização dos fluxos

Tanto a Secretaria Municipal de Saúde quanto a Fundação Itaiguapy enfatizaram que a restrição é de caráter estritamente assistencial e temporário. Os órgãos municipais acompanham de perto a gestão de leitos para tentar minimizar os impactos no atendimento à população da Tríplice Fronteira.

A retomada normal das admissões no Pronto-Socorro do Hospital Itamed dependerá da liberação de vagas na UTI e da transferência dos pacientes que exigem cuidados de alta complexidade para a rede estadual.

 

Foto em destaque: Arquivo/Divulgação

Por Silvana Canal, presidente da Abrajet-PR

 

Como definir uma data comemorativa? Muitas vezes é fácil: o fim de um conflito ou o nascimento de uma pessoa ilustre. Mas e quando se quer estabelecer quando começou o Turismo no Paraná?

A palavra turismo, ou o seu termo, foi oficializada por volta de 1811, segundo pesquisas, e a Wikipédia aponta que existem duas linhas de pensamento nas quais a História do Turismo se divide. A primeira considera o ócio, o descanso, a cultura, a saúde, os negócios ou as relações familiares. Estes deslocamentos se distinguem por sua finalidade de outros tipos de viagens motivados por guerras, movimentos migratórios, conquistas ou comércio.

Não obstante, o turismo tem antecedentes históricos claros e se concretizaria com a Revolução Industrial. A segunda linha de pensamento se baseia em que o turismo realmente se iniciou com a própria Revolução Industrial, visto que os deslocamentos passaram a ter o lazer como intuito. E no Paraná?

O marco inicial nas Cataratas do Iguaçu

Bem, poderíamos pegar a trilha dos Caminhos de Peabiru, que, com mais de 4 mil km de extensão, há mais de três mil anos ligava o Pacífico ao Atlântico, passando pelo Paraná. Será que esses ancestrais faziam turismo? Não foi essa a escolha.

Profissionais do setor se debruçaram sobre a questão e definiram que o turismo no Paraná começou com a visita de Santos Dumont às Cataratas de Foz do Iguaçu.

O aviador estava hospedado na Argentina em abril de 1916 e foi convidado por Frederico Engel — que abriu o primeiro hotel de Foz do Iguaçu em 1915, o Hotel Brasil, com sete apartamentos — para visitar o lado brasileiro. Santos Dumont ficou três dias na então Vila Iguassu e, para chegar às Cataratas, era preciso andar a cavalo por quatro horas. Ele ficou impressionado com o que viu. Ao descobrir que a área pertencia a um uruguaio, indignou-se. Disse, segundo registram várias matérias e autores:

“Posso dizer-lhe, Frederico Engel, que estas maravilhas não podem pertencer a um particular”.

Dumont alterou seus compromissos e foi a cavalo até Guarapuava; dali, pegou um trem para Curitiba. Chegou à capital do Paraná e teve uma audiência em maio com Affonso Camargo, governador do Estado, insistindo para que o governo comprasse a área. As terras foram adquiridas em 1919.

Com a área, veio o Parque; com o Parque, veio o turismo e a definição de que a primeira e única visita de Santos Dumont às Cataratas do Iguaçu seria o marco inicial do Turismo no Paraná.

Evolução histórica e a força do setor

Existem outras datas significativas nessa trajetória: 1969, com a criação da Paranatur (Empresa de Turismo do Paraná) e do Cepatur (Conselho Paranaense de Turismo); 2003, com a criação da Secretaria de Turismo do Paraná, que depois seria extinta por reformas administrativas e unida à Secretaria do Esporte e, em outra fase, à Secretaria de Desenvolvimento Sustentável; e 2023, quando foi recriada a Secretaria de Estado do Turismo junto ao Viaje Paraná, um serviço social autônomo.

É claro que iniciativas governamentais e, principalmente, orçamento, ajudam e favorecem o turismo no Paraná: o Estado recebeu mais de 1 milhão de turistas estrangeiros em 2025, um recorde, ultrapassou 10 milhões de visitantes e o setor gerou uma receita de R$ 32 milhões. Mas só o Estado não pode tudo. Toda a cadeia do turismo — desde as Instâncias de Governança Regional, guias de turismo, agências de viagens, hoteleiros, restaurantes, comércio, parques até os aeroportos — importa e tem papel fundamental nesses números.

Todos esses segmentos estão, de uma forma ou de outra, representados no Cepatur, que realiza no dia 18 de agosto, às 13h, sua 100ª reunião ordinária, momento em que os 110 anos do Turismo do Paraná serão lembrados. É no Cepatur que se discutem as diretrizes e os rumos que o Turismo no Paraná deve seguir para continuar trilhando o caminho que faz do Estado um dos mais visitados do Brasil.

 

 

Imagem em destaque: Produzida com auxílio de inteligência artificial (I.A)

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