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sáb, 19 de set 2026

Foz Futebol Clube começa com empate no Paranaense de Juniores

O Foz Futebol Clube bem que tentou, mas não conseguiu estrear com vitória no Campeonato Paranaense de Juniores. Jogando na tarde deste domingo (30) no estádio Pedro Basso, na Vila Yolanda, bairro de Foz do Iguaçu, a equipe mandante ficou no empate em 2 a 2 contra o Francisco Beltrão.

Diante de poucos torcedores, o time sub-20 iguaçuense saiu na frente do placar com Diego, aos 25 minutos do primeiro tempo. Na segunda etapa, Angolano ampliou o marcador, mas veio então a reação do time adversário. Aos 30 minutos, Dê diminuiu o marcador. Maicon empatou cinco minutos depois.

O Foz Futebol Clube está no grupo E, ao lado de Cascavel, AFA e do próprio Francisco Beltrão. As equipes jogam entre si dentro do grupo, em turno e returno, e os dois primeiros colocados avançam à próxima fase. Na outra partida da chave, o Cascavel derrotou a AFA por 2 a 1, em Assis Chateubriand, e lidera o grupo com três pontos.

Na próxima rodada, 5 de setembro, o Foz Futebol Clube jogará fora de casa contra o Cascavel.

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O Banco Central (BC) oficializou novidades no regulamento do Pix para aumentar a segurança das transações, aprimorar a participação de instituições financeiras e expandir as funcionalidades da ferramenta. As medidas trazem atualizações importantes para o mercado financeiro e para os usuários, com prazos de implementação previstos a partir de 2027.

Uma das principais novidades é a liberação do Pix Automático para usuários de contas-salário, com previsão de início para julho de 2027. Além disso, o BC regulamentou a cobrança híbrida, modelo que unifica boleto bancário e QR Code do Pix no mesmo documento. Essa modalidade entra em vigor em fevereiro do próximo ano e tem como objetivo principal impedir pagamentos indevidos ou em duplicidade.

Ajustes na participação e combate a irregularidades

A nova regulamentação também permite a dispensa da participação obrigatória no sistema para instituições financeiras com mais de 500 mil contas ativas, desde que o perfil dos clientes ou o modelo de negócios não exija o uso da infraestrutura do Pix.

Para reforçar a segurança e proteger os recursos dos clientes, o BC ajustou os critérios de adesão e desligamento de participantes:

  • Suspensão imediata: aplicação de medida cautelar para instituições que entrarem em liquidação extrajudicial;
  • Saída ordenada: adequação de prazos para entidades que não comprovarem os limites mínimos de patrimônio líquido e capital social;
  • Exclusão sem carência: a penalidade de exclusão do Pix terá efeito instantâneo, eliminando o prazo anterior de 30 dias.

 

As mudanças visam garantir maior fluidez no resgate de valores por parte dos correntistas e manter a integridade do sistema de pagamentos instantâneos.

 

Mesmo após quase quatro anos do terceiro mandato de um governo federal que sempre colocou a erradicação da pobreza e o combate às desigualdades regionais no centro do seu discurso, a realidade dos números insiste em expor uma ferida aberta. A nova ferramenta IMDS – Eleições: Panorama Estadual, lançada pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social, traz à tona um retrato incômodo: a discrepância socioeconômica entre as regiões do país permanece praticamente intacta.

Os dados consolidados pelo instituto revelam uma clara divisão do Brasil em dois blocos. De um lado, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste concentram os melhores indicadores de renda, dinamismo econômico e menor dependência de programas de transferência de renda. No topo do ranking de renda domiciliar per capita em 2025, o Distrito Federal lidera isolado com R$ 4,4 mil, seguido por São Paulo (R$ 2,9 mil), Rio Grande do Sul (R$ 2,8 mil), Santa Catarina (R$ 2,8 mil) e Paraná (R$ 2,7 mil). Na outra extremidade, estados como o Maranhão registram uma média de apenas R$ 1,2 mil, acompanhado por Acre, Ceará, Alagoas, Pará e Amazonas, todos estagnados na marca de R$ 1,4 mil por habitante.

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

Pobreza e extrema pobreza mantêm o Norte e o Nordeste na vulnerabilidade

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

A análise da pobreza extrema ilustra essa assimetria de forma ainda mais cruel. No ranking dos nove estados com as maiores proporções de pessoas vivendo abaixo da linha da extrema pobreza, todos pertencem às regiões Norte e Nordeste. O Maranhão lidera o índice alarmante com 9,0% de sua população em extrema pobreza, seguido pelo Acre (8,7%), Pernambuco (7,7%) e Alagoas (7,3%). Em contrapartida, estados do Centro-Sul registram taxas substancialmente menores: Mato Grosso registra 1,3%, Minas Gerais 1,4%, Mato Grosso do Sul 1,6%, enquanto Paraná, Rio Grande do Sul e Espírito Santo mantêm 1,8%.

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

Quando observada a taxa geral de pobreza em 2025, a discrepância segue o mesmo padrão estrutural. Enquanto o Paraná registra 5,6% e o Rio Grande do Sul 5,4% de pessoas em situação de pobreza, os percentuais chegam a patamares preocupantes no Acre (25,2%), Maranhão (24,7%) e Pernambuco (23,4%).

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

A vulnerabilidade também se estende às novas gerações: na faixa de crianças e adolescentes de 0 a 17 anos em situação de pobreza, o Paraná contabiliza 10,9%, ao passo que em Pernambuco e no Maranhão esse índice atinge expressivos 39,9% e 38,3%, respectivamente.

Aumento do Bolsa Família X a urgente necessidade de autonomia econômica

Às vésperas de mais um ciclo eleitoral, a resposta governamental a esse cenário volta a se repetir na forma de pacotes de transferência de renda. O governo federal anunciou um reajuste de 15% nos valores do Bolsa Família — elevando o piso do benefício de cerca de R$ 600 para R$ 691 e o valor médio pago para R$ 777 —, sob a justificativa de recomposição do poder de compra frente à inflação acumulada. Contudo, após mais de duas décadas da criação do programa, no primeiro mandato do presidente Lula em 2003, a medida levanta um questionamento inevitável: até quando o país tratará os sintomas sem enfrentar as causas da dependência econômica?

O assistencialismo cumpriu seu papel inicial, mas o Brasil precisa avançar

Os programas de transferência de renda desempenharam uma função fundamental de socorro e alívio imediato no combate à fome e à miséria extrema no país. No início da década de 2000, quando o modelo do Bolsa Família começou a ser desenhado, o Brasil enfrentava patamares alarmantes de vulnerabilidade social. Embora os dados oficiais do IBGE para 2003 não apresentem uma tabela única e direta de “taxa de extrema pobreza por estado” — já que o estudo de referência do período (Mapa de Pobreza e Desigualdade 2003) cruzou os microdados da POF 2002-2003 com o Censo 2000 focando em unidades municipais —, o cenário nacional era inequívoco. Em nível país, os índices de pobreza extrema eram altíssimos, com uma concentração crítica nas regiões Norte e Nordeste.

A transferência de renda foi decisiva para tirar milhões de brasileiros da indigência naquele momento histórico. Contudo, mais de duas décadas depois, o modelo que serviu como ponto de partida não pode ser o ponto de chegada. O assistencialismo cumpriu sua missão de emergência, mas agora precisa evoluir: sem a integração com políticas públicas de formação profissional, incentivo ao emprego e atração de investimentos regionais, o benefício corre o risco de virar uma armadilha de dependência permanente, em vez de uma ponte para a verdadeira autonomia econômica.

A persistência dos piores indicadores justamente nos estados — que sempre foram o principal foco e onde maior parcela da população ainda depende de auxílios estatais — escancara a insuficiência do modelo atual. Programas de transferência de renda são indispensáveis para o alívio imediato da fome e da miséria extrema, mas não foram concebidos para substituir o desenvolvimento econômico de longo prazo. Quando transformados em política permanente e sem portas de saída reais para o mercado de trabalho, tornam-se um paliativo que perpetua a vulnerabilidade em vez de superá-la.

A verdadeira emancipação social exige reformas estruturais

O Brasil não precisa apenas de atualizações monetárias em benefícios sociais em períodos pré-eleitorais — até porque, o reajuste é irrisório diante do aumento no custo de vida do brasileiro em geral; precisa de um plano concreto e estruturado para a geração de autonomia. Sem reformas que incentivem a atração de investimentos privados para essa regiões, a melhoria da infraestrutura, a qualidade da educação básica e a formação profissional nas regiões mais carentes, a promessa de “igualar o Brasil” continuará sendo um discurso vazio.

O painel do IMDS cumpre o papel essencial de afastar as narrativas políticas e focar nos fatos numéricos. A fotografia do país demonstra que a verdadeira emancipação social não virá da dependência contínua do Estado, mas sim quando a população mais vulnerável for capacitada e tiver condições de construir sua própria renda e dignidade econômica.

 

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Um bolão com nove cotas feito em Presidente Venceslau (SP) acertou as seis dezenas do Concurso 3.059 da Mega-Sena, sorteado na noite desta quinta-feira (17). Os apostadores vão dividir o prêmio principal de R$ 101.970.706,13. A aposta foi registrada na lotérica Cantinho da Sorte e continha sete números marcados.

Os números sorteados foram: 01 – 02 – 07 – 18 – 33 – 35.

Quina no Paraná e prêmios em Foz do Iguaçu

Na faixa de cinco acertos (Quina), 98 apostas foram contempladas em todo o país, recebendo R$ 31.664,29 cada. Cinco dessas apostas foram feitas no Paraná, nas cidades de Colombo, Curitiba, Farol, Paranapoema e Toledo.

Já na quadra (quatro acertos), 6.697 apostas ganharam R$ 763,77. Em Foz do Iguaçu, 12 bilhetes foram premiados:

  • Casa de Ouro Loterias: 1 aposta simples (7 números) — R$ 2.291,31
  • Internet Banking Caixa: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Itaipu Loterias: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Lotefoz: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Canais Eletrônicos (site/app): 3 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Itaipu: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Porto Seguro: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada

 

Próximo sorteio

O prêmio estimado para o próximo concurso, que será realizado no domingo (20), é de R$ 28 milhões.

As apostas podem ser registradas até as 22h (horário de Brasília) de sábado (19), em qualquer unidade lotérica credenciada ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. O jogo simples, com seis números, custa R$ 6.

 

Foz Destino Inteligente iniciou uma discussão que ganhou força: “Foz é uma cidade para quem mora ou para quem visita?”.

Uma pesquisa foi lançada para ouvir quem realmente vive na cidade. O levantamento foi apresentado no dia 2 de setembro, em um encontro com lideranças de bairros no Sebrae, e quer entender como os moradores percebem os impactos do turismo no dia a dia. A ideia é descobrir se o crescimento do turismo também é percebido por quem mora aqui e quais são os principais pontos positivos e desafios para a população.

Foto: Urbia+Cataratas/Divulgação.

Foz é referência em turismo:

Com as Cataratas do Iguaçu, Itaipu e a Tríplice Fronteira, a cidade recebe visitantes do Brasil e do mundo e tem o turismo como uma das principais forças da economia local. Em 2026, as Cataratas ultrapassaram 1 milhão de visitantes ainda no primeiro semestre, 13,8% a mais que no mesmo período de 2025. E, em maio, a ocupação hoteleira chegou a 71%, o maior resultado para o mês na história. 

Mas será que esse crescimento também é sentido pelos moradores?

 

E quem mora aqui?

Foz é uma cidade que recebe, acolhe e vive do turismo. Mas, antes de ser destino, também é casa para milhares de pessoas. Quem mora aqui convive diariamente com os efeitos desse movimento, seja no trânsito, nos espaços públicos, nos serviços, no comércio ou na própria infraestrutura da cidade.

E como esse crescimento transforma a vida de quem está aqui todos os dias?

 

O turismo melhora a cidade?

O turismo movimenta a economia, gera empregos e impulsiona investimentos em infraestrutura, comércio e serviços.

Mas quanto desse desenvolvimento também melhora a vida de quem mora aqui?

Porque uma cidade turística não é feita só dos lugares que aparecem nos cartões-postais,  também é feita pelos bairros, pelas ruas e pelas pessoas que vivem aqui o ano inteiro.

 

E o que os moradores acham? 

Para quem vive em Foz, o turismo faz parte da rotina. Ele traz empregos, movimenta o comércio e gera oportunidades, mas também existem pontos que ainda precisam melhorar. É justamente essa percepção que a pesquisa quer entender: como os moradores enxergam o turismo e quais mudanças gostariam de ver na cidade.

Nem tudo que cresce, cresce para todos.

 

Uma cidade para todos

Porque Foz não é só um destino para quem visita. É também o lugar onde milhares de pessoas vivem todos os dias.

E para você: o turismo está tornando Foz uma cidade melhor para quem mora aqui?

 

 

Foto em destaque: Amanda Zelinski/Portal ClickFoz

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