Cotação do Dólar:

sáb, 24 de out 2026

Foz do Iguaçu FC enfrenta o Azuriz em Pato Branco por vaga nas semifinais da Copa Paraná

Confronto decisivo acontece neste sábado (24), às 15h30, no Estádio Os Pioneiros; quem vencer avança para pegar o Paraná Clube.

O Foz do Iguaçu FC entra em campo na tarde deste sábado (24) em busca da classificação para as semifinais da Copa Paraná 2026. O Azulão enfrenta o Azuriz, às 15h30, no Estádio Os Pioneiros, em Pato Branco. Por se tratar de um playoff em jogo único, quem vencer avança. Em caso de empate no tempo regulamentar, a vaga será decidida nas cobranças de pênaltis.

A delegação iguaçuense viajou para o Sudoeste do Estado na manhã de sexta-feira (23) e realizou o último treino de preparação no Complexo Esportivo Frei Gonçalo, ajustando a tática sob o comando do técnico Ageu Gonçalves.

Reencontro e ajustes táticos

Foto: Franz Fleischfresser/Divulgação Foz do Iguaçu FC.

As duas equipes já se enfrentaram nesta edição do torneio, no dia 5 de setembro, também em Pato Branco, com vitória do Azuriz por 2 a 0. O resultado serviu de base para a comissão técnica do Foz analisar erros e mapear oportunidades para o duelo eliminatório.

Na primeira fase, o Azuriz terminou em quarto lugar, com dez pontos, garantindo o mando de campo no playoff. O Foz do Iguaçu encerrou na quinta posição, com nove pontos.

“Sabemos que será um jogo difícil, contra uma equipe que já enfrentamos e que conhece a nossa forma de jogar. Aquele primeiro confronto nos dá referências importantes. Precisamos entrar concentrados, competir durante os 90 minutos e ter eficiência quando as oportunidades aparecerem”, avaliou o meia Leonardo Tiba.

O técnico Ageu Gonçalves reforçou a necessidade de equilíbrio tático em uma partida sem margem para erro. “Vamos a Pato Branco com o objetivo de buscar a classificação. É uma decisão, e o grupo sabe da importância de entrar concentrado e lutar pelo resultado até o fim”, destacou o treinador.

O que está em jogo

O vencedor do duelo entre Foz do Iguaçu e Azuriz enfrentará o Paraná Clube nas semifinais. O Tricolor avançou diretamente para a fase decisiva por ter encerrado a primeira etapa na liderança, assim como o Paranavaí, segundo colocado.

Além da taça, o campeão da Copa Paraná 2026 garante o direito de escolher entre uma vaga na Copa do Brasil ou na Copa Sul-Sudeste da temporada 2027.

Serviço do jogo

Confronto: Azuriz x Foz do Iguaçu FC (Playoffs – Copa Paraná 2026)
Data e horário: Sábado, 24 de outubro de 2026, às 15h30
Local: Estádio Os Pioneiros, Pato Branco (PR)
Regulamento: Jogo único (empate leva a decisão para os pênaltis)
Onde assistir: TV Paraná Turismo e canal oficial da FPF TV no YouTube

 

Conteúdo Patrocinado

A Prefeitura de Foz do Iguaçu definiu um plano de melhorias para a Avenida Brasil, uma das principais vias do comércio central do município. As ações visam preparar a região para o aumento de fluxo de moradores e turistas durante o período de festas de fim de ano e o início das férias, cobrindo o intervalo de dezembro até fevereiro de 2027.

O pacote de trabalhos foi pactuado durante reunião na Associação Comercial e Empresarial de Foz do Iguaçu (ACIFI) entre representantes do poder público e comerciantes do Núcleo da Avenida Brasil.

Ações previstas na Avenida Brasil

Os serviços serão executados de forma conjunta entre a Secretaria Municipal de Obras e a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. A previsão é que os trabalhos no local comecem nas próximas semanas, a depender do clima.

As intervenções acordadas para a avenida incluem:

  • Calçadas e vegetação: Reparos e adequações nos passeios públicos, acompanhados de poda e manejo das árvores;
  • Pavimentação: Correções e manutenção no asfalto ao longo da via;
  • Equipamentos urbanos: Pintura e conservação de estruturas públicas e de sinalização, como as esferas decorativas e os quiosques;
  • Iluminação e limpeza: Reforço na iluminação pública e ornamental, além de lavagem e limpeza geral do calçadão.

 

Foco no comércio local

De acordo com o secretário municipal de Obras, engenheiro Alecsandro Broio, as equipes aguardam condições climáticas favoráveis para iniciar os trabalhos em campo.

“Entendemos a importância dessas melhorias na avenida, uma das principais vias do comércio da cidade, especialmente para esse período de fim e início de ano, quando há grande movimentação de pessoas na região”, ressaltou o secretário.

 

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

A Itaipu Binacional fechou a calha central do seu vertedouro às 15h40 desta sexta-feira (23). A calha estava aberta desde a manhã do dia 15 de outubro e não há previsão para reabertura. No entanto, a calha esquerda segue aberta, vertendo cerca de 8 milhões de litros de água por segundo (8.000 m³/s).

A manobra faz parte de uma operação coordenada pela Comissão Especial de Cheias da usina para conter os efeitos da forte elevação na vazão do Rio Iguaçu, evitando o aumento repentino do nível do Rio Paraná na faixa de fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

Foto: William Brisida/Itaipu Binacional.

Nas últimas 24 horas, a vazão do Rio Iguaçu medida na Estação Cataratas saltou de 4.970 m³/s para 7.480 m³/s. A previsão das equipes técnicas é que o volume do Iguaçu continue subindo, podendo atingir até 12 milhões de litros por segundo (12.000 m³/s) nos próximos dias.

Amortecimento de cheias e nível do reservatório

Reservatório da Itaipu. Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional.

Para absorver esse aumento sem impactar severamente as áreas ribeirinhas de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, a Itaipu utilizará a capacidade de armazenamento do seu próprio reservatório.

A cota da represa atingiu 219,30 metros acima do nível do mar nesta sexta-feira — uma redução de quase 1,20 metro em relação ao pico de 220,50 metros registrado no último dia 13. Essa margem operacional permite à usina reter temporariamente parte da água que chega pelo Rio Paraná, diminuindo a defluência do complexo hidrelétrico.

“A redução do vertimento vai manter o Paraná estável enquanto o Iguaçu sobe. Dessa forma, não haverá aumento do nível na estação de medição da Ponte da Amizade”, explicou o engenheiro Paulo Zanelli Jr., coordenador da Comissão Especial de Cheias da Itaipu. O objetivo é manter o nível do Paraná próximo ao patamar atual, de 116,60 metros, buscando uma redução gradual à medida que a vazão permitir.

A Itaipu informou ainda que a geração de energia elétrica segue normalmente, alinhada às diretrizes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Brasil, e da Administración Nacional de Electricidad (ANDE), no Paraguai.

Alerta à população e orientações da Defesa Civil

Vista aérea do Rio Paraná. Foto: William Brisida/Itaipu Binacional.

A Comissão Especial de Cheias da Itaipu e os órgãos de proteção civil do Brasil e do Paraguai orientam os moradores da região fronteiriça, em especial as famílias de áreas ribeirinhas, a acompanharem as atualizações frequentes do Boletim Hidrológico.

O documento é atualizado no site oficial (www.itaipu.gov.br) e no perfil do Instagram da usina. As autoridades reforçam que moradores já acolhidos ou transferidos para locais seguros devem permanecer onde estão e seguir estritamente os alertas da Defesa Civil.

 

Atletas de Foz do Iguaçu conquistaram seis medalhas nos Jogos da Juventude Caixa 2026, com destaque para o atletismo e o tênis de mesa. As conquistas ocorreram durante o primeiro bloco de disputas, entre terça-feira (20/10) e quinta-feira (22/10).

Ouro e prata no atletismo

Nicolas Izidoro da Silva conquistou duas medalhas: ouro no salto triplo e prata no salto em distância. Além dele, Gabriela Figueiredo Amaral e José Guilherme Giusti Medeiros também representaram o município na modalidade.

Tênis de mesa garante quatro medalhas

No tênis de mesa, Yasmin Kubis Saddock conquistou quatro medalhas: prata na disputa individual feminina, bronze na dupla mista e por equipes mistas, além de outra prata na dupla feminina, ao lado de Nihan Jamil Abdallah. A atleta contou com a orientação do técnico Pedro Marcos Correa.

Foz também participa do judô

No judô, Barbara Camila Galis Dias terminou em sétimo lugar, enquanto Davi Matias Magalhães conquistou a quinta colocação. Os atletas competiram sob a orientação do técnico Pedro Felipe Braga Tonello.

Enquanto isso, o Paraná soma 34 medalhas e ocupa o segundo lugar no quadro geral, atrás de São Paulo, que lidera com 36.

Próximas disputas começam neste sábado

A participação de Foz continua neste sábado (24/10), com o segundo bloco dos Jogos. Ao todo, 16 atletas do município competem em modalidades como badminton, ciclismo, águas abertas, handebol e voleibol.

Já o terceiro bloco começa em 30 de outubro, com disputas de natação, basquete, futsal, vôlei de praia e outras modalidades. O evento é realizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), em parceria com a Prefeitura de Foz do Iguaçu e o Governo do Paraná.

 

 

Foto em destaque: Jogos Juventude CAIXA 2026

Já fomos cobrados por hiperprodutividade, resiliência extrema, “mindset ágil” e por um senso de adaptação quase sobre-humano. De tempos em tempos, algum messias do mundo corporativo ou da inovação surge no LinkedIn apontando para a “última coca-cola do deserto” — aquele conceito ou ferramenta que, do dia para a noite, vira requisito obrigatório para qualquer profissional que queira continuar relevante.

Hoje, a bola da vez é o domínio da Inteligência Artificial.

A IA já entrou na rotina. Do e-mail redigido por um assistente virtual ao esboço de linhas de código, passando por ideias de posts para redes sociais, dizer que se entende de IA passou a ser linha obrigatória no currículo e pauta fixa na reunião de alinhamento.

O problema é a velocidade insana com que o mercado exige essa adoção. Estamos diante de uma tensão silenciosa e corrosiva: empresas cobram intimidade total com a tecnologia enquanto seus colaboradores ainda tentam entender como utilizá-la sem perder o rumo.

Quando a IA não é assimilada como ferramenta de apoio para eliminar o trabalho repetitivo e abrir espaço para o pensamento estratégico, o efeito colateral é imediato. Vemos profissionais “inventando” demandas desnecessárias dentro da rotina para parecerem inovadores e, no pior dos cenários, se rendendo ao “copia e cola” descarado.

O mar de mesmice e a estética do algoritmo

O resultado dessa corrida desesperada por automação é o surgimento de um verdadeiro mar de mesmice. Textos, artes, identidades visuais, dancinhas com música “chiclete”, estratégias de marketing e diagnósticos de mercado começam a parecer estranhamente iguais.

Falta alma, falta contexto, falta identidade.

Isso não acontece por acaso. A IA generativa trabalha com base em probabilidades estatísticas. Ela analisa bilhões de dados do que já foi produzido na internet e entrega a resposta média mais provável. Em termos simples: ela entrega o lugar-comum refinado.

É a consagração da “estética de algoritmo”, que se desenha em três frentes perigosas para qualquer negócio:

  • O efeito “média”: Como os modelos são treinados com conteúdo já existente, a IA elimina as pontas — e é justamente nos extremos que residem a genialidade, a ousadia e a autoria criativa.
  • A atrofia do pensamento crítico: A facilidade das respostas instantâneas desencoraja o processo doloroso — porém indispensável — de rascunhar, errar, quebrar a cabeça e criar algo do zero.
  • A poluição do ecossistema: O mercado está sendo soterrado por toneladas de artigos, relatórios e artes gerados em segundos. Em meio a esse ruído industrial, a originalidade humana virou item de raridade absoluta.

 

O papel da liderança: nem todo mundo precisa de IA

Atribuir essa pasteurização da marca ao colaborador é um erro de leitura. A responsabilidade por esse cenário quase sempre está no topo da hierarquia.

Antes de exigir que a equipe entregue “tudo via IA”, o CEO ou líder de setor precisa dar um passo atrás e compreender algo básico: IA não é para todo mundo e não serve para qualquer processo.

A pessoa responsável pelo suprimento do escritório não precisa de IA para desempenhar bem sua função. A equipe responsável pelo café da recepção tampouco. E, mesmo em posições estratégicas ou de tomada de decisão, o uso cego de modelos gerativos pode ser desastroso.

A comunicação visual familiar e autêntica que construiu a reputação da sua empresa ao longo de anos pode, em poucos meses, se tornar idêntica à do seu concorrente mais barato. A voz da sua marca, antes humana e próxima do cliente, vai se esvaindo atrás de jargões robóticos, métricas vazias e parágrafos sem vida.

A verdadeira inovação em 2026 não está em automatizar cada centímetro da sua operação. Está em saber exatamente onde a máquina acelera o processo e onde a inteligência, a sensibilidade e o repertório humano são simplesmente insubstituíveis. Quem não entender esse limite vai liderar suas equipes direto para a irrelevância.

 

 

 

Crédito da imagem em destaque: Ilustração gerada por Inteligência Artificial (com devida supervisão e curadoria de um cérebro humano que economizou 4 horas de trabalho só para poder escrever este artigo).

Descubra mais sobre Clickfoz

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo