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sex, 23 de out 2026

Black Friday no Paraguai: Fino Corte convida a completar o roteiro de compras com boa gastronomia em Foz

Restaurante recebe moradores e turistas todos os dias, com opções para compartilhar, atendimento durante toda a tarde de segunda a sábado e buffet livre completo no almoço de domingo.

Um dia de compras no Paraguai costuma começar cedo e terminar com muitas histórias, sacolas e vontade de fazer uma boa refeição. Durante a Black Friday, entre pesquisar preços, visitar lojas e aproveitar ofertas, o almoço pode acabar ficando para depois. Na volta para Foz do Iguaçu, encontrar um restaurante aberto fora do horário tradicional faz toda a diferença.

É nesse roteiro que entra o Fino Corte. A casa convida moradores e visitantes a transformar a pausa depois das compras em um momento para descansar, reunir os amigos e aproveitar a gastronomia. Seja para um almoço mais tarde ou para encerrar o dia com um jantar, a proposta é dar continuidade ao passeio com uma experiência à mesa.

Compras sem pressa, almoço fora de hora

Para quem pretende aproveitar o dia no Paraguai, o horário da refeição nem sempre acompanha o planejamento. A visita a mais uma loja, uma última oferta ou o tempo de retorno à fronteira podem levar o almoço para o meio da tarde.

De segunda a sábado, o Fino Corte atende das 11h30 às 23h30, sem fechar durante a tarde. Assim, quem chega às 15h, às 16h ou no início da noite encontra a casa em funcionamento para aproveitar o cardápio à la carte.

A flexibilidade permite encaixar a refeição no passeio, tanto para quem volta com fome depois das compras quanto para quem prefere descansar antes de sair para jantar.

Carnes e opções para compartilhar depois do passeio

Depois de caminhar pelas lojas, a mesa se torna um convite para desacelerar. Para grupos de amigos e famílias, as opções para compartilhar fazem da refeição uma continuação do encontro.

Entre os destaques da casa estão a Experiência Fino Corte, com brisket e cupim de colher, e a Costela Três Fronteiras. São opções que aproximam o público da especialidade do restaurante e abrem espaço para conhecer diferentes sabores em uma mesma visita.

O Famoso também faz parte desse roteiro. Com apresentação à mesa, o sanduíche acrescenta um momento de interação à refeição e oferece mais uma maneira de conhecer a identidade do Fino Corte.

Entre carnes, acompanhamentos e conversa, a proposta é trocar o ritmo das compras por um momento para aproveitar a companhia de quem participou do passeio.

Domingo também tem lugar no roteiro

Quem organiza as compras para o fim de semana também pode incluir o Fino Corte na programação de domingo.

Das 12h às 15h, a casa oferece buffet livre completo, com saladas, pratos quentes, carnes e sobremesas. Uma opção para reunir a família e os amigos em um almoço com variedade e liberdade para montar o prato.

Depois do buffet, o atendimento à la carte retorna às 16h e segue até as 22h30. Assim, quem volta do Paraguai no fim da tarde também pode aproveitar a casa para uma refeição ou um jantar.

Das ofertas no Paraguai aos encontros à mesa

A Black Friday pode render mais do que boas compras. Para quem visita a fronteira, também é uma oportunidade de conhecer os sabores de Foz do Iguaçu e incluir a gastronomia na viagem.

No Fino Corte, o convite é reservar um espaço no roteiro para comer bem, compartilhar os achados do dia e aproveitar o encontro.

Depois de aproveitar as ofertas no Paraguai, a próxima parada pode ser à mesa. No Fino Corte, o convite é reunir os amigos, deixar as sacolas de lado e encerrar o passeio com sabor.

Serviço

Fino Corte Restaurante — Foz do Iguaçu

Segunda a sábado: das 11h30 às 23h30, sem fechar durante a tarde.
Domingo — buffet livre completo: das 12h às 15h.
Domingo — atendimento à la carte: das 16h às 22h30.
Cardápio: finocorte.com https://www.finocorte.com/#call_002_1746215946

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A Itaipu Binacional fechou a calha central do seu vertedouro às 15h40 desta sexta-feira (23). A calha estava aberta desde a manhã do dia 15 de outubro e não há previsão para reabertura. No entanto, a calha esquerda segue aberta, vertendo cerca de 8 milhões de litros de água por segundo (8.000 m³/s).

A manobra faz parte de uma operação coordenada pela Comissão Especial de Cheias da usina para conter os efeitos da forte elevação na vazão do Rio Iguaçu, evitando o aumento repentino do nível do Rio Paraná na faixa de fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

Foto: William Brisida/Itaipu Binacional.

Nas últimas 24 horas, a vazão do Rio Iguaçu medida na Estação Cataratas saltou de 4.970 m³/s para 7.480 m³/s. A previsão das equipes técnicas é que o volume do Iguaçu continue subindo, podendo atingir até 12 milhões de litros por segundo (12.000 m³/s) nos próximos dias.

Amortecimento de cheias e nível do reservatório

Reservatório da Itaipu. Foto: Alexandre Marchetti/Itaipu Binacional.

Para absorver esse aumento sem impactar severamente as áreas ribeirinhas de Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, a Itaipu utilizará a capacidade de armazenamento do seu próprio reservatório.

A cota da represa atingiu 219,30 metros acima do nível do mar nesta sexta-feira — uma redução de quase 1,20 metro em relação ao pico de 220,50 metros registrado no último dia 13. Essa margem operacional permite à usina reter temporariamente parte da água que chega pelo Rio Paraná, diminuindo a defluência do complexo hidrelétrico.

“A redução do vertimento vai manter o Paraná estável enquanto o Iguaçu sobe. Dessa forma, não haverá aumento do nível na estação de medição da Ponte da Amizade”, explicou o engenheiro Paulo Zanelli Jr., coordenador da Comissão Especial de Cheias da Itaipu. O objetivo é manter o nível do Paraná próximo ao patamar atual, de 116,60 metros, buscando uma redução gradual à medida que a vazão permitir.

A Itaipu informou ainda que a geração de energia elétrica segue normalmente, alinhada às diretrizes do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Brasil, e da Administración Nacional de Electricidad (ANDE), no Paraguai.

Alerta à população e orientações da Defesa Civil

Vista aérea do Rio Paraná. Foto: William Brisida/Itaipu Binacional.

A Comissão Especial de Cheias da Itaipu e os órgãos de proteção civil do Brasil e do Paraguai orientam os moradores da região fronteiriça, em especial as famílias de áreas ribeirinhas, a acompanharem as atualizações frequentes do Boletim Hidrológico.

O documento é atualizado no site oficial (www.itaipu.gov.br) e no perfil do Instagram da usina. As autoridades reforçam que moradores já acolhidos ou transferidos para locais seguros devem permanecer onde estão e seguir estritamente os alertas da Defesa Civil.

 

Atletas de Foz do Iguaçu conquistaram seis medalhas nos Jogos da Juventude Caixa 2026, com destaque para o atletismo e o tênis de mesa. As conquistas ocorreram durante o primeiro bloco de disputas, entre terça-feira (20/10) e quinta-feira (22/10).

Ouro e prata no atletismo

Nicolas Izidoro da Silva conquistou duas medalhas: ouro no salto triplo e prata no salto em distância. Além dele, Gabriela Figueiredo Amaral e José Guilherme Giusti Medeiros também representaram o município na modalidade.

Tênis de mesa garante quatro medalhas

No tênis de mesa, Yasmin Kubis Saddock conquistou quatro medalhas: prata na disputa individual feminina, bronze na dupla mista e por equipes mistas, além de outra prata na dupla feminina, ao lado de Nihan Jamil Abdallah. A atleta contou com a orientação do técnico Pedro Marcos Correa.

Foz também participa do judô

No judô, Barbara Camila Galis Dias terminou em sétimo lugar, enquanto Davi Matias Magalhães conquistou a quinta colocação. Os atletas competiram sob a orientação do técnico Pedro Felipe Braga Tonello.

Enquanto isso, o Paraná soma 34 medalhas e ocupa o segundo lugar no quadro geral, atrás de São Paulo, que lidera com 36.

Próximas disputas começam neste sábado

A participação de Foz continua neste sábado (24/10), com o segundo bloco dos Jogos. Ao todo, 16 atletas do município competem em modalidades como badminton, ciclismo, águas abertas, handebol e voleibol.

Já o terceiro bloco começa em 30 de outubro, com disputas de natação, basquete, futsal, vôlei de praia e outras modalidades. O evento é realizado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), em parceria com a Prefeitura de Foz do Iguaçu e o Governo do Paraná.

 

 

Foto em destaque: Jogos Juventude CAIXA 2026

Já fomos cobrados por hiperprodutividade, resiliência extrema, “mindset ágil” e por um senso de adaptação quase sobre-humano. De tempos em tempos, algum messias do mundo corporativo ou da inovação surge no LinkedIn apontando para a “última coca-cola do deserto” — aquele conceito ou ferramenta que, do dia para a noite, vira requisito obrigatório para qualquer profissional que queira continuar relevante.

Hoje, a bola da vez é o domínio da Inteligência Artificial.

A IA já entrou na rotina. Do e-mail redigido por um assistente virtual ao esboço de linhas de código, passando por ideias de posts para redes sociais, dizer que se entende de IA passou a ser linha obrigatória no currículo e pauta fixa na reunião de alinhamento.

O problema é a velocidade insana com que o mercado exige essa adoção. Estamos diante de uma tensão silenciosa e corrosiva: empresas cobram intimidade total com a tecnologia enquanto seus colaboradores ainda tentam entender como utilizá-la sem perder o rumo.

Quando a IA não é assimilada como ferramenta de apoio para eliminar o trabalho repetitivo e abrir espaço para o pensamento estratégico, o efeito colateral é imediato. Vemos profissionais “inventando” demandas desnecessárias dentro da rotina para parecerem inovadores e, no pior dos cenários, se rendendo ao “copia e cola” descarado.

O mar de mesmice e a estética do algoritmo

O resultado dessa corrida desesperada por automação é o surgimento de um verdadeiro mar de mesmice. Textos, artes, identidades visuais, dancinhas com música “chiclete”, estratégias de marketing e diagnósticos de mercado começam a parecer estranhamente iguais.

Falta alma, falta contexto, falta identidade.

Isso não acontece por acaso. A IA generativa trabalha com base em probabilidades estatísticas. Ela analisa bilhões de dados do que já foi produzido na internet e entrega a resposta média mais provável. Em termos simples: ela entrega o lugar-comum refinado.

É a consagração da “estética de algoritmo”, que se desenha em três frentes perigosas para qualquer negócio:

  • O efeito “média”: Como os modelos são treinados com conteúdo já existente, a IA elimina as pontas — e é justamente nos extremos que residem a genialidade, a ousadia e a autoria criativa.
  • A atrofia do pensamento crítico: A facilidade das respostas instantâneas desencoraja o processo doloroso — porém indispensável — de rascunhar, errar, quebrar a cabeça e criar algo do zero.
  • A poluição do ecossistema: O mercado está sendo soterrado por toneladas de artigos, relatórios e artes gerados em segundos. Em meio a esse ruído industrial, a originalidade humana virou item de raridade absoluta.

 

O papel da liderança: nem todo mundo precisa de IA

Atribuir essa pasteurização da marca ao colaborador é um erro de leitura. A responsabilidade por esse cenário quase sempre está no topo da hierarquia.

Antes de exigir que a equipe entregue “tudo via IA”, o CEO ou líder de setor precisa dar um passo atrás e compreender algo básico: IA não é para todo mundo e não serve para qualquer processo.

A pessoa responsável pelo suprimento do escritório não precisa de IA para desempenhar bem sua função. A equipe responsável pelo café da recepção tampouco. E, mesmo em posições estratégicas ou de tomada de decisão, o uso cego de modelos gerativos pode ser desastroso.

A comunicação visual familiar e autêntica que construiu a reputação da sua empresa ao longo de anos pode, em poucos meses, se tornar idêntica à do seu concorrente mais barato. A voz da sua marca, antes humana e próxima do cliente, vai se esvaindo atrás de jargões robóticos, métricas vazias e parágrafos sem vida.

A verdadeira inovação em 2026 não está em automatizar cada centímetro da sua operação. Está em saber exatamente onde a máquina acelera o processo e onde a inteligência, a sensibilidade e o repertório humano são simplesmente insubstituíveis. Quem não entender esse limite vai liderar suas equipes direto para a irrelevância.

 

 

 

Crédito da imagem em destaque: Ilustração gerada por Inteligência Artificial (com devida supervisão e curadoria de um cérebro humano que economizou 4 horas de trabalho só para poder escrever este artigo).

A organização do 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema divulgou a lista das 43 produções selecionadas para a sua 8ª edição, que será realizada entre os dias 8 e 21 de novembro de 2026. A programação levará o melhor do audiovisual regional e continental a Foz do Iguaçu (Brasil), Puerto Iguazú (Argentina) e Ciudad del Este (Paraguai).

A curadoria do evento avaliou mais de 300 obras inscritas para chegar ao catálogo final. As produções representam dez países: Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, além de coproduções com Cuba e Estados Unidos.

CONFIRA A LISTA DE PRODUÇÕES SELECIONADAS AQUI

O panorama brasileiro inclui trabalhos vindos do Paraná, Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Roraima, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.

Mostras competitivas e exibições especiais

A seleção deste ano está dividida em diferentes categorias competitivas e paralelas, somando mais de 960 horas de conteúdo gratuito:

  • Afluentes: Mostra competitiva dedicada a curta-metragens de toda a América Latina e Caribe.
  • Entre Rios: Focada no cinema regional, reúne filmes produzidos no Paraná, na província de Misiones (Argentina) e em departamentos do Paraguai (exceto a capital, Assunção).
  • Mostra Universitária: Voltada para curtas criados por estudantes ou recém-formados de instituições de ensino latino-americanas.
  • Mostra Panorama: Exibição não competitiva de longa-metragens.
  • Venas Abiertas: Espaço dedicado a curtas de alta qualidade técnica que não se enquadravam nos eixos temáticos principais das mostras competitivas.
  • Mostrinha, Cine Bairro e Não é só Susto: Programações especiais com curtas infantis, exibições comunitárias para famílias e produções do gênero terror e suspense.

 

Pertencimento e exibições gratuitas na fronteira

Com o tema central voltado ao pertencimento, a 8ª edição do festival propõe reflexões sobre identidade, migração, ancestralidade, afetos e resistência coletiva.

“A temática de cada edição nasce desse olhar para as obras recebidas, de perceber como esses filmes dialogam entre si e com os temas que atravessam o conjunto. Um alto investimento ou uma trajetória em festivais internacionais não garante a seleção”, destaca o diretor artístico do evento, Maurício Ferreira.

As exibições ocorrerão em espaços públicos, bairros, escolas e centros culturais das três cidades da fronteira, com acesso 100% gratuito. A grade completa de horários e endereços das sessões será divulgada nos próximos dias, e a lista com todas as obras escolhidas já está disponível no site oficial do festival.

O 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema é produzido e realizado pelo Três Margens Cinema e Audiovisual em parceria com o Instituto Cultural Três Fronteiras.

 

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