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sex, 18 de set 2026

Foz do Iguaçu é um dos 25 melhores destinos da América do Sul

No último mês, o site TripAdvisor divulgou a lista da premiação Travellers’ Choice 2018, com os destinos, hotéis, restaurantes e atrativos mais bem avaliados pelos usuários de todo o mundo.

Mais uma vez, Foz do Iguaçu está na lista dos melhores 10 destinos do Brasil e um dos 25 da América do Sul.

Dentro do território nacional, o destino mais bem avaliado é o Rio de Janeiro. Na sequência, Gramado (RS), Porto Seguro (BA), Jericoacoara (CE), Ipojuca (PE), São Paulo (SP), Campos do Jordão (SP), Foz do Iguaçu (PR), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR).

Na América do Sul, Foz aparece na 19ª posição. O primeiro destino da lista é Custo, no Peru.

O que é Travellers’ Choice?

Criados em 2002, os Travellers’ Choice são os prêmios máximos que o TripAdvisor pode conceder. Os únicos do setor de turismo baseados em milhares de avaliações e opiniões de viajantes do mundo todo, esses prêmios anuais refletem “o melhor dos melhores” em termos de serviço, qualidade e satisfação do cliente. Hotéis, acomodações, destinos, atrações e até mesmo marcas e produtos.

Os vencedores dos prêmios Travellers’ Choice são selecionados anualmente com base no feedback de milhares de membros do TripAdvisor. Os prêmios do Travellers’ Choice selecionam não apenas escolhas populares, mas aquelas realmente excepcionais que fazem com que os viajantes voltem sempre.

Veja as listas completas aqui:

10 Melhores destinos do Brasil

25 Melhores destinos da América do Sul

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Um bolão com nove cotas feito em Presidente Venceslau (SP) acertou as seis dezenas do Concurso 3.059 da Mega-Sena, sorteado na noite desta quinta-feira (17). Os apostadores vão dividir o prêmio principal de R$ 101.970.706,13. A aposta foi registrada na lotérica Cantinho da Sorte e continha sete números marcados.

Os números sorteados foram: 01 – 02 – 07 – 18 – 33 – 35.

Quina no Paraná e prêmios em Foz do Iguaçu

Na faixa de cinco acertos (Quina), 98 apostas foram contempladas em todo o país, recebendo R$ 31.664,29 cada. Cinco dessas apostas foram feitas no Paraná, nas cidades de Colombo, Curitiba, Farol, Paranapoema e Toledo.

Já na quadra (quatro acertos), 6.697 apostas ganharam R$ 763,77. Em Foz do Iguaçu, 12 bilhetes foram premiados:

  • Casa de Ouro Loterias: 1 aposta simples (7 números) — R$ 2.291,31
  • Internet Banking Caixa: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Itaipu Loterias: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Lotefoz: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Canais Eletrônicos (site/app): 3 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Itaipu: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Porto Seguro: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada

 

Próximo sorteio

O prêmio estimado para o próximo concurso, que será realizado no domingo (20), é de R$ 28 milhões.

As apostas podem ser registradas até as 22h (horário de Brasília) de sábado (19), em qualquer unidade lotérica credenciada ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. O jogo simples, com seis números, custa R$ 6.

 

Foz Destino Inteligente iniciou uma discussão que ganhou força: “Foz é uma cidade para quem mora ou para quem visita?”.

Uma pesquisa foi lançada para ouvir quem realmente vive na cidade. O levantamento foi apresentado no dia 2 de setembro, em um encontro com lideranças de bairros no Sebrae, e quer entender como os moradores percebem os impactos do turismo no dia a dia. A ideia é descobrir se o crescimento do turismo também é percebido por quem mora aqui e quais são os principais pontos positivos e desafios para a população.

Foto: Urbia+Cataratas/Divulgação.

Foz é referência em turismo:

Com as Cataratas do Iguaçu, Itaipu e a Tríplice Fronteira, a cidade recebe visitantes do Brasil e do mundo e tem o turismo como uma das principais forças da economia local. Em 2026, as Cataratas ultrapassaram 1 milhão de visitantes ainda no primeiro semestre, 13,8% a mais que no mesmo período de 2025. E, em maio, a ocupação hoteleira chegou a 71%, o maior resultado para o mês na história. 

Mas será que esse crescimento também é sentido pelos moradores?

 

E quem mora aqui?

Foz é uma cidade que recebe, acolhe e vive do turismo. Mas, antes de ser destino, também é casa para milhares de pessoas. Quem mora aqui convive diariamente com os efeitos desse movimento, seja no trânsito, nos espaços públicos, nos serviços, no comércio ou na própria infraestrutura da cidade.

E como esse crescimento transforma a vida de quem está aqui todos os dias?

 

O turismo melhora a cidade?

O turismo movimenta a economia, gera empregos e impulsiona investimentos em infraestrutura, comércio e serviços.

Mas quanto desse desenvolvimento também melhora a vida de quem mora aqui?

Porque uma cidade turística não é feita só dos lugares que aparecem nos cartões-postais,  também é feita pelos bairros, pelas ruas e pelas pessoas que vivem aqui o ano inteiro.

 

E o que os moradores acham? 

Para quem vive em Foz, o turismo faz parte da rotina. Ele traz empregos, movimenta o comércio e gera oportunidades, mas também existem pontos que ainda precisam melhorar. É justamente essa percepção que a pesquisa quer entender: como os moradores enxergam o turismo e quais mudanças gostariam de ver na cidade.

Nem tudo que cresce, cresce para todos.

 

Uma cidade para todos

Porque Foz não é só um destino para quem visita. É também o lugar onde milhares de pessoas vivem todos os dias.

E para você: o turismo está tornando Foz uma cidade melhor para quem mora aqui?

 

 

Foto em destaque: Amanda Zelinski/Portal ClickFoz

O Observatório Social do Brasil em Foz do Iguaçu (OSB-FI) reuniu especialistas e representantes de diferentes setores para discutir os principais desafios e como melhorar a saúde pública municipal. O debate ocorreu no último dia 15, durante o Encontro de Voluntários da entidade, e enfocou os indicadores do setor, financiamento e gestão.

O presidente do Observatório, Haralan Mucelini, fez a apresentação do tema. Em seguida, as abordagens foram da sanitarista Larissa Menezes (Secretaria Municipal de Saúde); Pabla Viviana Jungblut (diretora da 9.ª Regional de Saúde); Adnan El Sayed (presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores); Khalid Omairi (presidente do Conselho Municipal de Saúde – Comus); Dr. Sergio Fabriz (diretor-geral do campus da Unioeste/Foz); Flávia Trench (coordenadora do curso de Medicina da Unila); e Dra. Gladys Velez Benito (vice-coordenadora do curso de Saúde Coletiva da Unila).

Um dos pontos de partida do diálogo foi o desempenho de Foz do Iguaçu no Índice Ipardes de Desenvolvimento Municipal (IPDM). A cidade aparece na 117.ª posição no índice geral e cai para a 242.ª colocação em saúde. São considerados na avaliação quesitos como acompanhamento pré-natal, óbitos por causas mal definidas, mortalidade infantil por causas evitáveis e mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis.

Financiamento e a complexidade da fronteira

Ao desempenho no IPDM, o controlador social agregou o financiamento da saúde, chamando atenção para o peso do setor no orçamento e para o desequilíbrio no financiamento tripartite — entre União, estado e município. Haralan Mucelini destacou que a condição de fronteira acrescenta complexidade ao financiamento, já que Foz atende a demandas de pessoas da região e de outros países, propondo mecanismos de financiamento para municípios fronteiriços.

“Ao discutirmos indicadores, baseados em dados e critérios, não caímos na crítica pela crítica. O debate sobre os desafios do setor, com representantes de quem está na linha de frente do atendimento, mostra que precisamos e podemos construir uma agenda única para a saúde, como sendo uma pauta de toda a cidade, e não somente do gestor do momento”, afirmou o presidente do OSB-FI.

Diagnóstico e visões dos especialistas

Painel reuniu expositores que atuam na saúde, em instituições municipais, estaduais e federais. Foto: Erica de Faria/OSB-FI.

Durante o painel, os convidados apresentaram dados e análises sobre o cenário local:

  • Larissa Menezes: Enfatizou a complexidade da fronteira, destacando que Foz tem menos de 300 mil habitantes, mas registra mais de 450 mil cartões do SUS. Mencionou que o Hospital Regional deverá ser efetivado e que quatro Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão em construção.
  • Pabla Jungblut: Elencou as ações do Estado, como a abertura de leitos e contratação de serviços hospitalares, apontando a falta de mão de obra especializada como um desafio central.
  • Adnan El Sayed: Citou a atuação da Comissão de Saúde da Câmara para contribuir com soluções diante da superlotação de leitos hospitalares.
  • Khalid Omairi: Destacou a importância do controle social e da participação da comunidade na qualificação do SUS, propondo uma parceria permanente com o Observatório Social.
  • Dr. Sergio Fabriz: Afirmou que os indicadores disponíveis não traduzem com precisão o desempenho da saúde local e apontou que o modelo de Saúde Plena não foi pactuado adequadamente, sobrecarregando a prefeitura com o custeio do hospital.
  • Flávia Trench: Defendeu que o município deve focar na atenção primária, prevenção e promoção da saúde, deixando as demais complexidades para os governos estadual e federal.
  • Dra. Gladys Velez Benito: Defendeu maior integração na região trinacional para enfrentar os desafios do setor, destacando o papel estratégico das universidades nesse processo.

 

Prestação de contas do quadrimestre

No evento, o Observatório Social apresentou seu segundo relatório quadrimestral de atividades (de maio a agosto), como prestação de contas à sociedade. O vice-presidente para Assuntos de Controle Social, Marco Castella, detalhou as ações da entidade no debate sobre o transporte coletivo, na saúde pública, na fiscalização de obras de pavimentação e na apuração de eventual situação de nepotismo em contratações públicas.

O relatório completo da entidade está disponível para consulta no site oficial do órgão (fozdoiguacu.sistemaosb.com.br).

 

 

 

Foto em destaque: Erica de Faria/OSB-FI

A Xiaomi divulgou o primeiro teaser oficial do Xiaomi 18 Pro na rede social chinesa Weibo, confirmando a permanência da tela secundária no painel traseiro. O novo topo de linha da fabricante chinesa tem lançamento previsto no mercado asiático para o final deste mês e trará ferramentas de inteligência artificial integradas diretamente ao display posterior.

Segundo a fabricante, a decisão de manter a tela traseira vem do alto engajamento no Xiaomi 17 Pro. A empresa registrou mais de 4 milhões de interações diárias em cartões de aplicativos e o download de 3,5 milhões de papéis de parede por dia no modelo anterior.

Processador de ponta e mudanças no design

O teaser divulgado mostra a palavra “Generating” no painel traseiro, indicando que o display secundário poderá criar conteúdos e imagens por IA em tempo real. No conjunto de câmeras, o modelo preserva o módulo horizontal assinado pela Leica com três sensores.

Entre as novidades vazadas pelo leaker Digital Chat Station, o smartphone deve apresentar:

  • Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro: Estreia do novo processador de alto desempenho da Qualcomm;
  • Borda reduzida: Molduras mais finas ao redor do display traseiro;
  • Novo botão físico: Tecla lateral dedicada que pode servir como atalho para funções de IA;
  • Ajustes estéticos: Reposicionamento do logotipo da Leica e da câmera frontal.

 

Rumores da indústria também apontam para uma bateria de maior capacidade e um modo de privacidade na tela secundária similar ao do concorrente Samsung Galaxy S26 Ultra.

Disponibilidade no mercado global

Apesar do apelo global, a Xiaomi ainda não informou se o Xiaomi 18 Pro sairá da China. Vale lembrar que os modelos 17 Pro e Pro Max, lançados em setembro do ano passado, ficaram restritos ao mercado chinês.

A mesma dúvida paira sobre o dobrável Xiaomi 18 Fold, apresentado durante a feira de tecnologia IFA, em Berlim, e oficializado na China no início deste mês, ainda sem confirmação de vendas no Ocidente.

 

Foto em destaque: Reprodução/Xiaomi

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