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qua, 01 de abr 2026

Foz Basquete vence o Ginástico por 47 a 40 e engata segunda vitória na fase final do Super 15

Equipe da fronteira supera donos da casa em jogo truncado e volta à quadra nesta quarta-feira (19) contra o Flamengo.

O Foz Basquete conquistou sua segunda vitória consecutiva na fase final do Campeonato Brasileiro Interclubes Super 15 Masculino 2025. Depois de derrotar o São Paulo FC na segunda-feira (17), o time iguaçuense voltou à quadra no início da tarde desta terça-feira (18) e venceu o Ginástico por 47 a 40, em Belo Horizonte.

O triunfo tem peso especial: o Ginástico vinha embalado após bater o Clube Regatas Flamengo e contava com o apoio da própria torcida.

Um jogo de defesa, paciência e baixos aproveitamentos

A partida foi dura e com muita marcação. O Foz Basquete acertou 15 de 55 arremessos (27%), enquanto o Ginástico teve desempenho ainda inferior: 14 de 65 (21%).
Nos dois pontos, o equilíbrio se manteve: 28% para o Foz e 23% para os donos da casa.

Nas bolas de três, ambos encontraram dificuldades:

  • Foz: 4/17 (23%)

  • Ginástico: 4/23 (17%)

A diferença mais clara apareceu nos lances livres:

  • Foz: 13/21 (61%)

  • Ginástico: 8/20 (40%)

Essa eficiência maior na linha de tiro livre ajudou a segurar a vantagem nos minutos finais.

Rebotes empatados, mas dominância individual do Foz

Cada equipe terminou com 50 rebotes, mas o destaque foi amplamente iguaçuense:

  • Raul Paris: 17 rebotes

  • Dirceu Boehs: 11

  • Caue Gabriel: 10

Do lado do Ginástico, Maycon Pereira (12) e Guilherme Domingos (11) foram os melhores.

Destaques individuais da partida

Foz Basquete joga fase final do Super 15 em Belo Horizonte.

Pontos – Foz Basquete

  • Dirceu Boehs: 18

  • Caue Gabriel: 14

  • Raul Paris: 7

Pontos – Ginástico

  • Guilherme Domingos: 20

  • Geovane Pauli: 7

  • Tiago Rockenbach: 5

Assistências

O Foz também levou a melhor: 8 a 5.

Pelo Foz:

  • Raul Paris: 4

  • Dirceu Boehs, Caue Gabriel e Tiago Rockenbach: 1 cada

Pelo Ginástico:

  • Paulo Vaz, Guilherme Domingos e Rockenbach: 1 cada

Uma vitória construída na defesa

O Ginástico até venceu nas bolas recuperadas (11 a 4), mas o Foz compensou com mais assistências, mais disciplina tática, maior eficiência nos lances livres e imposição física nos rebotes defensivos.

Foi um jogo de resistência — e o Foz Basquete mostrou maturidade para controlar o placar na reta final.

Próximo compromisso

O Foz Basquete volta à quadra nesta quarta-feira (19), às 9h, contra o Clube Regatas Flamengo, em Belo Horizonte.

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.991 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (31). Com isso, o prêmio principal acumulou e a estimativa para o próximo sorteio, que acontece no sábado (4), saltou para R$ 7,5 milhões.

Os números sorteados foram: 04 – 14 – 19 – 23 – 36 – 53.

Sorte na Fronteira e no Paraná

Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, a “fezinha” rendeu bons frutos para apostadores do Paraná. Na Quina, 36 apostas faturaram R$ 27.813,25 cada — duas delas feitas no estado, uma em Curitiba e outra em Jandaia do Sul.

Já na Quadra, o “pé quente” iguaçuense apareceu. Cinco apostas feitas em Foz do Iguaçu foram premiadas com R$ 664,70 cada. Confira onde foram feitos os jogos vencedores na cidade:

  • Cataratas Loterias (Aposta simples)
  • Itaipu Loterias (Aposta simples)
  • Lotérica Vitória (Aposta simples)
  • Internet Banking / Canais Eletrônicos da Caixa (Duas apostas simples)

Como apostar no próximo sorteio

Se você quer começar o mês de abril com milhões na conta, as apostas para o próximo concurso podem ser feitas até as 19h (horário local de Foz) de sábado, dia 4 de abril.

Você pode registrar seu jogo em qualquer casa lotérica, pelo site oficial das Loterias Caixa ou pelo aplicativo. A aposta simples, com seis números, custa R$ 6.

O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu deve registrar um movimento intenso durante o feriado prolongado de Páscoa. Segundo projeções da Motiva Aeroportos, administradora do terminal, aproximadamente 30 mil passageiros devem circular pelo aeroporto entre esta quinta-feira (2) e a próxima segunda-feira (6).

O número impressiona: o volume estimado representa um crescimento de 42% em relação ao mesmo feriado de 2025, quando 21 mil pessoas utilizaram o terminal. “Nossa equipe estará focada em oferecer a melhor experiência para os milhares de passageiros que passarão pelo terminal das Cataratas”, afirma o gerente do aeroporto, Vinícius Bueno.

Dicas para uma viagem sem imprevistos

Com o terminal operando próximo da capacidade máxima, a administração reforça orientações fundamentais para garantir o conforto de quem vai viajar:

  • Antecedência é regra: Chegue ao aeroporto com, no mínimo, 2 horas de antecedência para voos nacionais e 3 horas para destinos internacionais.
  • Check-in Digital: Utilize os aplicativos das companhias aéreas para agilizar o processo e evitar filas no saguão.
  • Documentação em mãos: Verifique RG ou Passaporte antes de sair de casa. Para viagens ao Paraguai ou Argentina, lembre-se das exigências específicas de cada país.
  • Regras de Bagagem: Atenção às dimensões da bagagem de mão e itens proibidos para evitar atrasos na inspeção de segurança.

Infraestrutura Renovada

O Aeroporto de Foz do Iguaçu, que completou 50 anos em 2024, passou recentemente por uma modernização robusta. Foram investidos R$ 350 milhões em melhorias, consolidando o terminal como a principal porta de entrada para uma das Sete Maravilhas da Natureza. Sob gestão da Motiva desde 2022, o aeroporto é peça-chave na conexão do Oeste do Paraná com o mundo.

 

 

Foto: Kiko Sierich/Divulgação Motiva Aeroportos

Nesta semana, a redação do Portal Clickfoz foi procurada pela assessoria de imprensa da Riachuelo (Grupo Guararapes). O motivo: um pedido de correção em nossas matérias sobre investimentos brasileiros no Paraguai. Segundo a nota extra-oficial enviada, a Riachuelo — e sua controladora, a Guararapes — não possuem e nunca possuíram operações fabris no Paraguai, mantendo apenas “negócios pontuais” com a empresa paraguaia Texcin.

Atendemos prontamente ao pedido de errata, prezando pelo espaço da empresa. No entanto, o “apagão” logístico sugerido pela assessoria esbarra em um arquivo histórico robusto, fartamente documentado pela imprensa nacional e pelo próprio Governo do Paraguai.

O “Made in Paraguai” que virou manchete

Em 10 de outubro de 2015, o jornal O Globo (republicado pelo portal do Senado Federal) estampava: “Made in Paraguai: Empresas brasileiras aproveitam benefício fiscal e custo menor do trabalho para abrir fábricas no país”.

Na foto principal da reportagem, um registro difícil de ignorar: o então presidente do Paraguai, Horácio Cartes, aparece ao lado de Flávio Rocha, então presidente do Grupo Guararapes (e atual Presidente do Conselho de Administração). A legenda era clara: “Parceria. O presidente do Paraguai e Flávio Rocha inauguram nova fábrica”.

Publicação de “O Globo” era ilustrada por foto onde o então presidente do Paraguai, Horácio Cartes, e o então CEO do Grupo Guararapes, Flávio Rocha, inauguravam fábrica da Texcin. Foto: Reprodução/Agência O GLOBO.

Naquela ocasião, o próprio Flávio Rocha foi enfático ao descrever a operação ao jornal:

“Mandamos para lá parte do maquinário da fábrica de Fortaleza. Enviamos tecidos e moldes. Nosso parceiro costura as roupas e fornece para nossas lojas no Brasil. O Paraguai tem o custo chinês, com o transit time de Santa Catarina”, afirmou Rocha em 2015.

Jornal paraguaio HOY também repercutiu matéria publicada em “O Globo”. Foto: Reprodução.

US$ 5 milhões e o “Custo Chinês” na fronteira

A ligação entre o grupo brasileiro e a Texcin não nasceu de um contrato casual. A planta começou a operar em agosto de 2015 com um investimento divulgado de US$ 5 milhões vinculado ao grupo brasileiro, 150 trabalhadores iniciais e uma meta de produção de 65 mil peças por mês.

Na época, o cenário era de “febre” pelas maquiladoras. O Paraguai oferecia (e ainda oferece) energia 65% mais barata, imposto de apenas 1% na exportação e custo de mão de obra 50% menor que o brasileiro. Era a estratégia perfeita para enfrentar a concorrência asiática.

Mudança de estratégia ou de discurso?

Funcionários do Grupo Texcin, posam pra foto na frente da planta fabril na cidade de Mariano Roque Alonso. Foto: Arquivo das redes sociais.

Atualmente, o Grupo Guararapes é liderado pelo CEO André Farber, que foca na digitalização e novas estratégias de mercado, incluindo a recente mudança na nomenclatura de pregão e ticker na B3, deixando Guararapes Confecções (GUAR3) e passando a se chamar Riachuelo sob o código RIAA3. Contudo, a tentativa de classificar a relação com a Texcin como meramente “pontual” soa contraditória para quem, há menos de uma década, inaugurava a planta com pompa oficial e transferia maquinário pesado do Ceará para solo paraguaio.

A Riachuelo pode não ter o título de propriedade do imóvel onde funciona a Texcin, mas o investimento, a transferência de tecnologia e a dependência logística narrada pelo seu principal porta-voz em 2015 desenham um cenário muito mais profundo do que uma simples compra de estoque.

A pergunta que fica é: Por que, em 2026, a gigante do varejo faz questão de se distanciar de uma operação que já foi motivo de orgulho e exemplo de eficiência logística para o mercado brasileiro? Se a Riachuelo não possui a planta, ela certamente investiu como se tivesse — e colheu os lucros dessa estratégia por anos.

 

 

Foto em destaque: Reprodução/Agência O Globo

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