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seg, 06 de abr 2026

Começa nesta sexta, 06, a cavalgada histórica de Santos Dumont

Será realizada de 6 a 8 de outubro, a 2ª Cavalgada histórica em homenagem a visita de Santos Dumont ao Parque Nacional do Iguaçu, com dezenas de cavaleiros das cidades vizinhas a unidade de conservação. O trajeto terá a distância de 70 km. Os cavaleiros terão a oportunidade de cavalgar e contemplar o trajeto – De Serranópolis do Iguaçu a Foz do Iguaçu – pela Estrada Velha de Guarapuava margeando o Parque e Roteiros Turísticos Regionais.

As atividades começam na sexta, às 17 horas, com a recepção dos cavaleiros na cidade de Serranópolis do Iguaçu, no Campo do Guarani, na sequência, os participantes serão brindados com um jantar típico do município, o tradicional Leitão ao fogo de chão. No sábado pela manhã os cavaleiros tomam café às 7 horas e partem rumo a cidade de Santa Terezinha do Itaipu, onde planejam chegar às 18 horas. 

No domingo os participantes tomam café ainda em Santa Terezinha do Itaipu e seguem a cavalgada rumo a Foz do Iguaçu. Os participantes esperam chegar às 12 horas na fronteira, mais precisamente na Capela Nossa Senhora de Fátima, na Avenida das Cataratas, na região do Centro de Visitantes do Parque Nacional do Iguaçu. No local os participantes irão organizar um churrasco de encerramento e confraternização.

Inspiração da cavalgada 

Há 101 anos, Santos Dumont percorreu o trajeto das Cataratas do Iguaçu à capital do estado no lombo de um cavalo para pedir ao governador do Paraná, na época, Affonso Camargo, a desapropriação das terras e para tornar aquele lugar acessível a toda a humanidade.

O feito deste brasileiro colaborou para a criação do Parque Nacional do Iguaçu e proteção de uma riquíssima biodiversidade no entorno da unidade de conservação. Mais do que homenagear a contribuição de Santos Dumont para a região, os cavaleiros irão viver um pouco desta experiência de andar a cavalo pela antiga via, que teve um papel fundamental para o desenvolvimento regional.

O objetivo da cavalgada é aproximar os parceiros (gestores, entidades, prefeituras, moradores do entorno e sociedade) e discutir as questões ambientais e a importância da Unidade de Conservação. Especialmente mostrar os roteiros turísticos regionais, desenvolvidos pelos municípios e as potencialidades e seus diversos usos. 

Realização 

A 2ª Cavalgada histórica de Santos Dumont é uma realização do Instituto Conhecer para Conservar, Parque Nacional do Iguaçu e Fundação SOS Mata Atlântica. O evento conta com apoio da Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, Prefeitura Municipal de Serranópolis do Iguaçu e 5ª Companhia de Polícia Ambiental – Força Verde.

O Instituto Conhecer para Conservar é uma ONG dos funcionários do Grupo Cataratas e atua em prol de ações socioambientais na região. O instituto trabalha com parcerias envolvidas na conservação para fomentar alternativas de emprego e renda no entorno do Parque, valorizando alternativas de baixo impacto como o turismo rural.

Programação da 2ª Cavalgada histórica de Santos Dumont

Largada: 6 de outubro

Local: Serranópolis do Iguaçu

Horário: 17 horas – Recepção aos Cavaleiros 

Horário:  20 horas – jantar – leitão ao fogo de Chão

Horário: 20h30 – apresentação de tertúlia de música gaúcha e regional

 7 de outubro

Local: Serranópolis do Iguaçu

Horário: 7 horas – café da manhã / saída da Cavalgada 

Horário: 12 horas – almoço

Horário: 18 horas – chegada em Santa Terezinha de Itaipu – jantar 

8 de outubro

Horário: 7 horas – café da manhã – saída da cavalgada – Santa Terezinha

Horário: 12 horas – almoço – Igreja – vizinha ao Parque das Aves

Horário: 16 horas – chegada em Foz do Iguaçu (Parque Nacional do Iguaçu)

Contato organização – Foz do Iguaçu

Pedro Fogaça – Parque Nacional do Iguaçu

(45) 8806-8857 

cavalgadas@catarataspni.com.br

Secretaria Municipal de Agricultura de Foz do Iguaçu

(45) 3521-9000

 Contato organização – Serranópolis

Prefeitura Municipal de Serranópolis

Lucas – Secretaria de Agricultura 

(45) 3236-1122

agricultura@serranopolis.pr.gov.br

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Em 2015, o Marco das Três Fronteiras era pouco mais que um obelisco histórico em uma área com infraestrutura precária e baixo fluxo de visitantes. Dez anos após a concessão à iniciativa privada, os números falam por si: R$ 483 milhões movimentados, recordes de público e uma revitalização que transformou toda a região Sul de Foz do Iguaçu.

Diante desse cenário de sucesso consolidado, surge a pergunta inevitável para o planejamento urbano da nossa cidade: Será que esse mesmo modelo de gestão não é a solução que falta para o Bosque Guarani?

Do Zoológico ao Abandono: O cenário do Bosque

Cenário de espera: O Bosque Guarani permanece sem data oficial para reabertura após consulta pública finalizada em 2025. Foto: Kaká Souza.

Localizado em um ponto nevrálgico do Centro — ao lado do terminal de ônibus e de hotéis estratégicos — o Bosque Guarani vive um limbo desde o fechamento do seu antigo zoológico em 2021. Embora tenha se tornado uma Unidade de Conservação (Parque Natural Municipal) em 2023, o espaço ainda carece de uma ocupação que combine preservação ambiental com lazer seguro e atrativo para o iguaçuense.

Atualmente, o município finaliza o Plano de Manejo do local. Este documento é o “divisor de águas”. Sem ele, nada acontece. Com ele aprovado, a Prefeitura terá em mãos o mapa jurídico para decidir: manter a gestão direta (com custos elevados de manutenção) ou buscar uma parceria como a que deu vida nova ao Marco.

Ocupação irregular na lateral do Bosque Guarani evidencia o impacto social do abandono da área central de Foz. Foto: Kaká Souza.

Por que o modelo “Marco” faz sentido aqui?

Se olharmos para o que aconteceu no Marco das Três Fronteiras, os paralelos com o potencial do Bosque são evidentes:

  • Segurança e Convivência: Onde antes havia isolamento, o Marco trouxe monitoramento e iluminação. No Bosque, isso significaria devolver o espaço às famílias, afastando a sensação de insegurança que muitas vezes ronda o centro à noite.
  • Investimento Sem Custo Público: No modelo de concessão, a concessionária assume o risco e o investimento em infraestrutura (como os novos acessos e o Espaço das Américas no Marco), enquanto o município recebe outorga e impostos.
  • Turismo de Centro: Imagine o turista que hoje se hospeda no centro ter um “Parque Natural” moderno a poucos passos, com café, trilhas educativas e acessibilidade. Isso retém o visitante por mais tempo no comércio local.

O Desafio da Sustentabilidade

É claro que o Bosque Guarani tem suas particularidades. É uma área de mata nativa densa e proteção rigorosa. Mas a experiência do Marco prova que é possível aliar soberania, história e proteção ambiental com uma operação comercial eficiente.

O Plano de Manejo, que encerrou sua fase de consulta pública ainda em 2025, prevê o zoneamento do parque. É este zoneamento que dirá onde pode haver uma lanchonete, onde deve ser preservação integral e onde podem ser instaladas passarelas de educação ambiental.

A palavra está com você, leitor

A Prefeitura deu o passo técnico com o Plano de Manejo. Agora, cabe a Foz do Iguaçu decidir se quer manter o Bosque como um “quadrado verde” cercado por grades no centro ou se está pronta para transformá-lo em um novo marco de desenvolvimento sustentável, seguindo o exemplo de sucesso que já temos em casa.

Você concorda que a concessão é o melhor caminho para o Bosque Guarani ou o espaço deve seguir sob gestão exclusiva da Prefeitura?

 

Nota da Redação: O Portal Clickfoz tentou contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente solicitando atualizações sobre o cronograma de aprovação do Plano de Manejo — cuja consulta pública foi encerrada em março de 2025 — e a previsão de reabertura do Bosque Guarani. Até o fechamento desta edição, não houve retorno aos nossos questionamentos. O espaço permanece aberto para que a secretaria envie seu posicionamento, que será prontamente atualizado nesta reportagem.

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

O cenário teatral da Tríplice Fronteira ganha uma oportunidade de formação gratuita na próxima semana. Os projetos de extensão Cote’Coi – Coletivo Teatral e o Grupo de Teatro Universitário, que atuam na região desde 2015, convidam artistas e interessados em geral para a oficina “O corpo, a palavra e a cena”.

Com foco na poética da atuação e na experimentação de diferentes linguagens cênicas, o treinamento é voltado para atrizes, atores, diretores e qualquer pessoa da comunidade que deseje explorar a expressão corporal e a construção da cena.

Programação e Datas

As oficinas serão realizadas de forma presencial em três encontros na próxima semana:

  • Segunda-feira (06/04): das 14h às 18h
  • Quarta-feira (08/04): das 14h às 18h
  • Sexta-feira (10/04): das 14h às 18h

Como participar

As atividades são totalmente gratuitas. Para garantir uma vaga, os interessados devem preencher o formulário de inscrição disponível na internet. A iniciativa reforça o papel dos projetos de extensão universitária na democratização do acesso à cultura e na formação de novos talentos locais.

Inscrições: Clique aqui para acessar o formulário oficial

Sobre o Cote’Coi

O coletivo é uma referência na região trinacional (Brasil, Paraguai e Argentina) há mais de uma década, desenvolvendo pesquisas contínuas sobre o fazer teatral e promovendo a integração entre a universidade e a comunidade externa por meio das artes cênicas.

O calendário eleitoral de 2026 entra em uma fase decisiva neste mês de abril. Para o cidadão que deseja votar nas eleições gerais de outubro — quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados —, restam pouco mais de 30 dias para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral. O prazo final é o dia 6 de maio.

A data limite vale para quem precisa tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou alterar o local de votação.

Como regularizar em Foz do Iguaçu

O eleitor iguaçuense pode resolver suas pendências de duas formas:

  1. Presencial: Procurando o Cartório Eleitoral de Foz do Iguaçu.
  2. Digital: Através do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no serviço de autoatendimento do eleitor.

 

Vale lembrar que o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens que completam 16 anos até a data da eleição já podem solicitar o documento, mesmo que ainda tenham 15 anos no momento do pedido.

“Dança das Cadeiras” na Política

Além do prazo para o cidadão, este fim de semana marca duas datas cruciais para quem pretende se candidatar:

  • Janela Partidária: Encerrou-se nesta sexta-feira (3) o prazo para que políticos mudem de partido sem perder o mandato por infidelidade partidária.
  • Desincompatibilização: Termina neste sábado (4) o prazo para que ocupantes de cargos públicos (como ministros, secretários e diretores) deixem suas funções caso pretendam disputar as eleições. A medida visa evitar o uso da máquina pública para fins eleitorais.

Por que não deixar para a última hora?

Historicamente, os últimos dias do prazo (próximos a 6 de maio) registram longas filas e instabilidade nos sistemas online do TSE devido ao alto volume de acessos. A recomendação da Justiça Eleitoral é que o eleitor aproveite o feriado de Páscoa para conferir sua situação no site oficial e realizar as alterações necessárias o quanto antes.

 

 

 

Foto em destaque: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Sábado de Aleluia (4) pode terminar com um novo milionário no Brasil. A Mega-Sena sorteia hoje o prêmio principal do concurso 2.992, que está acumulado em R$ 10 milhões. O valor, anteriormente estimado em R$ 7,5 milhões, subiu devido ao volume de apostas e ao último sorteio sem ganhadores na faixa principal.

As seis dezenas serão reveladas a partir das 21h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo direto do Espaço da Sorte, em São Paulo, pelos canais oficiais da Caixa no YouTube e Facebook.

Como apostar em Foz do Iguaçu

Para quem quer tentar a sorte na fronteira, as regras são simples:

  • Prazo: As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília).
  • Onde: Em qualquer casa lotérica credenciada, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo oficial.
  • Custo: A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Chance de ganhar

Quem faz a aposta mínima de seis números tem uma probabilidade de acerto de uma em 50.063.860. Já para quem opta pelo limite máximo de 20 números (ao custo de mais de R$ 232 mil), a chance sobe para uma em 1.292.

Além do prêmio principal, a Mega-Sena também premia acertadores da Quina (cinco números) e da Quadra (quatro números), cujos valores variam conforme o total arrecadado.

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