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seg, 21 de set 2026

Capivara gigante desembarca em Itaipu para celebrar o Dia das Crianças com programação especial

De 10 a 19 de outubro, o Mirante do Vertedouro será palco de uma atração inédita com atividades gratuitas, brindes e diversão para toda a família.

O Dia das Crianças promete ser inesquecível na Itaipu Binacional. Entre os dias 10 e 19 de outubro, o Mirante do Vertedouro receberá uma visitante ilustre: uma capivara gigante de 10 metros de comprimento, criada especialmente para encantar o público durante o passeio Itaipu Panorâmica.

A ação faz parte da programação especial preparada para o feriado, que deve atrair centenas de visitantes à usina.

Diversão e brindes no feriado

Nos dias 11 e 12 de outubro, o fim de semana ganha um toque ainda mais lúdico. As crianças poderão aproveitar pipoca e algodão-doce gratuitos, além de receber coroas infantis exclusivas em formato da simpática capivara e da elegante harpia — símbolos que remetem à fauna da região. Os brindes serão distribuídos gratuitamente para os pequenos que visitarem o atrativo.

Além da interação com a escultura gigante, o Mirante do Vertedouro oferece uma das melhores vistas da Usina de Itaipu, proporcionando uma experiência única de contemplação e aprendizado sobre a grandiosidade da hidrelétrica.

O passeio Itaipu Panorâmica é realizado em ônibus panorâmicos, com paradas estratégicas nos principais pontos de observação, incluindo o local onde estará instalada a capivara gigante.

Gratuidade e descontos

O passeio é gratuito para crianças de até 5 anos, bem como para moradores de Foz do Iguaçu e dos municípios lindeiros ao Lago de Itaipu.

Crianças de 6 a 11 anos, estudantes, idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência (PcD), professores e doadores de sangue têm direito à meia-entrada, mediante apresentação de documento que comprove o benefício.

Com essa iniciativa, Itaipu reforça seu compromisso de oferecer experiências educativas, acessíveis e inclusivas, aproximando famílias e turistas de uma das maiores obras de engenharia do mundo — agora em clima de celebração e fantasia.

 

Foto: Divulgação/Itaipu Binacional

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O Foz do Iguaçu FC empatou em 1 a 1 com o São Joseense na tarde do último sábado (19), na Vila Olímpica, em São José dos Pinhais. O confronto foi válido pela quarta rodada da Copa Paraná. O Azulão da Fronteira construiu boas oportunidades ao longo do jogo, mas cedeu a igualdade nos minutos finais da partida.

O time iguaçuense começou a partida pressionando os donos da casa. Logo aos 17 minutos do primeiro tempo, após cobrança de falta alçada na área e corte parcial da defesa, o zagueiro Gabriel Vidal aproveitou a sobra e acertou um belo voleio no ângulo para abrir o placar. O Foz manteve o controle ofensivo e levou perigo com finalizações de Lucas Belém e Adisa, enquanto o São Joseense encontrou dificuldades para superar a marcação visitante.

Oportunidades desperdiçadas na segunda etapa

No segundo tempo, o Foz do Iguaçu FC seguiu encontrando espaços no ataque e criou chances claras para consolidar a vitória. Francis e Adisa exigiram boas intervenções do goleiro adversário, e Lucas Belém protagonizou grande jogada individual pela esquerda. O técnico Ageu Gonçalves promoveu alterações na equipe com as entradas de Henrique Oliveira, Kaká, Felipe Augusto, Ramon e Japa. Aos 24 minutos, Kaká recebeu livre dentro da área, mas finalizou por cima do gol.

A penalização pelas chances perdidas veio aos 47 minutos da etapa final, quando o São Joseense aproveitou uma investida nos acréscimos para marcar o gol de empate e fechar o placar em 1 a 1.

Foco no clássico estadual no Estádio do ABC

Autor do único gol do Azulão na partida, Gabriel Vidal destacou o momento individual, mas lamentou a escapada do triunfo. “Fico feliz por estar ajudando o time com gols, é um momento bom individualmente, mas eu trocaria esses gols pela vitória. Hoje tivemos oportunidades para matar o jogo e infelizmente sofremos o empate no final. Agora é levantar a cabeça e seguir trabalhando”, declarou o zagueiro.

Com o resultado fora de casa, o Foz do Iguaçu FC alcança a marca de cinco pontos na tabela de classificação da Copa Paraná e se mantém na briga pelas primeiras colocações. O próximo compromisso do Azulão da Fronteira será neste domingo (27), às 15h30, no Estádio do ABC, quando recebe o Athletico Paranaense.

 

 

Foto em destaque: Foz do Iguaçu FC/Divulgação

O Banco Central (BC) oficializou novidades no regulamento do Pix para aumentar a segurança das transações, aprimorar a participação de instituições financeiras e expandir as funcionalidades da ferramenta. As medidas trazem atualizações importantes para o mercado financeiro e para os usuários, com prazos de implementação previstos a partir de 2027.

Uma das principais novidades é a liberação do Pix Automático para usuários de contas-salário, com previsão de início para julho de 2027. Além disso, o BC regulamentou a cobrança híbrida, modelo que unifica boleto bancário e QR Code do Pix no mesmo documento. Essa modalidade entra em vigor em fevereiro do próximo ano e tem como objetivo principal impedir pagamentos indevidos ou em duplicidade.

Ajustes na participação e combate a irregularidades

A nova regulamentação também permite a dispensa da participação obrigatória no sistema para instituições financeiras com mais de 500 mil contas ativas, desde que o perfil dos clientes ou o modelo de negócios não exija o uso da infraestrutura do Pix.

Para reforçar a segurança e proteger os recursos dos clientes, o BC ajustou os critérios de adesão e desligamento de participantes:

  • Suspensão imediata: aplicação de medida cautelar para instituições que entrarem em liquidação extrajudicial;
  • Saída ordenada: adequação de prazos para entidades que não comprovarem os limites mínimos de patrimônio líquido e capital social;
  • Exclusão sem carência: a penalidade de exclusão do Pix terá efeito instantâneo, eliminando o prazo anterior de 30 dias.

 

As mudanças visam garantir maior fluidez no resgate de valores por parte dos correntistas e manter a integridade do sistema de pagamentos instantâneos.

 

Mesmo após quase quatro anos do terceiro mandato de um governo federal que sempre colocou a erradicação da pobreza e o combate às desigualdades regionais no centro do seu discurso, a realidade dos números insiste em expor uma ferida aberta. A nova ferramenta IMDS – Eleições: Panorama Estadual, lançada pelo Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social, traz à tona um retrato incômodo: a discrepância socioeconômica entre as regiões do país permanece praticamente intacta.

Os dados consolidados pelo instituto revelam uma clara divisão do Brasil em dois blocos. De um lado, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste concentram os melhores indicadores de renda, dinamismo econômico e menor dependência de programas de transferência de renda. No topo do ranking de renda domiciliar per capita em 2025, o Distrito Federal lidera isolado com R$ 4,4 mil, seguido por São Paulo (R$ 2,9 mil), Rio Grande do Sul (R$ 2,8 mil), Santa Catarina (R$ 2,8 mil) e Paraná (R$ 2,7 mil). Na outra extremidade, estados como o Maranhão registram uma média de apenas R$ 1,2 mil, acompanhado por Acre, Ceará, Alagoas, Pará e Amazonas, todos estagnados na marca de R$ 1,4 mil por habitante.

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

Pobreza e extrema pobreza mantêm o Norte e o Nordeste na vulnerabilidade

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

A análise da pobreza extrema ilustra essa assimetria de forma ainda mais cruel. No ranking dos nove estados com as maiores proporções de pessoas vivendo abaixo da linha da extrema pobreza, todos pertencem às regiões Norte e Nordeste. O Maranhão lidera o índice alarmante com 9,0% de sua população em extrema pobreza, seguido pelo Acre (8,7%), Pernambuco (7,7%) e Alagoas (7,3%). Em contrapartida, estados do Centro-Sul registram taxas substancialmente menores: Mato Grosso registra 1,3%, Minas Gerais 1,4%, Mato Grosso do Sul 1,6%, enquanto Paraná, Rio Grande do Sul e Espírito Santo mantêm 1,8%.

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

Quando observada a taxa geral de pobreza em 2025, a discrepância segue o mesmo padrão estrutural. Enquanto o Paraná registra 5,6% e o Rio Grande do Sul 5,4% de pessoas em situação de pobreza, os percentuais chegam a patamares preocupantes no Acre (25,2%), Maranhão (24,7%) e Pernambuco (23,4%).

Fonte: Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS).

A vulnerabilidade também se estende às novas gerações: na faixa de crianças e adolescentes de 0 a 17 anos em situação de pobreza, o Paraná contabiliza 10,9%, ao passo que em Pernambuco e no Maranhão esse índice atinge expressivos 39,9% e 38,3%, respectivamente.

Aumento do Bolsa Família X a urgente necessidade de autonomia econômica

Às vésperas de mais um ciclo eleitoral, a resposta governamental a esse cenário volta a se repetir na forma de pacotes de transferência de renda. O governo federal anunciou um reajuste de 15% nos valores do Bolsa Família — elevando o piso do benefício de cerca de R$ 600 para R$ 691 e o valor médio pago para R$ 777 —, sob a justificativa de recomposição do poder de compra frente à inflação acumulada. Contudo, após mais de duas décadas da criação do programa, no primeiro mandato do presidente Lula em 2003, a medida levanta um questionamento inevitável: até quando o país tratará os sintomas sem enfrentar as causas da dependência econômica?

O assistencialismo cumpriu seu papel inicial, mas o Brasil precisa avançar

Os programas de transferência de renda desempenharam uma função fundamental de socorro e alívio imediato no combate à fome e à miséria extrema no país. No início da década de 2000, quando o modelo do Bolsa Família começou a ser desenhado, o Brasil enfrentava patamares alarmantes de vulnerabilidade social. Embora os dados oficiais do IBGE para 2003 não apresentem uma tabela única e direta de “taxa de extrema pobreza por estado” — já que o estudo de referência do período (Mapa de Pobreza e Desigualdade 2003) cruzou os microdados da POF 2002-2003 com o Censo 2000 focando em unidades municipais —, o cenário nacional era inequívoco. Em nível país, os índices de pobreza extrema eram altíssimos, com uma concentração crítica nas regiões Norte e Nordeste.

A transferência de renda foi decisiva para tirar milhões de brasileiros da indigência naquele momento histórico. Contudo, mais de duas décadas depois, o modelo que serviu como ponto de partida não pode ser o ponto de chegada. O assistencialismo cumpriu sua missão de emergência, mas agora precisa evoluir: sem a integração com políticas públicas de formação profissional, incentivo ao emprego e atração de investimentos regionais, o benefício corre o risco de virar uma armadilha de dependência permanente, em vez de uma ponte para a verdadeira autonomia econômica.

A persistência dos piores indicadores justamente nos estados — que sempre foram o principal foco e onde maior parcela da população ainda depende de auxílios estatais — escancara a insuficiência do modelo atual. Programas de transferência de renda são indispensáveis para o alívio imediato da fome e da miséria extrema, mas não foram concebidos para substituir o desenvolvimento econômico de longo prazo. Quando transformados em política permanente e sem portas de saída reais para o mercado de trabalho, tornam-se um paliativo que perpetua a vulnerabilidade em vez de superá-la.

A verdadeira emancipação social exige reformas estruturais

O Brasil não precisa apenas de atualizações monetárias em benefícios sociais em períodos pré-eleitorais — até porque, o reajuste é irrisório diante do aumento no custo de vida do brasileiro em geral; precisa de um plano concreto e estruturado para a geração de autonomia. Sem reformas que incentivem a atração de investimentos privados para essa regiões, a melhoria da infraestrutura, a qualidade da educação básica e a formação profissional nas regiões mais carentes, a promessa de “igualar o Brasil” continuará sendo um discurso vazio.

O painel do IMDS cumpre o papel essencial de afastar as narrativas políticas e focar nos fatos numéricos. A fotografia do país demonstra que a verdadeira emancipação social não virá da dependência contínua do Estado, mas sim quando a população mais vulnerável for capacitada e tiver condições de construir sua própria renda e dignidade econômica.

 

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Um bolão com nove cotas feito em Presidente Venceslau (SP) acertou as seis dezenas do Concurso 3.059 da Mega-Sena, sorteado na noite desta quinta-feira (17). Os apostadores vão dividir o prêmio principal de R$ 101.970.706,13. A aposta foi registrada na lotérica Cantinho da Sorte e continha sete números marcados.

Os números sorteados foram: 01 – 02 – 07 – 18 – 33 – 35.

Quina no Paraná e prêmios em Foz do Iguaçu

Na faixa de cinco acertos (Quina), 98 apostas foram contempladas em todo o país, recebendo R$ 31.664,29 cada. Cinco dessas apostas foram feitas no Paraná, nas cidades de Colombo, Curitiba, Farol, Paranapoema e Toledo.

Já na quadra (quatro acertos), 6.697 apostas ganharam R$ 763,77. Em Foz do Iguaçu, 12 bilhetes foram premiados:

  • Casa de Ouro Loterias: 1 aposta simples (7 números) — R$ 2.291,31
  • Internet Banking Caixa: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Itaipu Loterias: 1 aposta simples — R$ 763,77
  • Lotefoz: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Canais Eletrônicos (site/app): 3 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Itaipu: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada
  • Lotérica Porto Seguro: 2 apostas simples — R$ 763,77 cada

 

Próximo sorteio

O prêmio estimado para o próximo concurso, que será realizado no domingo (20), é de R$ 28 milhões.

As apostas podem ser registradas até as 22h (horário de Brasília) de sábado (19), em qualquer unidade lotérica credenciada ou pelos canais digitais da Caixa Econômica Federal. O jogo simples, com seis números, custa R$ 6.

 

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