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sex, 23 de out 2026

Apreensões de maconha na fronteira do Paraná sobem 228% em dez anos e batem recorde histórico

Balanço do 14º Batalhão da Polícia Militar aponta 25,4 toneladas apreendidas entre janeiro e outubro de 2026, superando todo o volume registrado no ano anterior.

As apreensões de maconha realizadas pela Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do 14º Batalhão de Polícia Militar (14º BPM), registraram um aumento de 228% na região de fronteira nos últimos dez anos. O volume interceptado saltou de 7,7 toneladas, em 2016, para 25,4 toneladas de janeiro a outubro de 2026.

O número representa o maior resultado da série histórica da unidade policial. A marca alcançada em dez meses de 2026 já supera em 5% o total acumulado durante todo o ano de 2025 (24,2 toneladas) — uma diferença de 1,2 tonelada a mais, mesmo com dois meses restantes para o encerramento do ano.

Apreensões de maconha crescem 228% em dez anos na região de fronteira do Paraná. Foto: PMPR.

Inteligência, tecnologia e planejamento estratégico

O salto expressivo nas apreensões reflete o aprimoramento das operações policiais, o emprego constante de inteligência e os investimentos do Governo do Estado em infraestrutura, frota e equipamentos operacionais. A combinação de fatores tem permitido mapear e interceptar rotas do tráfico que utilizam a faixa de fronteira com o Paraguai para abastecer grandes centros urbanos do país.

“Esse resultado é fruto de um trabalho que combina planejamento, inteligência e investimentos na atividade policial. A modernização dos equipamentos e o aprimoramento das estratégias de atuação permitem que nossas equipes sejam cada vez mais eficientes na identificação e interceptação de carregamentos de drogas. Superar o recorde do ano passado ainda em outubro demonstra a importância desse trabalho”, destacou o comandante do 14º BPM, major Eliseu Gonçalves.

Estrutura do 14º Batalhão da PMPR

Com sede em Foz do Iguaçu, o 14º Batalhão da Polícia Militar atende a sete municípios do Oeste paranaense, cobrindo um território de aproximadamente 3,2 mil quilômetros quadrados e uma população de 420,7 mil habitantes.

  • Sede do Batalhão: Av. General Meira, 2000 – Foz do Iguaçu (PR)
  • 1ª Companhia: Responsável pelo policiamento em Foz do Iguaçu e Santa Terezinha de Itaipu.
  • 2ª Companhia: Abrange Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Itaipulândia, Missal e Serranópolis do Iguaçu.
  • 3ª Companhia: Focada exclusivamente no Policiamento Especializado de Turismo em Foz do Iguaçu.

 

 

Foto em destaque: Divulgação/PMPR

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Já fomos cobrados por hiperprodutividade, resiliência extrema, “mindset ágil” e por um senso de adaptação quase sobre-humano. De tempos em tempos, algum messias do mundo corporativo ou da inovação surge no LinkedIn apontando para a “última coca-cola do deserto” — aquele conceito ou ferramenta que, do dia para a noite, vira requisito obrigatório para qualquer profissional que queira continuar relevante.

Hoje, a bola da vez é o domínio da Inteligência Artificial.

A IA já entrou na rotina. Do e-mail redigido por um assistente virtual ao esboço de linhas de código, passando por ideias de posts para redes sociais, dizer que se entende de IA passou a ser linha obrigatória no currículo e pauta fixa na reunião de alinhamento.

O problema é a velocidade insana com que o mercado exige essa adoção. Estamos diante de uma tensão silenciosa e corrosiva: empresas cobram intimidade total com a tecnologia enquanto seus colaboradores ainda tentam entender como utilizá-la sem perder o rumo.

Quando a IA não é assimilada como ferramenta de apoio para eliminar o trabalho repetitivo e abrir espaço para o pensamento estratégico, o efeito colateral é imediato. Vemos profissionais “inventando” demandas desnecessárias dentro da rotina para parecerem inovadores e, no pior dos cenários, se rendendo ao “copia e cola” descarado.

O mar de mesmice e a estética do algoritmo

O resultado dessa corrida desesperada por automação é o surgimento de um verdadeiro mar de mesmice. Textos, artes, identidades visuais, dancinhas com música “chiclete”, estratégias de marketing e diagnósticos de mercado começam a parecer estranhamente iguais.

Falta alma, falta contexto, falta identidade.

Isso não acontece por acaso. A IA generativa trabalha com base em probabilidades estatísticas. Ela analisa bilhões de dados do que já foi produzido na internet e entrega a resposta média mais provável. Em termos simples: ela entrega o lugar-comum refinado.

É a consagração da “estética de algoritmo”, que se desenha em três frentes perigosas para qualquer negócio:

  • O efeito “média”: Como os modelos são treinados com conteúdo já existente, a IA elimina as pontas — e é justamente nos extremos que residem a genialidade, a ousadia e a autoria criativa.
  • A atrofia do pensamento crítico: A facilidade das respostas instantâneas desencoraja o processo doloroso — porém indispensável — de rascunhar, errar, quebrar a cabeça e criar algo do zero.
  • A poluição do ecossistema: O mercado está sendo soterrado por toneladas de artigos, relatórios e artes gerados em segundos. Em meio a esse ruído industrial, a originalidade humana virou item de raridade absoluta.

 

O papel da liderança: nem todo mundo precisa de IA

Atribuir essa pasteurização da marca ao colaborador é um erro de leitura. A responsabilidade por esse cenário quase sempre está no topo da hierarquia.

Antes de exigir que a equipe entregue “tudo via IA”, o CEO ou líder de setor precisa dar um passo atrás e compreender algo básico: IA não é para todo mundo e não serve para qualquer processo.

A pessoa responsável pelo suprimento do escritório não precisa de IA para desempenhar bem sua função. A equipe responsável pelo café da recepção tampouco. E, mesmo em posições estratégicas ou de tomada de decisão, o uso cego de modelos gerativos pode ser desastroso.

A comunicação visual familiar e autêntica que construiu a reputação da sua empresa ao longo de anos pode, em poucos meses, se tornar idêntica à do seu concorrente mais barato. A voz da sua marca, antes humana e próxima do cliente, vai se esvaindo atrás de jargões robóticos, métricas vazias e parágrafos sem vida.

A verdadeira inovação em 2026 não está em automatizar cada centímetro da sua operação. Está em saber exatamente onde a máquina acelera o processo e onde a inteligência, a sensibilidade e o repertório humano são simplesmente insubstituíveis. Quem não entender esse limite vai liderar suas equipes direto para a irrelevância.

 

 

 

Crédito da imagem em destaque: Ilustração gerada por Inteligência Artificial (com devida supervisão e curadoria de um cérebro humano que economizou 4 horas de trabalho só para poder escrever este artigo).

A organização do 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema divulgou a lista das 43 produções selecionadas para a sua 8ª edição, que será realizada entre os dias 8 e 21 de novembro de 2026. A programação levará o melhor do audiovisual regional e continental a Foz do Iguaçu (Brasil), Puerto Iguazú (Argentina) e Ciudad del Este (Paraguai).

A curadoria do evento avaliou mais de 300 obras inscritas para chegar ao catálogo final. As produções representam dez países: Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Uruguai, além de coproduções com Cuba e Estados Unidos.

CONFIRA A LISTA DE PRODUÇÕES SELECIONADAS AQUI

O panorama brasileiro inclui trabalhos vindos do Paraná, Amazonas, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Roraima, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal.

Mostras competitivas e exibições especiais

A seleção deste ano está dividida em diferentes categorias competitivas e paralelas, somando mais de 960 horas de conteúdo gratuito:

  • Afluentes: Mostra competitiva dedicada a curta-metragens de toda a América Latina e Caribe.
  • Entre Rios: Focada no cinema regional, reúne filmes produzidos no Paraná, na província de Misiones (Argentina) e em departamentos do Paraguai (exceto a capital, Assunção).
  • Mostra Universitária: Voltada para curtas criados por estudantes ou recém-formados de instituições de ensino latino-americanas.
  • Mostra Panorama: Exibição não competitiva de longa-metragens.
  • Venas Abiertas: Espaço dedicado a curtas de alta qualidade técnica que não se enquadravam nos eixos temáticos principais das mostras competitivas.
  • Mostrinha, Cine Bairro e Não é só Susto: Programações especiais com curtas infantis, exibições comunitárias para famílias e produções do gênero terror e suspense.

 

Pertencimento e exibições gratuitas na fronteira

Com o tema central voltado ao pertencimento, a 8ª edição do festival propõe reflexões sobre identidade, migração, ancestralidade, afetos e resistência coletiva.

“A temática de cada edição nasce desse olhar para as obras recebidas, de perceber como esses filmes dialogam entre si e com os temas que atravessam o conjunto. Um alto investimento ou uma trajetória em festivais internacionais não garante a seleção”, destaca o diretor artístico do evento, Maurício Ferreira.

As exibições ocorrerão em espaços públicos, bairros, escolas e centros culturais das três cidades da fronteira, com acesso 100% gratuito. A grade completa de horários e endereços das sessões será divulgada nos próximos dias, e a lista com todas as obras escolhidas já está disponível no site oficial do festival.

O 3 Margens Festival Latino-Americano de Cinema é produzido e realizado pelo Três Margens Cinema e Audiovisual em parceria com o Instituto Cultural Três Fronteiras.

 

O Polo Rio Azul, uma das importantes portas de entrada do Parque Nacional do Iguaçu no município de Céu Azul (PR), inaugurou sua nova estrutura totalmente revitalizada. O espaço voltado ao lazer, educação ambiental e ecoturismo foi entregue em cerimônia realizada no último dia 15 de outubro.

A obra é fruto de uma parceria entre a concessionária Urbia+Cataratas e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). O acesso ao local é gratuito tanto para moradores da região quanto para turistas, mediante apenas controle de entrada.

A cerimônia de entrega reuniu o chefe do Parque Nacional do Iguaçu, José Ulisses dos Santos, a vice-prefeita de Céu Azul, Vera Lúcia Consoli Heinemann, o CFO da Urbia+Cataratas, Rodrigo Gilson Parish, e o superintendente técnico e operacional, Ricardo Souza, além de lideranças do setor ambiental e representantes da Polícia Militar Ambiental.

Novo Centro de Visitantes e infraestrutura para famílias

Foto: Eagle Eye Company/Divulgação Urbia+Cataratas.

As intervenções contemplam cerca de 3.325 metros quadrados de área construída e adaptada. O grande destaque é o novo Centro de Visitantes, projetado para acolher moradores, pesquisas científicas e grupos escolares.

A estrutura do Polo Rio Azul passa a oferecer:

  • Auditório exclusivo dedicado às atividades educativas do ICMBio;
  • Cafeteria e área de convivência;
  • Playground inclusivo e quadra poliesportiva;
  • Estacionamento ampliado para carros, ônibus e motorhomes;
  • Sanitários acessíveis e espaço família.

 

Foto: Eagle Eye Company/Divulgação Urbia+Cataratas.

Para os praticantes de caminhadas e amantes da natureza, as opções de passeio foram totalmente reestruturadas. A Trilha das Perobas, a Ecotrilha Manoel Gomes e a Pista de Caminhada receberam nova sinalização e adequações de segurança.

Investimento do Plano Parque Nacional do Iguaçu 2030

A obra faz parte dos aportes previstos no Plano Parque Nacional do Iguaçu 2030. O programa da Urbia+Cataratas prevê o investimento de R$ 600 milhões para modernizar a infraestrutura de visitação e diversificar as atratividades da unidade de conservação.

“O Polo Rio Azul representa um importante espaço de integração entre o Parque Nacional do Iguaçu e a comunidade. Estamos criando uma estrutura moderna, acessível e gratuita, que amplia as oportunidades de educação ambiental e lazer, fortalecendo o desenvolvimento dos municípios do entorno”, afirma o CFO da concessionária, Rodrigo Parish.

A iniciativa incentiva o turismo regional e descentraliza a visitação do parque, mostrando aos visitantes que a unidade de conservação guarda atrações e biodiversidade para além das famosas passarelas das Cataratas do Iguaçu.

 

 

Fotos: Eagle Eye Company/Divulgação Urbia+Cataratas

O prêmio principal da Mega-Sena acumulou mais uma vez. Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.073, realizado na noite desta quinta-feira (22). Com isso, a estimativa de prêmio para o próximo sorteio subiu para R$ 230 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 04 – 13 – 23 – 28 – 41 – 58.

Na quina, 203 apostas acertaram cinco números e levaram R$ 23.138,67 cada. No Paraná, treze bilhetes faturaram o prêmio da quina em cidades como Cambé, Colombo, Curitiba, Londrina, Maringá, Paraíso do Norte, Paranavaí, Pato Branco, Pinhais e Piraquara.

Onde saíram os prêmios em Foz do Iguaçu

Em Foz do Iguaçu, 18 apostas acertaram a quadra (quatro dezenas) e garantiram o prêmio de R$ 510,55 cada. Confira onde foram registrados os bilhetes premiados no município:

  • Casa de Ouro Loterias: 2 apostas premiadas (1 simples e 1 bolão)
  • Itaipu Loterias: 2 apostas simples premiadas
  • Lotérica Iguaçu: 3 apostas simples premiadas
  • Cataratas Loterias: 1 aposta simples premiada
  • Loteria Fortuna: 1 aposta simples premiada
  • Loteria Iguaçu: 1 aposta simples premiada
  • Lotérica Jardim São Paulo: 1 aposta simples premiada
  • Lotérica Porto Meira: 1 aposta simples premiada
  • Lotérica Vitória: 1 aposta simples premiada
  • Internet Banking / Canais Eletrônicos Caixa: 5 apostas digitais premiadas

 

Mudança de horário no sorteio de sábado por causa das eleições

O próximo concurso acontece neste sábado (24). A Caixa Loterias antecipou para o sábado os sorteios que estavam previstos para domingo (25), por conta da realização do segundo turno das eleições.

Os apostadores podem registrar seus jogos até as 20h (horário de Brasília) de sábado em qualquer lotérica do país ou pelos canais digitais do banco. A aposta mínima, com seis números, custa R$ 6.

Para a compra de cotas do Bolão Caixa pela internet (site e aplicativo), as vendas seguem abertas até as 20h45 de sábado. O sorteio das dezenas será transmitido ao vivo às 21h.

 

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