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sex, 10 de abr 2026

Ampliação da Ferroeste interessa a Argentina e Paraguai

Lideranças políticas de Posadas, capital da Província de Misiones, na Argentina, e de Encarnación, capital do Departamento de Itapúa, no Paraguai, manifestaram interesse em se reunir com o presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, para discutir a utilização do ramal ferroviário que a empresa paranaense pretende construir, através do Sudoeste do Paraná, até Chapecó, Oeste de Santa Catarina.

Um encontro para discutir o projeto, a pedido do governo de Posadas, deve ser agendado nos próximos dias. Os organizadores querem contar com a presença do governador Roberto Requião no encontro que está previsto para acontecer na cidade de Barracão (PR), na fronteira com a cidade argentina de Bernardo de Yrigojen e com a cidade catarinense de Dionísio Cerqueira.

O convite foi formulado à Ferroeste na segunda-feira (2) em Curitiba por um grupo de prefeitos. “Fiquei feliz com o convite”, declarou o presidente da empresa, Samuel Gomes. “Cada dia fica mais claro que a Ferroeste é uma importante ferramenta para a integração latino-americana, pela qual lutam o presidente Lula e o governador Requião”, destacou.

Samuel lembrou que o governo do Estado conta com uma Secretaria especialmente dedicada ao Mercosul (Seim). “Solicitei aos prefeitos que convidem a Secretaria para o encontro”, disse ainda o presidente da Ferroeste.

Gomes também pediu que o convite fosse extensivo à estrutura do Codesul (Conselho de Desenvolvimento e Integração do Sul) e da Crecenea (Comissão Regional de Comércio Exterior do Nordeste Argentino), que já realizaram outros encontros para discutir temas de interesse comum às suas áreas de influência nos dois países. A participação dessas entidades, disse Gomes, visa integrar a próxima reunião numa grande malha de articulação institucional atualmente em marcha no Cone Sul e também porque o Nordeste argentino está na área de influência da Ferroeste.

ARTICULAÇÃO – A comissão que trouxe a notícia do interesse dos argentinos pela Ferroeste veio com três de prefeitos do Sudoeste do Paraná: Juarez Henrichs, prefeito de Barracão pela terceira vez e ex-presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP); Paulo Deola, prefeito de Bom Jesus do Sul e vice-presidente da AMP; e Valdir Picolotto, prefeito de Vitorino e secretário da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop). Também esteve presente o prefeito, já por três vezes, do município de Dionísio Cerqueira, Oeste catarinense, Altair Rittes.

Ao grupo de prefeitos, que igualmente veio conhecer detalhes do projeto de expansão da ferrovia na região, assim como trazer sugestões e apoiar a iniciativa da estrada de ferro paranaense, Samuel Gomes adiantou que este ano a Ferroeste vai avançar na finalização dos projetos técnico, de engenharia, de viabilidade econômica e de licenciamento ambiental dos novos ramais. “Queremos chegar ao final de 2009 em condições de licitar as obras”, disse Gomes, “e, eventualmente, iniciar a construção de algum trecho”. Os novos ramais vão ligar a atual linha férrea Guarapuava-Cascavel a Maracaju, no Mato Grosso do Sul, por um lado, e a Chapecó, no Oeste catarinense, por outro. A extensão dos trilhos também alcançará Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, e o Porto de Paranaguá, no Litoral.

Todos os novos ramais precisam de EVTEA (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental) e EIA-RIMA (Estudo e Relatório de Impacto Ambiental), esclareceu o presidente da empresa estatal paranaense. “A diferença no caso do trecho Cascavel-Guaíra e Cascavel-Foz é que o projeto de engenharia precisa apenas ser atualizado”, segundo Gomes. O traçado de Guaíra antecede a construção da Ferroeste e o de Foz foi feito em 1999.

RAMAL SUDOESTE – Em relação ao ramal ferroviário que descerá pelo Sudoeste do Paraná até o Oeste catarinense, em três meses estará concluído o levantamento da produção e a projeção do potencial de cargas das duas regiões. O Estudo de Viabilidade do Ramal Sudoeste do Paraná/Oeste de Santa Catarina está sendo realizado pelo Lactec (Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento).

Nos meses de fevereiro e março, Samuel Gomes participará de uma série de audiências públicas na região, tanto no Sudoeste do Paraná quanto no Oeste de Santa Catarina para apresentar os dados obtidos pelo Lactec e para colher novas informações.

O prefeito de Dionísio Cerqueira (SC), Altair Rittes, disse que a expansão da estrada de ferro virá solucionar o problema de estrangulamento por que passa o Porto Seco instalado no município, único a ligar Santa Catarina ao Mercosul. A ferrovia, segundo ele, é a saída para o desenvolvimento da região.

O prefeito de Barracão (PR), Juarez Henrichs, lembrou que o município, na fronteira com a Argentina, é um ponto estratégico na ligação do Chile com o Porto de Paranaguá. Henrichs disse que os novos ramais vão agregar valor à produção regional, que hoje é predominantemente constituída por pequenas propriedades.

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O governador Ratinho Junior consolidou, nesta quinta-feira (9), um robusto pacote de investimentos para Foz do Iguaçu que ultrapassa os R$ 70 milhões. O evento, marcado pela liberação de 6,8 km da duplicação da Rodovia das Cataratas, serviu de palco para o anúncio de obras aguardadas há décadas, como a conexão definitiva entre a Vila Portes e o Jardim Jupira.

“Hoje entregamos 80% da duplicação de uma obra que começamos a planejar em 2019. É uma vitória para a população”, celebrou o governador. Ao seu lado, o prefeito General Silva e Luna reforçou o impacto social: “A trincheira do Jupira é uma necessidade de 57 anos. Estamos unindo bairros que ficaram separados por décadas”.

A “Nova” BR-277: Trincheira Vila Portes/Jupira

Vista aérea da BR-277 no trecho do Jd. Jupira. Foto: Ricardo Ribeiro/AEN.

Com investimento de R$ 17,7 milhões, a nova trincheira permitirá que veículos cruzem por baixo da rodovia, eliminando um dos pontos mais críticos de mobilidade na região Oeste. O projeto, desenvolvido pelo Itaipu Parquetec, visa não apenas a segurança, mas também o fortalecimento do comércio local que circunda a Ponte da Amizade.

Educação: Mais 800 vagas e ensino integral

Projeto Mais Escolas Paraná, PPP da Educação avança para fase final. Foto: SEED

Foz ganhará duas novas unidades pelo programa Mais Escolas Paraná (PPP). As escolas serão construídas no Jardim Carimã e no bairro Don Miguel Osman (região do Copacabana). Com um aporte de R$ 28,7 milhões, as estruturas focarão em tempo integral e ensino profissionalizante.

Asfalto e Lazer nos Bairros

O governo estadual também autorizou a licitação de R$ 33 milhões para recape e pavimentação asfáltica. A meta é alcançar ruas em 19 bairros da cidade, incluindo regiões como Morumbi, Portal da Foz, Profilurb I e Jardim São Paulo. Além disso, o bairro Madre Teresa II (Três Lagoas) receberá uma unidade do projeto Meu Campinho, com foco em lazer e esporte.

Saúde: Hospital Municipal no radar

O governador aproveitou para adiantar um próximo anúncio: o repasse de R$ 6 milhões para obras no Hospital Municipal (Hospital Regional). O projeto está em fase final e Ratinho Junior garantiu retorno à cidade em 60 dias para formalizar o investimento.

 

 

Foto em destaque: Ari Dias/Divulgação AEN

No futebol, quem faz três gols em um jogo tem o direito de escolher a trilha sonora no domingo. Em Foz do Iguaçu, o Governo do Estado parece ter garantido o seu “hat-trick” nesta quinta-feira (9). Com a entrega de 6,8 km da duplicação da Rodovia das Cataratas, o governo soma três grandes obras de infraestrutura inauguradas na cidade. O problema? Nenhuma delas está, de fato, 100% pronta para o cidadão.

O cenário é de um otimismo que não sobrevive a uma volta rápida pela cidade. Temos a estrutura, temos o asfalto, temos a fita cortada, mas falta o principal: a funcionalidade plena.

O gol de placa que ninguém usa: Ponte da Integração

A segunda ponte entre Brasil e Paraguai é, talvez, o maior símbolo dessa “entrega parcial”. A obra física está lá, imponente, ligando as duas margens do Rio Paraná. No entanto, ela segue subutilizada. Enquanto as obras estruturantes — Ativação completa das aduanas, Porto seco, acessos e desvio do fluxo pesado da cidade de Puerto Presidente Franco — não forem finalizadas em ambos os países, a ponte continua sendo um cartão-postal de luxo, mas incapaz de desafogar o trânsito caótico da Ponte da Amizade como deveria.

A Perimetral “pela metade”

Recentemente, tivemos o anúncio da liberação da Perimetral Leste. Mas a alegria durou pouco. A via foi entregue sem itens básicos de segurança, como sinalização adequada e guard-rails em trechos críticos. O resultado? Por recomendação da PRF e do DNIT, três dos principais acessos seguem fechados para evitar acidentes. É uma rodovia de integração que, por enquanto, mais isola do que conecta os bairros à BR-277.

Rodovia das Cataratas: O terceiro “gol”

Hoje foi a vez da Rodovia das Cataratas. O governador Ratinho Junior celebrou a entrega de 6,8 km duplicados, uma obra que atingiu 84% de execução total. É um avanço? Sem dúvida. Mas, novamente, o iguaçuense se depara com um trecho que ainda exige ajustes finos e que não reflete a fluidez total prometida para o corredor turístico.

O preço da pressa

Inaugurar obras é parte do jogo político, mas para quem vive em Foz, o que importa é o tempo de deslocamento, a segurança no trânsito e a logística do comércio. Entregar “pedaços” de soluções pode até render boas fotos e manchetes, mas gera uma frustração crônica na população, que vê o investimento bilionário ali, parado ou restrito, enquanto os problemas antigos persistem.

O Governo do Paraná marcou os três gols. Mas, se pudermos dar uma sugestão para a música do Fantástico, que seja uma que fale sobre paciência. Porque, pelo visto, o iguaçuense ainda vai precisar de muita para ver essas obras realmente servindo à comunidade em sua totalidade.

 

 

Fotos: Ari Dias/Divulgação AEN

A vasectomia é um dos procedimentos mais cercados de boatos. Mata a libido? Dói para sempre? O sexo muda? Quando você realmente fica estéril? A gente ouve de tudo — e a maior parte é ficção. Por isso conversamos com o Dr. Marco Nunes, urologista em São Paulo (CRM 104016), para separar o que é verdade científica do que é apenas lenda urbana.

O que é vasectomia: a cirurgia mais simples do que parece

Vamos começar pelo básico. Vasectomia é um procedimento cirúrgico que corta ou sela os canais deferentes — aqueles canais por onde os espermatozoides viajam. É isso. Nada de remover testículos, nada de mexer em hormônios, nada de destruir nada fundamental.

O corpo continua produzindo espermatozoides normalmente. Eles simplesmente não conseguem sair pelos canais e acabam sendo reabsorvidos. É um desvio de rota biológico, pronto.

Aqui começa a derrubar mitos. Como o corpo continua funcionando quase normalmente, a maioria das coisas que você pensa que vão mudar… não mudam.

Testosterona, ereção e libido: o que continua igual

A vasectomia não mexe com a testosterona. Os testículos continuam ali, produzindo hormônio normalmente. Testosterona não tem nada a ver com a presença de espermatozoides no caminho — ela é produzida independentemente.

E se a testosterona não muda, a libido também não deveria mudar. Libido é complexa — tem hormônio, tem psicologia, tem relacionamento, tem saúde geral — mas não tem nada a ver com vasectomia.

Ereção? Mesma história. Ela depende de nervos e fluxo sanguíneo que a vasectomia não toca em nada. O pênis continua funcionando do mesmo jeito.

A verdade científica é simples: a maioria dos homens não sente diferença nenhuma depois da vasectomia. Alguns até relatam que a relação melhorou porque deixaram de se preocupar com gravidez indesejada — mas isso é psicológico, não físico.

O sêmen: sim, ele continua quase igual

Aqui vem outro boato que cai por terra rapidinho. Você não vai ejacular menos. O sêmen não vai desaparecer. Tudo vai continuar praticamente igual.

Isso porque espermatozoides são apenas uma fração — uma fração bem pequena, na verdade — do volume total de sêmen que você ejaculariza. A maior parte vem da próstata, das vesículas seminais e de outras glândulas que não sofrem nenhuma alteração. Quando você tira os espermatozoides da equação, o impacto no volume é praticamente imperceptível.

Sim, há espermatozoides a menos. Mas tão poucos quanto importa? Não. A sensação, o volume, a aparência, tudo segue praticamente idêntico.

A recuperação: o que você realmente vai sentir nos primeiros dias

Os primeiros dias após a vasectomia são desconfortáveis. Você vai ter inchaço na região, hematomas (aquele roxo clássico), desconforto local. Nada catastrófico, mas incômodo. Analgésicos ajudam a tornar esse processo menos sofrido.

A maioria das pessoas fica 5 a 7 dias com incômodo mais significativo e volta à vida normal em duas semanas. Trabalho de escritório? Pode fazer antes. Exercício pesado? Melhor esperar um pouco.

Existem riscos, como em qualquer cirurgia: infecção, granuloma (uma reação do corpo ao fio de sutura), até falha técnica. Raro, mas acontece. E há uma complicação mais séria, menos comum, mas que merece ser mencionada: alguns homens desenvolvem dor persistente no local — chamada síndrome de dor pós-vasectomia. Quando isso ocorre, precisa de tratamento e acompanhamento, não pode ser ignorada.

A grande pegadinha: por que a vasectomia não funciona na hora?

A vasectomia não torna você infértil na hora. Espermatozoides podem permanecer nos canais por semanas — às vezes, alguns meses. Isso significa que nos primeiros tempos após a cirurgia, você pode engravidar alguém.

Se alguém pensa “já fiz vasectomia, posso transar sem camisinha” nos primeiros meses, está errado. E correndo risco real. Por isso o protocolo existe: qualquer método contraceptivo tem que continuar até confirmação.

O espermograma: o teste que confirma tudo

O espermograma pós-vasectomia é o exame que diz se a cirurgia deu certo. Geralmente é feito entre 8 e 12 semanas após o procedimento — muitas vezes depois de cerca de 20 ejaculações. Os prazos variam de acordo com o urologista e o protocolo, mas esse é o padrão.

O que o espermograma faz? Ele analisa uma amostra de sêmen e verifica se há espermatozoides lá. Se não houver nada ou se houver apenas alguns imóveis (incapazes de se mover), aí sim você pode dizer que está estéril.

Sem esse exame, você não sabe de verdade se está seguro ou não. Sem ele, você está operado, mas no escuro. E é aí que muita gente comete o erro de achar que pode dispensar proteção antes da confirmação.

O risco depois do exame: números reais

Depois que o espermograma confirma azoospermia (ausência de espermatozoides) ou apenas raros imóveis, o risco de gravidez cai para aproximadamente 1 em 2.000. É um risco muito, muito baixo.

Mas — e isso importa — esse risco é maior quando alguém abandona o acompanhamento, ignora o exame ou não segue as recomendações médicas. O segredo da vasectomia não é só a cirurgia. É o acompanhamento.

Vasectomia é reversível? Teoricamente sim, na prática é complicado

Muita gente faz vasectomia pensando “se mudar de ideia, volto atrás”. Cuidado com essa mentalidade. Vasectomia deveria ser encarada como permanente.

Tecnicamente, existe uma cirurgia chamada vasovasostomia que tenta reconectar os canais. Mas há pontos importantes que ninguém gosta de falar: é mais cara que a vasectomia original, exige um cirurgião muito mais experiente, demanda mais tempo cirúrgico, e — o principal — o sucesso não é garantido. Até em casos de sucesso técnico, a produção de espermatozoides móveis pode não voltar ao normal.

Se você ainda tem dúvida sobre ter filhos ou não, a vasectomia não é o procedimento para agora. Essa conversa precisa ser muito honesta antes da cirurgia, não depois.

Arrependimento existe, e essa é uma conversa importante

Alguns sinais de alerta antes de fazer a vasectomia:

  • Você está fazendo porque o parceiro quer, mas você mesmo tem medo ou incerteza.
  • Está em crise no relacionamento e espera que a vasectomia resolva algo.
  • Nunca conversou de verdade com a parceira sobre filhos, contracepção ou futuro.
  • Sente pressão de tempo ou pressão emocional para decidir logo.
  • Tem medo real, não racional, de que vai se arrepender.

Se qualquer uma dessas situações te descreve, vale conversar mais. Talvez com um terapeuta. A vasectomia vai estar lá depois, mas essa conversa não pode ter pressa.

O boato do câncer de próstata: de onde veio e por que é falso

Um dos boatos mais persistentes é que a vasectomia aumenta o risco de câncer de próstata. Materiais educativos de saúde, diretrizes clínicas, literatura médica — ninguém que sabe de verdade sustenta essa teoria.

O boato provavelmente nasceu de confusão simples: um cara faz vasectomia, anos depois descobre câncer de próstata, e a mente humana conecta os dois. Mas correlação não é causação. Dois eventos acontecendo na mesma vida de uma pessoa não significa que um causou o outro.

Os fatores de risco reais para câncer de próstata são idade, histórico familiar, genética e etnia. Vasectomia não entra nessa lista. Se você tem antecedentes familiares de câncer de próstata, converse com seu urologista sobre prevenção — mas não como consequência da vasectomia.

A parte emocional que ninguém fala

O medo da vasectomia não é, para a maioria, medo da cirurgia em si. É medo do que ela significa.

“O que isso diz sobre mim como homem? Estou realmente tendo voz nessa decisão ou estou concordando porque me sinto pressionado? Minha parceira quer mesmo não ter filhos, ou ela está cansada e usando isso como solução temporária?”

Essas são perguntas profundas. Vasectomia mexe com identidade, autonomia, futuro, relacionamento. Merece uma conversa de verdade — não uma conversa de pressão, culpa ou cobrança.

Se a contracepção virou uma luta no relacionamento, se alguém está sendo culpabilizado por estar grávida ou farto de métodos, vasectomia não vai resolver isso. Vai só disfarçar. Melhor conversar mesmo. Às vezes com ajuda profissional.

Vasectomia em São Paulo, em Foz do Iguaçu ou onde quer que você more

Se você está pesquisando vasectomia em São Paulo porque mora lá, ou está em Foz do Iguaçu e está vendo opções, o processo é o mesmo. O que importa é encontrar um urologista em quem você confie, que dedique tempo para conversar com você, que respeite suas dúvidas.

Pode ser SUS ou particular — ambos funcionam. Mas a primeira etapa é sempre a mesma: uma consulta de verdade, onde você fala sobre sua história pessoal, sobre seus medos, sobre seu relacionamento, e o médico avalia com honestidade se vasectomia é realmente a escolha certa para você neste momento da vida.

As regras no Brasil mudaram

Até 2022, as coisas eram mais rigorosas. Existia exigência de autorização do cônjuge, por exemplo — como se a decisão sobre seu próprio corpo precisasse de permissão de outra pessoa. A Lei 14.443/2022 mudou isso. Agora cada pessoa decide sobre o seu corpo.

A lei também reduziu a idade mínima para esterilização voluntária e estabeleceu prazos que garantem que a decisão é realmente sua — não uma escolha precipitada. Se você está pensando em vasectomia no Brasil, essas mudanças deixaram tudo mais acessível e mais respeitoso com a autonomia de cada um.

As perguntas que mais ouvimos

“Se eu ejacular menos, minha parceira vai achar estranho?”

Você não vai ejacular menos. Espermatozoides são uma fração tão pequena do sêmen que praticamente ninguém percebe diferença.

“Vai doer durante a relação sexual depois?”

Não. A vasectomia não afeta a experiência da relação sexual. Se alguém sente dor durante a relação depois de uma vasectomia, é algo que precisa ser investigado — mas não é causado pelo procedimento em si.

“Quanto tempo demora para voltar à vida normal?”

Incômodo nos primeiros dias a uma semana. Vida normal em duas semanas. Exercício pesado? Espera um pouco mais. Mas a maioria das pessoas está de volta à rotina bem rápido.

“Vasectomia protege contra doenças sexualmente transmissíveis?”

Não. Infecções sexualmente transmissíveis não têm nada a ver com vasectomia. Se há risco (nova parceria, parceiro com histórico), preservativo segue sendo essencial.

“E se eu mudar de ideia daqui uns anos?”

Reversão existe, mas é cara, exige cirurgião experiente e não é garantida. Vasectomia deve ser pensada como permanente. Se você tem dúvida real sobre o futuro, espera.

O que você realmente precisa fazer antes de decidir

Conversar — de verdade — com o parceiro ou parceira sobre o que cada um quer para a vida. Conversar com um urologista que tome seu tempo e não apenas venda a cirurgia. E se houver ansiedade significativa, medo persistente ou questões emocionais envolvidas, uma conversa com um terapeuta antes da cirurgia não é fraqueza. É inteligência.

Informação clara tira o medo. E agora você a tem.

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A espera finalmente está prestes a acabar. Após adiar o lançamento no ano passado e frustrar as expectativas dos criadores de conteúdo, a DJI confirmou oficialmente a data de estreia da aguardada Osmo Pocket 4. Através de um teaser enigmático no Instagram intitulado “O Mundo no Meu Bolso”, a gigante da tecnologia marcou o evento global para o dia 16 de abril de 2026, às 9h (horário de Brasília).

Para os produtores de conteúdo brasileiros, especialmente os que frequentam a fronteira, a notícia é estratégica: seguindo o histórico de lançamentos anteriores, a expectativa é que a câmera chegue às vitrines da Cellshop Importados, em Ciudad del Este, no exato momento do anúncio mundial.

Anuncio do lançamento global no perfil oficial da DJI no instagram. Imagem: Reprodução.

O que esperar da nova Pocket 4?

Embora o vídeo promocional foque em silhuetas e detalhes da lente, o mercado já ferve com as especificações técnicas da sucessora da Pocket 3 (fenômeno de vendas em 2024/2025). O formato ultracompacto com estabilização por gimbal está garantido, mas as grandes apostas estão no hardware interno:

  • Poder do Sensor: Rumores indicam um sensor de 1 polegada otimizado, agora com suporte para 14 stops de alcance dinâmico, garantindo imagens profissionais mesmo em condições críticas de iluminação.
  • Velocidade e Armazenamento: A novidade deve trazer impressionantes 107 GB de armazenamento interno com velocidade de transferência de 800 MB/s, eliminando gargalos na hora de descarregar arquivos pesados.
  • Áudio e Resolução: Espera-se a introdução de saída de áudio de 4 canais e melhorias significativas na gravação em 4K/120fps, além de novos perfis de cor profissionais.
  • Inteligência Artificial: Integração profunda para rastreamento inteligente de objetos (ActiveTrack avançado) e edição automatizada via IA.

Vantagem competitiva em Ciudad del Este

A linha Osmo Pocket é um dos itens “queridinhos” mais procurados pelos criadores de conteúdo que visitam a fronteira. Com a distribuição oficial via Cellshop, o consumidor garante o produto original com preços muito competitivos. Comprar no Paraguai oferece o “privilégio do tempo”: o acesso imediato à tecnologia de ponta sem os meses de espera da importação oficial para o Brasil, uma vantagem crucial para quem vive de conteúdo e precisa sair na frente.

Preço Estimado: Segundo rumores internacionais, a nova câmera de vlogging da DJI poderá chegar ao mercado custando a partir de US$ 499 em sua versão standard.

 

Me digam aí, quem vai dormir na porta da Cellshop Importados Paraguay no dia 15 de abril, hein?

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