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qua, 22 de abr 2026

UNILA recebe Feira Gastronômica Sabores do Mundo no Dia do Trabalhador

Evento celebra a multiculturalidade com pratos típicos, histórias e integração entre a comunidade acadêmica e moradores de Foz.

No próximo dia 1º de maio, Foz do Iguaçu ganha um roteiro gastronômico internacional em um único endereço. A Feira Gastronômica Sabores do Mundo chega à UNILA para oferecer uma experiência que vai muito além do paladar. O evento reúne expositores de diversos países para compartilhar tradições, aromas e a riqueza cultural que define a universidade e a região da tríplice fronteira.

A feira foi pensada para ser um espaço de conexão. Cada barraca representa uma cultura diferente, onde o público pode conhecer as histórias por trás de cada receita típica. É uma oportunidade única para estudantes, famílias e turistas vivenciarem o intercâmbio cultural de forma leve e acolhedora.

Empreendedorismo e Inclusão

Além de promover a diversidade, o evento valoriza os talentos locais. A feira abre espaço para pequenos produtores e empreendedores da comunidade mostrarem seu trabalho, incentivando a economia criativa de Foz do Iguaçu. O ambiente é planejado para ser totalmente inclusivo, garantindo que todos os visitantes se sintam em casa enquanto exploram novos sabores.

O evento é aberto ao público e gratuito, sendo uma excelente opção de lazer para o feriado do Dia do Trabalhador.

Anote na agenda

Local: UNILA (Universidade Federal da Integração Latino-Americana – Jardim Universitário)
Data: 1º de maio (sexta-feira)
Horário: Das 10h às 18h (Sugestão de horário para aproveitar o almoço e a tarde)

 

Não perca a oportunidade de compartilhar momentos únicos e descobrir por que a gastronomia é uma das formas mais bonitas de unir as pessoas.

Conteúdo Patrocinado

O maior evento paradesportivo do estado chega à sua fase decisiva em solo iguaçuense. Entre os dias 23 e 26 de abril, cerca de 1,1 mil participantes desembarcam na fronteira para a terceira e última etapa dos Jogos Paradesportivos do Paraná (Parajaps). Ao todo, atletas com deficiências físicas, intelectuais e visuais disputarão medalhas em cinco modalidades: bocha paralímpica, canoagem, dragon boat, futsal e natação.

Foz do Iguaçu teve o privilégio de sediar todas as três etapas da competição em 2026, consolidando a cidade como uma referência em estrutura e incentivo ao paradesporto. Para o Secretário Municipal de Esporte, Antônio Sapia, o evento reforça o compromisso do município com a inclusão e o talento dos atletas paranaenses.

Onde acompanhar as competições

As disputas ocorrem em diversos pontos da cidade e a entrada é gratuita para toda a população. É uma excelente oportunidade para prestigiar de perto o desempenho de atletas de 37 municípios paranaenses.

Confira os locais e horários:

Futsal

A modalidade com maior número de sedes e horários.

  • Quinta-feira (23):
    • Ginásio do Morumbi, Costa Cavalcanti e Sest Senat: Jogos às 18h, 19h15 e 20h30.
  • Sexta-feira (24):
    • Ginásio do Morumbi: 8h30, 9h45, 11h, 15h e 16h15.
    • Ginásio Costa Cavalcanti: 8h30, 9h45, 11h, 14h, 15h15, 16h30 e 17h45.
    • Sest Senat: 8h30, 9h45, 11h, 15h, 16h15 e 17h30.
  • Sábado (25):
    • Sest Senat e Costa Cavalcanti: 13h30 e 14h45.
  • Domingo (26):
    • Sest Senat e Costa Cavalcanti: 8h e 9h15 (Finais).

Bocha Paralímpica

  • Local: Ginásio de Esportes Cidade Nova.
  • Sexta (24) e Sábado (25): Das 8h às 12h e das 14h às 18h.
  • Domingo (26): Rodada final a partir das 8h.

Paranatação

  • Local: Complexo Esportivo Costa Cavalcanti (Piscina).
  • Sábado (25): Provas a partir das 9h e a partir das 15h30.

Dragon Boat e Paracanoagem

  • Local: Usina Hidrelétrica Itaipu Binacional.
  • Domingo (26): Início das baterias a partir das 8h.

 

Endereços das Sedes

  • Ginásio Costa Cavalcanti: Rua Verador Moacir Pereira, s/n – Jardim Alice.
  • Ginásio do Morumbi (Ronaldo Schmidel Nunes): Rua República Argentina, s/n – Morumbi.
  • Sest Senat: Rua Rufino Cano, 185 – Parque Presidente II.
  • Ginásio Cidade Nova: Rua Malva, s/n – Jardim Eliza.
  • Itaipu Binacional: Acesso via Barreira de Controle (necessário documento com foto).

 

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

A administração de um condomínio alcançou um patamar de complexidade que exige competências típicas de um cargo executivo. Assim, a busca por saber quanto ganha um síndico é uma dúvida frequente tanto para moradores quanto para quem deseja profissionalizar-se na área. 

Atualmente, o gestor é o responsável direto por orçamentos vultosos, pela manutenção de infraestruturas críticas e pelo cumprimento de uma malha regulatória cada vez mais estreita. 

Essa realidade impõe uma rotina de alta responsabilidade, onde cada decisão impacta diretamente o valor do patrimônio e a segurança jurídica de centenas de famílias.

Acompanhando essa evolução, o mercado passa por uma transição em que o conhecimento técnico em finanças, direito e gestão de pessoas se consolida como o principal ativo do gestor. 

Moradores e conselhos consultivos estão elevando o nível de exigência, buscando transparência absoluta e eficiência operacional, o que impulsiona a função para um cenário de profissionalização acelerada. 

Entender a dinâmica financeira que sustenta esse trabalho é fundamental para alinhar as expectativas entre quem gere e quem habita os condomínios brasileiros.

De acordo com o Censo Condominial 2025/26, a média salarial nacional do síndico é de R$ 1.520

Este levantamento considera todos os perfis de atuação — desde síndicos moradores e profissionais até modelos CLT ou informais — e utilizou como base a inteligência de dados da plataforma uCondo, cruzada com indicadores do IBGE e da Receita Federal.

O desafio da valorização real

Mesmo diante da centralidade do cargo para a vida em comunidade, a percepção de valor sobre o trabalho do síndico ainda enfrenta barreiras culturais.

“A função de síndico é pouco valorizada no mercado, apesar da responsabilidade administrativa, financeira e jurídica que recai sobre quem ocupa o cargo”, afirma Léo Mack, cofundador e diretor de operações da uCondo.

Para o executivo, o caminho para elevar o padrão dos profissionais e justificar revisões de remuneração reside na especialização em gestão, finanças e legislação. 

Essa jornada de capacitação não apenas valoriza o passe do profissional, mas reflete diretamente na melhoria dos serviços prestados aos condomínios.

Quando a valorização acontece

Embora os dados do Censo Condominial 2025/26 indiquem que a média nacional de quanto ganha um síndico gravita em torno de R$ 1.520 — valor próximo ao salário mínimo vigente —, esse número esconde uma oportunidade de carreira extremamente lucrativa para quem investe em especialização. 

A média é puxada para baixo pelo grande volume de síndicos moradores que recebem apenas isenções parciais ou ajudas de custo simbólicas. No entanto, a realidade muda drasticamente quando o gestor cruza a fronteira da profissionalização.

Para o síndico que atua como um verdadeiro CEO multicondominal, o teto de ganhos é exponencial. 

Ao atingir um nível de maturidade na gestão, um profissional que atende, por exemplo, cinco condomínios de médio porte, pode alcançar um faturamento mensal entre R$ 15 mil e R$ 25 mil

Esse salto financeiro não é fruto do acaso, mas da capacidade de escalar processos através de tecnologia e de entregar uma gestão técnica que reduz custos para as unidades, justificando honorários mais elevados.

Essa lucratividade atrativa é o que tem oxigenado o setor com profissionais vindos de áreas como Direito, Administração e Engenharia. Eles não buscam apenas uma “ajuda de custo”, mas sim consolidar uma empresa de sindicância profissional.

A era da profissionalização estratégica

O mercado sinaliza que o improviso perdeu espaço. A procura por cursos de especialização no setor registrou um crescimento de 40% em três anos

Hoje, cerca de 15% dos síndicos no Brasil já atuam de forma estritamente profissional, buscando na formação técnica o diferencial necessário para gerir múltiplas unidades com excelência.

Nesse contexto, a educação focada na prática torna-se o divisor de águas. O curso “De Morador a Síndico”, disponível na plataforma CondoEduca, exemplifica essa mudança de mentalidade ao preparar o gestor para os desafios reais do dia a dia. 

Em um cenário onde a transparência é facilitada por sistemas inteligentes e a comunicação é instantânea, estar capacitado é o que permite ao síndico atuar como um líder estratégico, garantindo eficiência, segurança e valorização do patrimônio coletivo.

Quem aproveitou o sol na fronteira deve se preparar para uma mudança no cenário. Segundo o meteorologista Paulo Barbieri, do Simepar, embora a segunda-feira ainda siga com tempo seco, a instabilidade ganha força a partir de amanhã devido ao deslocamento de um sistema de baixa pressão. No Oeste e Sudoeste do Paraná, a previsão é de chuvas isoladas e trovoadas ao longo do dia.

Mudança mais intensa na quarta e quinta

A virada mais significativa no tempo ocorre entre quarta (22) e quinta-feira (23). Nesse período, o sistema dá origem a uma frente fria que se desloca em direção ao oceano, aumentando as chances de pancadas de chuva nas áreas próximas às fronteiras com Paraguai e Argentina.

Apesar da chegada da chuva, as temperaturas não devem cair drasticamente de imediato. A semana será marcada pela amplitude térmica: manhãs com mínimas amenas e tardes com aquecimento gradual.

Temperaturas na região

Enquanto o Centro-Sul e a Região Metropolitana de Curitiba registram as menores temperaturas do estado em 2026, no Oeste o clima segue um pouco mais quente:

  • Mínimas: No amanhecer, os termômetros em Foz e cidades vizinhas devem variar entre 18°C e 20°C.
  • Máximas: Durante a tarde, as temperaturas no Oeste alcançam marcas entre 28°C e 29°C, antes de uma possível queda mais acentuada com a consolidação da frente fria.

 

A recomendação para quem vai aproveitar o feriado de Tiradentes ao ar livre ou fazer compras no Paraguai é manter o guarda-chuva por perto, já que as pancadas podem ocorrer de forma isolada a qualquer momento do dia.

 

 

Foto em destaque: Denis Ferreira Netto/SEDEST

O sistema logístico do Paraná vive um momento de forte expansão. Embora o Porto de Paranaguá continue sendo a principal porta de saída do estado, os portos secos de Foz do Iguaçu e Guaíra ganharam relevância no cenário nacional. Juntas, as duas estruturas ultrapassaram a marca de 2,1 milhões de toneladas de mercadorias exportadas em 2025.

Em Foz do Iguaçu, o crescimento foi de 21,2% em comparação a 2018, saltando de 1,66 milhão para 2 milhões de toneladas movimentadas no último ano. Já em Guaíra, a elevação foi de 15,8%, atingindo 128,5 mil toneladas.

O que Foz e Guaíra mais exportam?

A localização privilegiada torna o Paraguai o destino preferencial das mercadorias que cruzam as fronteiras do Oeste. Confira os principais produtos:

  • Foz do Iguaçu: Fertilizantes, cimento e placas para pavimentação ou revestimento.
  • Guaíra: Placas de revestimento, cebolas, amidos e féculas modificadas.

 

Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), levantados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

As estruturas não atendem apenas o Paraná. Elas são fundamentais para o escoamento de produtos vindos de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, reforçando a integração regional.

Novo Porto Seco em Foz do Iguaçu

A expectativa para 2026 é ainda mais otimista com a inauguração do novo porto seco em Foz do Iguaçu, operado pela Multilog. O projeto, que conta com apoio do Governo do Estado e da Receita Federal, prevê:

  1. Dobrar a capacidade de cargas: Após um ano (2025) em que 215 mil caminhões passaram pelo atual terminal, a nova estrutura deve desafogar o sistema.
  2. Melhoria no trânsito urbano: A transferência da operação para o novo local reduzirá drasticamente a circulação de veículos pesados dentro da cidade.
  3. Tecnologia e Vistoria: O pátio terá áreas exclusivas para câmaras frias e docas com controle de temperatura, garantindo maior qualidade no armazenamento.

 

Para Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, esses números refletem a eficiência da malha rodoviária e a robustez da economia paranaense, que segue batendo recordes na balança comercial.

 

 

Foto em destaque: Ari Dias/AEN

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