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dom, 05 de abr 2026

Um olhar sensível percorre as imagens

O obturador abre e volta ao seu estado inicial, o filme é queimado pela luz em uma velocidade incrível. A respiração do fotógrafo é quase nula, já as batidas no coração são em ritmo acelerado.

Capturar uma imagem utilizando uma câmera fotográfica é realmente a paixão de muitos, mas há aqueles que se dedicam exclusivamente, e vêem na fotografia a verdadeira profissão. Sem mais delongas, vamos direto ao ponto, contar a história de grandes profissionais, amantes da imagem, de Foz do Iguaçu.
 
“Meu pai tinha uma Olympus 35, e sempre quis pegar para tirar foto”, revelou o fotógrafo da Itaipu Binacional, Alexandre Marchetti. “Mas com seis anos de idade ganhei uma tira-teima Kodak, foi o melhor presente que poderia receber”. Marchetti contou esta pequena história quando foi indagado sobre como iniciou no mundo fotográfico. Após esse acontecimento, apaixonado pela imagem, em seu primeiro intercâmbio para a Austrália, Marchetti começou a ter aulas de revelação e ampliação de fotos, foi onde viu que poderia ganhar a vida unindo a paixão à profissão. Em 1991 voltou para o Brasil e começou a jornada por uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, enfim embarcou para Marywood College na Pensilvânia, onde concluiu o bacharelado em Artes Plásticas com especialização em Design em ênfase e fotografia.
 
Foto: Arquivo pessoal
Marchetti: "É preciso ter uma boa visão, ótima organização, porém a hora de registrar é crucial"

Alexandre Marchetti fez fotojornalismo para Folha, colaborou com agências de modelo de São Paulo e de Curitiba, reportagens para a Capricho, Manequim, Viagem e Turismo, ensaios para a Sexy e Vip além de revistas na França, Espanha e Inglaterra.

“A percepção da imagem é o que diferencia cada fotógrafo. Quando faço uma cobertura jornalística de um evento importante, observo depois a foto de cada profissional. E é interessante ver os vários ângulos obtidos”, diz o fotógrafo correspondente da Gazeta do Povo em Foz do Iguaçu, Christian Rizzi.
 
Rizzi nasceu em La Plata, na Argentina, mas se considera iguaçuense. Se formou na Universidade Estadual de Ponta Grossa em 1995. “Carreira de jornalista profissional iniciante é assim, faz de tudo, ainda mais em jornal pequeno e de interior”, porém o que mais lhe interessou foi a fotojornalismo e há 13 anos estampa as capas e folhas de jornais com sua personalidade.
 
 
Seguindo os passos do pai, Enzo Rizzi teve sua primeira foto publicada aos 7 anos de idade.

Nas fotos de Andress Ribeiro a emoção parece que se materializa, são capturas de sentimentos. Ele conta que “sempre gostou de sair fotografando por aí, mas foi na faculdade que meu interesse aumentou. Foi na faculdade também que tive acesso há explicações, livros e equipamento profissional”, revela.

A partir daí Andress Ribeiro vem se especializando em fotografia de casamento. “Sou apaixonado por fotografia de casais, casamentos e crianças. Mas entendo pouco de fotografia de jóias, por exemplo. O que define o ‘bom’ fotografo é buscar a cada dia se especializar, ler, estudar, ter um bom relacionamento com o cliente e as pessoas que acompanham o trabalho. Estar antenado com a tecnologia também é importante”, diz.
 
 
Andress: "O bom fotógrafo busca sempre se especializar"

Andress Ribeiro recomenda:
Emin Kyliyev 
Jeff Acought 
Ben Chrisman 

Ainda batemos um papo com o fotógrafo Nilton Rolin, que já trabalhou na prefeitura, jornal O Nosso Tempo, O Estado do Paraná, sucursal da Gazeta do Povo, Folha de Londrina e também já teve suas fotos estampadas em veículos de comunicação de circulação nacional. Confira: 

 

 

 

 
 

Nota da edição – A notícia comoveu esta redação na manhã de sexta (08). O fotógrafo, Ney de Souza, estava internando na UTI do hospital Nossa Senhora da Salete de Cascavel desde o dia 31 de dezembro. O irmão do jornalista João Adelino de Souza, faleceu no começo do dia. Prestamos nossa homenagem especial a este homem que compartilhou de sua vida boas fotos.

 

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Em 2015, o Marco das Três Fronteiras era pouco mais que um obelisco histórico em uma área com infraestrutura precária e baixo fluxo de visitantes. Dez anos após a concessão à iniciativa privada, os números falam por si: R$ 483 milhões movimentados, recordes de público e uma revitalização que transformou toda a região Sul de Foz do Iguaçu.

Diante desse cenário de sucesso consolidado, surge a pergunta inevitável para o planejamento urbano da nossa cidade: Será que esse mesmo modelo de gestão não é a solução que falta para o Bosque Guarani?

Do Zoológico ao Abandono: O cenário do Bosque

Cenário de espera: O Bosque Guarani permanece sem data oficial para reabertura após consulta pública finalizada em 2025. Foto: Kaká Souza.

Localizado em um ponto nevrálgico do Centro — ao lado do terminal de ônibus e de hotéis estratégicos — o Bosque Guarani vive um limbo desde o fechamento do seu antigo zoológico em 2021. Embora tenha se tornado uma Unidade de Conservação (Parque Natural Municipal) em 2023, o espaço ainda carece de uma ocupação que combine preservação ambiental com lazer seguro e atrativo para o iguaçuense.

Atualmente, o município finaliza o Plano de Manejo do local. Este documento é o “divisor de águas”. Sem ele, nada acontece. Com ele aprovado, a Prefeitura terá em mãos o mapa jurídico para decidir: manter a gestão direta (com custos elevados de manutenção) ou buscar uma parceria como a que deu vida nova ao Marco.

Ocupação irregular na lateral do Bosque Guarani evidencia o impacto social do abandono da área central de Foz. Foto: Kaká Souza.

Por que o modelo “Marco” faz sentido aqui?

Se olharmos para o que aconteceu no Marco das Três Fronteiras, os paralelos com o potencial do Bosque são evidentes:

  • Segurança e Convivência: Onde antes havia isolamento, o Marco trouxe monitoramento e iluminação. No Bosque, isso significaria devolver o espaço às famílias, afastando a sensação de insegurança que muitas vezes ronda o centro à noite.
  • Investimento Sem Custo Público: No modelo de concessão, a concessionária assume o risco e o investimento em infraestrutura (como os novos acessos e o Espaço das Américas no Marco), enquanto o município recebe outorga e impostos.
  • Turismo de Centro: Imagine o turista que hoje se hospeda no centro ter um “Parque Natural” moderno a poucos passos, com café, trilhas educativas e acessibilidade. Isso retém o visitante por mais tempo no comércio local.

O Desafio da Sustentabilidade

É claro que o Bosque Guarani tem suas particularidades. É uma área de mata nativa densa e proteção rigorosa. Mas a experiência do Marco prova que é possível aliar soberania, história e proteção ambiental com uma operação comercial eficiente.

O Plano de Manejo, que encerrou sua fase de consulta pública ainda em 2025, prevê o zoneamento do parque. É este zoneamento que dirá onde pode haver uma lanchonete, onde deve ser preservação integral e onde podem ser instaladas passarelas de educação ambiental.

A palavra está com você, leitor

A Prefeitura deu o passo técnico com o Plano de Manejo. Agora, cabe a Foz do Iguaçu decidir se quer manter o Bosque como um “quadrado verde” cercado por grades no centro ou se está pronta para transformá-lo em um novo marco de desenvolvimento sustentável, seguindo o exemplo de sucesso que já temos em casa.

Você concorda que a concessão é o melhor caminho para o Bosque Guarani ou o espaço deve seguir sob gestão exclusiva da Prefeitura?

 

Nota da Redação: O Portal Clickfoz tentou contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente solicitando atualizações sobre o cronograma de aprovação do Plano de Manejo — cuja consulta pública foi encerrada em março de 2025 — e a previsão de reabertura do Bosque Guarani. Até o fechamento desta edição, não houve retorno aos nossos questionamentos. O espaço permanece aberto para que a secretaria envie seu posicionamento, que será prontamente atualizado nesta reportagem.

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

O cenário teatral da Tríplice Fronteira ganha uma oportunidade de formação gratuita na próxima semana. Os projetos de extensão Cote’Coi – Coletivo Teatral e o Grupo de Teatro Universitário, que atuam na região desde 2015, convidam artistas e interessados em geral para a oficina “O corpo, a palavra e a cena”.

Com foco na poética da atuação e na experimentação de diferentes linguagens cênicas, o treinamento é voltado para atrizes, atores, diretores e qualquer pessoa da comunidade que deseje explorar a expressão corporal e a construção da cena.

Programação e Datas

As oficinas serão realizadas de forma presencial em três encontros na próxima semana:

  • Segunda-feira (06/04): das 14h às 18h
  • Quarta-feira (08/04): das 14h às 18h
  • Sexta-feira (10/04): das 14h às 18h

Como participar

As atividades são totalmente gratuitas. Para garantir uma vaga, os interessados devem preencher o formulário de inscrição disponível na internet. A iniciativa reforça o papel dos projetos de extensão universitária na democratização do acesso à cultura e na formação de novos talentos locais.

Inscrições: Clique aqui para acessar o formulário oficial

Sobre o Cote’Coi

O coletivo é uma referência na região trinacional (Brasil, Paraguai e Argentina) há mais de uma década, desenvolvendo pesquisas contínuas sobre o fazer teatral e promovendo a integração entre a universidade e a comunidade externa por meio das artes cênicas.

O calendário eleitoral de 2026 entra em uma fase decisiva neste mês de abril. Para o cidadão que deseja votar nas eleições gerais de outubro — quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados —, restam pouco mais de 30 dias para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral. O prazo final é o dia 6 de maio.

A data limite vale para quem precisa tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou alterar o local de votação.

Como regularizar em Foz do Iguaçu

O eleitor iguaçuense pode resolver suas pendências de duas formas:

  1. Presencial: Procurando o Cartório Eleitoral de Foz do Iguaçu.
  2. Digital: Através do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no serviço de autoatendimento do eleitor.

 

Vale lembrar que o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens que completam 16 anos até a data da eleição já podem solicitar o documento, mesmo que ainda tenham 15 anos no momento do pedido.

“Dança das Cadeiras” na Política

Além do prazo para o cidadão, este fim de semana marca duas datas cruciais para quem pretende se candidatar:

  • Janela Partidária: Encerrou-se nesta sexta-feira (3) o prazo para que políticos mudem de partido sem perder o mandato por infidelidade partidária.
  • Desincompatibilização: Termina neste sábado (4) o prazo para que ocupantes de cargos públicos (como ministros, secretários e diretores) deixem suas funções caso pretendam disputar as eleições. A medida visa evitar o uso da máquina pública para fins eleitorais.

Por que não deixar para a última hora?

Historicamente, os últimos dias do prazo (próximos a 6 de maio) registram longas filas e instabilidade nos sistemas online do TSE devido ao alto volume de acessos. A recomendação da Justiça Eleitoral é que o eleitor aproveite o feriado de Páscoa para conferir sua situação no site oficial e realizar as alterações necessárias o quanto antes.

 

 

 

Foto em destaque: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Sábado de Aleluia (4) pode terminar com um novo milionário no Brasil. A Mega-Sena sorteia hoje o prêmio principal do concurso 2.992, que está acumulado em R$ 10 milhões. O valor, anteriormente estimado em R$ 7,5 milhões, subiu devido ao volume de apostas e ao último sorteio sem ganhadores na faixa principal.

As seis dezenas serão reveladas a partir das 21h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo direto do Espaço da Sorte, em São Paulo, pelos canais oficiais da Caixa no YouTube e Facebook.

Como apostar em Foz do Iguaçu

Para quem quer tentar a sorte na fronteira, as regras são simples:

  • Prazo: As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília).
  • Onde: Em qualquer casa lotérica credenciada, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo oficial.
  • Custo: A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Chance de ganhar

Quem faz a aposta mínima de seis números tem uma probabilidade de acerto de uma em 50.063.860. Já para quem opta pelo limite máximo de 20 números (ao custo de mais de R$ 232 mil), a chance sobe para uma em 1.292.

Além do prêmio principal, a Mega-Sena também premia acertadores da Quina (cinco números) e da Quadra (quatro números), cujos valores variam conforme o total arrecadado.

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