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qua, 25 de mar 2026

Rio Boicy recebe mutirão de limpeza neste sábado em Foz do Iguaçu

Ação da Secretaria de Meio Ambiente e Sanepar celebra o Dia Mundial da Água; concentração será na Vila Maracanã a partir das 9h.

Em alusão ao Dia Mundial da Água, celebrado oficialmente no domingo (22), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu promove, neste sábado (21), um grande mutirão de limpeza no Rio Boicy. A iniciativa, que conta com o apoio da Sanepar, percorrerá trechos do rio na região da Vila Maracanã para retirar resíduos e conscientizar a vizinhança.

O objetivo vai além da retirada do lixo: a mobilização busca sensibilizar a comunidade sobre a urgência de preservar os recursos hídricos locais. Todo o material recolhido pelas equipes terá o descarte adequado garantido pela prefeitura.

Ponto de Encontro

As equipes e voluntários se reunirão a partir das 9h, ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS) da Vila Maracanã, localizada na Avenida República Argentina, nº 2483.

A Secretaria de Meio Ambiente reforça que a participação da população é fundamental, não apenas no mutirão, mas na manutenção diária da limpeza das margens, evitando que o lixo doméstico acabe comprometendo a fauna e a flora do Boicy.

Serviço:

O quê: Limpeza do Rio Boicy (Dia Mundial da Água)
Quando: Sábado, 21 de março
Horário: 9h
Local: Ao lado da UBS Vila Maracanã – Av. República Argentina, 2483.

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Escolher o modelo de fogão ideal exige atenção a alguns critérios práticos: espaço disponível, tipo de uso, fonte de alimentação e funcionalidades do forno.

A decisão certa evita gastos desnecessários, facilita a rotina e garante melhor aproveitamento da cozinha. Com tantas opções no mercado, analisar esses pontos antes da compra faz toda a diferença no resultado final.

Espaço disponível e tipo de instalação

Antes de qualquer comparação de modelos, é fundamental medir corretamente o espaço onde o aparelho será instalado. Largura, profundidade e altura precisam ser avaliadas com atenção, assim como a abertura da porta do forno e a circulação ao redor.

Cozinhas menores costumam se adaptar melhor a modelos compactos, geralmente com quatro bocas. Já ambientes mais amplos permitem versões maiores ou até a instalação de cooktops com forno separado.

Além das dimensões, é importante decidir o tipo de instalação: modelos de piso são mais versáteis e fáceis de posicionar, enquanto versões de embutir oferecem acabamento mais integrado a projetos planejados.

Quando a cozinha já possui móveis sob medida, a escolha deve respeitar o padrão existente para evitar adaptações estruturais desnecessárias.

Quantidade de bocas e perfil de uso

A quantidade de queimadores deve acompanhar a rotina da casa. Para quem cozinha esporadicamente ou mora sozinho, quatro bocas geralmente são suficientes. Esse formato ocupa menos espaço e tende a apresentar custo mais acessível.

Famílias maiores ou pessoas que preparam várias receitas ao mesmo tempo podem se beneficiar de modelos com cinco ou seis bocas. Além da quantidade, vale observar a potência dos queimadores, já que alguns oferecem chama mais intensa para preparos que exigem alta temperatura.

Tipo de alimentação e eficiência

O sistema de funcionamento é um dos pontos centrais na escolha do modelo ideal. Cada tecnologia disponível atende a diferentes perfis de uso, infraestrutura da residência e preferências pessoais. Avaliar essas características ajuda a alinhar desempenho, praticidade e eficiência no dia a dia.

Modelos a gás

Os modelos a gás continuam amplamente utilizados nas residências brasileiras, podendo operar com botijão (GLP) ou gás encanado (GN). São reconhecidos pelo controle preciso da intensidade da chama, o que facilita diferentes tipos de preparo.

Além disso, adaptam-se bem a diversas configurações de cozinha e oferecem ampla variedade de tamanhos e designs.

Modelos por indução e elétricos

Os modelos por indução utilizam tecnologia eletromagnética para aquecer diretamente a panela, proporcionando aquecimento rápido e controle de temperatura bastante preciso. A superfície permanece lisa e moderna, contribuindo para a estética da cozinha e facilitando a limpeza.

Já as versões elétricas convencionais funcionam por meio de resistências que distribuem o calor de forma estável, atendendo bem a diferentes necessidades culinárias. Ambas as opções são escolhas interessantes para quem busca soluções alinhadas a projetos contemporâneos e infraestrutura elétrica adequada.

Características do forno

O forno merece atenção especial, principalmente para quem gosta de assar alimentos com frequência. A capacidade interna, medida em litros, determina o tamanho das receitas que poderão ser preparadas. Famílias maiores tendem a se beneficiar de fornos mais espaçosos.

Além da capacidade, funções adicionais agregam praticidade. Recursos como grill, iluminação interna, timer e melhor distribuição de calor ampliam as possibilidades culinárias e oferecem maior controle durante o preparo. Modelos com revestimento interno que facilita a limpeza também representam vantagem, reduzindo o esforço na manutenção.

Materiais, acabamento e durabilidade

A qualidade dos materiais influencia tanto na estética quanto na vida útil do equipamento. Mesas em cor inox são tradicionais e resistentes, enquanto o vidro temperado oferece visual moderno e superfície lisa que facilita a higienização.

Grades individuais removíveis costumam tornar a limpeza mais prática. Queimadores com acabamento adequado acumulam menos resíduos e mantêm a aparência por mais tempo. Esses detalhes fazem diferença na conservação do fogão ao longo dos anos.

Custo-benefício e estilo de vida

A decisão final deve considerar não apenas o preço, mas o conjunto de funcionalidades oferecidas. Um modelo mais completo pode representar investimento maior, porém compensa no longo prazo pela eficiência e durabilidade.

Também é importante refletir sobre a rotina da casa. Quem cozinha diariamente precisa de desempenho consistente e estrutura robusta. Já quem utiliza a cozinha com menor frequência pode optar por versões mais simples, sem abrir mão da qualidade.

Uma escolha bem planejada de um fogão garante praticidade, economia e conforto, tornando a cozinha um ambiente ainda mais funcional e agradável.

Após a repercussão do vídeo em que um influenciador cearense foi flagrado tentando retirar moedas das quedas com um ímã, a Urbia+Cataratas, concessionária responsável pela gestão turística do Parque Nacional do Iguaçu, emitiu uma nota oficial sobre o ocorrido. No comunicado, a empresa detalha a ação de fiscalização ocorrida no último domingo (22).

De acordo com a concessionária, a equipe de bombeiros que monitora a passarela principal identificou a prática irregular e realizou a abordagem imediata. Os equipamentos utilizados na chamada “pesca magnética” foram retidos temporariamente e devolvidos ao visitante apenas na saída do atrativo.

Normas de Segurança e Meio Ambiente

Nota oficial enviada pela Urbia+Cataratas, concessionária responsável pela gestão turística do Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Reprodução.

A nota reforça que tanto o lançamento quanto a retirada de moedas são terminantemente proibidos dentro da unidade de conservação. A Urbia+Cataratas alerta que qualquer intervenção no leito do rio só pode ser feita por equipes autorizadas, seguindo protocolos técnicos que dependem da vazão do Rio Iguaçu.

Além da questão ambiental, a concessionária destacou o risco à segurança:

  • É proibido ultrapassar guarda-corpos e corrimãos;
  • Não é permitido pular, debruçar-se ou utilizar cordas e equipamentos para acessar as quedas;
  • O material recolhido oficialmente pelo parque é destinado a atividades de educação ambiental.

Impacto na Vida Aquática

A prática de lançar moedas, embora culturalmente ligada a “pedidos de sorte”, é classificada pela gestão do parque como um dano ambiental. Os metais contaminam a água e colocam em risco a vida aquática, já que animais podem ingerir os objetos metálicos por engano.

O episódio serve como um lembrete educativo para os milhares de turistas que visitam as Cataratas diariamente: a melhor forma de interagir com a natureza é respeitando suas normas de preservação.

 

 

Foto em destaque: Reprodução

A Agência do Trabalhador de Foz do Iguaçu abriu o atendimento desta terça-feira (24) com 547 vagas de emprego disponíveis. Ao todo, são 103 funções com contratação aberta, abrangendo desde o comércio local até vagas em frigoríficos da região e oportunidades para estrangeiros com documentação regular.

O destaque fica para o setor de supermercados e alimentação, com alta demanda para açougueiros, ajudantes, caixas e repositores. Além disso, há também oportunidades específicas para Pessoas com Deficiência (PCD) e vagas que aceitam trabalhadores estrangeiros com documentação regular (RNM ou protocolo).

Principais vagas:

  • Alimentação e Comércio: Vagas para açougueiro, auxiliar de cozinha, atendente de lanchonete e balconista.
  • Logística e Serviços: Oportunidades para ajudante de carga e descarga, motoristas (categorias D e E), almoxarife e auxiliar de limpeza.
  • Vendas: Vendedores internos em segmentos como calçados, materiais de construção e eletrônicos.
  • PCD: Oportunidades para atendente de agência, auxiliar administrativo e zeladoria.

Veja a lista completa de todas as vagas de emprego em Foz do Iguaçu aqui.

Como se candidatar? 

Os interessados devem comparecer à sede da Agência do Trabalhador, localizada na Rua Xavier da Silva, 834, no Centro, portando os seguintes documentos:

  • Documento de identificação com foto;
  • Carteira de Trabalho (física ou digital);
  • Comprovante de residência.

O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 08h às 14h.

Dicas para garantir o encaminhamento com sucesso

Por fim, o candidato deve lembrar que o fluxo de preenchimento das vagas ocorre de maneira muito dinâmica. Portanto, a recomendação é confirmar a disponibilidade da função desejada pelo telefone (45) 3545-5450 antes de se deslocar até a agência.

 

Com informações da Prefeitura de Foz.

Foto: Prefeitura de Foz do Iguaçu. 

A Argentina vive nesta terça-feira, 24 de março de 2026, uma jornada de profunda reflexão. Há exatamente meio século, as Forças Armadas lideradas por Jorge Rafael Videla destituíam a presidente Isabel Perón, dando início ao período mais sangrento da história do país. Designada oficialmente como o Dia da Lembrança da Verdade e da Justiça, a data mobiliza milhões de argentinos sob o lema “Nunca Mais”.

A ditadura militar (1976-1983) foi marcada pela “Guerra Suja”, uma campanha de terrorismo de Estado que resultou no desaparecimento de cerca de 30 mil pessoas. Opositores, estudantes e operários foram levados a centros clandestinos, torturados e assassinados. Um dos crimes mais cruéis do regime foi o roubo de pelo menos 500 bebês de prisioneiras, entregues a famílias de militares — muitos dos quais ainda buscam sua verdadeira identidade.

Negacionismo e Tensão Política

Foto: Facebook/Abuelas de Plaza de Mayo – Sitio oficial.

O cinquentenário do golpe ocorre em um momento de embate narrativo. O governo de Javier Milei tem causado indignação ao questionar publicamente o número de vítimas e ao equiparar o terror estatal à violência de guerrilhas anteriores ao golpe. Recentemente, cortes em gastos públicos destinados a grupos de memória e direitos humanos acirraram os ânimos entre o governo e organizações como as Mães e Avós da Praça de Maio.

Apesar das tentativas de revisão histórica, documentos desclassificados reforçam a tragédia. Um informe de 1978, interceptado pela inteligência americana, já apontava que o próprio regime contabilizava 22 mil mortos e desaparecidos cinco anos antes do fim da ditadura.

O Eternauta: O Criador que se tornou Vítima

Héctor Germán Oesterheld, criador de “O Eternauta”. Imagem: La Derecha Diário.

O resgate dessa memória também passa pela cultura. A série argentina “O Eternauta”, lançada pela Netflix em  abril de 2025, que se tornou sucesso no mundo todo trazendo para as telas aquela que é considerada a “obra-prima das HQs latino-americanas”. No entanto, mais do que a trama de ficção científica estrelada por Ricardo Darín, o que ressoa neste 24 de março é a trágica história de seus criadores durante os anos de chumbo.

Héctor Germán Oesterheld, o roteirista da obra, não foi apenas um observador da opressão; ele se tornou uma de suas vítimas mais emblemáticas. Ativista político, Oesterheld foi sequestrado em 1977 e desapareceu sem deixar rastros. O terror estatal dizimou sua família: suas quatro filhas — todas militantes — foram assassinadas pelo regime, assim como três de seus genros.

Enquanto o ilustrador Francisco Solano López conseguiu se exilar na Europa (chegando a morar no Brasil anos mais tarde), Oesterheld permanece como um dos 30 mil nomes que a Argentina jura não esquecer. Recordar sua obra e seu destino, 50 anos após o golpe, é um lembrete de que a arte e a vida foram brutalmente silenciadas pela intolerância estatal.

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