A Receita Federal, por meio da 9ª Região Fiscal, desferiu um duro golpe contra o crime organizado entre o final de fevereiro e o dia 1º de março. As ações de fiscalização resultaram na apreensão de quase R$ 4 milhões em produtos irregulares e mais de 150 kg de maconha. As operações ocorreram em pontos estratégicos da fronteira e integram as atividades do Dia Nacional de Combate ao Contrabando, celebrado neste 3 de março.
Ônibus e comboios interceptados na Vila Portes

A ofensiva começou na sexta-feira (27/02) em uma ação conjunta com a Polícia Federal na Vila Portes, em Foz do Iguaçu. Um ônibus de turismo com destino a São Paulo foi flagrado com eletrônicos e bebidas espalhados até pelo assoalho.

No mesmo período, dois carros que seguiam em comboio para Curitiba foram retidos com mercadorias avaliadas em R$ 150 mil.
Fiscalização intensa na BR-277

No sábado (28/02), a vigilância foi reforçada nos postos da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Santa Terezinha de Itaipu e Céu Azul.
- Destino Minas Gerais: Um coletivo com 52 passageiros transportava R$ 500 mil em celulares e medicamentos para emagrecimento.
- Carga de vinhos: Outro ônibus foi interceptado em Céu Azul com 500 caixas de vinho e perfumes, também avaliados em R$ 500 mil.
- Carros de locadora: Dois veículos conduzidos por estrangeiros foram retidos com R$ 120 mil em perfumes que seriam revendidos na região da 25 de Março, em São Paulo.
Domingo de grandes apreensões e drogas

A madrugada de domingo (01/03) concentrou o maior volume financeiro das operações. Um único ônibus com destino à capital paulista carregava aproximadamente R$ 2,5 milhões em eletrônicos, incluindo mais de 200 celulares e equipamentos de informática escondidos sob os bancos.
Além das mercadorias, a Receita Federal interceptou 156 kg de maconha em São Miguel do Iguaçu. O entorpecente estava em um veículo conduzido por um brasileiro de 31 anos, que confessou ter trazido a droga do Paraguai com destino a Curitiba.
Proteção da economia e sociedade
As ações somaram exatamente R$ 3.820.000,00 em prejuízo ao crime transfronteiriço. Segundo a Receita Federal, o trabalho contínuo de repressão é fundamental para proteger a economia nacional e a população contra produtos impróprios para o consumo, como os azeites e medicamentos retidos durante as abordagens.
Com Informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu




