Cotação do Dólar:

sáb, 04 de abr 2026

Projeto “Vale dos Corações Partidos – Fragmento nº 2” chega a Foz do Iguaçu com oficina e performance gratuita

Artista Renan Ghiraldi apresenta ação performática no Mercado Público Barrageiro e oferece oficina de performance arte na Fundação Cultural.

Foz do Iguaçu recebe neste sábado, dia 24, o projeto “Vale dos Corações Partidos – Fragmento nº 2”, do artista curitibano Renan Ghiraldi. A programação inclui uma oficina gratuita pela manhã e uma performance artística aberta ao público durante a tarde.

A primeira atividade acontece às 9h, com a oficina “Performance Arte: Uma Introdução”, na Fundação Cultural de Foz do Iguaçu. As inscrições estão abertas e a atividade contará com intérprete de Libras. A oficina é direcionada a artistas e não artistas a partir de 16 anos.

A condução é da Prof.ª Dr.ª Ludmila Castanheira, artista e autora do livro “Performance arte: modos de existência” (2018), referência nacional na linguagem da performance arte.

Performance ocupa o Mercado Público Barrageiro

A segunda ação ocorre no Mercado Público Barrageiro, com a performance que dá nome ao projeto. Em Foz do Iguaçu, o aquário que integra a obra ficará disponível como instalação de artes visuais das 10h às 18h. A performance acontece entre 14h e 16h.

A ação propõe um encontro direto com o público. Vestido com um macacão vermelho, o performer escuta histórias de corações partidos enquanto borda, em ponto cruz, um coração anatômico em tamanho real. Cada ponto registra simbolicamente as narrativas compartilhadas pelos participantes.

Durante os relatos, os passantes retiram dos bolsos do macacão pequenos bonecos presos a fios de chumbo. Esses bonecos são colocados em um aquário com líquido vermelho translúcido, apoiado sobre um pedestal. Ao afundarem, formam uma coleção provisória de quedas, com diferentes níveis de flutuação, conforme as histórias ouvidas.

Processo criativo e orientação artística

A orientação criativa do projeto é assinada por Ludmila Castanheira, que atuou como diretora e provocadora artística. Sua atuação incluiu a proposição de dispositivos criativos e fundamentos teóricos que estruturaram o projeto.

“Vale dos Corações Partidos – Fragmento nº 2” integra um tríptico idealizado por Renan Ghiraldi. O primeiro fragmento foi apresentado em 2022, durante a I MIAC – Mostra Independente de Arte Contemporânea.

A obra dialoga com a trajetória pessoal do artista, atravessada pelo aquarismo e pela busca do amor romântico em meio às crises de ansiedade. O trabalho investiga ainda como memórias afetivas se cruzam com temas como gênero, sexualidade, etnia, classe social, etarismo e diversidades corporais.

“Acho que circular com performance é algo muito necessário para ampliar o acesso a essa linguagem. Estabelecer diálogos em performance arte no estado permite uma melhor difusão dessa linguagem contemporânea no Paraná”, afirma Ghiraldi.

Videoperformance integra a experiência

O projeto inclui ainda uma videoperformance acessível por meio de um QR Code instalado na base do aquário. O vídeo apresenta o performer como um dos bonecos submersos no aquário, preso pelos pés a uma bigorna.

A gravação foi realizada pela Líquido Photo, empresa especializada em fotografia e produção subaquática, fundada pelo fotógrafo e diretor de fotografia Lucas Pupo. A produtora é referência nacional no segmento e já colaborou com produções brasileiras e internacionais, incluindo o filme “Ainda estou aqui”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

Circulação pelo Paraná

O projeto circula por seis regiões do Paraná: Noroeste (Maringá), Norte (Londrina), Leste (Curitiba), Campos Gerais (Ponta Grossa), Centro-Sul (Pato Branco) e Oeste (Foz do Iguaçu). Em todas as cidades, são realizadas tanto a performance quanto a oficina, sempre de forma gratuita.

Após estrear em Maringá no dia 9 e passar por Londrina, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu, a circulação segue para Pato Branco nos dias 30 e 31. O encerramento acontece em Curitiba, nos dias 21 e 22 de fevereiro.

Serviço

Projeto: Vale dos Corações Partidos – Fragmento nº 2
Artista: Renan Ghiraldi
Orientação criativa: Ludmila Castanheira

Data: 24 de janeiro

9h – Oficina “Performance Arte: Uma Introdução”
Local: Fundação Cultural de Foz do Iguaçu
(Rua Benjamin Constant, 62 – Centro)
Inscrições: Clique aqui para se inscrever

14h – Performance artística
Local: Mercado Público Barrageiro
Instalação: das 10h às 18h

Todas as atividades são gratuitas.

Mais informações pelo Instagram @valedoscoracoespartidos.

Projeto aprovado no Edital nº 009/2023 – PROFICE Multiáreas, viabilizado pela Lei Federal nº 195/2022 (Lei Paulo Gustavo), por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e do Ministério da Cultura.

 

Fotos: Divulgação/Assessoria

Conteúdo Patrocinado

Em 2015, o Marco das Três Fronteiras era pouco mais que um obelisco histórico em uma área com infraestrutura precária e baixo fluxo de visitantes. Dez anos após a concessão à iniciativa privada, os números falam por si: R$ 483 milhões movimentados, recordes de público e uma revitalização que transformou toda a região Sul de Foz do Iguaçu.

Diante desse cenário de sucesso consolidado, surge a pergunta inevitável para o planejamento urbano da nossa cidade: Será que esse mesmo modelo de gestão não é a solução que falta para o Bosque Guarani?

Do Zoológico ao Abandono: O cenário do Bosque

Cenário de espera: O Bosque Guarani permanece sem data oficial para reabertura após consulta pública finalizada em 2025. Foto: Kaká Souza.

Localizado em um ponto nevrálgico do Centro — ao lado do terminal de ônibus e de hotéis estratégicos — o Bosque Guarani vive um limbo desde o fechamento do seu antigo zoológico em 2021. Embora tenha se tornado uma Unidade de Conservação (Parque Natural Municipal) em 2023, o espaço ainda carece de uma ocupação que combine preservação ambiental com lazer seguro e atrativo para o iguaçuense.

Atualmente, o município finaliza o Plano de Manejo do local. Este documento é o “divisor de águas”. Sem ele, nada acontece. Com ele aprovado, a Prefeitura terá em mãos o mapa jurídico para decidir: manter a gestão direta (com custos elevados de manutenção) ou buscar uma parceria como a que deu vida nova ao Marco.

Ocupação irregular na lateral do Bosque Guarani evidencia o impacto social do abandono da área central de Foz. Foto: Kaká Souza.

Por que o modelo “Marco” faz sentido aqui?

Se olharmos para o que aconteceu no Marco das Três Fronteiras, os paralelos com o potencial do Bosque são evidentes:

  • Segurança e Convivência: Onde antes havia isolamento, o Marco trouxe monitoramento e iluminação. No Bosque, isso significaria devolver o espaço às famílias, afastando a sensação de insegurança que muitas vezes ronda o centro à noite.
  • Investimento Sem Custo Público: No modelo de concessão, a concessionária assume o risco e o investimento em infraestrutura (como os novos acessos e o Espaço das Américas no Marco), enquanto o município recebe outorga e impostos.
  • Turismo de Centro: Imagine o turista que hoje se hospeda no centro ter um “Parque Natural” moderno a poucos passos, com café, trilhas educativas e acessibilidade. Isso retém o visitante por mais tempo no comércio local.

O Desafio da Sustentabilidade

É claro que o Bosque Guarani tem suas particularidades. É uma área de mata nativa densa e proteção rigorosa. Mas a experiência do Marco prova que é possível aliar soberania, história e proteção ambiental com uma operação comercial eficiente.

O Plano de Manejo, que encerrou sua fase de consulta pública ainda em 2025, prevê o zoneamento do parque. É este zoneamento que dirá onde pode haver uma lanchonete, onde deve ser preservação integral e onde podem ser instaladas passarelas de educação ambiental.

A palavra está com você, leitor

A Prefeitura deu o passo técnico com o Plano de Manejo. Agora, cabe a Foz do Iguaçu decidir se quer manter o Bosque como um “quadrado verde” cercado por grades no centro ou se está pronta para transformá-lo em um novo marco de desenvolvimento sustentável, seguindo o exemplo de sucesso que já temos em casa.

Você concorda que a concessão é o melhor caminho para o Bosque Guarani ou o espaço deve seguir sob gestão exclusiva da Prefeitura?

 

Nota da Redação: O Portal Clickfoz tentou contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente solicitando atualizações sobre o cronograma de aprovação do Plano de Manejo — cuja consulta pública foi encerrada em março de 2025 — e a previsão de reabertura do Bosque Guarani. Até o fechamento desta edição, não houve retorno aos nossos questionamentos. O espaço permanece aberto para que a secretaria envie seu posicionamento, que será prontamente atualizado nesta reportagem.

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

O cenário teatral da Tríplice Fronteira ganha uma oportunidade de formação gratuita na próxima semana. Os projetos de extensão Cote’Coi – Coletivo Teatral e o Grupo de Teatro Universitário, que atuam na região desde 2015, convidam artistas e interessados em geral para a oficina “O corpo, a palavra e a cena”.

Com foco na poética da atuação e na experimentação de diferentes linguagens cênicas, o treinamento é voltado para atrizes, atores, diretores e qualquer pessoa da comunidade que deseje explorar a expressão corporal e a construção da cena.

Programação e Datas

As oficinas serão realizadas de forma presencial em três encontros na próxima semana:

  • Segunda-feira (06/04): das 14h às 18h
  • Quarta-feira (08/04): das 14h às 18h
  • Sexta-feira (10/04): das 14h às 18h

Como participar

As atividades são totalmente gratuitas. Para garantir uma vaga, os interessados devem preencher o formulário de inscrição disponível na internet. A iniciativa reforça o papel dos projetos de extensão universitária na democratização do acesso à cultura e na formação de novos talentos locais.

Inscrições: Clique aqui para acessar o formulário oficial

Sobre o Cote’Coi

O coletivo é uma referência na região trinacional (Brasil, Paraguai e Argentina) há mais de uma década, desenvolvendo pesquisas contínuas sobre o fazer teatral e promovendo a integração entre a universidade e a comunidade externa por meio das artes cênicas.

O calendário eleitoral de 2026 entra em uma fase decisiva neste mês de abril. Para o cidadão que deseja votar nas eleições gerais de outubro — quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados —, restam pouco mais de 30 dias para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral. O prazo final é o dia 6 de maio.

A data limite vale para quem precisa tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou alterar o local de votação.

Como regularizar em Foz do Iguaçu

O eleitor iguaçuense pode resolver suas pendências de duas formas:

  1. Presencial: Procurando o Cartório Eleitoral de Foz do Iguaçu.
  2. Digital: Através do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no serviço de autoatendimento do eleitor.

 

Vale lembrar que o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens que completam 16 anos até a data da eleição já podem solicitar o documento, mesmo que ainda tenham 15 anos no momento do pedido.

“Dança das Cadeiras” na Política

Além do prazo para o cidadão, este fim de semana marca duas datas cruciais para quem pretende se candidatar:

  • Janela Partidária: Encerrou-se nesta sexta-feira (3) o prazo para que políticos mudem de partido sem perder o mandato por infidelidade partidária.
  • Desincompatibilização: Termina neste sábado (4) o prazo para que ocupantes de cargos públicos (como ministros, secretários e diretores) deixem suas funções caso pretendam disputar as eleições. A medida visa evitar o uso da máquina pública para fins eleitorais.

Por que não deixar para a última hora?

Historicamente, os últimos dias do prazo (próximos a 6 de maio) registram longas filas e instabilidade nos sistemas online do TSE devido ao alto volume de acessos. A recomendação da Justiça Eleitoral é que o eleitor aproveite o feriado de Páscoa para conferir sua situação no site oficial e realizar as alterações necessárias o quanto antes.

 

 

 

Foto em destaque: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Sábado de Aleluia (4) pode terminar com um novo milionário no Brasil. A Mega-Sena sorteia hoje o prêmio principal do concurso 2.992, que está acumulado em R$ 10 milhões. O valor, anteriormente estimado em R$ 7,5 milhões, subiu devido ao volume de apostas e ao último sorteio sem ganhadores na faixa principal.

As seis dezenas serão reveladas a partir das 21h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo direto do Espaço da Sorte, em São Paulo, pelos canais oficiais da Caixa no YouTube e Facebook.

Como apostar em Foz do Iguaçu

Para quem quer tentar a sorte na fronteira, as regras são simples:

  • Prazo: As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília).
  • Onde: Em qualquer casa lotérica credenciada, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo oficial.
  • Custo: A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Chance de ganhar

Quem faz a aposta mínima de seis números tem uma probabilidade de acerto de uma em 50.063.860. Já para quem opta pelo limite máximo de 20 números (ao custo de mais de R$ 232 mil), a chance sobe para uma em 1.292.

Além do prêmio principal, a Mega-Sena também premia acertadores da Quina (cinco números) e da Quadra (quatro números), cujos valores variam conforme o total arrecadado.

Descubra mais sobre Clickfoz

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading