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sex, 03 de jul 2026

Paraguai na mira da Havan: Luciano Hang e diretores avaliam investimentos no país vizinho

Comitiva da gigante do varejo brasileiro desembarcou no país vizinho para visitar indústrias e estudar o regime tributário paraguaio para futuras parcerias estratégicas.

Luciano Hang (também conhecido como “Véio da Havan”), fundador e proprietário da Havan, iniciou sua visita oficial ao Paraguai na manhã desta quarta-feira, 1º de julho. O objetivo da agenda no país vizinho é conhecer de perto o modelo industrial, logístico e tributário, além de cumprir um roteiro de visitas técnicas a empresas locais.

A comitiva reúne, além de Luciano, a cúpula executiva da rede varejista, incluindo nomes como Matheus Hang, Edson Diegoli, Nilton Hang, Jaison Gamba, Carlos Eduardo Luciani, Moacir Oliveira e Ana Maria Leal da Veiga.

Durante o roteiro, a delegação busca avaliar o funcionamento dos processos produtivos, a estrutura logística e os sistemas de gestão das indústrias paraguaias. O grupo também está se aprofundando nos detalhes do regime tributário do Paraguai, apontado pelo mercado internacional como um dos principais fatores de atração para o desenvolvimento industrial na região.

“Sempre é importante conhecer boas práticas, entender como as empresas trabalham e acompanhar iniciativas que têm sucesso. O Paraguai tem se destacado por seu desenvolvimento industrial e sua competitividade, e essa troca de experiências é muito positiva”, expressou Luciano Hang.

Números gigantescos no varejo brasileiro

Luciano Hang construiu uma das maiores redes varejistas da América Latina a partir de uma pequena loja familiar fundada em 1986, na cidade de Brusque (SC). Quatro décadas depois, a Havan está consolidada no mercado nacional com 193 megalojas — incluindo duas em Foz do Iguaçu — espalhadas pelo Brasil e mais de 25 mil colaboradores.

A empresa vive um momento de forte expansão financeira. O faturamento da rede atingiu aproximadamente US$ 3,7 bilhões em 2025. Para o ano de 2026, a projeção da companhia é alcançar receitas próximas a US$ 4,5 bilhões — o que equivale a um faturamento de cerca de US$ 12 milhões por dia.

Paraguai atrai a atenção de grandes marcas

A presença da diretoria da Havan em território paraguaio coincide com o fortalecimento do país como destino estratégico para investimentos comerciais na América do Sul. A estabilidade macroeconômica, a carga tributária competitiva e os regimes especiais de produção (como a Lei de Maquila) têm atraído grandes empresários brasileiros.

A agenda de Luciano Hang no Paraguai se estende até esta quinta-feira, 2 de julho. O cronograma prevê novas visitas institucionais e encontros com lideranças do setor empresarial local.

 

 

Com informações: La Nación-PY
Foto em destaque: Cortesia

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O prêmio principal da Mega-Sena acumulou mais uma vez. Nenhum apostador acertou as seis dezenas do Concurso 3.026, realizado na última terça-feira. Com isso, a estimativa de prêmio para o próximo sorteio saltou para R$ 33 milhões.

Os números sorteados foram: 14 – 19 – 42 – 45 – 48 – 54.

Embora ninguém tenha levado a bolada principal, a região Oeste do Paraná garantiu premiações nas faixas menores. Na quina, 40 apostas acertaram cinco dezenas e vão receber R$ 37.029,54 cada. Uma delas foi registrada na Lotérica Ibema, no município de Ibema, por meio de uma aposta simples física de seis números.

Foz do Iguaçu fatura na quadra

Já na faixa dos quatro acertos, a Caixa Econômica Federal registrou 2.517 apostas ganhadoras em todo o país, com prêmio individual de R$ 970,00. Um dos bilhetes premiados saiu em Foz do Iguaçu. A aposta simples foi realizada na Brasil Loterias (Lotérica Santa Maria Ltda), localizada no município.

Como apostar no próximo sorteio

Os interessados em concorrer ao prêmio de R$ 33 milhões têm até as 19h (horário de Foz do Iguaçu e Brasília) deste sábado, 4 de julho, para registrar os jogos. As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica do país, pelo portal Loterias CAIXA ou pelo aplicativo oficial do banco.

A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 6.

 

No universo das apostas esportivas, três palavras circulam o tempo todo e costumam ser tratadas como sinônimos: palpite, análise e promessa de ganho. Na prática, elas representam coisas muito diferentes. Confundi-las é o primeiro passo para criar expectativas irreais sobre o que uma aposta realmente é.

Quem aposta com consciência precisa entender essa distinção. Ela separa o entretenimento informado da ilusão de lucro garantido, e é justamente nesse limite que mora o conceito de consumo responsável.

O que é um palpite?

Um palpite é uma opinião que expressa para onde alguém acredita que um resultado vai tender, com base em percepção, intuição ou leitura de momento. Não carrega obrigação de acerto nem garantia de retorno.

O palpite tem valor quando é tratado pelo que é: um ponto de vista. O problema surge quando ele é vendido como certeza. Frases como “esse jogo é dinheiro na mão” transformam uma simples opinião em algo que ela nunca foi, uma previsão infalível.

Nenhum palpite, por mais embasado que pareça, controla o que acontece dentro de campo. Lesões, expulsões, arbitragem e até o clima alteram qualquer cenário em segundos.

O que é uma análise?

A análise é o estágio seguinte, que parte de dados concretos: histórico de confrontos, desempenho recente, escalações, contexto da competição e estatísticas de mercado. O objetivo não é prometer acerto, mas qualificar a decisão.

Uma boa análise reconhece a incerteza em vez de escondê-la. Ela diz “esse cenário é mais provável”, nunca “esse resultado vai acontecer”. É um trabalho de probabilidade, não de adivinhação.

Por que análise não é garantia?

Mesmo a análise mais cuidadosa lida com eventos imprevisíveis. O futebol é cheio de zebras que desafiam qualquer estatística. Um time tecnicamente inferior pode vencer um favorito histórico, e isso faz parte da essência do esporte.

Pense nas grandes viradas e nas tabelas que parecem escritas para um clube e terminam em desfecho oposto. A história do futebol está repleta desses momentos, e nenhum deles foi “garantido” por análise alguma.

A linha perigosa da promessa de ganho

A promessa de ganho é quando alguém afirma, de forma explícita ou velada, que apostar trará lucro certo. Esse discurso é proibido pela regulamentação brasileira de apostas e, mais do que isso, é eticamente problemático.

Promessas de ganho exploram a vulnerabilidade de quem busca dinheiro rápido, ignoram que toda aposta envolve risco real de perda e que nenhuma plataforma, por mais confiável que seja, pode garantir retorno.

Um conteúdo responsável jamais promete lucro, mas informa, contextualiza e sempre lembra que apostar é entretenimento, com dinheiro que a pessoa pode perder sem comprometer suas contas.

Como o consumo responsável se conecta a isso

Entender essas diferenças é uma ferramenta de proteção. Quem sabe distinguir palpite de promessa não cai facilmente em discursos de “método infalível” ou “esquema garantido”.

O consumo responsável passa por algumas atitudes práticas. Defina limites de tempo e de valor antes de apostar. Nunca aposte para recuperar perdas. E desconfie de qualquer fonte que prometa resultados certos.

A escolha da ferramenta também conta. Usar um app de apostas de futebol que seja licenciado e transparente ajuda a manter o controle, já que plataformas regularizadas oferecem recursos de autoexclusão e limites de depósito previstos em lei.

O papel da informação de qualidade

Conteúdos bem feitos educam em vez de iludir. Quando um portal apresenta histórico de confrontos, estatísticas e contexto, ele entrega análise. Quando promete que o leitor vai ganhar, ele cruza uma linha.

Essa diferença vale para qualquer assunto esportivo, não só para apostas. Um bom material sobre futebol respeita o leitor e prioriza fatos.

Um exemplo dessa abordagem editorial aparece em conteúdos históricos sobre o esporte, como o levantamento sobre os camisas 10 do Corinthians, que reúne nomes como Sócrates, Rivellino e Neto a partir de registros e dados, sem inventar narrativas.

É informação que enriquece o torcedor sem prometer nada além de conhecimento.

Aprendendo a ler com cuidado

Da próxima vez que cruzar com um conteúdo de apostas, faça o teste: ele apresenta dados ou apenas afirma certezas? Reconhece o risco ou esconde a possibilidade de perda? Fala em probabilidade ou em garantia?

Essas perguntas simples revelam rápido se você está diante de uma análise honesta ou de uma promessa vazia. A primeira respeita sua inteligência. A segunda mira sua carteira.

Este conteúdo tem caráter informativo. Apostas envolvem risco financeiro. Em caso de dificuldade no controle do jogo, procure apoio especializado e utilize os recursos de jogo responsável das plataformas licenciadas.

O Refúgio Biológico Bela Vista (RBV), mantido pela Itaipu Binacional em Foz do Iguaçu, recebeu uma onça-parda resgatada em uma área rural do município de Santa Helena. O animal, uma fêmea jovem de 28 quilos, foi capturado por uma força-tarefa composta pelo Instituto Água e Terra (IAT), Polícia Ambiental e pela equipe de Medicina Veterinária da UFPR de Palotina.

Após os primeiros atendimentos e sedação, o felino passou por exames clínicos na universidade. Como o animal apresentava dificuldades para se movimentar, os órgãos ambientais optaram pela transferência para a estrutura da Itaipu para garantir um acompanhamento pós-captura mais detalhado.

No Refúgio Biológico, a onça foi instalada em um recinto amplo. O espaço permite que a equipe médica avalie a locomoção e as condições gerais de saúde do animal. Caso o felino responda bem ao monitoramento, a soltura na natureza será realizada após a autorização oficial do IAT.

Onça-pintada resgatada em Foz segue em observação

A estrutura do RBV também abriga a onça-pintada capturada no bairro Três Lagoas, em Foz do Iguaçu. O macho adulto de aproximadamente 75 quilos recebeu o nome de Tape’ỹ, que significa “aquele que perdeu o caminho” em tupi.

Os exames clínicos apontaram que o animal está saudável, com boa estrutura corporal e dentição completa. A equipe veterinária aguarda apenas os resultados finais dos exames de biologia molecular para descartar vírus sazonais, embora os testes para as principais doenças felinas (FIV e FeLV) já tenham apresentado resultado negativo.

Estrutura de ponta para a fauna silvestre

O acolhimento desses grandes felinos reforça o papel do Refúgio Biológico Bela Vista como centro de referência no atendimento à fauna nativa da região do Oeste do Paraná. O complexo conta com equipamentos de alta tecnologia, cuidadores especializados e equipes de monitoramento preparadas para ações de resgate e reabilitação. O trabalho ocorre de forma integrada com as autoridades ambientais do estado para garantir o bem-estar e o manejo correto das espécies protegidas.

 

 

 

Foto em destaque: Aline Luiza Konell/Itaipu Binacional

O circuito que leva à passarela da Garganta do Diabo, no lado argentino das Cataratas do Iguaçu, está temporariamente fechado nesta quinta-feira, 2 de julho. A Administração de Parques Nacionais da Argentina (APN) e a concessionária Iguazú Argentina (IASA) adotaram a medida como protocolo preventivo de segurança devido à forte elevação na vazão do Rio Iguaçu.

O aumento no volume de água é reflexo das chuvas constantes registradas na bacia do rio nos últimos dias. O monitoramento hidrológico apontou que a vazão saltou de 6.620 metros cúbicos por segundo (m³/s) no fim da tarde de quarta-feira para 7.180 m³/s no início da manhã de hoje. A previsão dos técnicos é de que o fluxo possa atingir a marca de 8.000 m³/s ao longo do dia.

O protocolo de segurança do lado argentino determina o fechamento imediato da estrutura da Garganta do Diabo sempre que o fluxo atinge o patamar de 7 milhões de litros por segundo (equivalente a 7.000 m³/s). A passarela permanecerá interditada até que as equipes técnicas realizem uma nova avaliação das condições estruturais e o nível da água comece a baixar.

Lado brasileiro opera normalmente

No lado brasileiro do Parque Nacional do Iguaçu, a situação é diferente. A concessionária Urbia Cataratas mantém o monitoramento do rio em tempo real e informa que todas as passarelas e mirantes seguem totalmente abertos para o público nesta quinta-feira.

O protocolo técnico aplicado no Brasil é diferente do país vizinho. As grades da passarela principal do lado brasileiro só começam a ser removidas preventivamente caso a vazão ultrapasse os 8.000 m³/s com tendência contínua de alta.

Passeio continua nos demais circuitos

Apesar do fechamento do mirante principal na Argentina, os turistas ainda conseguem aproveitar o passeio na fronteira. Os circuitos Superior e Inferior do lado argentino operam normalmente, oferecendo uma visão panorâmica e impactante das quedas d’água, que estão com volume muito acima da média histórica.

 

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