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sáb, 20 de jun 2026

Paraguai na cabeça: composto da estévia faz crescer 67% mais cabelo em testes contra a calvície

Pesquisadores descobriram que substância extraída da planta nativa do Paraguai potencializa o efeito do minoxidil e acelera o crescimento capilar.

Adeus, careca! Um estudo publicado na revista Advanced Healthcare Materials revelou que um composto derivado da estévia — planta originária do Paraguai — pode aumentar em até 67% o crescimento de cabelos em comparação ao tratamento tradicional com minoxidil. A descoberta abre novas perspectivas para o combate à alopecia androgenética, tipo mais comum de calvície, que afeta metade dos homens brasileiros com mais de 50 anos.

Estévia pode turbinar o efeito do minoxidil

A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade de Sydney, na Austrália, foi divulgada em 7 de outubro. O estudo propõe o uso do esteviosídeo, composto natural da planta Stevia rebaudiana, como um agente de solubilização capaz de ampliar a eficácia do minoxidil — medicamento amplamente utilizado para estimular o crescimento capilar.

De acordo com os pesquisadores, o minoxidil apresenta baixa absorção cutânea, já que se dissolve mal em água e penetra pouco na pele, atingindo raramente os folículos capilares. O esteviosídeo, por sua vez, facilita a absorção do medicamento, permitindo que ele alcance as células-tronco responsáveis pela regeneração dos fios.

Para testar a hipótese, os cientistas desenvolveram um adesivo de microagulhas dissolvíveis que combina minoxidil e esteviosídeo. Nos experimentos realizados em camundongos com alopecia induzida, o grupo que recebeu o novo tratamento teve 67% da área calva recoberta de pelos em 35 dias, contra 26% do grupo que utilizou apenas a versão tradicional do minoxidil.

“Usar o esteviosídeo para potencializar a absorção do minoxidil representa um avanço promissor rumo a tratamentos mais eficazes e naturais contra a queda de cabelo”, destacou o coautor do estudo, Lifeng Kang, em nota à imprensa.

Os próximos passos da equipe incluem aperfeiçoar a formulação e avaliar o tratamento em seres humanos, o que deve ocorrer após novos testes de segurança e eficácia.

Da fronteira ao mundo: a origem paraguaia da planta

Stevia rebaudiana: Planta recebeu nome em homenagem aos descobridores Moisés Giacomo Santiago Bertoni e ao químico Ovidio Rebaudi.

A Stevia rebaudiana tem origem no Paraguai, onde é conhecida por diferentes nomes — erva-doce, Caa-Hee ou yerba dulce. Povos indígenas, como os Guarani, utilizam a planta há séculos tanto como adoçante natural quanto agente medicinal.

A descoberta científica da estévia remonta a 1884, quando o naturalista suíço Moisés Giacomo Santiago Bertoni se estabeleceu às margens do rio Paraná, na fronteira entre Paraguai e Brasil, e catalogou a “folha de mel”.
Em 1905, a planta foi batizada oficialmente como Stevia rebaudiana Bertoni, em homenagem a Bertoni e ao químico Ovidio Rebaudi, responsável por isolar e nomear os compostos doces das folhas. Décadas depois, em 1931, os químicos franceses M. Bridel e R. Laveille descreveram com precisão os esteviosídeos, que hoje são amplamente usados na indústria alimentícia e farmacêutica.

Açúcares e adoçantes no combate à calvície

O uso de adoçantes como agentes regenerativos não é exatamente novo. Em 2024, pesquisadores da Universidade de Sheffield, também na Austrália, testaram um gel enriquecido com o açúcar 2-desoxi-D-ribose (2dDR) e observaram crescimento capilar entre 80% e 90% em camundongos com alopecia induzida — resultados semelhantes aos obtidos com o minoxidil tradicional.

Diferente do estudo da Universidade de Sydney, no entanto, a combinação entre o gel de açúcar e o minoxidil não apresentou ganhos significativos. Ainda assim, os pesquisadores identificaram um efeito cicatrizante e regenerador associado ao uso do açúcar, indicando novas possibilidades terapêuticas.

Um futuro mais doce para os cabelos?

Embora os testes ainda estejam em fase pré-clínica, a pesquisa australiana reacende a esperança de tratamentos mais naturais, acessíveis e menos invasivos contra a calvície. Se os resultados em humanos forem semelhantes aos dos experimentos em laboratório, a erva paraguaia poderá revolucionar a indústria cosmética e farmacêutica — levando um toque da fronteira para o topo da cabeça.

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Há séculos, pescadores na costa do Peru repararam em um fenômeno estranho: de tempos em tempos, os peixes desapareciam das águas do Pacífico perto do Natal. Eles chamaram o evento de El Niño, em referência ao Menino Jesus. Hoje, o aquecimento dessas águas é reconhecido como um dos reguladores naturais mais importantes do clima global. Cientistas acreditam que a versão que acaba de começar poderá entrar para a história. E não pelos melhores motivos.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) declarou oficialmente o retorno do El Niño. Os dados mostram que as águas superficiais do Pacífico equatorial já estão significativamente mais quentes do que o normal e a atmosfera começou a responder a esse aquecimento.

As previsões apontam para um agravamento gradual ao longo dos próximos meses. Segundo a NOAA, existe uma probabilidade de 63% de este episódio atingir a categoria de “muito forte” entre o final de 2026 e o início de 2027. Isso o colocaria entre os mais intensos desde o início dos registros modernos, em 1950.

Mas por que alguns décimos de grau no Pacífico preocupam o resto do mundo? O El Niño é a fase quente da Oscilação Sul do El Niño (ENSO), um ciclo climático natural que ocorre, em média, a cada três a sete anos. Quando os ventos alísios enfraquecem, as águas quentes acumuladas no Pacífico ocidental se deslocam para o leste. Essa energia extra altera os padrões de circulação atmosférica e desencadeia uma cadeia de efeitos que influencia o clima em praticamente todos os continentes.

Os impactos variam de região para região. Algumas zonas enfrentam secas prolongadas e risco aumentado de incêndios florestais; em outras áreas, aumenta a probabilidade de chuvas intensas, enchentes e tempestades. Índia, Indonésia, Austrália, partes da África e várias regiões das Américas estão entre as áreas mais vulneráveis.

Além disso, o fenômeno surge em um contexto delicado. O planeta já atravessa um período de aquecimento acelerado devido às emissões de gases de efeito estufa. O último episódio de El Niño, entre 2023 e 2024, contribuiu para que 2024 se tornasse o ano mais quente já registrado na história.

A Agência Espacial Europeia (ESA) revelou que os satélites estão detectando um aumento acentuado nas temperaturas da superfície do mar no Pacífico tropical. Os pesquisadores reforçam que pequenas diferenças de temperatura na superfície representam enormes quantidades de energia armazenadas no oceano, capazes de alterar a circulação atmosférica em escala global.

Apesar dos alertas, os especialistas lembram que o El Niño não determina exatamente o que acontecerá em cada região. O fenômeno aumenta a probabilidade de determinados cenários climáticos, mas não os garante. Ainda assim, os sinais observados até agora são suficientemente fortes para que muitos investigadores já usem apelidos como “super El Niño” ou mesmo “Godzilla”.

Como saber quando se configura o fenômeno El Niño?

O El Niño se configura quando as temperaturas da água persistem acima de, pelo menos, meio grau Celsius por alguns meses nas regiões do oceano chamadas de Niño 3.4, Niño 3 e Niño 2. Elas ficam localizadas entre as latitudes 5 graus ao norte e 5 graus ao sul no Pacífico, ao longo da Linha do Equador.

Não basta apenas o aquecimento do oceano, é preciso haver a resposta da atmosfera em conjunto. O principal sinal de que a circulação atmosférica mudou ocorre quando os ventos alísios, que sopram de leste para oeste na região da Linha do Equador, perdem intensidade.

Isso provoca uma modificação na célula de circulação de Walker. O processo altera o padrão de ventos e a formação das chuvas na troposfera, que é a camada mais baixa da atmosfera. É uma mudança total da circulação atmosférica em praticamente todo o globo. Isso ainda não se consolidou totalmente neste ano.

Quais são os impactos do El Niño no Brasil?

No Brasil, os impactos clássicos do fenômeno costumam incluir secas severas na Amazônia e no Nordeste, chuvas intensas nas regiões Sul e Sudeste, temperaturas elevadas no Centro-Oeste e possibilidade de aumento das queimadas no bioma do Pantanal.

Para o primeiro semestre do ano, o El Niño causa impactos de seca no norte e no leste da Amazônia e no norte do Nordeste. Se o fenômeno persistir no segundo semestre de 2026, poderá trazer impactos para o ano que vem.

Para o Sul do Brasil, o impacto ocorre na primavera do Hemisfério Sul, a partir de setembro. Grandes impactos na região Sul — como os dois episódios de chuvas muito intensas durante o El Niño anterior — aconteceram em setembro de 2023 e depois em abril e maio de 2024. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, o aumento das chuvas durante a primavera traz um impacto muito grande para a agricultura.

Caso o El Niño se configure em julho ou agosto, a região Sudeste terá um inverno menos frio do que o normal, com chances de períodos com ondas de calor. O inverno um pouco mais quente no Sul, Sudeste e em parte do Centro-Oeste pode trazer problemas associados, como o atraso na próxima estação chuvosa. Atualmente, os reservatórios do Sudeste enfrentam problemas. Se a seca persistir, a situação pode ser agravada para o ano que vem.

Governo Federal instala Sala de Situação Interministerial

Ministro Waldez Goés no Bom Dia, Ministro. Foto: Reprodução/Agência Brasil.

 

O governo federal instalou uma Sala de Situação Interministerial para preparar respostas e gerenciar possíveis desastres provocados pelo “Super El Niño”, previsto para afetar diferentes regiões do país a partir de julho. A estrutura é coordenada pela Casa Civil e conta com a participação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).

Em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), o ministro do MIDR, Waldez Góes, apresentou as ações de mitigação do fenômeno no Brasil. Góes destacou que a sala de situação criada unifica os esforços de 20 ministérios e demais órgãos.

“O Brasil está preparado permanentemente, está em vigilância e mobilizado permanentemente para dar respostas à sociedade.”

A estrutura da Sala de Situação permite o acionamento de recursos extraordinários e o planejamento integrado de ações. O trabalho envolve as Forças Armadas, Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), estados e municípios.

Órgãos de monitoramento, como o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), fornecem dados técnicos continuamente.

“Temos um plano de contingência, um plano de enfrentamento e também todo um nivelamento em nível de governo federal e uma comunicação muito intensa e permanente com os estados e municípios. É muito frequente, às vezes, dependendo da situação, termos reuniões até diárias. Damos, também, um espaçamento semanal para nos reunirmos com os atores locais do território”, explicou o ministro na entrevista.

O ministro destacou que a comunicação também é distribuída por meio de pastas que têm políticas públicas específicas, como Saúde, Povos Indígenas e de Direitos Humanos e Cidadania. Essas pastas mantêm canais diretos e escuta ativa com lideranças de comunidades locais.

Planos de contingência ativos

O governo federal alertou que a eficiência da tecnologia depende diretamente da organização por meio de um plano de contingência ativo que seja conhecido pela população.

“Não podemos dar um alerta extremo a uma comunidade sem que aquela comunidade já tenha tido o mínimo contato com aquele tipo de serviço público.”

A liderança local — envolvendo prefeituras, escolas, igrejas, imprensa regional e comunicadores locais — deve garantir que as rotas de fuga estejam devidamente sinalizadas e que os abrigos públicos estejam estruturados antes da ocorrência de desastres climáticos.

“Já deve haver a sinalização daquela área que será atingida, a orientação do local mais seguro onde as pessoas devem se abrigar. O apoio institucional serve não só para as pessoas, mas também para retirar os objetos do local”, completou o ministro.

Sistema Defesa Civil Alerta vai avisar a população pelo celular

O ministro destacou o funcionamento do Defesa Civil Alerta. A ferramenta utiliza o sistema de transmissão via telefonia celular para o envio de alertas de emergência, com o objetivo de prevenir e mitigar os impactos causados por desastres.

O sistema opera de forma independente de cadastros prévios do cidadão ou até mesmo do pagamento da conta telefônica. O conteúdo dos alertas é de responsabilidade das defesas civis de estados e municípios e aparece diretamente na tela do smartphone.

“O telefone das pessoas vai travar. Mesmo que a pessoa esteja assistindo a um filme no YouTube, o alerta vai chegar. Nós não dependemos de cadastramento nem de conta paga para a mensagem chegar ao cidadão”, disse o ministro.

A classificação técnica estabelecida pela Defesa Civil para o evento climático varia conforme o nível de gravidade e o risco de ocorrências de desastres naturais e eventos climáticos extremos, como enchentes, deslizamentos de terra e desabamentos de construções:

  • Alerta Severo: funciona como um primeiro aviso de alta relevância. É emitido quando há tempo hábil para que a população tome medidas preventivas e se prepare para deixar a área de risco se as condições piorarem;
  • Alerta Extremo: é o comando definitivo de evacuação imediata do local, orientando para que o cidadão se dirija ao abrigo mais próximo.

 

Durante a entrevista, o ministro explicou que o acionamento da ferramenta deve seguir critérios rigorosos para evitar a banalização do canal. A tecnologia é complementar às já existentes, como as mensagens da Defesa Civil via SMS e os avisos que aparecem automaticamente na tela da TV por assinatura durante a programação.

Cultura do Risco: a importância da prevenção

Por fim, o ministro convocou a sociedade civil e os entes públicos a consolidarem o que chamou de “cultura do risco” no Brasil. Esse é um esforço conjunto que envolve a atuação do poder público, do setor privado e a conscientização do cidadão.

O ministro defende que o risco de desastres naturais deve ser enxergado de forma antecipada. A estratégia deve integrar as esferas local, regional e nacional para mitigar o impacto de eventos extremos diante da imprevisibilidade e da velocidade com que os fenômenos climáticos têm se manifestado no país.

Uma das ferramentas práticas destacadas para a consolidação dessa mentalidade é a realização periódica de exercícios simulados de evacuação.

“Os municípios que estão em zonas de maior risco devem fazer a simulação para a comunidade, criando a cultura de lidar com o risco. Se passarem dez anos sem ter problemas, excelente! Mas se acontecer, o protocolo já está internalizado em cada cidadão.”

Góes ressalta ainda que, quando a autoridade da defesa civil emitir um alerta na tela do celular — seja ele Severo ou Extremo —, a reação de busca por abrigo deve ser automática.

“Se uma autoridade emite um alerta, é preciso respeitar. Para isso, o cidadão tem que conhecer, conviver, participar e aprender a lidar com a situação”, finalizou o ministro.

 

 

 

Imagem em destaque: NOAA/Divulgação

 

O Concurso 3.020 da Mega-Sena, realizado na última quinta-feira (18), não teve ganhadores na faixa principal. Com isso, o prêmio acumulou e está estimado em R$ 42 milhões para o sorteio de hoje.

Os números sorteados foram: 06 – 09 – 17 – 27 – 29 – 45.

Apesar de ninguém levar o prêmio máximo, a quina saiu para duas apostas de Foz do Iguaçu. No total, 59 apostadores acertaram os cinco números em todo o país, e cada um vai receber R$ 26.657,14. O estado do Paraná teve três bilhetes premiados nesta categoria, sendo dois de Foz e um de Curitiba.

As duas apostas premiadas na quina em Foz foram registradas nos seguintes locais:

  • Cataratas Loterias (Aposta física e simples)
  • Lotérica Itaipu (Aposta física e simples)

 

Quadra premia nove apostas locais

A Mega-Sena também premiou 4.314 apostas que acertaram quatro dezenas. Cada um desses bilhetes faturou R$ 600,94.

Em Foz do Iguaçu, nove apostas acertaram a quadra. Os sortudos registraram seus jogos nos seguintes estabelecimentos locais e canais digitais:

  • Brasil Loterias (Aposta física e simples)
  • Cataratas Loterias (Aposta física e simples)
  • Itaipu Loterias (Aposta física e simples)
  • Lotefoz (Aposta física e simples)
  • Lotérica Porto Seguro (Aposta física e simples)
  • Lotérica Três Lagoas (Aposta física e simples)
  • Internet Banking Caixa (Aposta física e simples)
  • Canais Eletrônicos Caixa (Duas apostas digitais e simples)

 

Como apostar no sorteio de hoje

Os interessados em concorrer ao prêmio de R$ 42 milhões têm até as 19h (horário local / 20h no horário de Brasília) deste sábado (20) para registrar os jogos.

As apostas podem ser feitas em qualquer casa lotérica do país. Também é possível jogar pela internet, utilizando o aplicativo Loterias Caixa ou o site oficial de loterias da instituição. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6,00.

A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) realiza a 9ª edição da Missão Paraná. Desta vez, Foz do Iguaçu e municípios da região Oeste recebem as atividades entre os dias 22 e 26 de junho de 2026. O projeto promove ações operacionais, encontros institucionais e palestras para aproximar as forças policiais da comunidade.

A iniciativa busca consolidar a presença do Estado na região. O programa abre canais de diálogo com lideranças locais, prefeitos e a sociedade civil organizada. As ações preventivas ganham destaque em uma área de fronteira considerada estratégica para a segurança pública estadual.

Missão Paraná IX leva integração das forças de segurança e ações preventivas para Foz do Iguaçu Foto: SESP.

Prevenção nas escolas e proteção à mulher

A agenda da semana conta com atividades dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs), da Patrulha Rural Comunitária e do Corpo de Bombeiros. Escolas da região recebem ações do Centro Integrado de Denúncias (CIDE-181). O objetivo é conscientizar estudantes sobre a importância da denúncia anônima no combate ao crime.

A Missão Paraná também traz para o Oeste os debates do programa Mulher Segura. O projeto reúne a rede de proteção local para discutir e fortalecer políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica. Outro foco das palestras comunitárias será a prevenção ao uso de drogas.

Fronteiras em debate: Encontro SULMaSSP

A programação da semana ocorre em paralelo ao Encontro dos Secretários de Estado da Segurança Pública do Sul e Mato Grosso do Sul (SULMaSSP), também sediado em Foz do Iguaçu.

O evento reúne chefes da segurança de cinco estados:

  • Paraná
  • Santa Catarina
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo
  • Mato Grosso do Sul

 

Os gestores debatem estratégias integradas contra o crime organizado. O foco principal do encontro técnico está no policiamento de divisas e no monitoramento da faixa de fronteira. O SULMaSSP facilita o compartilhamento de dados e o alinhamento de grandes operações policiais conjuntas.

 

 

 

Foto em destaque: SESP/Divulgação AEN

O trânsito no centro de Foz do Iguaçu terá alterações importantes nos próximos dias. Conforme antecipado no início deste mês, a Rua Rui Barbosa passará a operar em sentido único de circulação. A mudança vale para o trecho entre a Rua Castelo Branco e a Avenida Brasil.

Com a nova regra, os motoristas poderão trafegar apenas no sentido da Rua Castelo Branco em direção à Avenida Brasil. A alteração começa a ser implantada na próxima terça-feira (23) e se efetiva totalmente na quarta-feira (24).

O Instituto de Transportes e Trânsito de Foz do Iguaçu (Foztrans) definiu a medida após estudos técnicos. A equipe de Engenharia de Tráfego identificou a necessidade de adequações para melhorar a fluidez e garantir mais segurança na região central.

Foco na redução de acidentes

As análises do órgão apontam que a mudança vai ajudar a reduzir o número de colisões na via. A Engenharia de Tráfego identificou muitas ocorrências nos últimos meses, principalmente no cruzamento com a Rua Castelo Branco.

O sentido único de circulação vai organizar melhor o fluxo de veículos. A medida reduz os pontos de conflito no cruzamento, melhora a visibilidade dos motoristas nas conversões e deixa o trânsito mais previsível para condutores e pedestres.

O Foztrans orienta os motoristas para que redobrem a atenção ao passarem pelo trecho. Equipes preparam a nova sinalização vertical e horizontal para orientar os usuários.

 

 

Imagem em destaque: Foztrans/Divulgação AMN

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