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sáb, 06 de jun 2026

Novo Xiaomi SU7 esgota 15 mil unidades em 34 minutos na China

Nova geração do sedan elétrico, foi lançada na última semana na China, e traz LiDAR de série, autonomia de até 902 km e carregamento ultrarrápido que recupera 670 km de autonomia em apenas 15 minutos.

A Xiaomi apresentou oficialmente, no último dia 19, a nova geração do SU7, o sedan elétrico que, em apenas dois anos, tornou-se um dos veículos premium mais vendidos na China. O entusiasmo em torno do modelo foi tão grande que as primeiras 15 mil unidades foram reservadas em apenas 34 minutos após a abertura das encomendas. A linha mantém as três versões — Standard, Pro e Max — com preços agressivos para enfrentar diretamente o Tesla Model 3.

Gigante chinesa também utilizou seu perfil na rede social X (antigo Twitter) para anunciar os novos modelos. Imagem: reprodução.

A grande novidade desta geração é a democratização do hardware de condução autônoma. Agora, todas as versões saem de fábrica com LiDAR, radar milimétrico 4D, 11 câmeras de alta definição e 12 radares ultrassônicos. O sistema conta até com limpeza automática para sensores e câmeras.

Inteligência Artificial e Cabine Inteligente

Interna da nova geração do SU7. Foto: Divulgação/Xiaomi.

O sistema de condução estreia a arquitetura XLA, que permite controlar mudanças de faixa e ajuste de velocidade por comandos de voz. Tudo é gerenciado pela plataforma NVIDIA DRIVE AGX Thor, com um poder de processamento 37,8% superior à geração anterior.

No interior, o SU7 oferece acabamentos de toque suave e um sistema de iluminação com 256 cores ajustáveis. Os bancos possuem 18 modos de ajuste, incluindo massagem, ventilação e aquecimento. O “cérebro” da cabine é o Xiaomi HyperOS, rodando sob o processador Qualcomm Snapdragon 8 Gen3, garantindo conexão Wi-Fi 7 e um modo sentinela (antirroubo) 40% mais eficiente.

Novo SU7 lançado na China. Foto: Divulgação/Xiaomi.

Performance de Superesportivo

Equipado com o motor Xiaomi HyperEngine V6s Plus, a versão Max entrega números impressionantes:

  • Aceleração: 0 a 100 km/h em apenas 3,08 segundos;
  • Velocidade Máxima: 265 km/h;
  • Autonomia: Até 902 km (na versão Pro, padrão CLTC);
  • Recarga: Recupera 670 km de autonomia em apenas 15 minutos de carga.

 

O chassi foi reforçado com aço de ultra-alta resistência, garantindo maior rigidez torsional e segurança em capotamentos. O veículo conta ainda com nove airbags de série e um sistema de abertura de portas triplo, que funciona mesmo se a bateria principal falhar após uma colisão.

Preços e Versões 

Disponível exclusivamente para o mercado chinês por enquanto, os valores impressionam pela entrega tecnológica. Preparamos uma tabela de preços, fazendo uma conversão direta para Dólar e Real (considerando o câmbio atual, sem levar em considerações as taxas de importação ou impostos brasileiros):

Versão Preço em Yuan (RMB) Preço em Dólar (USD) Conversão para Real (BRL)*
Standard 219.900 $ 30.500 R$ 152.500
Pro 249.900 $ 34.700 R$ 173.500
Max 303.900 $ 42.200 R$ 211.000

*Valores baseados em conversão livre; não incluem custos de nacionalização, frete ou impostos brasileiros.

 

Será que cabe no bolso do brasileiro?

Embora os valores convertidos do Xiaomi SU7 pareçam atraentes, o consumidor brasileiro que optar pela importação direta deve estar preparado para uma carga tributária que pode dobrar o valor do veículo.

Desde 2024, o Governo Federal retomou a cobrança gradual de impostos sobre veículos eletrificados para estimular — leia-se “proteger” — a indústria nacional. Confira os principais tributos que incidem sobre a base de cálculo (Valor do Veículo + Frete + Seguro):

  • Imposto de Importação (II): Para carros 100% elétricos, a alíquota atual está em 25% (com previsão de chegar a 35% em julho de 2026).
  • IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados): Varia conforme a eficiência energética e o peso do veículo, situando-se geralmente entre 7% e 12%.
  • PIS/Cofins-Importação: Alíquota combinada de aproximadamente 11,6%.
  • ICMS: Imposto estadual que, no Paraná, gira em torno de 19% (aplicado sobre o valor já acrescido dos impostos federais).
  • Taxas Aduaneiras e Homologação: Além dos impostos, existem custos com o desembaraço nos portos, taxas do Denatran para homologação do modelo no Brasil e o frete internacional especializado.

 

Em uma estimativa realista, o valor final do veículo nacionalizado pode custar entre 90% e 120% a mais do que o preço de compra na China. Além disso, a burocracia brasileira pode fazer com que o consumidor que optar pela importação espere muitos meses até que possa finalmente poder transitar com esse veículo pelas ruas. Vale lembrar ainda que a importação por conta própria não oferece garantia de fábrica ou rede de assistência técnica autorizada em território nacional.

 

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A música volta a ocupar alguns dos espaços mais representativos da convivência e da vida cultural de Foz do Iguaçu. Este ano, o Mercado Público Barrageiro, a Feirinha da JK e o Teatro Barracão recebem novamente a programação oficial do Make Music Day 2026.

No dia 21 de junho, os três locais integram uma grande mobilização internacional. O evento reúne cidades em mais de 120 países em torno da maior celebração musical do planeta. Em Foz do Iguaçu, a iniciativa reafirma a importância de ocupar espaços públicos e comunitários com arte e cultura.

Ao longo de todo o dia, apresentações gratuitas vão movimentar esses ambientes conhecidos pela circulação de moradores e turistas. A ação valoriza os artistas locais e conecta a fronteira com um movimento que acontece simultaneamente em diferentes partes do mundo.

Programe-se para o Make Music Day 2026

O evento acontece no dia 21 de junho nos seguintes pontos da cidade:

  • Mercado Público Barrageiro
  • Feirinha da JK
  • Teatro Barracão

 

Todas as atividades são abertas ao público e celebram a diversidade sonora da nossa região.

O que é o Make Music Day?

O Make Music Day (Dia de Fazer Música) é uma celebração global e gratuita que acontece anualmente no dia 21 de junho. O evento é totalmente aberto ao público e convida desde músicos amadores até profissionais para se apresentarem em espaços públicos.

Origem e Presença Global

Criado em Paris, na França, em 1982, sob o nome Fête de la Musique, o movimento tornou-se um fenômeno internacional. Atualmente, o evento está presente em mais de 120 países e cerca de 2.000 cidades ao redor do planeta. O propósito central é democratizar o acesso à cultura e mostrar como a música conecta pessoas.

Como funciona o evento?

O formato do festival é descentralizado e colaborativo. As apresentações acontecem de forma simultânea em ruas, praças, escolas, parques e comércios locais. O evento se divide em três frentes de participação:

  • Músicos: Cadastram-se para tocar gratuitamente em locais públicos.
  • Instituições: Abrem espaço para festivais de corais, oficinas e rodas de canto.
  • Cidades: Integram o município ao calendário oficial do evento.

 

Movimento no Brasil e em Foz do Iguaçu

Edição de 2024 incluiu apresentações em pontos icônicos, incluindo o Mirante Centrak da Itaipu. Foto: Alessandra Bussador/Divulgação ITAI.

No Brasil, o festival é organizado pela Associação Nacional da Indústria da Música e do Áudio (ANAFIMA) e já se expandiu para centenas de municípios.

Em Foz do Iguaçu, o Make Music Day se consolidou como uma forte tradição cultural. A cidade costuma ter uma programação intensa, confirmando dezenas de palcos espalhados por pontos icônicos do município, além de atividades integradas nas escolas da rede municipal.

Para conferir todos os detalhes da programação oficial, descobrir locais de apresentação ou se cadastrar como músico, acesse o portal oficial (makemusic.org.br) ou confira o perfil @make.musicbrasil no Instagram.

Se você é do tipo que se apega a superstições e estatísticas no futebol, é bom ligar o sinal de alerta. O matemático alemão Joachim Klement atacou novamente e escolheu a Holanda como a grande campeã da Copa do Mundo deste ano.

O problema? O histórico do homem é de colocar medo em qualquer adversário. Ele acertou, com precisão cirúrgica, os donos da taça nos últimos três Mundiais: cravou a Alemanha em 2014, a França em 2018 e a Argentina em 2022.

Para piorar a nossa ansiedade, os caminhos de Brasil e Holanda podem se cruzar logo na segunda fase da competição, o primeiro mata-mata após os grupos. Se a Seleção Brasileira passar no Grupo C e os holandeses avançarem no Grupo F, o confronto direto estará armado. A missão do Brasil será, literalmente, quebrar a banca e o algoritmo do alemão.

A fórmula maluca do título

Joachim Klement, matemático alemão que previu os últimos três campeões do mundo: a Alemanha, em 2014, a França, em 2018, e a Argentina, em 2022.

Esqueça o tradicional “futebol é bola na rede”. O modelo científico de Klement analisa coisas que o torcedor nem imagina antes de dar o palpite no bolão. Ele cruza dados como o PIB de cada país, o tamanho da população, a infraestrutura esportiva e até o peso que o futebol tem naquela sociedade.

O próprio matemático já confessou ao jornal Der Spiegel que fica assustado com o próprio sucesso. Em 2014, quando o sistema apontou a Alemanha campeã jogando no Brasil, ele achou que era um erro, já que nenhuma seleção europeia tinha vencido na América do Sul até então. Deu no que deu.

Para este ano, a planilha dele diz que a Holanda elimina a Espanha na semifinal e vence Portugal na grande final.

O “Grupo do Terror” no caminho do Brasil

Se o Brasil quiser estragar a festa dos matemáticos, precisará ficar de olho no Grupo F. A chave da Holanda não tem nenhuma galinha morta e promete complicar o chaveamento:

  • Holanda: A temida Laranja Mecânica tem Van Dijk na zaga e Memphis Depay no ataque. Eles querem o título inédito de qualquer jeito.
  • Japão: Os Samurais Azuis viraram especialistas em derrubar gigantes. Em amistosos recentes de preparação, eles simplesmente venceram a Inglaterra e o próprio Brasil.
  • Suécia: Voltou ao Mundial com um ataque caríssimo e perigoso, liderado por Viktor Gyökeres e Alexander Isak.
  • Tunísia: Corre por fora com o novo técnico francês Sabri Lamouchi e quer fazer história.

 

Klement jura que as pessoas não devem levar seus estudos tão a sério e lembra que o futebol sempre tem espaço para o acaso. Mesmo assim, cabe ao técnico da Amarelinha estudar bem os adversários para provar que, no campo, a criatividade brasileira ainda vale mais do que qualquer planilha de Excel.

 

 

Foto em destaque: Reprodução X/OnsOranje

A Mega-Sena pode transformar um novo apostador em milionário neste sábado, dia 6 de junho. O concurso 3.015 tem prêmio estimado em R$ 32 milhões para a faixa principal. O sorteio acontece a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, em São Paulo.

O valor está mais alto porque este é um concurso com final cinco. De acordo com as regras da Caixa Econômica Federal, esses sorteios recebem um adicional financeiro acumulado das arrecadações das cinco edições anteriores.

Quem quiser acompanhar os números da sorte em tempo real pode assistir à transmissão ao vivo. A exibição acontece no canal oficial da Caixa no YouTube e também pelo Facebook das Loterias Caixa.

Horário limite e como apostar

Os apostadores devem ficar atentos ao relógio. As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) deste sábado.

Existem duas formas oficiais para jogar:

  • Presencialmente, em qualquer casa lotérica do país.
  • Pela internet, por meio do portal oficial das Loterias Caixa ou aplicativo móvel.

 

O jogo simples custa R$ 6. Nessa opção, o apostador pode marcar seis números no volante. A chance de acertar a combinação principal e levar o prêmio máximo para casa é de uma em mais de 50 milhões.

 

Educação (MEC) e o Inep prorrogaram o prazo de inscrição até o dia 12 de junho, próxima sexta-feira. A mudança garante uma semana a mais para os candidatos se sintonizarem com a principal porta de entrada para o ensino superior no Brasil.

Para se inscrever, o candidato deve acessar a Página do Participante do Enem na internet e preencher os dados solicitados. Quem não tem direito à isenção deve pagar a taxa de R$ 85 até o dia 17 de junho.

A prorrogação não altera os dias de prova. O exame continua marcado para os domingos 8 e 15 de novembro em todo o país.

Regras para isenção da taxa

Nem todos os candidatos precisam pagar para fazer o exame. A isenção do pagamento de R$ 85 é um direito garantido para:

  • Alunos do terceiro ano do ensino médio em escolas públicas.
  • Quem cursou todo o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada (com renda de até um salário-mínimo e meio por pessoa).
  • Pessoas inscritas no CadÚnico do governo federal.

 

Os estudantes que fazem parte do programa Pé-de-Meia também têm direito à isenção. O Inep reforça um aviso importante: mesmo quem é isento precisa entrar no sistema e realizar a inscrição normalmente.

Incentivo financeiro e atendimento especializado

Os alunos do programa Pé-de-Meia que concluírem o ensino médio em 2026 recebem um bônus. O governo federal vai pagar um incentivo de R$ 200 para quem comparecer aos dois dias de prova do Enem.

O edital completo do Enem 2026 traz todas as regras sobre o atendimento especializado. O direito é garantido para pessoas com deficiência, gestantes, lactantes, diabéticos e idosos.

Cronograma atualizado do Enem 2026

  • Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho
  • Solicitação de atendimento especializado: de 25 de maio a 12 de junho
  • Pagamento da taxa: até 17 de junho
  • Resultado do atendimento especializado: 26 de junho
  • Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro

 

 

Foto em destaque: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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