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qua, 21 de jan 2026

Implante contraceptivo de até R$ 4 mil passa a ser ofertado gratuitamente pelo SUS em Foz do Iguaçu

Município recebeu mil unidades do Implanon do Ministério da Saúde e inicia inserção na Atenção Primária.

Foz do Iguaçu iniciou, nesta terça-feira (20), a inserção do implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel — conhecido comercialmente como Implanon — na rede pública de saúde. Nesta primeira etapa, o município recebeu mil unidades do método, que passa a integrar o planejamento familiar ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A primeira inserção foi realizada no Centro de Especialidades Médicas (CEM) e marcou o início do processo de capacitação das equipes médicas, visando à ampliação gradual do serviço para as Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Método moderno e de alta eficácia

Considerado um dos métodos contraceptivos mais modernos e eficazes disponíveis atualmente, o implante subdérmico oferece proteção contínua por até três anos, sem necessidade de intervenções nesse período.

De acordo com a médica coordenadora da linha de cuidado materno, da mulher e de planejamento familiar, Geíza Lemos Hein Sant’Anna, a incorporação do Implanon representa um avanço significativo para o SUS no município.

“É um dia muito importante para Foz do Iguaçu, que passa a contar gratuitamente com um dos melhores métodos contraceptivos disponíveis, com alta eficácia e segurança”, destacou.

Primeira paciente atendida pelo SUS em Foz

A técnica de enfermagem Andressa Faria Rahyn Fitz, de 31 anos, foi a primeira paciente a receber o implante subdérmico pelo SUS em Foz do Iguaçu.

“Me senti feliz e lisonjeada por ter sido a primeira. O procedimento não foi doloroso, foi rápido e super indico”, relatou.

Sobre o implante subdérmico

O Implanon é classificado como um método contraceptivo reversível de longa duração (LARC). Após a remoção, a fertilidade retorna rapidamente e, caso a paciente deseje, um novo implante pode ser inserido imediatamente pela rede pública.

A médica Geíza Sant’Anna reforça que, apesar da alta eficácia contraceptiva, o método não protege contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

“Por isso, o uso do preservativo continua sendo fundamental”, alertou.

Ampliação gradual do serviço

A oferta do implante contraceptivo será expandida de forma progressiva no município. Para garantir segurança e qualidade na Atenção Primária, a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA) realizará, a partir de fevereiro, uma nova capacitação para médicos da rede municipal. Em março, o processo de qualificação será estendido aos enfermeiros.

Como ter acesso ao implante pelo SUS em Foz do Iguaçu

O implante subdérmico é indicado para mulheres de 15 a 49 anos, desde que atendam aos critérios clínicos estabelecidos pelo SUS.

Para ter acesso ao método, a paciente deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência e passar por avaliação com médico ou enfermeiro. Durante a consulta, são analisadas as condições clínicas, feita a estratificação de risco e prestadas orientações sobre o uso do método.

Apesar de estar disponível gratuitamente, o Implanon não é indicado para todas as pacientes, tornando a avaliação profissional indispensável.

Outros métodos contraceptivos disponíveis no SUS

Além do Implanon, o SUS disponibiliza diversos métodos contraceptivos, hormonais e não hormonais. Entre eles estão:

  • Preservativo masculino e feminino

  • Anticoncepcionais orais e injetáveis

  • DIU de cobre

  • Laqueadura tubária bilateral

  • Vasectomia

Entre os métodos ofertados, apenas o DIU de cobre e o Implanon são classificados como contraceptivos reversíveis de longa duração, considerados os mais eficazes por não dependerem do uso contínuo.
Os preservativos seguem sendo os únicos métodos que também oferecem proteção contra ISTs.

 

Foto: Divulgação/AMN

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Entre a noite de terça-feira (20) e a manhã desta quarta-feira (21), servidores da Receita Federal apreenderam 368 quilos de substância análoga à maconha e 2,1 quilos de haxixe na Ponte Internacional da Amizade, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai.

Primeira ocorrência

A primeira apreensão foi registrada na noite de terça-feira, durante uma fiscalização de rotina. Um veículo de passeio com placas paraguaias foi abordado e, durante a inspeção, os servidores localizaram 130 quilos da substância análoga à maconha e 2,1 quilos de haxixe ocultados em fundos falsos nos bancos do automóvel.

O responsável pela carga, um homem de nacionalidade argentina, foi detido e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal para os procedimentos legais cabíveis.

Segunda apreensão

A segunda ocorrência aconteceu por volta das 6h desta quarta-feira. Um veículo utilitário, também com placas paraguaias, foi selecionado para fiscalização. Durante a vistoria, os servidores encontraram 238 quilos da droga escondidos em um fundo falso na carroceria.

No momento da abordagem, o passageiro do veículo conseguiu fugir em direção ao lado paraguaio da fronteira. O motorista foi detido e, junto com o veículo e a droga, encaminhado à Polícia Federal.

Combate ao tráfico

A Receita Federal reforça que atua de forma permanente no combate ao tráfico de drogas, ao contrabando e ao descaminho, contribuindo para a segurança da sociedade e em alinhamento com sua missão institucional. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones (45) 9 9134-0100 e (45) 9 9152-2036.

 

 

Com informações: Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu
Fotos: Divulgação/Assessoria de Comunicação da Alfândega da Receita Federal em Foz do Iguaçu

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.962 da Mega-Sena, realizado na noite desta terça-feira (20). Com isso, o prêmio principal acumulou novamente e está estimado em R$ 55 milhões para o próximo sorteio.

As dezenas sorteadas foram: 06 – 29 – 33 – 38 – 53 – 56.

Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, a Mega-Sena distribuiu valores relevantes nas demais faixas. Ao todo, 72 apostas acertaram cinco dezenas (Quina) e vão receber R$ 30.333,06 cada.

Quina: apostas premiadas no Paraná

No Paraná, apostas de diferentes cidades foram premiadas na Quina:

  • Colorado – Lotérica Loto Sorte:
    Aposta com 8 números, modalidade Bolão, 8 cotas.
    Prêmio: R$ 90.999,12.

  • Curitiba – Lotérica Casa Lotérica Estação da Sorte:
    Aposta simples com 6 números, 1 cota.
    Prêmio: R$ 30.333,06.

  • Guaíra – Lotérica Lotérica Grande Lago:
    Aposta com 8 números, modalidade Bolão, 15 cotas.
    Prêmio: R$ 90.999,15.

  • Pato BrancoMacari Loterias:
    Aposta com 6 números, modalidade Bolão, 5 cotas.
    Prêmio: R$ 30.333,05.

  • UmuaramaJM Loterias:
    Aposta simples com 6 números, 1 cota.
    Prêmio: R$ 30.333,06.

Quadra: Foz do Iguaçu tem vários ganhadores

Na faixa da Quadra, 3.954 apostas acertaram quatro dezenas e vão receber R$ 910,46 cada. Destas, sete apostas foram premiadas em Foz do Iguaçu. Veja abaixo onde as apostas premiadas foram feitas:
 

  • Brasil Loterias – aposta simples, 6 números, 1 cota

  • Cataratas Loterias – duas apostas simples, 6 números, 1 cota

  • IBC – Internet Banking Caixa – aposta simples, 6 números, 1 cota

  • Lotefoz – aposta simples, 6 números, 1 cota

  • Lotérica Jardim São Paulo – aposta simples, 6 números, 1 cota

  • Lotérica Porto Meira – aposta simples, 6 números, 1 cota

Todas receberam R$ 910,46.

Próximo sorteio

O próximo concurso da Mega-Sena será realizado quinta-feira (22).
As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) em casas lotéricas de todo o país ou pela internet, no site e aplicativo da Caixa.
Para apostas em bolão, o sistema fica disponível até 20h30 no portal Loterias Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6,00.

O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu encerrou 2025 sem recuperar o patamar de passageiros registrado em 2019, antes da pandemia. O dado, por si só, já seria preocupante. Torna-se ainda mais grave quando se observa o contexto: concessão privada em curso, pista de pouso e decolagem ampliada, terminal reformado e um país que vive o melhor ano da sua história na aviação civil.

Foz fechou 2025 com 2.245.583 passageiros, contra 2.288.602 em 2019. A retomada foi de 98,1%. Na média nacional, o Brasil atingiu 109,2%, superando com folga os números pré-pandemia. Em outras palavras: enquanto o sistema aéreo brasileiro avançou, Foz ficou para trás.

O contraste com outros destinos turísticos é ainda mais eloquente. Florianópolis operou com 134,7% de retomada; Maceió, 138,5%; Porto Seguro, 135,9%; Navegantes, 119,7%. Até Cascavel, cidade vizinha e sem apelo turístico internacional comparável, registrou crescimento de 200%, mais do que dobrando seu movimento. Os números são públicos e constam nos mapas de oferta e demanda da Anac. Não há controvérsia estatística. Há, sim, um problema estrutural.

Antes da pandemia, Foz despontava como um dos aeroportos regionais de maior crescimento do país. Havia estratégia, política ativa de captação de voos, interlocução com companhias aéreas e uma leitura clara da vocação do destino. Isso se perdeu com a concessão. O aeroporto foi diluído num lote que o colocou em competição desigual com Curitiba, perdeu protagonismo, viu voos internacionais migrarem para o Afonso Pena e teve sua vocação de hub esvaziada. A descontinuidade da política municipal de turismo e a falta de alinhamento do trade completaram o quadro.

A venda recente dos aeroportos operados pela CCR Movida para o grupo mexicano ASUR abre uma fresta que Foz aguardava há anos. A experiência recente mostra que a concessionária anterior tratou o aeroporto como terminal secundário. Processos essenciais, como a homologação da ampliação da pista, arrastaram-se. Rotas internacionais foram, discretamente, redirecionadas. Lima-Foz virou Lima-Curitiba. Montevidéu-Foz teve o mesmo destino. Até o “Internacional” foi retirado do nome do aeroporto, como se a vocação pudesse ser apagada da história.

O erro original foi político e conceitual: colocar Foz e Curitiba no mesmo lote de concessão. Misturaram-se realidades distintas, interesses conflitantes e ambições incompatíveis. É ilusório esperar que a capital trabalhe para fortalecer um hub internacional na fronteira. Existe uma disputa velada — mas evidente — entre centro e periferia do poder. E ela foi perdida por Foz.

A chegada da ASUR, operadora de aeroportos como Cancún, Mérida e Cozumel, reacende uma possibilidade real de correção de rota. Mas isso exige duas condições inegociáveis: autonomia para planejar Foz como Foz, e não como apêndice de Curitiba; e diálogo direto para recolocar na mesa o tema dos voos internacionais, da conectividade regional e da ambição de hub.

Se a ASUR enxergar Foz com a mesma clareza estratégica com que trata Cancún, o aeroporto volta a crescer. Se repetir a lógica centralizadora, seguiremos pagando o preço de uma guerra silenciosa que nunca escolhemos travar. Pela primeira vez nos últimos anos, porém, há algo diferente no ar: a possibilidade concreta de mudança.

Mas essa mudança não virá por inércia. Lideranças de Foz interessadas na retomada da conectividade aérea já deveriam ter batido à porta dos novos controladores, apresentado dados, vocação e ambição, e colocado o destino no centro da conversa. Esperar a boa vontade da concessionária é repetir erros das gestões recentes. Foz precisa se apresentar como protagonista e reocupar o espaço que é seu. O futuro voa com quem tem coragem de sonhar.

Gilmar Piolla é ex-secretário de Turismo, Indústria, Comércio e Projetos Estratégicos de Foz do Iguaçu.

Aprender a andar, falar ou comer sozinho… chega a ser curioso parar para pensar que, lá atrás, tudo o que hoje é automático precisou ser aprendido do zero.

No fundo, somos todos eternos aprendizes diante do novo. Mas a verdade é que, com dedicação e o “tempo de tela” certo, qualquer um consegue evoluir e deixar o rótulo de iniciante para trás — e isso vale tanto para um esporte quanto para a dinâmica dos cassinos online.

No iGaming, hábitos claros separam os veteranos dos apostadores de primeira viagem. Quem já tem bagagem não joga no escuro: faz uma gestão de banca rigorosa, escolhe a dedo onde colocar as fichas e sabe exatamente o que cobrar ao avaliar novos cassinos online. Para esse perfil, não basta o site ser bonito; é preciso checar licenças, a prateleira de provedores, agilidade nos saques, termos reais das promoções e se o suporte e a experiência mobile realmente entregam o que prometem.

Então, se você está se perguntando em que estágio da sua jornada nos cassinos online você se encontra, aqui estão cinco sinais de que você não é mais um iniciante completo.

#1 – Você aplica estratégias sensatas de gestão de banca

Um dos erros mais comuns de quem está começando no mundo dos cassinos é queimar a banca rápido demais.

Muitas vezes, isso acontece por apostar valores muito altos ou por não definir um orçamento para cada sessão individual, o que gera aquele arrependimento de ter que “recarregar” a conta com novos depósitos constantemente.

É fundamental evitar esse comportamento. O jogo responsável é fundamental para evitar a frustração de realizar depósitos frequentes sem critério.

Você sabe que deixou de ser um novato nos cassinos online quando passa a seguir este conselho: você fraciona sua banca em unidades, utilizando-as como orçamento para a próxima sessão.

Dessa forma, é possível aproveitar várias sessões de jogo com uma única banca e define um limite para garantir que você aposte apenas o que pode perder.

O segredo de uma gestão de banca bem-sucedida é a longevidade, além da tranquilidade de saber que, mesmo em uma sequência negativa, seu planejamento permite voltar e jogar mais vezes no futuro sem a necessidade de um novo depósito.

#2 – Você entende o jogo ANTES de começar a jogar

Quem acaba de chegar aos cassinos online costuma demonstrar muito entusiasmo e pressa para mergulhar logo em um jogo.

No entanto, ao ignorar as regras ou a tabela de pagamentos, esses jogadores tornam o caminho para o sucesso muito mais difícil — o que amplia a vantagem matemática da casa.

Outra característica que diferencia os jogadores experientes é o hábito de compreender totalmente o funcionamento de um jogo antes de dar o primeiro clique. Agindo assim, eles evitam erros caros e, consequentemente, garantem chances melhores de vitória.

Muitas vezes, existe a oportunidade de testar os jogos no modo gratuito ou demonstração antes de partir para o dinheiro real; essa é mais uma tática inteligente que os jogadores veteranos costumam utilizar.

#3 – Você seleciona os jogos com base em RTP, volatilidade, etc.

Assim como no ponto anterior, jogadores inexperientes tendem a escolher os títulos que mais chamam a atenção — seja pelo nome, pelo tema ou até mesmo por uma imagem de capa bonitinha.

Na teoria, não há nada de errado nisso, mas os jogadores avançados selecionam seus jogos baseados em outras variáveis, reconhecidamente mais importantes.

Entre elas, está a relação entre RTP (Retorno ao Jogador) e volatilidade, buscando o que melhor se adapta ao seu apetite de risco. Jogadores que buscam vitórias menores e mais frequentes — ao menos na teoria, já que cada sessão de slots é única — devem optar por jogos com RTP alto e baixa volatilidade.

Já quem não tem medo de arriscar costuma seguir o caminho oposto, priorizando jogos com RTP mais baixo e alta volatilidade. Na prática, a lógica aqui é de ‘tudo ou nada’: embora os prêmios não surjam a todo momento, a tendência é que, quando a sorte finalmente bate à porta, o valor entregue seja bem mais agressivo e compensador.

#4 – Você nunca tenta recuperar perdas a qualquer custo

O pior erro de todos — e um no qual os iniciantes costumam cair — é tentar “correr atrás do prejuízo” após uma sessão negativa.

Jogadores mais experientes utilizam as dicas de gestão de banca mencionadas anteriormente neste artigo para evitar que isso aconteça: definir um orçamento e segui-lo à risca é o passo mais importante.

Você pode até estabelecer limites de ganhos e perdas ao jogar, garantindo que encerre a sessão tendo a) se divertido e b) jogado de forma responsável.

#5 – Você encara o cassino online como entretenimento, não como renda

Talvez este seja o maior marco de maturidade: você joga por diversão, não pelo lucro. Se você é um jogador experiente, entende que todos os jogos de cassino possuem uma expectativa negativa devido à vantagem da casa.

Isso significa que cada jogo inclui uma vantagem embutida (o “house edge” ou “vig”), que garante que o operador do cassino lucre uma porcentagem de todo o valor apostado ao longo do tempo. Jogadores veteranos veem os ganhos como um bônus, e não como uma obrigação. Essa mudança de mentalidade, por si só, já coloca você muito além do nível iniciante.

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