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seg, 15 de jun 2026

Clickfoz do Iguaçu entrevista o ex-goleiro Raul Plassmann

Fotos: Click Foz do Iguaçu – Daniele Rodrigues
Raul Plassmann foi goleiro de Cruzeiro e Flamengo

 

O ex-goleiro Raul Plassmann conseguiu um feito que poucos jogadores de futebol conseguiram na carreira. E não se trata de títulos. Até porque, títulos são o que não faltam para Raul. Campeão por duas vezes da Libertadores da América – em 1976 com o Cruzeiro e 1981 com o Flamengo, onde conquistou o mundial no mesmo ano – além de três campeonatos Brasileiros em 80, 82 e 83, todos com o rubro-negro carioca. Sem contar a Taça Brasil de 1966 pelo Cruzeiro e os diversos títulos estaduais, tanto com a equipe mineira, quanto a do Rio de Janeiro.

Porém, o feito de Raul foi outro. Ele jogou por três décadas diferentes. “Não todas completas, porque ninguém consegue jogar futebol por trinta anos, mas vi as transformações do esporte em três períodos diferentes”, revela o ex-goleiro de 65 anos. E esses três períodos foram o final da década de 60, toda a década de 70 e início dos anos 80.

Natural de Antonina, próxima a Curitiba, Raul jogava algumas “peladas” de bairro. Nunca teve a ambição de atuar profissionalmente no futebol. Mesmo assim, ingressou a equipe juvenil do Atlético Paranaense. Depois foi para o Coritiba. Após uma rápida passagem pelo São Paulo em 1965, foi emprestado ao Nacional do Uruguai, onde nem chegou a atuar. Mas foi no ano seguinte, em 1966, em que começaria a dar um grande salto na profissão. Defendeu as cores do Cruzeiro, uma das melhores equipes à época, por 12 anos. De 1966 a 1978. Nos seis anos seguintes atuou pelo Flamengo, onde encerrou a carreira e é considerado ídolo da torcida até os dias de hoje.

Raul Plassmann irá comentar o jogo Cascavel e Coritiba, no domingo (21) no estádio Olímpico Regional, em Cascavel, pela RPC. É a última rodada da primeira fase do Campeonato Paranaense. Apenas de passagem por Foz do Iguaçu, Plassmann recebeu a equipe Clickfoz.

 

Clickfoz: Você passou pelos dois maiores times do Paraná, Atlético e Coritiba. Sabemos que a rivalidade entre esses dois times é grande. Como lidou com isso?

Raul Plassmann: O torcedor dificilmente entende uma coisa quando é contrária ao gosto dele. Este é o perfil do torcedor, faz parte dele. Eu digo que gosto mais do estado do Paraná, do que propriamente o clube. Pelo fato de eu ter iniciado a carreira no Atlético-PR, tenho um carinho especial pelo time, afinal, foi lá que comecei. Mas a mesma situação é no Coritiba, pois também era início de trabalho. E o torcedor acaba pensando que fico em cima do muro, que não quero me decidir, mas não é isso. Eu não posso dizer que torço pro time A ou time B no Paraná. Até porque, eu saí do estado e morei muitos anos fora.

 

Clickfoz: Nos tempos em que atuava pelo Flamengo, um dos maiores rivais era o Atlético Mineiro, arquirrival do Cruzeiro, outro grande time pelo qual jogou por tantos anos. Como foram esses duelos contra o Atlético Mineiro, atuando pelo Flamengo?

Plassmann: Esta é outra questão interessante. Às vezes as pessoas me perguntam se eu sou mais Flamengo ou mais Cruzeiro. É difícil os torcedores entenderem que como jogador, não posso tomar a mesma postura do torcedor, de que não posso torcer. Eu torço, sim, pelo time em que estou atuando naquele determinado momento. É assim que funciona. Para um ex-jogador de futebol, o que há é o reconhecimento pela equipe em que jogou. Pelo menos deveria haver. De minha parte há. Tanto que eu costumo dizer que pratico a poligamia, ou seja, tenho muitos amores. O Flamengo foi algo especial, Cruzeiro a mesma coisa. Em relação aos confrontos com o Atlético-MG, foram confrontos de gigantes. Tive grandes duelos com outras equipes também, como o Internacional, na época em que eu estava no Cruzeiro e o Grêmio, isso já no Flamengo. Mas o maior adversário que encontrei na minha vida foi o Atlético Mineiro.

 

Clickfoz: Em uma carreira marcada por grandes conquistas, houve espaço para alguma decepção?

Plassmann: Muitas pessoas me perguntam se não ter jogado uma Copa do Mundo me fez mal. Mas posso garantir que no futebol, nada me faltou. Tudo que disputei, eu ganhei. Claro que jogar uma Copa do Mundo pela seleção brasileira seria algo espetacular. Não foi possível. Tive alguns probleminhas de contusão. Em 1982 eu era titular, naquela seleção considerada a melhor de todos os tempos, embora eu ache a de 70 a melhor. E tive uma contusão em um amistoso contra a Polônia, no Morumbi. Fiquei quatro meses parado, e nesse período ele (Telê Santana) convocou o Valdir Perez que acabou jogando a Copa do Mundo. Quando eu voltei a jogar, não havia mais espaço pra mim, o grupo já estava formado e não tive chance de jogar na seleção. Por ter feito parte da campanha das eliminatórias e não ter sido convocado por causa de uma contusão, acaba sendo uma justificativa para mim mesmo. Nem posso ficar frustrado com isso. No dia da convocação definitiva para a Copa do Mundo de 82, o repórter Renato Maurício Prado, que cobria o Flamengo veio falar comigo. ‘Poxa, Raul. Que pena por você não ter sido convocado’. Eu disse ‘tudo bem, quem joga no Flamengo não sente falta’. Mas não quis desmerecer a seleção brasileira. Seria maravilhoso poder jogar uma Copa do Mundo, mas os títulos que tive em clubes me preencheram.

 

Clickfoz: Hoje o Julio César é considerado um dos melhores goleiros do mundo. O Brasil, de certa forma vem destacando bons goleiros nos últimos anos. Em sua opinião, o que tem contribuído para essa visualização maior da posição de goleiro?

Plassmann: Em primeiro lugar, a divulgação. Hoje você tem a internet, praticamente todos os jogos são transmitidos ao vivo pela televisão. O mundo inteiro passou a ter essa integração e a partir deste momento, eles passaram a conhecer o goleiro brasileiro também. Então, tudo isso ajudou bastante. Por outro lado, há também a evolução nos treinamentos. Agora tem treinador de goleiros. Na minha época não tinha nada disso. No máximo um camarada que chutava as bolas ao gol. Agradeço-o por isso (risos). Hoje é tudo mais estudado. Termina o jogo, e no dia seguinte o goleiro vai treinar. O treinador analisa com o goleiro a participação dele no jogo. Portanto, há uma preparação muito maior nessa posição. E o goleiro brasileiro é um ‘caxias’, ele adora treinar, e com certeza isso contribuiu para a evolução.

 

Clickfoz: A Taça Libertadores da América, torneio mais importante do continente é conhecida por muita garra e determinação. Ela mudou em relação aos tempos em que jogava?

 
Plassmann conquistou duas Libertadores e um Mundial

Plasmann: Em termos de importância, pode-se dizer que ela melhorou. Antes participavam apenas o campeão e vice do Torneio Roberto Gomes Pedrosa. Agora ela está mais inchada. Participam o campeão da Copa do Brasil, o terceiro, quarto colocado, o atual campeão da Libertadores, mexicanos – que se forem campeões não podem ir ao Mundial – às vezes muita gente que não merece, está disputando a Libertadores. Eu gostava da Libertadores no meu tempo, e não é saudosismo. É porque ela era uma coisa mais filtrada, apenas o campeão e vice dos torneios nacionais participavam. Outra diferença, é que agora, com a transmissão de praticamente todos os jogos, os árbitros estão sendo obersvados. Na época em que eu jogava, os times da casa levavam vantagem. Pois o árbitro acabava sentindo medo da torcida, seja ela chilena, paraguaia, uruguaia, argentina e ele acabava beneficiando o time da casa. Mas ela continua com a mesma pegada, a mesma garra e determinação.

 

Clickfoz: Você foi um dos primeiros a inovar na cor da camisa do goleiro. Antes era preta ou cinza, e você surgiu com a camisa amarela. Como surgiu essa ideia de trocar a cor da camisa?

Plassmann: Foi uma coincidência, pois na época tudo não existia tudo era muito arcaico. Quando fui jogar e vestir a camisa de titular, a camisa não entrou em mim, era pequena. E peguei uma camisa emprestada de um jogador. Era uma camisa de passeio, um moletom de cor amarela. Colei o número 1 com esparadrapo nas costas e fui para o jogo contra o Atlético Mineiro (a partida terminou empatada em 0 a 0). O pessoal achou aquilo um absurdo. Houve preconceito. Insinuaram que eu era homossexual. Coisas absurdas deste tipo. Mas o presidente do Cruzeiro (Felício Brandi) adorou aquela inovação, porque no dia seguinte ninguém falava do jogo, só dava a camisa amarela. Então, o presidente mandou fazer dez camisas amarelas e me deu de presente. E depois que passei a usar a camisa amarela, os goleiros também começaram a mudar. No começo relutaram um pouco, por medo de serem hostilizados, mas depois, com a TV a cores, tudo isso mudou.

 

Clickfoz: Agora conte um pouco sobre a sua carreira de comentarista de futebol. De que maneira ela começou?

Plassmann: Foi direto. Assim que terminei meu jogo de despedida no Maracanã, eu recebi o convite da rádio Tupi (RJ). Aceitei e passei a ser comentarista. Fiquei dois anos na rádio Tupi, foi então que a TV Globo me convidou também para ser comentarista. Foram oito anos na Globo. Nesse tempo, a Globosat criou o canal Sportv. A Globo chamou o Paulo Roberto Falcão e eu fui para o Sportv. Larguei por um período, fui morar em Londrina, depois Curitiba. Mas voltei há pouco tempo a integrar a equipe do Sportv e agora da RPC TV.

 

Clickfoz: Teve uma curta experiência como treinador e dirigente de futebol do Londrina Esporte Clube. Por que essas carreiras não deram certo?

Plassmann: Eu morava em Londrina, isso em 2003/2004 e o pessoal de lá me pediu uma ajuda para tentar recuperar o time que não passava por uma boa fase. Acredito que é incompatível você trabalhar com uma mentalidade de time grande, em um clube que passa por dificuldades. Londrina era uma cidade em que não se aceitava uma mudança radical. Parte da imprensa me questionava: ‘Você  está pensando que isso aqui é o Flamengo?’.  Quando eu fazia a preleção, o repórter queria estar junto, eu não deixava. E não era só a imprensa que era contra, parte da cidade e também dos torcedores, eles não aceitavam que eu fizesse as mudanças necessárias. Tornou-se um confronto muito grande e resolvi sair. Poucos dizem isso, mas a maioria dos clubes pequenos joga para não cair. E têm equipes que estão apenas fazendo média dentro de campo.

 

Clickfoz: 2010, ano de Copa do Mundo. Quais as apostas de Raul Plassmann para a conquista do título?

Plassmann: Em Copa do Mundo não há favoritos. É um torneio curto, que dificilmente perdoa o erro e se tiver um momento ruim, ou um jogador que não estiver num dia feliz, pode acabar derrotado. Pego de exemplo a Copa de 1982, quando o Brasil era melhor que a Itália, mas cometeu dois ou três erros, foram suficientes para os italianos vencerem e eliminarem o Brasil. Então não dá para apontar os favoritos ao título. Existe, claro, aquelas seleções que são tradicionais como o Brasil, Itália, Alemanha, que não podemos deixar de citar, mas ninguém é favorito.

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A Seleção Brasileira pode até ter empatado em sua estreia na Copa do Mundo de 2026, mas os moradores e turistas que compareceram à Festa dos Apaixonados por Foz marcaram um verdadeiro golaço de solidariedade neste sábado (13). Desde a abertura dos portões, às 15h, centenas de pessoas lotaram a Rua Patrulheiro Venanti Otremba para celebrar o orgulho pela cidade e apoiar uma causa nobre.

Idealizado pela Loumar Turismo, o festival se consolidou como uma grande celebração da cultura, gastronomia e turismo local, promovendo o sentimento de pertencimento à fronteira. Com o apoio da Rede Massa, Prefeitura Municipal de Foz do Iguaçu, Foztrans e SETU, o evento ganhou um telão especial para que as famílias pudessem torcer juntas pelo Brasil na principal competição do futebol mundial.

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Camisetas revertidas para projeto social

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Com o tema “Torcer pelo Brasil e fazer o bem na nossa comunidade”, o festival converteu a energia da torcida em impacto social real. As camisetas oficiais do evento foram comercializadas por R$ 79,90, e 100% do valor arrecadado foi destinado à Associação Um Chute Para o Futuro.

A entidade utiliza o esporte como ferramenta de inclusão e atende diariamente mais de 900 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade em Foz do Iguaçu. Para quem não conseguiu ir ao evento e ainda deseja ajudar, as camisetas continuam à venda na loja Ailabiu Iguassu, localizada na Avenida Brasil, anexo ao Hotel Águas do Iguaçu.

O sucesso da festa contou com o patrocínio de marcas fortes da fronteira, como Altomax, Hoahi, BTR Transportes, Paraguaçu Volkswagen, De Paula Contadores, Panorama Home Center e Sicoob Três Fronteiras.

Estreia amarga em campo, mas histórica

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Dentro das quatro linhas, o resultado não foi o que a torcida esperava. O empate por 1 a 1 contra a seleção do Marrocos, no Estádio de Nova Jersey, quebrou a tradição de vitórias brasileiras em primeiros jogos de Mundial. Em 23 edições de Copas do Mundo, esta foi apenas a quarta vez que o Brasil somou apenas um ponto na estreia.

O retrospecto histórico de estreias da Seleção Brasileira aponta um aproveitamento de 79,7%, com 17 vitórias, quatro empates e duas derrotas. Relembre os resultados das últimas estreias do Brasil:

  • 2026: Brasil 1 x 1 Marrocos
  • 2022: Brasil 2 x 0 Sérvia
  • 2018: Brasil 1 x 1 Suíça
  • 2014: Brasil 3 x 1 Croácia
  • 2010: Brasil 2 x 1 Coreia do Norte
  • 2006: Brasil 1 x 0 Croácia

 

Apesar do gosto amargo do empate em campo, a união da comunidade iguaçuense garantiu que a verdadeira vitória do sábado ficasse em Foz do Iguaçu, assegurando o futuro de centenas de crianças atendidas pelo projeto social.

As camisetas ainda podem ser adquiridas na loja Ailabiu Iguassu, ponto oficial da campanha em Foz do Iguaçu.

Serviço

Local: Ailabiu Iguassu – Avenida Brasil, anexo ao Hotel Águas do Iguaçu
WhatsApp: (45) 99135-6318
Horário de atendimento: diariamente, das 7h30 às 19h30.


Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

Os motoristas que pretendem trafegar pela região da Vila A na manhã deste sábado (13) devem redobrar a atenção e, se possível, planejar rotas alternativas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizará um grande simulado de atendimento a um Incidente com Múltiplas Vítimas (IMUVI). A ação, que simula um grave acidente de trânsito, acontece a partir das 9h, na Avenida Paraná, nº 5661.

A atividade integra as comemorações de 20 anos de implantação do Samu em Foz do Iguaçu. O exercício mobilizará um forte aparato de segurança e socorro, incluindo sirenes ligadas e movimentação intensa de quatro veículos do Samu (sendo duas motolâncias e duas ambulâncias) e três viaturas do Corpo de Bombeiros. Equipes do Foztrans e da Guarda Municipal estarão no local para orientar o tráfego, isolar a área e garantir a segurança de quem circula pelo trecho.

Cenário realista de atropelamento e colisão

O exercício prático foi desenhado para testar o tempo de resposta e a integração das forças de salvamento em situações extremas. O cenário simulado recriará o atropelamento de dois pedestres por uma van escolar durante a travessia da Avenida Paraná. Logo em seguida, um segundo automóvel colidirá contra a traseira da van.

A simulação contará com nove “vítimas” com diferentes níveis de gravidade — interpretadas e caracterizadas com ferimentos falsos por estudantes de Enfermagem da Faculdade UDC/Anglo. O treinamento aplicará o rigoroso Sistema de Comando em Incidentes (SCI) para organizar o fluxo de atendimento de forma rápida e coordenada.

Integração e aprimoramento do socorro

Além do Samu e dos Bombeiros, a operação mobilizará equipes da Defesa Civil. De acordo com a coordenação do evento, o primeiro atendimento em pista será feito pelos Bombeiros, que farão o reconhecimento da área e acionarão os demais órgãos.

O treinamento visa aprimorar a eficiência das equipes locais em tragédias urbanas. Como haverá simulação de isolamento de área e atendimento de emergência na própria pista, o trânsito no local pode registrar lentidão ou bloqueios momentâneos. A recomendação é que os condutores reduzam a velocidade ao passar pelas proximidades da numeração indicada na Avenida Paraná.

Serviço 

Simulado de Acidente do Samu 20 Anos

Data: Sábado, 13 de junho de 2026
Horário: A partir das 9h
Local: Avenida Paraná, nº 5661 – Vila A (proximidades da UDC Vila A)
Atenção: Movimentação intensa de viaturas com sirenes e bloqueios parciais no trânsito.

 

As skins fazem parte da identidade visual do Counter-Strike 2 e movimentam uma das comunidades mais ativas do universo dos games. Além de personalizar armas e equipamentos, algumas skins se tornaram itens bastante desejados pelos jogadores devido ao seu design, raridade e popularidade dentro do jogo.

Por isso, os sorteios de skins CS2 ganharam espaço entre criadores de conteúdo, comunidades, organizações de eSports e plataformas voltadas ao ecossistema de skins. Para muitos jogadores, eles representam uma oportunidade de conhecer novas comunidades e participar de ações promocionais relacionadas ao universo do Counter-Strike.

Mas como esses sorteios funcionam? Quais cuidados devem ser tomados? E o que avaliar antes de participar? Neste guia, você encontrará as principais informações sobre o assunto.

O que são sorteios de skins CS2?

Os sorteios de skins CS2 são ações promocionais realizadas por plataformas, influenciadores, organizações ou comunidades que distribuem skins para participantes selecionados de acordo com regras previamente definidas.

Dependendo da campanha, os prêmios podem incluir:

  • Skins para armas populares;
  • Itens colecionáveis;
  • Facas;
  • Luvas;
  • Caixas virtuais;
  • Créditos para utilização em plataformas parceiras.

Cada sorteio possui suas próprias condições de participação, período de inscrição e critérios para definição dos vencedores.

Lendary Skins CS2

Entre as plataformas presentes no ecossistema de skins está a Lendary Skins CS2 lendaryskins.com/sorteios. A plataforma reúne diferentes recursos voltados para a comunidade de Counter-Strike 2, incluindo iniciativas relacionadas a sorteios, eventos e ações promocionais para os usuários.

Para quem acompanha o mercado de skins e gosta de ficar por dentro das novidades do universo CS2, a Lendary Skins oferece um ambiente voltado para entusiastas do jogo, com foco em proporcionar experiências ligadas ao ecossistema de itens virtuais e à comunidade de Counter-Strike.

Por que os sorteios são tão procurados?

O sucesso dos sorteios está diretamente relacionado ao interesse da comunidade pelas skins.

Muitos jogadores acompanham lançamentos, coleções e tendências do mercado de itens virtuais, tornando esse tipo de ação uma forma de engajamento entre plataformas e usuários.

Além disso, sorteios costumam ajudar comunidades a crescerem, permitindo que novos participantes conheçam serviços, conteúdos e recursos disponíveis dentro do universo do CS2.

O que avaliar antes de participar?

Nem todos os sorteios são iguais. Por isso, é importante analisar alguns fatores antes de se inscrever.

Transparência das regras

Um sorteio confiável normalmente apresenta informações claras sobre:

  • Data de encerramento;
  • Critérios de participação;
  • Forma de escolha dos vencedores;
  • Premiações disponíveis;
  • Processo de entrega dos itens.

Quanto mais transparentes forem as regras, maior tende a ser a confiança da comunidade.

Reputação da plataforma

Antes de participar, vale a pena pesquisar o histórico da empresa ou comunidade responsável pela ação.

Verificar comentários de outros usuários, presença em redes sociais e tempo de atuação pode ajudar a identificar iniciativas mais confiáveis.

Segurança da conta

Uma das recomendações mais importantes é nunca compartilhar informações sensíveis da sua conta Steam.

Participações legítimas normalmente não exigem:

  • Senhas;
  • Códigos de autenticação;
  • Dados privados de acesso.

Sempre desconfie de solicitações desse tipo.

Como evitar golpes relacionados a sorteios?

Infelizmente, o crescimento do mercado de skins também atraiu tentativas de fraude.

Alguns golpes utilizam páginas falsas ou mensagens que simulam sorteios legítimos para obter acesso às contas dos jogadores.

Para reduzir riscos:

  • Verifique o endereço do site;
  • Confirme os canais oficiais da promoção;
  • Evite clicar em links enviados por desconhecidos;
  • Ative a autenticação em dois fatores da Steam;
  • Confira se o perfil responsável pela campanha é oficial.

Pequenos cuidados podem evitar problemas e proteger seu inventário.

Como geralmente ocorre a entrega das skins?

Após a divulgação dos vencedores, a entrega normalmente acontece por meio do sistema oficial de trocas da Steam.

Esse processo permite que os itens sejam enviados diretamente ao inventário do usuário, respeitando as políticas e mecanismos de segurança da plataforma.

Por esse motivo, é importante que os participantes mantenham suas configurações de troca atualizadas e utilizem recursos de proteção disponíveis na conta.

Os sorteios são uma forma de conhecer a comunidade

Além da possibilidade de receber uma skin, muitos jogadores participam dessas ações para acompanhar novidades do mercado, conhecer coleções diferentes e interagir com outros membros da comunidade.

Criadores de conteúdo, streamers e plataformas frequentemente utilizam sorteios para apresentar novos recursos, promover eventos e fortalecer o relacionamento com os usuários.

Por isso, essas iniciativas acabam se tornando uma forma de aproximação entre empresas e jogadores que compartilham interesse pelo universo do Counter-Strike 2.

Uma ação rápida da Guarda Municipal (GM) de Foz do Iguaçu resultou na prisão em flagrante de um homem de 27 anos, na madrugada desta sexta-feira (12), suspeito de furtar fios da rede de iluminação pública na região central. O crime ocorreu na Avenida Brasil, quase esquina com a Rua Rui Barbosa. Esta é a terceira ocorrência de furto de fiação registrada pela corporação no município em menos de 15 dias, totalizando cinco pessoas presas no período.

O flagrante aconteceu por volta das 1h25, quando uma equipe em patrulhamento comunitário recebeu o alerta de moradores sobre a ação criminosa. Ao chegarem ao endereço indicado, os agentes interceptaram o suspeito portando um alicate, uma serra e ferramentas de corte. No chão, os guardas localizaram os cabos elétricos já cortados e um cano guia derrubado. O homem foi detido e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil.

Resposta rápida e reparo na iluminação pública

O furto interrompeu o fornecimento de energia para parte das novas luminárias da via. O diretor de Iluminação Pública do município, Pedro Rodrigues, elogiou o papel ativo da comunidade no desfecho do caso.

“O grande diferencial dessa ocorrência foi o apoio da população, que ajudou a identificar quem estava praticando o crime. A partir dessas informações, a Guarda Municipal conseguiu chegar rapidamente e realizar a prisão em flagrante”, pontuou Rodrigues.

Demonstrando agilidade no atendimento de serviços públicos, as equipes operacionais da concessionária IP Foz do Iguaçu iniciaram os trabalhos de recomposição da rede em menos de oito horas após o registro do crime. Na mesma manhã de sexta-feira, os cabos foram repostos e o sistema restabelecido.

Modernização com LED e canais de atendimento

A concessionária assumiu os serviços de iluminação pública no município recentemente. Há três meses, a empresa executa o cronograma permanente de manutenção e, há dois meses, iniciou a substituição gradual das antigas lâmpadas pela tecnologia LED, que melhora a visibilidade nas vias e garante maior segurança aos pedestres e motoristas à noite.

A prefeitura reforça que flagrantes de vandalismo ou atitudes suspeitas junto à rede elétrica devem ser denunciados imediatamente à Guarda Municipal pelo telefone de emergência 153. Já as solicitações de manutenção, reparos ou lâmpadas queimadas podem ser feitas diretamente à concessionária pelos seguintes canais:

Telefone gratuito: 0800 410 0037
Aplicativo móvel: IP Foz (disponível para smartphones)
Internet: ipfoz.cidadeiluminada.com.br
Atendimento presencial: Rua Urbano Costa Araújo, 129 – Parque Presidente I

 

Foto em destaque: Divulgação/AMN

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