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seg, 06 de abr 2026

Automação humana? Entenda como o CRM conversacional combina tecnologia e empatia nas vendas

Tecnologia assume tarefas repetitivas enquanto equipes ganham tempo para conversas mais estratégicas com clientes

Ferramentas de CRM conversacional vêm ganhando espaço no ambiente comercial ao combinar mensagens automatizadas com elementos de interação humana. Longe de substituir vendedores, a tecnologia atua como apoio contínuo ao longo do funil, filtrando demandas, organizando informações e preparando o terreno para conversas mais relevantes.

Essa integração começa a influenciar diretamente a forma como empresas se relacionam com clientes, especialmente em canais de mensagens instantâneas.

Automação que acolhe: mensagens rápidas sem perder o tom humano

Uma das mudanças observadas é o cuidado crescente com o tom das mensagens automatizadas. Em vez de respostas rígidas, os sistemas, como o Moskit, passaram a simular ritmo e clareza semelhantes às interações humanas, garantindo um primeiro contato mais acolhedor, sobretudo quando o cliente entra em horários de baixa atividade das equipes.

Essas mensagens iniciais orientam o usuário, esclarecem dúvidas básicas e mantêm a conversa ativa até que um atendente esteja disponível. Nos bastidores, o sistema registra preferências, horário de contato e necessidades mencionadas, facilitando o atendimento posterior. A automação, nesse caso, funciona como ponto de apoio: não fecha negociações por conta própria, mas garante que nenhum lead fique sem resposta.

Triagem inteligente reduz atrasos e melhora a experiência

Outro ponto é a capacidade do CRM conversacional de filtrar atendimentos antes de direcioná-los para vendedores humanos. As perguntas automáticas, configuradas para identificar urgência e intenção, ajudam a organizar a fila de contatos.

Com isso, equipes deixam de operar no modo reativo e passam a agir com mais clareza sobre o tipo de demanda que está chegando. Leads de alta probabilidade de compra, por exemplo, são transferidos rapidamente para o time de vendas, enquanto casos que requerem informações adicionais podem permanecer em fluxo automatizado até que estejam mais maduros.

A triagem reduz o tempo gasto com tarefas repetidas, como solicitar dados básicos ou explicar processos, e libera vendedores para conversas que realmente exigem escuta ativa.

Registro contínuo oferece contexto e dá suporte à empatia nas conversas

Embora o CRM conversacional execute parte do atendimento, é o registro minucioso das interações que permite manter a empatia no processo de vendas. Cada resposta automática, pergunta enviada ou dúvida esclarecida fica armazenada no sistema, possibilitando que vendedores iniciem o contato sabendo exatamente em que ponto o cliente parou.

Esse histórico evita repetições, reduz atritos e melhora a fluidez da conversa. A personalização não depende apenas de uma abordagem gentil, mas do conhecimento prévio sobre o cliente.

Na prática, quando o vendedor assume a conversa, tem acesso ao contexto completo, incluindo quais informações já foram fornecidas, quais produtos despertaram interesse e quais objeções surgiram ao longo do fluxo automatizado.

Integração entre bot e vendedor cria atendimento híbrido mais natural

Um dos avanços é a integração fluida entre automação e atendimento humano. Em muitos sistemas, a transição acontece sem interrupção: o cliente recebe uma primeira resposta automatizada e, ao demonstrar intenção de compra ou solicitar explicações detalhadas, é imediatamente conectado a um atendente.

O vendedor, por sua vez, chega preparado com todo o histórico. Esse fluxo contínuo reduz ruídos e melhora a satisfação do cliente, que percebe agilidade sem abrir mão da atenção humana. Esse modelo híbrido tem sido adotado por empresas que buscam manter volume alto de atendimentos sem comprometer a qualidade.

Tecnologia e empatia formam um novo padrão nas vendas digitais

O CRM conversacional mostra que automação não significa distanciamento. Ao assumir tarefas repetitivas, organizar informações e registrar cada etapa do contato, a ferramenta abre espaço para que vendedores atuem com mais foco na relação e menos em processos operacionais.

A combinação entre respostas rápidas, triagem eficiente e atendimento humano contextualizado forma um modelo de vendas mais consistente e acessível a empresas de diferentes portes.

À medida que consumidores priorizam diálogos claros e respostas imediatas, o atendimento híbrido tende a se consolidar como um novo padrão, capaz de unir precisão tecnológica e sensibilidade humana em um mesmo fluxo.

Agendor: CRM de vendas simples para empresas B2B

O Agendor é um CRM de vendas brasileiro com mais de 10 anos de mercado e uma base que supera 10 mil empresas ativas. Reconhecido no segmento B2B, destaca-se pela facilidade de uso, suporte ágil e excelente custo-benefício.

Voltado para equipes de vendas consultivas, o Agendor atende gestores, vendedores internos e externos, organizando todas as etapas do processo comercial.

Entre as funcionalidades estão múltiplos funis de vendas, propostas personalizadas, automações, relatórios, métricas, integração com WhatsApp, telefone virtual com IA e aplicativos móveis gratuitos.

A plataforma oferece plano gratuito e planos pagos a partir de R$ 53 por usuário/mês.

https://www.youtube.com/watch?v=HZYinmaTKdM

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Em 2015, o Marco das Três Fronteiras era pouco mais que um obelisco histórico em uma área com infraestrutura precária e baixo fluxo de visitantes. Dez anos após a concessão à iniciativa privada, os números falam por si: R$ 483 milhões movimentados, recordes de público e uma revitalização que transformou toda a região Sul de Foz do Iguaçu.

Diante desse cenário de sucesso consolidado, surge a pergunta inevitável para o planejamento urbano da nossa cidade: Será que esse mesmo modelo de gestão não é a solução que falta para o Bosque Guarani?

Do Zoológico ao Abandono: O cenário do Bosque

Cenário de espera: O Bosque Guarani permanece sem data oficial para reabertura após consulta pública finalizada em 2025. Foto: Kaká Souza.

Localizado em um ponto nevrálgico do Centro — ao lado do terminal de ônibus e de hotéis estratégicos — o Bosque Guarani vive um limbo desde o fechamento do seu antigo zoológico em 2021. Embora tenha se tornado uma Unidade de Conservação (Parque Natural Municipal) em 2023, o espaço ainda carece de uma ocupação que combine preservação ambiental com lazer seguro e atrativo para o iguaçuense.

Atualmente, o município finaliza o Plano de Manejo do local. Este documento é o “divisor de águas”. Sem ele, nada acontece. Com ele aprovado, a Prefeitura terá em mãos o mapa jurídico para decidir: manter a gestão direta (com custos elevados de manutenção) ou buscar uma parceria como a que deu vida nova ao Marco.

Ocupação irregular na lateral do Bosque Guarani evidencia o impacto social do abandono da área central de Foz. Foto: Kaká Souza.

Por que o modelo “Marco” faz sentido aqui?

Se olharmos para o que aconteceu no Marco das Três Fronteiras, os paralelos com o potencial do Bosque são evidentes:

  • Segurança e Convivência: Onde antes havia isolamento, o Marco trouxe monitoramento e iluminação. No Bosque, isso significaria devolver o espaço às famílias, afastando a sensação de insegurança que muitas vezes ronda o centro à noite.
  • Investimento Sem Custo Público: No modelo de concessão, a concessionária assume o risco e o investimento em infraestrutura (como os novos acessos e o Espaço das Américas no Marco), enquanto o município recebe outorga e impostos.
  • Turismo de Centro: Imagine o turista que hoje se hospeda no centro ter um “Parque Natural” moderno a poucos passos, com café, trilhas educativas e acessibilidade. Isso retém o visitante por mais tempo no comércio local.

O Desafio da Sustentabilidade

É claro que o Bosque Guarani tem suas particularidades. É uma área de mata nativa densa e proteção rigorosa. Mas a experiência do Marco prova que é possível aliar soberania, história e proteção ambiental com uma operação comercial eficiente.

O Plano de Manejo, que encerrou sua fase de consulta pública ainda em 2025, prevê o zoneamento do parque. É este zoneamento que dirá onde pode haver uma lanchonete, onde deve ser preservação integral e onde podem ser instaladas passarelas de educação ambiental.

A palavra está com você, leitor

A Prefeitura deu o passo técnico com o Plano de Manejo. Agora, cabe a Foz do Iguaçu decidir se quer manter o Bosque como um “quadrado verde” cercado por grades no centro ou se está pronta para transformá-lo em um novo marco de desenvolvimento sustentável, seguindo o exemplo de sucesso que já temos em casa.

Você concorda que a concessão é o melhor caminho para o Bosque Guarani ou o espaço deve seguir sob gestão exclusiva da Prefeitura?

 

Nota da Redação: O Portal Clickfoz tentou contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente solicitando atualizações sobre o cronograma de aprovação do Plano de Manejo — cuja consulta pública foi encerrada em março de 2025 — e a previsão de reabertura do Bosque Guarani. Até o fechamento desta edição, não houve retorno aos nossos questionamentos. O espaço permanece aberto para que a secretaria envie seu posicionamento, que será prontamente atualizado nesta reportagem.

 

 

Fotos: Kaká Souza/Portal Clickfoz

O cenário teatral da Tríplice Fronteira ganha uma oportunidade de formação gratuita na próxima semana. Os projetos de extensão Cote’Coi – Coletivo Teatral e o Grupo de Teatro Universitário, que atuam na região desde 2015, convidam artistas e interessados em geral para a oficina “O corpo, a palavra e a cena”.

Com foco na poética da atuação e na experimentação de diferentes linguagens cênicas, o treinamento é voltado para atrizes, atores, diretores e qualquer pessoa da comunidade que deseje explorar a expressão corporal e a construção da cena.

Programação e Datas

As oficinas serão realizadas de forma presencial em três encontros na próxima semana:

  • Segunda-feira (06/04): das 14h às 18h
  • Quarta-feira (08/04): das 14h às 18h
  • Sexta-feira (10/04): das 14h às 18h

Como participar

As atividades são totalmente gratuitas. Para garantir uma vaga, os interessados devem preencher o formulário de inscrição disponível na internet. A iniciativa reforça o papel dos projetos de extensão universitária na democratização do acesso à cultura e na formação de novos talentos locais.

Inscrições: Clique aqui para acessar o formulário oficial

Sobre o Cote’Coi

O coletivo é uma referência na região trinacional (Brasil, Paraguai e Argentina) há mais de uma década, desenvolvendo pesquisas contínuas sobre o fazer teatral e promovendo a integração entre a universidade e a comunidade externa por meio das artes cênicas.

O calendário eleitoral de 2026 entra em uma fase decisiva neste mês de abril. Para o cidadão que deseja votar nas eleições gerais de outubro — quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados —, restam pouco mais de 30 dias para regularizar a situação junto à Justiça Eleitoral. O prazo final é o dia 6 de maio.

A data limite vale para quem precisa tirar o primeiro título, transferir o domicílio eleitoral ou alterar o local de votação.

Como regularizar em Foz do Iguaçu

O eleitor iguaçuense pode resolver suas pendências de duas formas:

  1. Presencial: Procurando o Cartório Eleitoral de Foz do Iguaçu.
  2. Digital: Através do portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no serviço de autoatendimento do eleitor.

 

Vale lembrar que o voto é obrigatório para quem tem entre 18 e 70 anos. Jovens que completam 16 anos até a data da eleição já podem solicitar o documento, mesmo que ainda tenham 15 anos no momento do pedido.

“Dança das Cadeiras” na Política

Além do prazo para o cidadão, este fim de semana marca duas datas cruciais para quem pretende se candidatar:

  • Janela Partidária: Encerrou-se nesta sexta-feira (3) o prazo para que políticos mudem de partido sem perder o mandato por infidelidade partidária.
  • Desincompatibilização: Termina neste sábado (4) o prazo para que ocupantes de cargos públicos (como ministros, secretários e diretores) deixem suas funções caso pretendam disputar as eleições. A medida visa evitar o uso da máquina pública para fins eleitorais.

Por que não deixar para a última hora?

Historicamente, os últimos dias do prazo (próximos a 6 de maio) registram longas filas e instabilidade nos sistemas online do TSE devido ao alto volume de acessos. A recomendação da Justiça Eleitoral é que o eleitor aproveite o feriado de Páscoa para conferir sua situação no site oficial e realizar as alterações necessárias o quanto antes.

 

 

 

Foto em destaque: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil

O Sábado de Aleluia (4) pode terminar com um novo milionário no Brasil. A Mega-Sena sorteia hoje o prêmio principal do concurso 2.992, que está acumulado em R$ 10 milhões. O valor, anteriormente estimado em R$ 7,5 milhões, subiu devido ao volume de apostas e ao último sorteio sem ganhadores na faixa principal.

As seis dezenas serão reveladas a partir das 21h (horário de Brasília), com transmissão ao vivo direto do Espaço da Sorte, em São Paulo, pelos canais oficiais da Caixa no YouTube e Facebook.

Como apostar em Foz do Iguaçu

Para quem quer tentar a sorte na fronteira, as regras são simples:

  • Prazo: As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília).
  • Onde: Em qualquer casa lotérica credenciada, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo oficial.
  • Custo: A aposta simples, com seis números marcados, custa R$ 6.

Chance de ganhar

Quem faz a aposta mínima de seis números tem uma probabilidade de acerto de uma em 50.063.860. Já para quem opta pelo limite máximo de 20 números (ao custo de mais de R$ 232 mil), a chance sobe para uma em 1.292.

Além do prêmio principal, a Mega-Sena também premia acertadores da Quina (cinco números) e da Quadra (quatro números), cujos valores variam conforme o total arrecadado.

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