A coordenação do trabalho de combate a dengue do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Foz do Iguaçu conta com 120 agentes de endemias, além do apoio de uma equipe de educação e de pelo menos 200 agentes comunitários de saúde nas ações permanentes de combate ao mosquito da dengue nas várias regiões da cidade. O objetivo é orientar a população a eliminar focos do mosquito (água parada). Palestras estão sendo ministradas nas escolas municipais e estaduais das regiões afetadas.
Este ano Foz do Iguaçu já registrou 81 casos. Há pelo menos 100 notificações a confirmar. Apesar dos números não serem alarmantes, o que já ocorre em outros municípios, o CCZ está chamando atenção da população para que redobrem os cuidados no sentido de manter suas casas sem focos do mosquito Aedes Aegyti, o transmissor da dengue. “É só eliminar água parada. Por causa da chuva e o calor, os índices de presença do mosquito vêm crescendo”, diz Eran Silva, do CCZ.

É preciso observar ocos de árvores e cacos de vidros nos muros, tratar da água de piscinas, lagos, cascatas e espelhos d’água decorativos; observar ralos de cozinha, banheiros, saunas, duchas, vasos sanitários sem uso, etc., para ver se estão entupidos, com água acumulada; manter calhas limpas e sem folhas ou materiais que possam impedir o escoamento da água.
Os pneus velhos devem ser entregues ao serviço de limpeza urbana. Caso realmente precise mantê-los, guardar em local coberto, de preferência, furados. Recipientes como garrafas de vidro ou pet e baldes devem ser guardados vazios e de boca para baixo. Finalmente, lixos e entulhos devem ser evitados. Estas indicações fazem parte do programa de controle e educação contra a dengue do CCZ.